Questões de Concurso Comentadas sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

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Q1859346 Português
Para responder à questão, leia o fragmento abaixo, extraído do conto Amor, de Clarice Lispector.


No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e o escolhera. 
Acerca das ideias do texto, leia as assertivas:

I. A frase Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas atesta que o texto está narrado em primeira pessoa.
II. Os elementos apresentados no texto indicam que a personagem é casada, possui filhos e que, ao longo de sua existência, teve uma vida sem grandes embaraços ou necessidades existenciais.
III. Há, no texto, muitos verbos conjugados no pretérito mais-que-perfeito, cuja utilização é muito limitada e, portanto, são verbos pouco utilizados na linguagem coloquial.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3230489 Português
Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem

Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas
nas redes sociais, pude atestar que sempre estivemos em busca de histórias.


    Era uma vez, num tempo não tão distante, um lugar onde as pessoas se acotovelavam diante de uma fileira de folhas soltas, penduradas em um varal. Era a feira da cidade. Ou a praça pública onde as pessoas se reuniam costumeiramente. Curiosas e ávidas por uma boa história, elas queriam saber das novidades, do que acontecia ali perto e lá longe, em um lugar desconhecido, que sabiam existir mesmo sem nunca terem visto. Assim nasceram os cordéis, histórias e notícias soltas balançando ao sabor do vento, impressas em tipos cuidadosamente organizados para prender o leitor àquela narrativa e fazer com que, na semana seguinte, lá estivesse ele de novo, em busca de se conectar com o mundo.

    Corta para o século XXI. Alguém está diante de uma tela de luz azulada e clica de um quadro para outro em busca das notícias, que também estão soltas, e ainda permanecem sendo produzidas cuidadosamente para que, no minuto seguinte, a pessoa busque por mais e mais informações sobre aquele tema. Ou se perca nos quadrados, clicando em atalhos a ponto de esquecer qual foi o fio da meada. Como podemos observar, o cordão que nos une continua sendo um só: as histórias. Reais ou imaginárias, fatos ou ficção, informação ou fake news, estamos em busca de conexão, razão e sentido para entendermos o que acontece, e principalmente, o que nos acontece.

    Essas reflexões fizeram parte do meu cotidiano durante os últimos quatro anos, tempo em que me dediquei à pesquisa sobre cordéis brasileiros, paixão que herdei de meu pai, sertanejo amante de uma boa peleja. Elas originaram a obra “Heróis e heroínas do cordel”, meu novo livro, que acabou de sair pela Companhia das Letrinhas. Em busca das histórias ancestrais que arrebataram meu pai e muitas gerações antes (e depois) dele, me deparei com muitos relatos de que eram os cordéis que representavam “...para as classes pobres (...) o que hoje é mais ou menos a internet para todos nós”, como diz o grande artista e pesquisador da cultura popular Antônio da Nóbrega no posfácio do livro. Juntei as pontas do meu traçado como pesquisadora, unindo as histórias de tradição oral, foco da minha pesquisa, ao jornalismo, ofício que escolhi seguir há mais de 30 anos.

    “Vendidos nas feiras livres/ Pendurados num cordão/ Esses livretos viraram/ O jornal da região/ Levando conhecimento/ Àquela população”, diz o famoso cordelista Moreira de Acopiara, autor de mais de 100 cordéis, em seu “Beabá dos cordéis”. Da morte de Getúlio Vargas às façanhas de Lampião, chegando até à Covid-19, é possível encontrar o registro da História do Brasil e do mundo nos livretos, que hoje fazem parte do nosso patrimônio cultural. Em 2018, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) declarou a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, o mais justo reconhecimento à literatura que ajudou a moldar a formação literária de tantos brasileiros como Ariano Suassuna, Manuel Bandeira, Guimarães Rosa e Graciliano Ramos, por exemplo. Essas narrativas, primorosamente construídas em seis versos com sete sílabas, como a maioria dos cordéis ancestrais foi escrita, contam bem mais do que os fatos ocorridos no país, revelam sobre o nosso povo, sobre a maneira como vemos, lemos e construímos as nossas histórias.

