Questões de Concurso Sobre figuras de linguagem em português

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Q1944884 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 1



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u947.shtml. Acesso em: 24 mar. 2022. Adaptado.
Tendo em vista a estrutura de composição do texto, verifica-se

I - no primeiro parágrafo, a predominância da narração.
II - em todos os parágrafos, a presença da citação direta.
III - no segundo parágrafo, o uso da linguagem metafórica.
IV - no terceiro parágrafo, a predominância da subjetividade.
V - no primeiro parágrafo, aspas marcando o discurso direto.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q1944531 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/120612096256724555/


De acordo com a resposta do personagem Armando no primeiro quadrinho, ele: 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBADE Órgão: CRC-RO Prova: IBADE - 2022 - CRC-RO - Contador |
Q1944477 Português

Identifique as figuras de linguagem nos versos a seguir, observando se trata de metáfora, prosopopeia, antítese ou metonímia.


I) “Não existiria som

Se não houvesse o silêncio.”

(Lulu Santos/Nelson Motta)


II) “Uma coisa triste no fundo da sala

Me disseram que era Chopin.”

(Carlos Drummond de Andrade)


III) “Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar

Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar.”

(Mayra Correa)


IV) “Eu quero ser pra você

A alegria de uma chegada

Clarão trazendo o dia

Iluminando a sacada.”

(Mirosmar Jose De Camargo / Paula Fernandes)


A ordem correta é:

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBADE Órgão: CRC-RO Prova: IBADE - 2022 - CRC-RO - Contador |
Q1944470 Português

Observe a imagem abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://s5.static.brasilescola.uol.com.br/be/2020/05.jpg

Acesso em 16 jun. 2022.


O texto foi construído levando em conta a seguinte figura de linguagem:  

Alternativas
Q1942578 Português
A antítese é uma figura pela qual se opõem, numa mesma frase, duas palavras ou dois pensamentos de sentido contrário, a exemplo do que se verifica em:
Alternativas
Q1941902 Português

Texto I


Texto para a questão.



Aline coordenou a equipe de psicólogos da ONG NaAção em Brumadinho após o rompimento da barragem. Em sua atuação ela também percebeu o aumento das tentativas de suicídio e do índice de medicalização da população de Brumadinho. (linhas 17 e 18) A respeito do segmento acima, analise as afirmativas a seguir:
I. Caso se entenda o pronome “sua”, no segundo período, com valor anafórico, é correto afirmar que existe ambiguidade.
II. É possível inferir que Aline foi mais uma pessoa a perceber a mudança para maior dos índices analisados.
III. Aline já era psicóloga da ONG antes do rompimento da barragem, mas não coordenadora de uma equipe.
Assinale 
Alternativas
Q1940477 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto esta citado na questão. 




Na linha 29, há o emprego da expressão “Homem do Baú” para referir-se ao apresentador e empresário Silvio Santos. Assinale a alternativa que NÃO apresente a mesma figura de linguagem, a saber, a perífrase.
Alternativas
Q1939116 Português
Para responder a questão, baseie-se nas quatro estrofes abaixo, extraídas do poema “Graciliano Ramos:”, de João Cabral de Melo Neto. O poema é um tributo ao autor de Vidas secas, com cuja linguagem João Cabral se mostra bastante identificado.




Atentando para o nível expressivo e figurativo desse poema, deve-se reconhecer que
Alternativas
Q1939111 Português

Ai de ti, Ipanema

       Há muitos anos, Rubem Braga começava assim uma de suas mais famosas crônicas: “Ai de ti, Copacabana, porque eu já fiz o sinal bem claro de que é chegada a véspera de teu dia, e tu não viste; porém minha voz te abalará até as entranhas.” Era uma exortação bíblica, apocalíptica, profética, ainda que irônica e hiperbólica. “Então quem especulará sobre o metro quadrado de teu terreno? Pois na verdade não haverá terreno algum.”

             Na sua condenação, o Velho Braga antevia os sinais da degradação e da dissolução moral de um bairro prestes a ser tragado pelo pecado e afogado pelo oceano, sucumbindo em meio às abjeções e ao vício: “E os escuros peixes nadarão nas tuas ruas e a vasa fétida das marés cobrirá tua face”.

           A praia já chamada de “princesinha do mar”, coitada, inofensiva e pura, era então, como Ipanema seria depois, a síntese mítica do hedonismo carioca, mais do que uma metáfora, uma metonímia.

