Questões de Concurso Sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português

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Q1731150 Português
A questão se refere ao trecho da notícia a seguir:

Estão em andamento na sede do CRAS de Guabiruba as oficinas socioeducativas oferecidas em parceria com o Centro Integrado Empresa Escola (CIEE) para adolescentes interessados em se preparar para o mercado de trabalho.
Serão quatro aulas no total. A primeira aconteceu na tarde de hoje. Todas serão com a psicóloga e socioeducadora do CIEE Maria Guadalupe Fuentes Graf, que, em aulas divididas em módulos, passa aos jovens dicas sobre planejamento de carreira. “As aulas _______ o objetivo de oferecer informações e auxiliar no planejamento de vida, com orientação profissional para que o jovem saiba como _______ se inserir no mercado de trabalho”, explica.
De acordo com Leandro Alfarth, da Secretaria de Assistência Social, Habitação e Emprego de Guabiruba, um dos organizadores das oficinas, qualquer adolescente de Guabiruba pode participar das aulas. O objetivo é promover a integração desses adolescentes ao mundo do trabalho com atividades teóricas e dinâmicas de grupo, trabalhando conhecimentos e habilidades necessárias para a inserção e a permanência no mundo do trabalho.[...]
Disponível em: https://www.guabiruba.sc.gov.br/noticias/index/ver/codMapaItem/4487/codNoticia/580702 Acesso em 11/nov/2019.[modificado]
No texto, “serão” está conjugado na terceira pessoa do plural do futuro do presente do indicativo. Assinale a alternativa em que o verbo SER esteja conjugado na terceira pessoa do plural do imperativo afirmativo:
Alternativas
Q1727250 Português

A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 


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Se o verbo “vive” (linha 7) fosse conjugado na primeira pessoa do plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo, a alternativa CORRETA seria:
Alternativas
Q1725196 Português

Texto para a questão


Inclusão não é favor, é dever


A inclusão de alunos com deficiência é um desafio enorme para professores e gestores. Tirando as exceções aqui e ali, a maior parte dos docentes concorda que todos os meninos e meninas têm direito à Educação. A divisão só começa quando o assunto vai para o “como fazer”. Nesse momento, até os corações mais generosos travam. É difícil fazer algo para o qual você não foi preparado. Diante da falta de conhecimento e da diversidade de características físicas e mentais, a questão viaja do polo das boas intenções para o do pragmatismo duro. Como avaliar? Pode reprovar? Está tudo bem mandar para a sala de recursos?

Eu queria dar uns passos atrás. Não quero discutir o “como fazer”, mas falar de algo anterior: qual deve ser o papel da escola para um aluno com deficiência? A resposta é simples e vale, no final das contas, para todos os estudantes. A escola deve garantir que uma pessoa, por meio do conhecimento organizado, tenha um lugar no mundo. Por isso, inclusão não é um favor feito a um aluno coitadinho. É direito do estudante e dever da instituição. Quando o Estado assume uma responsabilidade, ele se compromete tanto com os beneficiários da medida quanto com quem permite que ela seja possível. No caso da Educação, ele se compromete com o aluno e com você. Sem educadores preparados, a inclusão vira um direito vazio. Portanto, cobre formação e boas condições de trabalho. Coloque seus alunos com deficiência nos projetos da escola. Dê visibilidade aos desafios nas redes sociais. Faça barulho. Afinal, professores não são apenas as pessoas que transmitem conhecimento, mas que criam condições para que o aprendizado aconteça. E nenhuma tecnologia será capaz de oferecer isso a seres humanos. 

Essa é a razão pela qual propus a pergunta sobre o papel da escola. Muitas vezes, com as tarefas da rotina, nos esquecemos de pensar sobre o que fazemos. Sem pensar nos porquês da inclusão, nunca chegaremos em “como fazer”. Estou convencido que, mais do que nunca, lutar por formação e boas condições de trabalho são tarefas essenciais dos Educadores com E maiúsculo. No Brasil de hoje, lutar pelo básico é revolucionário.