    Ao aproximar as narrativas rimadas dos cordéis às notícias que vemos publicadas nas redes sociais, que usam os vídeos, dancinhas e memes como recursos imagéticos para nos colocar no centro da história, pude atestar que sempre estivemos em busca da mesma matéria: a narrativa que emociona, inquieta, horroriza, faz pensar. A história que impacta, que revela nossas facetas e nos conta como somos semelhantes, mesmo quando escolhemos contar a nossa história sob o ponto de vista que nos interessa e nos favorece.

    E por que escolhi as histórias que tratam de heróis e heroínas? Não bastasse que elas sejam a grande matriz de todas as histórias, como diz o mitólogo Joseph Campbell, observei que as nossas notícias seguem na primeira página quando narram feitos extraordinários, para o bem e para o mal. O cotidiano e suas pequenezas que servem de mote e inspiração aos cronistas acabam ocupando as páginas internas, e não ascendem às manchetes por serem próximas demais das nossas miudezas como seres humanos. Queremos outras experiências, que nos levem a outros mundos e nos apresentem outras possibilidades e realidades. Como num videogame, queremos ser muitos e fazer diversas escolhas, e por isso já estamos aguardando ansiosamente o metaverso, porque a realidade não tem sido nada, nada encantadora. Descobrir beleza no meio da pandemia, sabemos por experiência própria, não é nada mágico...

    Ao me deparar com a guerra de narrativas nas redes sociais, olho para as belíssimas e emocionantes pelejas do cordel – que hoje se manifestam com a mesma força e brilhantismo nos SLAMs – e me pergunto onde se escondeu o encanto da verdadeira guerra das palavras que transforma. Talvez estejamos em guerra conosco mesmos, e nessa babel de vozes, nos demos conta de que perdemos as nossas, e então, tomamos emprestado narrativas alheias (no sentido literal, que alienam mesmo).

    Os cordéis deram voz aos nossos antepassados, que nunca se calaram mesmo sendo analfabetos, muito pelo contrário, se empoderaram de suas histórias como um motor de expressão. Penso que talvez tenhamos de nos enxergar como heróis e heroínas que estamos resistindo a esses tempos em que somos empanturrados de narrativas que nos calam e nos distraem do nosso verdadeiro propósito, que é seguir entendendo as razões pelas quais estamos aqui, ajudando uns aos outros a enfrentar nossas batalhas. O cordão que nos une é feito dessa teia que devemos tecer juntos, como raça humana. São essas histórias que precisamos ler, escrever, curtir, contar e compartilhar.


(ALVES, Januária Cristina. Os cordéis e as notícias: a rede e o fio que nos unem. Nexo, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2021/Os-cord%C3%A9is-eas-not%C3%ADcias-a-rede-e-o-fio-que-nos-unem. Acesso em: 02/11/2021. Adaptado.)
O cordão que nos une é feito dessa teia que devemos tecer juntos, como raça humana. São essas histórias que precisamos ler, escrever, curtir, contar e compartilhar.” (8º§) Os verbos do trecho estão flexionados no presente do modo indicativo. Em qual alternativa os mesmos verbos destacados estão adequadamente flexionados no pretérito imperfeito do indicativo?
Alternativas
Q2423318 Português

Assinale a alternativa que corresponde, RESPECTIVAMENTE, às classificações dos modos dos verbos em destaque no excerto a seguir: “Assim que viu as nuvens carregadas, Dona Laura correu para recolher as roupas que tinha deixado no varal antes de sair para o trabalho. Ela esperava que, vendo aquela cena, algum dos três filhos a ajudasse a tirar as peças de lá. Muito irritada e percebendo que isso não aconteceria, Dona Laura, então, gritou: — Meninos, por favor, ajudem-me com as roupas aqui!”

Alternativas
Q2422281 Português

Cientistas americanos criam robô que se refresca sozinho… suando


Máquinas superaquecem quando são muito exigidas – o que, a longo prazo, pode comprometer seu funcionamento. Com robôs, não é diferente.

Foi pensando nisso que cientistas da Universidade Cornell criaram um “músculo” robótico capaz de suar, diminuindo sua própria temperatura. A garra-robô, usada para manipular objetos, foi feita de hidrogel e impressa em 3D no formato de dedos.

O próprio material serve como sensor térmico: dentro dos dedos há um pequeno reservatório que armazena água, e, na _____________, vários microporos por onde o suor robótico escapa.

No frio, os poros ficam fechados. Temperaturas acima de 30°C fazem o hidrogel dilatar, expandindo os buraquinhos. Em um teste, o robô suado conseguiu refrescar 21°C em 30 segundos – taxa de resfriamento três vezes mais rápida do que a da pele humana.


