Questões de Concurso Sobre flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva) em português

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Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: CASAN-SC Prova: FEPESE - 2011 - CASAN - Administrador |
Q292214 Português

É importante que os pais estabeleçam limites para os jovens. Se não acham correto que a garotada beba, devem dizer abertamente, ainda que isso cause divergências. Esse conflito é importante para o amadurecimento do adolescente. Diante de uma negativa, o jovem é obrigado a tomar uma decisão. Ou ele vai contra os pais e segue por sua conta e risco, arcando com as consequências, ou acata a determinação. Esse tipo de ponderação é o que leva à maturidade.


Adaptado de:

http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_038.html)

Assinale a alternativa em que a segunda frase (em itálico) conserva o sentido da primeira.


Alternativas
Q246819 Português
Caso as formas verbais “recupera” (L.6), “posiciona-se” (L.8), “têm” (L.10) e “veem” (L.11) fossem substituídas, respectivamente, pelas formas recuperava, posicionava-se, tinham e viam, não seriam necessários ajustes gramaticais no restante do texto.
Alternativas
Q246818 Português

A montagem do espetáculo Calabar – O Elogio da Traição estava pronta, quando, em outubro de 1974, foi censurada e a exibição do espetáculo foi proibida nos palcos brasileiros. A repressão era tamanha que nem a notícia da proibição pôde ser divulgada. Escrita por Ruy Guerra e Chico Buarque, a peça recupera a saga histórica das invasões holandesas do século XVII. Domingos Fernandes Calabar (1600-1635), o protagonista, posiciona-se a favor da Holanda, o país invasor, contra os colonizadores portugueses. Os autores, no entanto, não têm uma visão negativa do episódio.

Ao contrário, veem em Calabar um libertador da opressão portuguesa. A censura da ditadura militar enxergou na montagem um alto teor subversivo, por acreditar que o texto atentava contra os bons costumes e, principalmente, promovia uma inversão dos valores da história do Brasil ao mostrar um traidor como salvador da pátria. A suspeita dos censores não estava totalmente errada: após o fim da ditadura, os escritores confirmaram a analogia com a época vivida, em que Calabar representava a resistência ao autoritarismo do governo militar.

O bom traidor. In: Revista de História, ano 7, n.º 73, out./2011 (com adaptações).



O emprego da voz passiva, tal como em “foi censurada” (L.2-3) e “a exibição do espetáculo foi proibida” (L.3), e a atribuição de “censura” (L.12) e de “autoritarismo” (L.19) a referentes genéricos — tal como em, respectivamente, à “ditadura militar” (L.12) e ao “governo militar” (L.19) — são recursos linguísticos utilizados para se evitar a atribuição da responsabilidade das ações expressas pelos verbos a indivíduos específicos.

Alternativas
Q235325 Português
Observe os fragmentos do texto abaixo numerados:

I. Vem de Portugal, onde a tradição mandava que as pessoas indesejáveis fossem expulsas de segmentos da sociedade em cerimônias de humilhação pública.

II. A conhecida expressão significa pressa, ação imediata., sempre a toque de caixa, ou seja, dos tambores.

III. Aquele que denegriu a imagem da corporação é colocado diante da tropa, despido do seu uniforme e escuta o libelo – a proclamação oficial que justifica e determina a expulsão.

IV. Como seria bom que no Brasil tantos picaretas e notórios ladrões públicos e privados fossem punidos diante de toda a nação, e a toque de caixa!

Os segmentos que apresentam exemplos de voz passiva são:
Alternativas
Q235309 Português

TEXTO 1


“O Brasil tem mil dias, a partir de hoje, para corrigir problemas
em inúmeras áreas e poder encantar o mundo na Copa 2014.

Se 52 obras de infraestrutura das 81 previstas nem começaram,

no caso da legislação é pior: o projeto com as garantias para a Fifa

nem foi enviado ao Congresso. Os estádios avançam, mas a seleção

de Mano Menezes...”
(O Globo, 16-09-2011)

“o projeto com as garantias para a Fifa nem foi enviado ao Congresso”; a forma adequada dessa mesma frase na voz ativa é:
Alternativas
Q209210 Português
Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.