           No fim dos anos 50, Copacabana era o éden não contaminado ainda pelos plenos pecados, eram tempos idílicos e pastorais, a era da inocência, da bossa nova, dos anos dourados de JK, de Garrincha. Digo eu agora: Ai de ti, Ipanema, que perdeste a inocência e o sossego, e tomaste o lugar de Copacabana, e não percebeste os sinais que não são mais simbólicos: o emissário submarino se rompendo, as águas poluídas, as valas negras, as agressões, os assaltos, o medo e a morte.


(Adaptado de: VENTURA, Zuenir. Crônicas de um fim de século. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999, p. 166/167) 
Na versão integral dessa crônica, o autor, acertadamente, justifica a classificação retórica mais do que uma metáfora, uma metonímia (3° parágrafo), com o complemento:
Alternativas
Q1937348 Português


O Texto a seguir refere-se ao item. 



ELES NÃO APRENDEM


Estudo monitora psicopatas condenados por crimes violentos e descobre que eles respondem mal a penalizações como forma de aprendizado


        O neurologista norte-americano James Fallon já estudava há décadas o cérebro de pacientes diagnosticados com distúrbios psíquicos quando ficou sabendo de seis assassinatos na família de seu pai. Decidiu, então, fazer uma tomografia, e, ao analisar o resultado, encontrou características semelhantes às apresentadas por psicopatas. “Minha mãe teve quatro abortos espontâneos, então, quando cheguei, me trataram como um garoto de ouro. Se tivesse sido tratado normalmente, talvez fosse hoje meio barra-pesada”, ele diz.

        Fallon agora se reconhece como psicopata. Ele faz parte da corrente que acredita que é possível diagnosticar a psicopatia a partir de anomalias no cérebro, teoria ainda contestada por parte da comunidade médica, mas que acaba de ganhar um reforço importante. Um estudo feito pela Universidade de Montreal e pelo King's College London analisou 12 homens condenados por conduta violenta e diagnosticados clinicamente como psicopatas e outros 20 condenados pelo mesmo motivo, mas diagnosticados apenas como antissociais. Eles jogaram uma espécie de jogo da memória enquanto estavam dentro de uma máquina de ressonância magnética. As regras eram alteradas com frequência, e a ideia era justamente observar como eles se adaptavam a essas mudanças — errar é uma forma de aprendizado, já que o cérebro costuma entender a mensagem, representada no jogo pela perda de pontos, e deixa de repetir o padrão que levou à punição.

        Os psicopatas tiveram mais dificuldades que os antissociais para aprender com as penalidades, e duas áreas do cérebro apresentaram comportamentos anormais. “Nosso estudo desafia a visão de que psicopatas têm baixa sensibilidade neural a punições”, dizem os pesquisadores. “Em vez disso, o problema é que existem alterações no sistema de processamento de informações responsável pelo aprendizado”. A expectativa é que a descoberta seja útil na busca por novos tratamentos para prevenir ações violentas.

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/05/psicopatas-podem-se-recuperar-ao-serem-penalizados.html. Acesso em: 16 mar. 2022.

Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item. 


Em “[...] talvez fosse hoje meio barra-pesada [...]”, a expressão destacada exemplifica a figura de linguagem “pleonasmo”, uma vez que não está sendo utilizada em seu sentido literal e dispensa o adjetivo “pesada”, cuja presença gera uma redundância.  

Alternativas
Q1936634 Português

A arte silenciosa e o café


Ia escrever sobre café. Já escrevi algumas vezes sobre esse prazer que hoje me é proibido, por conta de uma esofagite. Queria refletir sobre o motivo de o nome das casas de café, muitas vezes, associarse à arte: Café Sabor & Arte, Café e Arte, Arte do Café, Café, Letras & Arte, etc. Uma amiga me disse que é porque a cafeína conduz a um estado sublime, tal qual a arte. Às vezes, o café pode estar amargo; e a arte também, muitas vezes, tem de ser amarga. Frequentar cafés, os estabelecimentos, não é um hábito tão comum no Brasil quanto na Europa ou nos EUA, onde tem dois cafés a cada quadra. Justo nós que somos seu maior e talvez melhor produtor.