(Site: Super Abril - adaptado.)

Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo com o verbo no presente do indicativo:


Nós ________ emocionados com a homenagem.

Alternativas
Q2412615 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


A arte do encontro


1------- ENCONTRO – substantivo masculino. 1. Ato de encontrar(-se), de chegar um diante do outro ou uns diante

dos outros. 2. Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.

--------Se há algo que o 2020 nos surrupiou sem pedir licença foi o arbítrio do encontro. Lá em março, entendemos

que, para reduzir riscos de contágio durante pandemia, era preciso respeitar as orientações e reduzir ao máximo

5 encontros presenciais. Sem direito a recurso, réplica ou tréplica, nos restou aceitar a decisão e ponto final.

------- Aí veio o mês de abril, maio, junho, julho, e cá estamos, cinco longos meses depois, sob a mesma restrição de

evitar desnecessários encontros presenciais ou aglomerações desnecessárias. [...]

Fato é: de encontros e abraços todos estamos precisados! Mas, porém, contudo, todavia, entretantoE para

acreditar que logo retomaremos essa possibilidade de encontrar quem nos faz bem, por enquanto o foco se

10 concentra nos encontros virtuais. Logicamente, assim como eu exercito minha reflexão a respeito, pergunto a você:

seus atuais encontros têm divertido seu coração?

-------- A gente sabe que encontro bom e verdadeiro é aquele onde se divide muito mais do que tempo e espaço; é o

que nos proporciona a sensação de presença, nos faz sentir acolhidos. E vamos concordar que acolhimento faz um

bem danado em qualquer momento de vida! Será que foi preciso viver um período de limitações para valorizarmos a

15 intensidade de um precioso encontro? Quantas vezes cruzamos com o outro e, imersos na urgência dos dias, sequer

nos permitimos um papo rápido? Talvez tenhamos trocado de maneira desproporcional os amigos reais pelos

virtuais, mas isso é conversa pra outro momento.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-arte-do-encontro/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.

Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2411413 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 04.


TEXTO 1


Olimpíadas: Brasil tem 310 atletas classificados para Tóquio


Número supera os 277 de Pequim 2008, maior delegação brasileira numa edição olímpica fora de casa. Recorde absoluto segue o time da Rio 2016, com 465 atletas


Por Redação do GE - São Paulo

21/08/2019 13h27 - Atualizado em 06/07/2021


O Brasil já passou das 300 vagas confirmadas para as Olimpíadas de Tóquio. Após dúvidas geradas pelo adiamento, o Comitê Olímpico Internacional (COI) informou que os atletas que já tinham assegurado vaga para o megaevento vão estar automaticamente classificados para a nova data dos Jogos, em 2021. Os Jogos estavam inicialmente marcados para acontecer entre os dias 24 de julho e 9 de agosto de 2020, mas em função da situação de contágio do coronavírus, foi remarcado para entre 23 de julho e 8 de agosto deste ano.

O número será próximo do contingente enviado para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Para aquela edição, a COB mandou 259 competidores. Nos Jogos do Rio, a delegação teve 462 atletas inscritos, mas o número foi inflado pelo fato de o Brasil ser o país-sede.


Fonte:

https://ge.globo.com/olimpiadas/noticia/veja-os-brasileiros-que-ja-estao-classificados-para-a-olimpiada-de-toquio-2020.ghtml

Com base no último período do texto, analise os comentários gramaticais apresentados em cada alternativa e assinale o que está INCORRETO.


"Nos Jogos do Rio, a delegação teve 462 atletas inscritos, mas o número foi inflado pelo fato de o Brasil ser o país-sede."

