Questões de Concurso Sobre figuras de linguagem em português

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Q1910742 Português

A voz do silêncio


O silêncio na hora certa vale ouro. Ele pode falar mais que mil palavras, dar mil conselhos e evitar uma situação constrangedora.

Temos o hábito de falar demais e nos esquecemos que não há retorno para o que foi dito.

Muitas vezes quando não falamos acabamos dizendo muito.

Quando há atrito entre duas ou mais pessoas e elas não conseguem encontrar uma saída, acabam por dizer coisas que, de maneira refletida, não diriam.

Uma discussão é como uma fogueira e as palavras são como o vento que aviva a brasa; quanto mais se fala, mais a brasa arde; quanto mais as pessoas dizem nessa situação, menos refletem e acabam por alterar a voz, de maneira que no fim das contas o que se ouve são gritos.

Quantas e quantas pessoas não estragam uma relação só porque não souberam a hora certa de falar e a de calar!

(...)

Pensar duas vezes antes de falar, sim.

Mesmo três ou dez se necessário.

Ficar em silêncio quando a melhor resposta é o silêncio, é dar ao outro a chance de pensar um pouco sobre a situação.

(...)

Isso faz parte da maturidade.

Pessoas maduras chegam na hora certa e partem na hora certa nos encontros marcados da vida.

Dizem o que deve ser dito e ouvem caladas.

Pensam seriamente no que o outro diz sem ficar obstinadas com as próprias ideias.

Elas se comunicam, dão e recebem.

Crescem em sabedoria e contribuem para que o mundo seja um lugar mais agradável de se estar.

Letícia Thompson. Acesso em https://www.contandohistorias.com.br/html/ contandohistorias.html - Adaptado

Também conhecidas como figuras de linguagem, as figuras de estilo são recursos estilísticos bastante utilizados na linguagem literária, na música, na publicidade e também na linguagem oral. São empregues com o objetivo de dar ênfase à comunicação, tornando-a mais expressiva e nobre.

Assinale a figura de linguagem presente no trecho: "Uma discussão é como uma fogueira e as palavras são como o vento que aviva a brasa" 

Alternativas
Q1910372 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Grande Barreira de Corais da Austrália sofre 'branqueamento massivo'

Reconhecida como Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Grande Barreira de Corais da Austrália está sofrendo um "branqueamento massivo", devido às altas temperaturas do mar - alertou o órgão que administra a reserva marinha.

Uma inspeção aérea mostrou que esse fenômeno tem ocorrido em vários recifes, "confirmando um episódio massivo de branqueamento, o quarto desde 2016", anunciou a Autoridade do Parque Marinho da Grande Barreira de Corais.

Os cientistas afirmam que a mudança climática e o consequente aquecimento dos oceanos estão entre as principais causas do branqueamento dos corais, que acontece quando esses organismos, submetidos ao estresse térmico, expulsam as algas que vivem em seus tecidos e dão a eles suas cores brilhantes.

Os corais podem se recuperar desse branqueamento, embora precisem de tempo e de temperaturas mais moderadas, disse este órgão.

"Os padrões climáticos nas próximas duas semanas continuam sendo críticos para determinar o alcance global e a severidade do branqueamento de coral no Parque Marinho", afirmou.

Lar de cerca de 1.500 espécies de peixes e 4.000 tipos de moluscos, a Grande Barreira de Corais da Austrália é o maior sistema de recifes do mundo, com uma extensão de mais de 2.300 quilômetros ao longo da costa nordeste da Austrália.

Esta notícia surge quatro dias depois do início de uma missão da Unesco para determinar se este ecossistema listado como Patrimônio da Humanidade está sendo suficientemente protegido pelo governo australiano da mudança climática.

Este relatório deve servir ao Comitê do Patrimônio Mundial para decidir, em junho, se deve colocar este ecossistema na lista de lugares "ameaçados".

De acordo com a diretora-executiva do órgão australiano de ação climática Climate Council, Amanda McKenzie, os oceanos do mundo atingiram temperaturas recordes no ano passado. Para ela, a única maneira de enfrentar o problema é combater a mudança climática.