                                  Os privilegiados da Terra

           O fragmento de satélite artificial – só podia ser de satélite – caído sobre o povoado transformou de repente a vida dos moradores, que não chegavam a trezentos.
          Repórteres e cinegrafistas cobriram o fato com o maior relevo. Não houve ninguém que deixasse de dar entrevista.
          O fiscal do Governo apareceu para recolher o pedaço de coisa inédita, mas foi obstado pelo juiz de paz, que declarou aquilo um bem da comunidade. A população rendeu guarda ao objeto e jurou defender sua posse até o último sopro de vida.
          A força policial enviada para manter a ordem aderiu aos moradores, pois seu comandante era filho do lugar. Acorreram turistas, pessoas dormiam na rua por falta de acomodação, surgiram batedores de carteira, que foram castigados, e começou a correr o boato de que aquele corpo metálico tinha propriedades mágicas. 
          Quem chegava perto dele seria fulminado se fosse mau caráter; conquistava a eterna juventude se fosse limpo de coração; e certa ardência que se evolava da superfície convidava ao amor. 
Não se desprendeu do satélite, diziam uns; veio diretamente do céu, emanado de uma estrela, alvitravam outros. De qualquer modo, era dádiva especial para o lugarejo, pois ao tombar não ferira ninguém, não partira uma telha, nem se assustaram os animais domésticos com sua vinda insólita. 
         Tudo acabou com o misterioso desaparecimento da coisa. Seus guardas foram tomados de letargia, e ao recobrarem a consciência viram-se despojados do grande bem. Mas tinham assimilado esse bem, e passaram a viver de uma alegria inefável, que ninguém poderia roubar-lhes. Eram os privilegiados da Terra. 

                                                                             (Carlos Drummond de Andrade, Contos plausíveis) 



Está plenamente adequada a transposição de uma voz verbal para outra no segmento:
Alternativas
Q208995 Português
Os anônimos

   
 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses) 
Transpondo-se para a voz passiva a frase Um figurante pode obscurecer a atuação de um protagonista, a forma verbal obtida será:
Alternativas
Q204091 Português
Está inteiramente correta a transposição para a voz passiva analítica em:
Alternativas
Q204074 Português
Ao passar a frase “Aquele grande ator de teatro, por mais ridículo que fosse o seu papel, era sempre levado a sério por seu grande público fiel.” para a voz ativa, encontra-se a forma verbal:
Alternativas
Q203195 Português
Assinale a alternativa em que a oração esteja na voz passiva:
Alternativas
Q201995 Português
... a leitura em profundidade foi substituída pela massa de informações, em sua maioria superficiais ... (2º parágrafo)

Com a transposição da frase acima para a voz ativa, o verbo passará a ser
Alternativas
Q201581 Português
A transposição para a voz ativa da frase Foi assim que sempre se fez a literatura tem como resultado:
Alternativas
Q200171 Português
Entre os trechos de textos apresentados a seguir, assinale a alternativa que contem trecho cujo verbo não está na mesma voz de “De acordo com o Procon, a multa também foi provocada pela demora excessiva no restabelecimento”.

Alternativas
Q196100 Português
Julgue o item seguinte, relativos às relações sintáticas e semânticas do texto.

Empregando-se a voz ativa e mantendo-se os tempos verbais empregados, o trecho “O local das reuniões era a antiga cadeia pública, que, em 1808, havia sido remodelada pelo vice-rei conde dos Arcos" (l.24-25) seria, corretamente, reescrito da seguinte forma: O local das reuniões era a antiga cadeia pública, que, em 1808, o vice-rei conde dos Arcos remodelou.
Alternativas
Q170917 Português
O trecho em que se encontra voz passiva pronominal é:
Alternativas
Q133053 Português
Cinco curiosidades sobre Erasmo de Rotterdam (1467-1536)

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Com relação a esse texto, julgue os itens que se seguem.


As formas verbais “dedicou-se” (L.2) e “se afastar” (L.17) estão na voz reflexiva.
Alternativas
Q133039 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os próximos itens.

Estaria mantida a correção gramatical se as formas verbais “são formuladas” (L.4) e “Privilegiou-se” (L.5) fossem substituídas, respectivamente, por formulam-se e foi privilegiada.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: TRE-AP Prova: FCC - 2011 - TRE-AP - Programador de computador |
Q125847 Português
Decerto que em muitos casos o uso do véu é imposto pela família e pode ser um símbolo de sujeição da mulher, mas basta uma que o faça por vontade própria para que a lei resulte em violação de seus direitos.

Considerado o trecho acima, em seu contexto, é legítimo afirmar:
Alternativas
Q119798 Português
O texto permaneceria correto se a expressão “Foi estabelecido” (l.8) fosse substituída por
Alternativas
Q111546 Português
As questões de números 1 a 6 referem-se ao texto.
A exploração da madeira (...) é apontada por organizações não governamentais internacionais como uma das maiores ameaças ao bem-estar dos povos indígenas da região.
Transpondo-se a frase acima para a voz ativa, a frase resultante será:

Alternativas
Respostas
1681: D
1682: C
1683: C
1684: E
1685: C
1686: C
1687: D
1688: E
1689: A
1690: D
1691: B
1692: E
1693: E
1694: E
1695: C
1696: C
1697: C
1698: B
1699: C
1700: E