Alternativas
Q2255441 Português
A formação do imperativo afirmativo do verbo AMAR está INCORRETA, em:
Alternativas
Q2255436 Português
O texto a seguir é referência para a questão:

Além do abrigo

        O melhor lugar para a criança, por óbvio, é em uma família , na qual receba cuidados, afeto e estímulos. Assim o indica, inclusive, a Constituição, ao afirmar o direito à convivência familiar e comunitária.
        Há muito a ciência comprova que os menores precisam de mais do que simplesmente ter suas necessidades básicas, como alimentação e higiene, atendidas.
        A falta de vínculo pessoal, brincadeiras e conversas têm impacto no desenvolvimento do cérebro infantil, podendo gerar atrasos cognitivos e emocionais permanentes.
       Quando, por alguma razão, crianças são separadas da família biológica, a evidência científica aponta que a melhor opção é que sejam acolhidas por outras famílias temporariamente - e não que fiquem em abrigos, como acontece com 96% dos mais de 35 mil menores brasileiros sob tutela do Estado.
        Além da Constituição, outra lei nacional estabelece que encaminhar as crianças a núcleos familiares se mostra preferível: o Estatuto da Criança e do Adolescente, desde uma alteração feita em 2009.
        No entanto, o Brasil ainda não criou um sistema para que essas famílias acolhedoras estejam prontas - treinadas e certificadas - a receber os meninos e meninas que delas necessitem, como acontece em países como EUA, Espanha, Austrália, Reino Unido e Irlanda.
        Há sinais de que o tema começa a gerar interesse e de que integrantes do sistema judicial responsável pelas crianças passaram a ver os lares como uma opção mais vantajosa que os abrigos.
        Na cidade de São Paulo, a prefeitura recentemente assinou convênios com três organizações que recrutam e preparam famílias para realizar o acolhimento. Os municípios de Cascavel (PR) e Campinas (SP) já são considerados referências nesse tipo de trabalho.
        São bons sinais, mas cumpre fazer muito mais para tirar as crianças dos estabelecimentos impessoais. É evidente que os lares temporários não constituem solução para tudo : problemas como maus-tratos podem acontecer também neles, daí a necessidade de avaliação e supervisão constantes.
        O objetivo deve ser reunir o menor com sua família biológica ou, na impossibilidade de que isso ocorra, que haja adoção definitiva.

Disponível em <htfps:l/www1 .folha.uol.com. brlopiniao/2020/02/alem-<ioabrigo.shtml>. Acesso em 26 fev. 2020. 
"O objetivo deve ser reunir o menor com sua família biológica ou , na impossibilidade de que isso ocorra, que haja adoção definitiva" (último parágrafo). As formas verbais destacadas, ambas presentes no modo imperativo, indicam o propósito de:
Alternativas
Q2219156 Português
 A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE

(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade. (2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.
(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.
(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.
(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.
(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.)

(https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 
Sobre os componentes do texto, marque a alternativa com afirmação INCORRETA.
Alternativas
Q2219153 Português
 A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE

(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade. (2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.
(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.
(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.
(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.
(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.)

(https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 
Marque o que NÃO se comprova no período: "Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita".
Alternativas
Q2219150 Português
 A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE

(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade. (2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.
(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.
(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.
(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.
(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.)

(https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 
Sobre a composição do período: "Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se", marque a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2184656 Português
Menores infratores: o desafio da recuperação

Falta de mercado de trabalho é uma das dificuldades enfrentadas pelo Creas, instituição que atende menores infratores e busca o encaminhamento desses jovens

Rio Grande do Sul – 05 de maio de 2017

        Acompanhamento com especialistas e palestras são algumas das estratégias usadas pelo Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) no intuito de recuperar jovens infratores que cumprem medidas socioeducativas. Menores de 18 anos que foram flagrados desrespeitando a lei são encaminhados para essa instituição, localizada no bairro Oriental.

        Os jovens recebem acompanhamento do Creas. “O adolescente infrator recebe a determinação para cumprir medida socioeducativa da Justiça e vem para o Creas, onde conversa com uma assistente social e é elaborado um plano individual de atendimento, buscando conhecer ele, sua história e onde cumprir as medidas. Temos reuniões de grupos semanais onde são abordados temas relativos à cidadania, drogadição e outros assuntos importantes para a vida”, explica Franciele Tais Bohrer, assistente social e coordenadora do Creas.

        Juliano Moura, capitão da Brigada Militar (BM), relata que é comum flagrar menores de 18 anos cometendo crimes em Carazinho. “Por vezes, nos deparamos com adolescentes infringindo a lei. Percebe-se no dia a dia que há a participação do adolescente em muitos delitos, seja somente entre menores de 18 anos ou na companhia de maiores de idade. E os delitos são de todas as ordens, como roubo, venda e consumo de drogas e muitos atos infracionais nos âmbitos familiar e escolar”, revela.