Um aumento médio de +1,5°C acima dos níveis pré-industriais deixaria mais de 99% dos recifes de coral do mundo sem condições de se recuperarem das ondas de calor marinhas cada vez mais frequentes, como advertiu um grupo de pesquisadores, no mês passado, no periódico PLOS Climate.

(Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/grande -barreira-de-corais-da-austr%C3%A1lia-sofre-branqueamento-massivo/arAAVu8F6?ocid=winp1taskbar. Adaptado.)

De acordo com a diretora-executiva do órgão australiano de ação climática Climate Council, 'Amanda McKenzie', os oceanos [...]
A expressão destacada na frase (Amanda McKenzie), sintaticamente, é:
Alternativas
Q1909981 Português
Observe o trecho da música "Cerveja de Garrafa" do grupo "Atitude 67".
Aí me leva pra qualquer lugar Porque se for ideia sua acho que eu devo gostar Independente do que acontecer O teu sorriso volta e meia vai permanecer É doce, cê tem um jeito doce O seu olhar é doce, é doce
Fonte: https://www.letras.com.br/atitude-67/cerveja-de-garrafa
Qual figura de linguagem está presente no fragmento "O seu olhar é doce"? 
Alternativas
Q1909770 Português

“Disseram-me que metade dos sócios estaria ansiosa para envolver-se e a outra metade seria apática. Depois de quatro anos descobri que é exatamente o contrário.”


Em sua estruturação, essa frase mostra 

Alternativas
Q1909710 Português
Observe os primeiros versos da música "Como um anjo" interpretadas pela Dupla Cesar Menotti e Fabiano:
Como um anjo Você apareceu na minha vida Uh, como um anjo Repleto de ternura De paixão
Nestes versos está presente o sentido figurado que pode ser caracterizado como uma figura de linguagem presente, conhecida como
Alternativas
Q1909356 Português

Com base nos aspectos linguísticos e estilísticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir. 


A ideia contida no último período do texto indica que a arte tem função metafórica, no sentido etimológico de transporte. 

Alternativas
Q1909094 Português
   Antes de responder à questão, leia o artigo a seguir, de autoria do escritor amazonense Márcio Souza. Foi publicado no jornal “A Crítica” de 14/01/2007, na seção “Crônica de domingo”, numa coluna cujo título era “Mormaço”.

   Sim, caros leitores, há uma coisa maravilhosa nesta terra que ninguém até hoje foi capaz de conspurcar. É o rio Negro, a quem Manaus pertence, mas não domina. Somos todos filhos deste rio poderoso, caudatário de civilizações e muito maior que nossa urbe maltratada e orgulhosa. A cidade lança detritos e esgotos nas águas escuras e de lá vem a água que nos serve. De vez em quando ele se faz presente e invade a cidade sem pedir licença. O rio Negro é o nosso portento
   Mergulhar nas águas desse rio tinto é como regressar à placenta materna. Nós, os nativos, sabemos disso há séculos. Eis porque, ao longo das margens, há tanta gente a banhar-se, o que não é tão natural no Madeira, ou Nhamundá, ou Trombetas, muito menos nas solenes águas barrentas do Amazonas.
   O afluente magno do Rio-Mar, que expressa o seu orgulho numa recusa teimosa em ter suas águas misturadas, por muitas e muitas milhas náuticas, correnteza abaixo. É o rio Negro que nasce dos mistérios minerais das cordilheiras guianenses e desliza-se turbilhonando em corredeiras vertiginosas, em diagonal ao subcontinente, para confrontar-se com o rio do Rei Salomão (Solimões) e formar o rio máximo Amazonas. Rio de origem de tantos povos, elo de união deste mundo com outras dimensões, o rio Negro é um traço de união geográfico a plasmar culturas.
   Talvez seja difícil para as psicologias de litoral marítimo, como é a psicologia brasileira, compreender o que significa ser ribeirinho, ser filho dos rios poderosos da Amazônia e crescer numa cultura baseada no ciclo das águas. Esta dificuldade dos litorâneos, provocada pelas vertigens marinheiras, faz com que se busque igualar um rio ao outro, como se tudo fosse a mesma coisa, a mesma correnteza, a mesma água e a mesmice dos rios em seu leito. Mas a capacidade de inventar dos rios é infinita, e somente a observação detalhada é capaz de dar conta de tanta diversidade.
   É por isso que alguns rios se tornam eixos históricos, referenciais da experiência humana: berços civilizatórios. O mar é vasto demais e convida à dispersão, inimiga do processo civilizador. Há, assim, os fulcros civilizatórios do Nilo, do Mississipi, do Reno, do Volga... e, no grande planeta dos rios que é a Amazônia, a linha sinuosa do rio Negro em seu testemunho permanente de tantas civilizações que ali se cruzaram, se hostilizaram e se esvaíram no tempo, porque de todos os rios do vale amazônico o Negro é o mais especial, único.
   Nos tempos heroicos, antes dos europeus, suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas. Nações de milhares de habitantes, como a brava nação Muhra, viviam na boca do rio Negro, dominando as várzeas férteis e os campos de terra firme que se estendem entre a margem esquerda, a campina de Manacapuru, até as alagadiças barrancas do Careiro e Cambixe. Os Muhras, durante séculos, foram os senhores daquelas paragens, súditos do reino do encontro das águas. Mais acima, no médio Amazonas, os gentis Baré, os Passé e os famosos Manaú. E no alto rio Negro, após as corredeiras letais, o reino do grande tuxaua Buopé e sua amada Kukuy.
   No próximo domingo, enquanto o centro de Manaus se enche de imundos carrinhos de churrascos (ó Oswaldo Cruz, em que mundo te escondes de vergonha?) e as autoridades cruzam os braços, vamos continuar falando do rio Negro, o nosso rio amado.
Sobre o texto de Márcio Souza, leia as afirmativas a seguir:

I. Em determinado(s) trecho(s), o rio Negro aparece personificado, constituindo isso uma figura de linguagem denominada prosopopeia.
II. Observa-se conotação no seguinte trecho: “suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas”.
III. No início do terceiro parágrafo, a oração principal não apresenta sequência após a oração adjetiva explicativa.
IV. Uma ideia do texto é que, quem nasce à beira-mar, tem dificuldade para entender o modo de vida de populações ribeirinhas.
V. O rio Negro, em virtude de em suas margens terem surgido civilizações indígenas, não é menos importante que rios como o Nilo, no Egito.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1908079 Português

Leia o texto a seguir.


     “Horror, não tenho dúvidas, é temperatura. Ou melhor, é variação de temperatura. Qualquer história assustadora que se pretenda como tal deve conter, em si, uma transição, uma mudança de um estado inicial específico para outro bem distinto. E a temperatura – ou o clima, para usarmos um termo caro ao gênero – acaba sendo o vetor principal dessa alteração [...].

     Sua projeção é dupla: diz respeito tanto aos personagens ficcionais (que se apavoram, gritam e às vezes morrem) quanto a nós, leitores, espectadores ou jogadores (que com eles nos apavoramos e gritamos). Dentro ou fora da obra de horror, a coisa tem que ferver. Mais ou menos como o sapo na panela em fogo baixo: quando o bicho decide sair, é tarde demais.”

NESTAREZ, Oscar. Termômetro do horror: como o gênero se apresenta em diferentes graus. Galileu, 15 de fevereiro de 2022. Cultura. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2022/02/termometro-do-horror-como-o-genero-se-apresenta-em-diferentes-graus.html. Acesso em: 11 mar. 2022.


No intuito de explicar o que deve conter o gênero terror, percebe-se que o autor utilizou, no trecho apresentado, certas passagens perpassadas pela figura de linguagem conhecida como:

Alternativas
Q1907997 Português
“O doutor fez um raio X da minha cabeça e não encontrou nada.” Essa frase pode mostrar um sentido informativo e um sentido irônico.
O sentido irônico é que o cliente 
Alternativas
Q1906339 Português
O bem e o mal do estrangeirismo¹