(...)

Leandro Beguoci é diretor editorial e de conteúdo de NOVA ESCOLA [email protected].

FONTE: https://novaescola.org.br/conteudo/15166/inclusao-nao-e-favor-e-dever

O enunciado “No Brasil de hoje, lutar pelo básico é revolucionário”, que encerra o texto, é uma afirmação em que o autor se posiciona de maneira objetiva. Se o autor tivesse, por intenção, fazer um chamamento coletivo, usando a 1ª. pessoa do plural nos dois verbos em destaque e adaptando-se a pontuação, teríamos:
Alternativas
Q1722239 Português
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito à tirinha a seguir. Leia-a atentamente antes de respondê-la.

Ainda na frase “Eu te conto todos os meus problemas, Garfield....” presente no primeiro quadrinho, se o verbo “contar” estivesse conjugado na 1ª Pessoa do Singular do Pretérito Perfeito, a alternativa correta seria:
Alternativas
Q1722053 Português
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito à Tirinha. Leia-a atentamente antes de respondê-la.


Na frase “Nós não venceremos”, se o verbo destacado estivesse conjugado na 3ª pessoa do Singular no Futuro do Pretérito do Modo Indicativo, a alternativa correta seria:
Alternativas
Q1721893 Português
Analise as afirmações abaixo: I. O verbo apresenta variações de número, de pessoa, de modo, de tempo, de grau e de perífrase; II. Chamam-se modos as diferentes formas que toma o verbo para indicar a atitude da pessoa que fala em relação ao fato que enuncia. Há três modos em português: indicativo, subjuntivo e imperativo; III. Tempo é a variação que indica o momento em que se da o fato expresso pelo verbo. Há três tempos em português: presente, pretérito e futuro; IV. Quanto à flexão o verbo pode ser regular, irregular, defectivo e abundante. Dos itens acima:
Alternativas
Q1720910 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Como no início dos anos 1900 ainda não existia o avião, o principal critério científico usado para definir o que então se chamava de “aeronave mais pesada que o ar” era este: o avião precisava decolar, voar e aterrissar valendo-se tão somente da força de um motor próprio. Santos Dumont, e não os irmãos Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência.
A invenção da dupla não foi considerada um avião porque o aparelho com motor de 12 cavalos não decolava por meios próprios, pois era preciso aproveitar o impulso de um vento forte, de 40 km por hora, ou utilizar uma catapulta. Ninguém de credibilidade relatou a proeza. Até 1908, quando construíram uma máquina mais desenvolvida, os americanos não aceitavam repetir o voo aos olhos do público. A única prova de que os americanos Orville e Wilbur teriam voado antes de Santos Dumont, no dia 17 de abril de 1903, nos Estados Unidos, veio deles mesmos, através de um telegrama enviado à França. A dupla se recusava cumprir o desafio em público.

Trecho da biografia dos Irmãos Wright, realizada por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com, dezembro de 2017.
Analise o uso do termo “foi”, presente na frase “Santos Dumont, e não os irmãos Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência”, e assinale a alternativa que o interpreta e classifica CORRETAMENTE.
Alternativas
Q1719962 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Vacinação é _______ para evitar a volta de doenças erradicadas 



Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.proteste.org.br/saude-e-bem-estar/doencas/noticia/vacinacao/

A forma verbal ‘veem’ (l. 09) segue um modelo de conjugação que é o mesmo que se emprega para conjugar outros verbos. Os seguintes verbos derivam desse modelo, EXCETO:
Alternativas
Q1717713 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Seria ingenuidade procurar nos provérbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. É coisa sabida que a cada provérbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sábio limite das despesas, porque “vintém poupado, vintém ganhado”, replicará o vizinho farrista, com razão igual: “Da vida nada se leva”. (...)

Mais aconselhável procurarmos nos anexins não a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente físico e de sua história. As diferenças na expressão de uma sentença observáveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, às vezes, até instruir o etnógrafo.