Mercado de trabalho

        Os entrevistados pelo DM Carazinho afirmam que é possível recuperar jovens infratores. Porém, algumas barreiras são enfrentadas. “Temos dificuldades em buscar parceiros para o cumprimento das medidas socioeducativas e também em encontrar emprego para os jovens após o cumprimento das medidas. Entendemos ser importante a inserção deles no mercado de trabalho para não ficarem ociosos. É um desafio para nós, além de conseguir emprego para eles, mostrar que existe vida além dos atos infracionais. A sociedade precisa dar a sua contribuição, inclusive a lei determina esse apoio”, relata Franciele.

        Condenado por um crime que não cometeu, e posteriormente absolvido pelo Tribunal de Justiça, o desportista Jarbas Rezende, que já palestrou duas vezes para os jovens atendidos pelo Creas, também defende a abertura de mercado de trabalho. “Muito se fala em recuperação para o menor infrator, mas para isso é preciso apresentar um horizonte para eles. O Creas precisa de mais apoio para funcionar e nisso o Poder Judiciário poderia auxiliar com recursos, inclusive das penas alternativas”, argumenta.

        Para o delegado Ednei Albarello, titular da Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Carazinho, “a própria sociedade cria um preconceito, não que seja normal, mas quase automático com ex-presos ou exinternos. As empresas não dão espaço. Seria importante se o jovem conseguisse o emprego e incutisse em sua cabeça que esse é o meio de vida correto”, opina.

        Moura ressalta a importância do acompanhamento profissional na recuperação dos jovens. “Medidas socioeducativas fortes e acompanhamento profissional, principalmente de psicólogos, podem amenizar a situação e recuperar o indivíduo. Com certeza o trabalho seria um encaminhamento, até para um adulto, mas é preciso, além da vaga, a qualificação”, pondera.


Ressocialização

        O Estatuto da Criança e do Adolescente apregoa que a medida socioeducativa tem a função de ressocializar. “Na prática as instituições responsáveis fazem o necessário, mas a grande maioria dos jovens infringe a lei e segue no mesmo ritmo de cometer crimes. O objetivo da ressocialização não é alcançado”, alega Albarello.

        Para Moura, é preciso mudar o contexto em que crescem os jovens. “Dá para recuperar com medidas socioeducativas mais enérgicas. Porém, eu acredito que o grande diferencial é o tratamento do ambiente, do contexto em que essas crianças e adolescentes vivem. Precisamos de políticas públicas no intuito de que esses jovens frequentem a escola, que tenham um convívio familiar saudável e com bons exemplos dos pais. Além disso, o Comdicacar, os projetos sociais e a prática esportiva são importantes”, enumera o capitão da BM. 

        O cenário que forja um jovem infrator é complexo. Ele pode começar num contexto de desestrutura familiar, inclusive com o fato de seus familiares estarem ligados à criminalidade. Junta-se a isso, na maior parte dos casos, o crescimento em um ambiente hostil, marcado principalmente pela presença do tráfico de drogas.

        Após serem pegos em atividade fora da lei, muitos reincidem em atos infracionais. E a reincidência guarda forte relação com o contexto em que ele foi criado. “Muitos jovens emendam uma medida na outra porque ainda não terminaram de cumprir o que havia sido determinado e já voltaram a cometer crimes. A reincidência no ato infracional predomina no caso de jovens cujas famílias também tem envolvimento com esse mundo”, revela Franciele.

        Para Albarello, o crime é uma realidade na vida dos jovens. “Dos menores infratores, 99% têm uma família desregrada. Seus pais têm problemas com drogas e álcool ou são envolvidos na criminalidade. A criança nasce e cresce nesse meio e é muito difícil reverter essa situação. Estudos mostram que salvar alguém nessas condições é a exceção da regra”, pontua.

        Atualmente, o Creas atende cerca de 70 jovens infratores, a maior parte dos casos por envolvimento no tráfico de drogas. “Já ressocializamos muitos jovens. Outros, perdemos para o mundo do crime. É uma vitória quando conseguimos salvar um deles. Quando não conseguimos, sabemos que voltarão para o crime”, lamenta Franciele.

Disponível em:<https://diariodamanha.com/noticias/menores-infratores-o-desafio-da-recuperacao/> . Acesso em: 28 jun. 2021.
“Quando não conseguimos, sabemos que voltarão para o crime”
A forma verbal em destaque encontra-se CONJUGADA
Alternativas
Q2170920 Português
TEXTO 01

O Padeiro

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

- Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

"Então você não é ninguém?"