   Rooftop, insight, approach… O Brasil parece cada vez mais inclinado a trocar seu vocabulário todo por termos em inglês. Mas a adoção de palavras de origem estrangeira não tem nada de nova: é tão antiga quanto a capacidade do Homo sapiens de falar e fundamental para a própria evolução das línguas.
   O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. [...] o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. A tal ponto que, em novembro do ano passado, o jornal lisboeta Diário de Notícias publicou uma matéria em tom xenofóbico, reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
    “Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no frigorífico”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento – à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
   Pais e educadores portugueses estão preocupados. Mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês – e aí sem a mesma vergonha.
    Um exemplo: enquanto, no trânsito daqui, temos em cada cruzamento uma placa indicadora que diz “Pare”, em Portugal a mesma sinalização diz “Stop”. E, lá como cá, o motorista entende muito bem o que deve fazer.
   Isso porque o estrangeirismo – a influência de culturas do exterior sobre os costumes e as falas de um povo – é parte da evolução natural de qualquer língua. A forma como nos expressamos se modifica o tempo todo, e um mundo globalizado (fenômeno que não nasceu com a internet – é forte desde as Grandes Navegações dos séculos 15 e 16) acelera esse intercâmbio linguístico. Tentar proibi-lo é como enxugar gelo. [...]
   [...] quando um termo de qualquer país é incorporado amplamente nos nossos diálogos e textos, ele na prática deixa de ser estrangeiro. Vira nosso. Todo dicionário nacional está inundado de vocábulos que não brotaram nem em Portugal, nem no Brasil, mas que já são tão de casa quanto receita de caipirinha.
    [...] O mal do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”. O problema maior é quando, no afã de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa.
      [...] Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas. Mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil – que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” – vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.

(¹Texto Alexandre Carvalho - 18 mar 2022 – https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ (acesso em 28 de março). Texto adaptado especialmente para essa prova.) 
Em todas as frases há figuras de linguagem, exceto em:
Alternativas
Q1905628 Português
TEXTO II – A bomba atômica (Vinicius de Moraes) Leia os versos a seguir e responda à questão

[...]
“A bomba atômica
A bomba atômica é triste
Coisa mais triste não há
Quando cai, cai sem vontade...”
[...]

[...]
“Bomba atômica que aterra
Pomba atônita da paz
Pomba tonta, bomba atômica...”
[...]                              
A repetição de elementos fônicos é um recurso estilístico denominado
Alternativas
Q1905462 Português
O meme abaixo foi elaborado após um anúncio sobre o aumento do preço dos combustíveis automotivos no Brasil. Leia-o com atenção.
Imagem associada para resolução da questão  OLIVEIRA, Diogo. Gasolina caríssima inspira novos memes na internet; veja. Terra, 11 de março de 2022. Disponível em: https://www.terra.com.br/ economia/gasolina-carissima-inspira-novos-memes-na-internet-veja,0295926977daeadde6681011eeaf97c4rsq1xmmg.html. Acesso em: 27 mar. 2022.

Nesse meme, percebe-se que os valores altos a serem pagos pelos motoristas foram indicados por partes do corpo. Em tal contexto, qual das figuras de linguagem listadas a seguir representa o sentido veiculado por essa composição textual?
Alternativas
Q1904316 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A voz do silêncio

O silêncio na hora certa vale ouro. Ele pode falar mais que mil palavras, dar mil conselhos e evitar uma situação constrangedora.
Temos o hábito de falar demais e nos esquecemos que não há retorno para o que foi dito.
Muitas vezes quando não falamos acabamos dizendo muito.
Quando há atrito entre duas ou mais pessoas e elas não conseguem encontrar uma saída, acabam por dizer coisas que, de maneira refletida, não diriam.
Uma discussão é como uma fogueira e as palavras são como o vento que aviva a brasa; quanto mais se fala, mais a brasa arde; quanto mais as pessoas dizem nessa situação, menos refletem e acabam por alterar a voz, de maneira que no fim das contas o que se ouve são gritos.
Quantas e quantas pessoas não estragam uma relação só porque não souberam a hora certa de falar e a de calar! 
(...)
Pensar duas vezes antes de falar, sim.
Mesmo três ou dez se necessário.
Ficar em silêncio quando a melhor resposta é o silêncio, é dar ao outro a chance de pensar um pouco sobre a situação.
(...)
Isso faz parte da maturidade.
Pessoas maduras chegam na hora certa e partem na hora certa nos encontros marcados da vida.
Dizem o que deve ser dito e ouvem caladas.
Pensam seriamente no que o outro diz sem ficar obstinadas com as próprias ideias.
Elas se comunicam, dão e recebem.
Crescem em sabedoria e contribuem para que o mundo seja um lugar mais agradável de se estar.