Povo marítimo, o português assinala semelhança grande entre pai e filho, lembrando que “filho de peixe, peixinho é”. Já os húngaros, ao formularem a mesma verdade, não pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a “maçã não cai longe da árvore”.


Trecho de Paulo Rónai, em Como aprendi o português e outras aventuras.

A respeito do termo “ganhado”, presente no provérbio “vintém poupado, vintém ganhado”, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
I. O termo está no masculino e no singular, concordando com o termo “ vintém”. II. “Ganhado” é um dos particípios do verbo “ganhar”.
Alternativas
Q1717485 Português

Leia o quadrinho abaixo :

Sem_título figura.png (196×192)

Com base na leitura do pequeno diálogo do quadrinho acima, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q1687452 Português
Solidão Coletiva – uma crônica sobre o vazio de uma cidade grande

    Se pararmos para pensar, a solidão nos persegue. Sempre estamos tão juntos e, ao mesmo tempo, tão sozinhos.
    O simples fato de estarmos rodeados por dezenas, centenas ou milhares de pessoas, não nos garante que pertençamos ao grupo.
    A cidade é um dos maiores exemplos. Trem, metrô, ônibus em horário de pico. Homens ou mulheres. Jovens ou velhos. Gordos ou magros. Trabalho ou estudo. Cada um do seu jeito, indo cuidar da sua própria vida. Não há conversa ou um sorriso amigável. Rostos sérios e cansados sem ao menos se preocupar em lhe desejar um bom dia. Parece que ninguém está tendo um bom dia.
    Na rua, todos têm pressa. Mochila à frente do corpo, senão você é roubado. Olhar no chão para manter o ritmo do passo, ou logo à frente, como quem quer chegar logo sem ser importunado.
    Um braço estendido me tira do devaneio. É alguém sentado no chão, com um cobertor fino, pedindo algumas moedas. Como boa integrante de uma multidão fria e apressada, ignoro e continuo meu caminho. Essa é uma visão tão rotineira que se torna banal e, assim como eu, ninguém ali observou aquele cidadão com olhos sinceros. Não me julgue, eu sei que você faz o mesmo. O calor humano não parece suficiente para aquecer corações.
    É um mar de gente. Mas não me sinto como mais uma onda, que compõe a beleza do oceano. Sinto-me em um pequeno barco à vela, perdida em alto mar. Parada no meio da multidão, sinto sua tensão constante, como se a qualquer momento fosse chegar um tsunami. Sinto-me naufragando.
    Você já pegou a estrada à noite? É ali que percebemos que a cidade nunca dorme por completo. Carros a perder de vista em qualquer horário, com luzes que compõem uma beleza única. Porém, esquecemos que em cada carro não existe somente uma pessoa ou outra, mas sim histórias.
    Para onde cada um está indo é um mistério. Neste momento, percebo que, assim como eu enxergava alguns minutos atrás, ninguém ali me vê como ser humano. Veem-me como mais um carro, mais uma máquina que atrapalha o trânsito de um local tão movimentado. Só eu sei meu próprio caminho e para onde vou. Estou sozinha entre centenas de pessoas.
    Mesmo assim, muitas dizem preferir a cidade ao campo. Morar no interior não é uma opção para a maior parte das multidões – elas dizem que lá não há nada de interessante acontecendo e o silêncio da natureza as faz sentir muito distantes do mundo.

Por Beatriz Gimenez
Disponível em: https://falauniversidades.com.br/cronica-solidao-cidade-grande/
Na oração “Veem-me como mais um carro”, o termo destacado está:
Alternativas
Q1671482 Português
Se o verbo “levou” (linha 1) fosse conjugado na primeira pessoa do plural do pretérito mais-queperfeito do indicativo, a alternativa correta seria:
Alternativas
Q1656313 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, segundo o padrão culto da Língua Portuguesa:

I – Quando a nossa imaginação ______ todas as barreiras, conquistaremos o prêmio. (Transpor)

II – ______ os clientes e o garçom. (Chegar)

III – Fomos nós que ______ nesse assunto. (Tocar)