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não, senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!" E assobiava pelas escadas.


Rubem Braga. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989, p. 63-64.
"Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento.". Assinale a alternativa CORRETA a respeito do trecho:
Alternativas
Q2169496 Português
Considere o conto de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.

A beleza total

        A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços.

            A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda a capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa.

            O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suicidara com uma foto de Gertrudes sobre o peito.

             Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2012)
O narrador relata uma série de eventos ocorridos no passado. Um evento anterior a esse tempo passado está indicado pela forma verbal sublinhada em
Alternativas
Q2094084 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Pandemia infla entrada de palavras em vocabulário da língua portuguesa.
:

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário,  com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;

▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;

▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;

▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado
https://educacao.uol.com.br
Sobre os aspectos linguísticos e semânticos do texto, analise as afirmativas.
I- No 3º§, no período “[...] mas ganharam força e passaram [...].”, o conectivo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, pela locução “no entanto”.
II- No 12º§, no período “Em um processo inédito [...].”, o vocábulo destacado apresenta o sentido de “sem precedente”.
III-No 8º§, "O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias [...].”, a palavra sublinhada expressa uma ação imperfectiva, concluída.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q2088208 Português
O LAÇO E O ABRAÇO

Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. 
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando... devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade.
Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. 
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...
Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!
(Maria Beatriz Marinho dos Anjos)
Na frase “E saem as duas partes [...]”, a autora utiliza o verbo “sair” em qual tempo verbal? 
Alternativas
Q2065807 Português

Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo com o verbo no presente do indicativo:


Nós ________ emocionados com a homenagem.

Alternativas
Q2033281 Português
Considere o seguinte fragmento, retirado do texto “Como a esperança pode manter você mais saudável e feliz em tempos de vírus”, publicado em https://www.revistaplaneta.com.br/como-a-esperanca-pode-manter-voce-maissaudavel-e-feliz-em-tempos-de-virus/, em 19/03/2020, com algumas adaptações.

    Independentemente do quanto tentemos, não podemos eliminar as ameaças à esperança. Coisas ruins acontecem. Mas existem os pontos finais da esperança persistente: nos tornamos mais saudáveis e nossos relacionamentos ficam mais felizes. Podemos alcançar essa esperança, aumentando nossa força de vontade, reforçando nossa persistência, encontrando caminhos para nossos objetivos e sonhos e procurando heróis da esperança. E apenas talvez, um dia, nós também possamos ser heróis assim.
No fragmento acima, as formas verbais tentemos, acontecem e possamos estão flexionadas, respectivamente, nos seguintes tempos e modos verbais:
Alternativas
Q2006967 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


AS DINÂMICAS OCORRÊNCIAS DA VIDA


Acontece com todo mundo. Um dia você descobre que não vale a pena revidar ofensas, que elogiar não é se mostrar inferior e que ser humilde faz um bem danado a alma.


E um dia você também aprende a enorme diferença entre amigos e colegas, e você percebe que há colegas que se fazem de amigos. Um dia você compreende que, não importa o que você faça, as pessoas sempre vão criticá-lo. Então, você passa a ignorar as críticas.


E você passa a ser o que é, sem ligar pros sorrisinhos irônicos, olhares reprovadores, ou indiretas medíocres. Tudo se torna pequeno demais para lhe abalar.


E você descobre, no fim das contas, que o fato de você amar demais a si mesmo é o que incomoda os outros.


E você acredita mesmo? Pense e responda!


(Renata Stuart)


Acesso em: (https://www.pensador.com/textos_ felicidade/9/) - (Adaptado)

Marque o que NÃO se comprova na composição do período transcrito a seguir:
"E você descobre¹ , no fim das contas, que o fato de você amar² , demais a si mesmo é o que incomoda³, os outros".
Alternativas
Q1999136 Português
...”mandeis” no mais-que-perfeito composto do indicativo, conservando a mesma pessoa e o mesmo número, assume a seguinte forma: 
Alternativas
Respostas
901: C
902: D
903: D
904: B
905: E
906: B
907: C
908: D
909: D
910: C
911: B
912: A
913: C
914: A
915: A
916: A
917: B
918: B
919: C
920: D