Letícia Thompson. Acesso em https://www.contandohistorias.com.br/html/ contandohistorias.html - Adaptado 
Também conhecidas como figuras de linguagem, as figuras de estilo são recursos estilísticos bastante utilizados na linguagem literária, na música, na publicidade e também na linguagem oral. São empregues com o objetivo de dar ênfase à comunicação, tornando-a mais expressiva e nobre.
Assinale a figura de linguagem presente no trecho: "Uma discussão é como uma fogueira e as palavras são como o vento que aviva a brasa"
Alternativas
Q1904097 Português

Leia o meme abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

In: PRODUÇÃO textual durante a pandemia – memes na escola. E-docente, 26 de novembro de 2020. Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog/educacao/producao-textual-durante-a-pandemia-memes-na-escola/.


Qual é a figura de linguagem que representa a mudança no modo de falar presente nesse meme?

Alternativas
Q1904089 Português

Leia a tirinha a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Nessa tirinha, há uma crítica à figura do ser humano em relação a seu comportamento no trânsito. Tal crítica se estabelece por meio do(da): 

Alternativas
Q1904050 Português

“Silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com o sentido, com a ideia que elas expressam. A silepse é, pois, uma concordância mental.”

CUNHA, Celso. Gramática essencial (org. Cilene da Cunha Pereira). 1ª ed, 2ª reimp.. Rio de Janeiro: Lexicon, 2014.


Tendo em vista a definição de silepse apresentada, assinale a alternativa que traz um exemplo dessa figura de linguagem.

Alternativas
Q1904049 Português

Leia o fragmento a seguir, observando o emprego da expressão sublinhada.


“Como usar o alho


Para obter os seus benefícios, deve-se consumir 1 dente de alho fresco por dia. Uma dica para aumentar o seu poder benéfico é picar ou amassar o alho e deixá-lo descansando por 10 minutos antes de usar, pois isso aumenta a quantidade de alicina, a principal responsável pelas suas propriedades. [...]”

ZANIN, Tatiana. 6 benefícios do alho para a saúde e como usar. Tua Saúde, julho de 2021. Disponível em: https://www.tuasaude.com/alho/. Acesso em: 01 abr. 2022.


Essa expressão é considerada um exemplo de qual figura de linguagem?

Alternativas
Q1903304 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os cães


Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira:

- Dentro de mim há dois cachorros. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando.

Quando lhe perguntaram qual cachorro ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu:

- Aquele que eu alimento mais frequentemente.

Paulo Coelho. Fonte: https://www.pensador.com/frases_reflexiva/13/
Figuras de linguagem, figuras de estilo ou figuras de retórica são estratégias que o orador pode aplicar ao texto para conseguir um determinado efeito na interpretação do ouvinte. Qual a figura de linguagem está presente no trecho "Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando"?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCC Órgão: PGE-AM Prova: FCC - 2022 - PGE-AM - Assistente Procuratorial |
Q1903199 Português

Atenção: Examine a tirinha de Fernando Gonsales para responder à questão:



Contribui também para o efeito de humor da tirinha o recurso à seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q1902556 Português
Para responder à questão, analise o Tuíte, abaixo, sobre a morte do Policial Civil trans, Paulo Vaz, que repercutiu nas redes sociais. 

Ao final de seu texto, Gabriela Loran faz uso de um recurso estilístico.


Queria poder dizer que todo esse ódio contra a gente NÃO tem poder, mas ele tem.”


Esse recurso é denominado:

Alternativas
Respostas
1921: D
1922: D
1923: C
1924: D
1925: B
1926: C
1927: E
1928: B
1929: C
1930: C
1931: C
1932: D
1933: A
1934: C
1935: B
1936: A
1937: C
1938: A
1939: B
1940: A