IV – Não serei eu quem ______ as assinaturas. (Recolher)

V – Se eu ______ os dados, nunca mais os esquecerei. (Rever)

VI – ______ seis horas da tarde. (Dar)
Alternativas
Q1653207 Português
Menininha

Toquinho e Vinícius de Moraes

Menininha do meu coração
Eu só quero você a três palmos do chão.
Menininha, não cresça mais não,
Fique pequenininha na minha canção.
Senhorinha levada, batendo palminha,
Fingindo assustada do bicho-papão.
Menininha, que graça é você,
Uma coisinha assim, começando a viver.
Fique assim, meu amor, sem crescer,
Porque o mundo é ruim, é ruim, e você
Vai sofrer de repente uma desilusão
Porque a vida somente é seu bicho-papão.

Fique assim, fique assim, sempre assim
E se lembre de mim pelas coisas que eu dei.
E também não se esqueça de mim
Quando você souber, enfim,
De tudo que eu guardei.

https://www.vagalume.com.br/toquinho/menininha.html - Acessado em
outubro de 2019
No poema-canção, o eu lírico se dirige à menininha, fala com ela. A interlocução do eu-lírico com a menina pode ser comprovada pelo emprego:
Alternativas
Q1652883 Português
Na oração “35% dos alunos teve aprendizado adequado”, o verbo em destaque
Alternativas
Q1647088 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. O poema épico "Prosopopeia", de Bento Teixeira, introduziu o modelo da poesia camoniana na literatura brasileira. II. Diferentemente dos verbos, os nomes apresentam as categorias gramaticais de modo, tempo, pessoa e número. III. Na frase "Bia está voando para Londres", o substantivo "Londres" designa apenas um ser da espécie cidade. Assim, esse substantivo é próprio. IV. A musicalidade, o misticismo e o uso de figuras de linguagem, como sinestesia e aliteração, são características do Simbolismo no Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1633717 Português
Leia o texto para responder a questão.

Dicas para curar a ‘Ressaca’ do Consumo Excessivo!
    
    Se você acordou esta manhã com aquela dor de cabeça fortíssima, pode ser que você tenha exagerado na bebida na noite passada. Mas, podemos ter esta mesma sensação depois de exagerarmos bastante nas COMPRAS e nos GASTOS! Já passou por isso? Aquela sensação ruim que dura por dias, um misto de desespero por não saber como pagar as dívidas, misturado com uma boa dose de arrependimento. Posso garantir que isso é bem pior que a ressaca da bebida! Se você está com esta ‘Ressaca’ do Consumo Excessivo, aqui vão algumas dicas que podem lhe ajudar.
    Dizem que a melhor maneira, ou talvez a única maneira, de efetivamente operar uma mudança de comportamento é passar por uma grande dificuldade que irá exigir atitudes um pouco radicais. Bem, vamos às possíveis atitudes radicais relacionadas ao seu comportamento financeiro:
1) Venda tudo que possa ser vendido!
    Comprou demais? Gastou de mais? Venda ou devolva tudo aquilo que lhe fez passar da conta. Você irá, com certeza perder um pouco do dinheiro, pois dificilmente receberá tudo aquilo que gastou. Mas, isso lhe servirá como uma dura lição sobre gastar muito além do que precisa, além de trazer algum dinheiro de volta para melhorar as suas contas.
    Alguns bens podem trazer um bom alívio em seu orçamento doméstico, como é o caso de carros e imóveis.
  Outros casos podem ser menos óbvios: por exemplo, o que fazer com aquele vestido caro que já foi usado algumas vezes? E aquele celular de última geração que já caiu no chão em algumas ocasiões?
    Bem, isso não é desculpa para você mantê dissemos, temos que tomar atitudes radicais. Há uma grande gama de ‘sites’ na internet que vão lhe ajudar a vender objetos usados. Não queremos fazer nenhuma propaganda aqui, mas neste caso o ‘slogan’ cai muito bem: DESAPEGUE e comece já a vender tudo o que seja supérfluo.
    Como saber se um item é supérfluo? Simples: se o objeto não for imprescindível para garantir que você sobreviva no próximo ano, você não precisa dele. Ou então, se já passaram meses desde a última vez que o usou.
2) Cancele os Serviços.
    Deixe-me explicar melhor este tópico. No item 1, falamos em vender os objetos em excesso. Mas, em nossa sociedade moderna há muitos outros gastos que não estão materializados em algum tipo de objeto: são os serviços.
    Por exemplo, a internet rápida em sua casa, o seu plano de telefone celular, a TV a cabo, a academia de ginástica, a pessoa que faz serviços domésticos em sua casa, etc.
  Há alguns serviços realmente necessários, como a energia elétrica e o gás encanado. Porém, se você está muito endividado, será que realmente precisa da assinatura da TV a cabo? E o plano de internet com velocidade “ultra-super-rápida”, que você usa para baixar música e filmes: você morreria de tédio se não o tivesse?
    Se você fizer uma análise de suas despesas, verá que os gastos com serviços realmente podem custar caro e comprometer uma boa parte do seu orçamento. Não tenha dó, cancele tudo! Bom, se não der para ser tão radical, ao menos reveja os planos de serviços. Contrate apenas o que for absolutamente necessário. Pouca gente realmente aproveita o pacote completo da TV por assinatura ou então realmente precisa da internet ultra-rápida. Dá para trocar por planos mais simples e economizar uma boa grana, sem precisar abrir mão de conforto e comodidade.
3) Cancele seus cartões de crédito.
    É uma atitude radical, mas você precisa disso. Principalmente, se você gasta muito mais do que pode e usa os cartões para financiar a sua gastança.
    Cancele os cartões e faça o ritual de sua independência: pegue uma grande tesoura e picote os cartões! Um ser humano racional iria argumentar que não há sentido nenhum em cortá los, afinal eles estarão cancelados e não poderão ser usados de qualquer maneira. Mas, lembre-se que a Educação Financeira não é uma ciência exata, e sim muito humana. Cortar o cartão simboliza que você venceu a batalha contra eles, que você é mais forte.
    E, depois que você conseguir controlar os seus impulsos consumistas, aí sim poderá voltar a usar o Cartão de Crédito da maneira correta e torná-lo um grande aliado seu no planejamento financeiro. Ah, e também para juntar milhas…
4) Passe o controle de suas Finanças para outra pessoa.
    Esta também é uma grande dica, mas exige que você tenha uma pessoa de confiança, que tenha uma boa Educação Financeira, um bom Controle de Gastos e ainda esteja disposto(a) a lhe ajudar. E não é fácil encontrar alguém com estas 4 características.
    Mas, se você tiver alguém assim, não perca esta oportunidade! Se você passa frequentemente pela "Ressaca" do Consumo Excessivo, você provavelmente não consegue controlar suas finanças. E não vai ser da noite para o dia que isso vai mudar. Assim, peça ajuda: deixe todas as suas finanças com este ‘Anjo da Guarda’.
    Ele(a) irá primeiro fazer um levantamento de sua situação financeira: quanto você ganha, quais são os seus gastos fixos e os gastos adicionais, quanto você tem de bens e de investimentos. E, a partir daí, irá fazer um Orçamento para colocar o seu caixa no azul novamente.
    Daí em diante, qualquer gasto extra que você irá fazer deverá ter a aprovação deste seu ‘Diretor Financeiro Pessoal’. Sim, é uma situação muito chata, mas quem disse que a ressaca se cura com mais diversão?
    Muito radical? Talvez, mas pense nos benefícios futuros. Com as contas em dia, você poderá finalmente fazer aquela viagem tão sonhada ou conquistar os objetivos financeiros de sua vida!
Disponível em http://minhaseconomias.com.br/blog/controle-financeiro/dicas-para-curar-ressaca-consumo-excessivo
Analise: “Dá para trocar por planos mais simples” e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1628854 Português
Dezenas de pessoas participaram no último sábado (05) de mais uma edição da Pedalada Rosa, organizada pelo Governo Municipal através da Fundação de Esportes e Secretaria de Saúde, com o objetivo de mobilizar pessoas em relação ____ importância do diagnóstico precoce do câncer de mama e colo do útero. Os participantes pedalaram da Praça da Bandeira, no Centro da cidade, até ____ rótula do bairro Perequê, passando também pelo bairro Vila Nova. Mulheres, homens e crianças participaram do evento, que se tornou tradição na cidade.

[...]


A Pedalada Rosa fez parte da programação dos 187 anos de Porto Belo, comemorado neste mês de outubro. A programação segue até o final do mês, e ainda conta com o corte do bolo e parabéns ____ Porto Belo, no dia 13 de outubro, _____ 15h.


Disponível em: https://www.portobelo.sc.gov.br/noticias/index/ver/codMapaItem/4326/codNoticia/579494 Acesso em: 07/out/2019.[adaptado]
No texto, “segue” está sendo usado no presente do indicativo. Assinale a alternativa em que o verbo SEGUIR esteja conjugado na terceira pessoa do singular do presente do subjuntivo:
Alternativas
Q1622576 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.


ESTÁ GRIPADO

Salta o primeiro espirro, mais outro, outro mais, com a picada leve na garganta, e você corre à farmácia para tomar a injeção antigripal que o mantenha de pé, pois você, como São Paulo, não pode parar. São inúmeras as injeções cem por cento, você acaba deixando que o rapaz da farmácia escolha em seu lugar a ampola mágica. Dói um pouco? Não é nada, tem de aplicar mais duas, no fim de três dias você está é em posição horizontal, com febrão, carece chamar o doutor. O seu caro doutor, que você não queria incomodar, reservando-o para as trágicas ocasiões. E é realmente uma pena chamá-lo, coitado: o bairro inteiro caiu doente, ele próprio convalesce de uma rebordosa; e quem tratará do nosso velho clínico particular, essa joia sem preço, que com paciência nos escuta, ausculta e perscruta há bem um século, e sabe a nosso respeito muito mais do que nós mesmos, ele que registrou na ficha: "Em outubro de 48 você teve uma micose danada...”?
Vem o doutor, com ele a vil prostração da gripe se recolhe por instantes; conversa descansado, à cabeceira, lembra o pai que você perdeu há tanto tempo; ninguém mais tem esse carinho ponderado com você, e dá-lhe conselhos de vera ciência da vida:
— Olhe, procure se poupar. Faça como eu, que arranjei sítio em Petrópolis e todo fim-de-semana ia para lá com livros de Medicina e de Literatura. Depois de algum tempo, passei a levar só de Literatura. Afinal, nem isso. Estendiame na rede e ficava espiando o passarinho bicar uma fruta, a folha a cair, a nuvem se desfazendo.
(O que ele não conta é que acabou deixando mesmo de ir ao sítio, e cá embaixo assume a doença de todos, que não lhe dispensam a sabedoria e a bondade).
Sai o doutor, volta o onímodo mal-estar, você fica meditando no vírus, esse porcariinha tão mais sutil que o micróbio; o ambíguo vírus, nem carne nem peixe, que chega a cristalizar no organismo, como os inquilinos de apartamentos vendidos; o que se sabe de positivo a seu respeito é que não passa de um refinado calhorda.
Entregue ao antibiótico de largo espectro, você deixa a gripe correr. Mas a gripe não corre. Escorre, em fenômenos rinofaríngeos, como lá diz a bula, uma das bulas, em seu estilo de discurso de recepção na Academia Nacional de Medicina. Os calafrios até que dão prazer, passeando no corpo à maneira de rajadas de brisa elétrica em excursão sideral, mas o resto é miséria, abatimento, dores errantes, zoeira, pesos e pensamentos confusos, no coração da noite que não passa nunca. E nem sequer você tem o consolo tétrico de uma doença grave. Os familiares não levam muito a sério seus gemidos e queixas. Você adquiriu um ar de grande bebê manhoso, que encomprida o dodói para nunca mais voltar à escola. E quando, após a batalha anti-histamínica, você sai à rua, ainda fantomático e desconjuntado, todos os amigos se gabam de terem tido uma febre muito maior do que a sua
— ah, sem comparação.
(ANDRADE, C. Drummond de. Cadeira de Balanço. 11 ed. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1978, p. 30-31.) 
(...) “passeando no corpo à maneira de rajadas de brisa elétrica em excursão sideral” (6º §).
O verbo sublinhado acima pertence ao grupo dos verbos terminados em “- ear”, cuja flexão se faz com ditongação nas formas rizotônicas: passeio, passeias etc. Paralelamente, há outro grupo de verbos terminados em “-iar”, entre os quais alguns não fazem ditongação nas formas rizotônicas e outros fazem a ditongação.
Considerando-se as características de flexão dos dois grupos, pode-se afirmar que está INCORRETA a flexão do verbo na frase:
Alternativas
Q1622358 Português
Leia o texto para responder à questão.

O que é ser jovem até o fim

    O que significa envelhecer? Ouso me perguntar o significado deste verbo que a modernidade ocidental baniria da língua se pudesse. No primeiro sentido do dicionário, envelhecer é se tornar velho. A frase me remete a um amigo de infância, Francisco, precocemente envelhecido. Continuo, no entanto, sem resposta.
    Volto ao dicionário. No segundo sentido, envelhecer é tomar aspecto de velho. Olho a foto de Jacques Lacan, psicanalista francês com o qual trabalhei, e vejo seus cabelos brancos. Só que ele não é velho pelas suas cãs*. A intensidade do olhar evidencia a juventude do homem, que era jovem aos setenta e quatro anos, quando o conheci.
    Nos outros sentidos que o dicionário dá, eu também não encontro resposta. No caso dos humanos, não se pode dizer que envelhecer é perder o viço. O homem não é um fruto. Tampouco se pode dizer que é estar em desuso. O homem não é um objeto.
    A busca de um esclarecimento, através da língua, se mostra infrutífera. Olho de novo para a foto e me digo que o envelhecimento físico não é suficiente para caracterizar o velho. Me pergunto então por que Lacan não o era com mais de setenta anos, enquanto Francisco envelheceu aos sessenta.
    Comparando-se a Picasso, Lacan dizia que não procurava as suas ideias, simplesmente achava. Um belo dia, declarou no seminário: “Eu agora procuro e não acho”. Com esta frase, anunciou que a sua vida começava a acabar.
    A juventude de Lacan, como a de Picasso, estava ligada à capacidade de se renovar através do trabalho. Duas vezes por mês, se apresentava em público, diante de mil pessoas, com ideias novas, e, para isso, muito se esforçava.
    Lacan foi um exemplo de vida por nunca ter parado de começar. Embora fosse um intelectual, Francisco, ao contrário, considerou, a partir dos sessenta, que já não podia começar nada de novo e não parou de se repetir. Não quis abrir mão de nenhum hábito da juventude. Lamentava o tempo que passa, porém não aceitava este fato e não se detinha nas mudanças do corpo para encontrar soluções de vida.
    Só sabia dizer: “Na minha idade é assim”. Foi vítima de uma fantasia arcaica sobre a idade e viveu à contramão do tempo, fazendo de conta que o tempo não passa. Morreu precocemente por não ter sido capaz de entender que, depois de ser natural, a juventude é uma conquista.
(Betty Milan. Veja, 15.06.2011. Adaptado)


*cãs: cabelos brancos
No trecho do sétimo parágrafo, – ... não aceitava este fato e não se detinha nas mudanças do corpo... –, a autora empregou deter, um verbo derivado de ter.
Tendo por base essa informação, assinale a alternativa em que o verbo destacado está empregado em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Respostas
881: C
882: A
883: B
884: A
885: B
886: C
887: A
888: D
889: D
890: A
891: A
892: D
893: D
894: A
895: C
896: D
897: A
898: E
899: C
900: E