Nos últimos anos, essa moda parece ter crescido. Nas grandes cidades, como aqui em Natal, já há lugares onde se pode sentar sem pressa, pedir um expresso, ler um livro. E há uma profusão de tipos para escolher: tem café orgânico, descafeinado, macchiato … tem até café para quem não quer sentir o gosto do café. Talvez, o café seja artístico porque saber tirar o café seja uma arte; que aliás dá nome a uma profissão que tem curso e sindicato na Itália, é a do barista (o operador de máquinas de café). A gente só descobre a diferença quando toma café tirado por barista, com pó de qualidade, máquina limpa e, sim, arte no tirar.


Sobre tudo isso eu queria escrever e reabilitar a minha paixão pelo café. Mas ontem à noite revi o filme O Rosto, de Bergman, e fui dormir (ou não domir) pensando na condição do artista enquanto escravo da tentativa de agradar. E nessa fase de pandemia em que proliferam lives e mais lives, às vezes, surdas plataformas de exibicionismo, o quanto talvez não caiamos na ilusão de que “somos atraentes quando somos mascarados”, nas palavras do cineasta sueco. O filme também discute fé e ceticismo, misticismo versus ciência, só para agregar mais atualidade a outro tema da película.


A morte, um de seus temas, também está lá, além da procura de Deus, um Deus silencioso que deixou os homens à própria sorte – lembremos que o cineasta era filho de um pastor austero. A solidão da certeza da morte, em muitos de seus filmes, é aliviada apenas pelo amor. Além de O Rosto, vemos isso em Ana e os lobos, Persona, O silêncio, Gritos e Sussurros, Cenas de um casamento e na mais psicanalítica de suas películas, plena de imagens surreais, Morangos Silvestres.


Tinha terminado esta coluna quando soube de uma homenagem ao cineasta italiano Michelangelo Antonioni na Itália. Reabro esse texto, apanho uma xícara de café (não posso, mas para isso existe omeprazol). Me lembro de que os dois morreram no mesmo dia, 30 de julho de 2007. Como esquecer a força que me causou Blow up, fita que vi sozinho, num quarto escuro, e que até hoje tento entender? Nela, com sutileza, sempre sutileza, e objetividade, esgarça o mais tênue limite entre aparência e realidade. Antonioni das mulheres sábias, do diálogo surdo entre Mastroianni e Monica Vitti em A Noite, dos espaços entre as falas para se adivinhar o que pensam as personagens. Antonioni da noite vazia, escura como café.


O que mais assemelha os dois cineastas talvez seja o silêncio, hoje tão raro nesse nosso descartável cinema barulhento. A força do silêncio, na amarga arte dos dois. Se Antonioni foi uma xícara vazia, Bergman foi o café do cinema ocidental.


André Carrico. Disponível em: https://apartamento702.com.br/cronica-arte-silenciosae-o-cafe/

 

As figuras de linguagem são recursos que contribuem para a produção de sentido de um texto. Assim, identifique a figura que sobressai no último período do texto:
Alternativas
Q1936592 Português

Para responder à questão, leia o poema abaixo, da autora Cecília Meireles. 


Pus o meu sonho num navio 


Pus o meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

- depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar 


Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre de meus dedos

colore as areias desertas. 


O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio... 


Chorarei quanto for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça. 


Depois, tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mãos quebradas.  

Sobre as figuras de linguagem empregadas no poema, leia as assertivas:
I. Em a noite se curva de frio tem-se personificação.
II. Em Minhas mãos ainda estão molhadas do azul das ondas entreabertas tem-se sinestesia.
III. Em O vento vem vindo de longe tem-se eufemismo.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1935002 Português
Em todas as frases abaixo está presente uma metáfora; a frase em que a metáfora aparece objetivamente explicada é:
Alternativas
Q1931343 Português

Para responder a questão, analise a tirinha de Alexandre Beck apresentada a seguir: 



A primeira frase da tirinha possui uma interrogação que não tem como objetivo obter uma resposta, mas, sim, estimular a reflexão sobre determinado assunto. A esse tipo de movimento, o qual fora realizado pelo autor da tirinha, dá-se o nome de: 
Alternativas
Q1931158 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! É NOTA 10!

(1º§) Você é uma pessoa de muito valor, nunca meça sua vida, seu caráter, seus sentimentos e seus objetivos pela régua dos outros. Seu futuro não pode ser previsto, depende do processo aplicado em sua construção. Por isso, o sucesso do seu futuro está em suas mãos: construa ele pelo que você é ou viverá com ele disponível nas prateleiras do mundo, para que os outros o tomem para si e façam dele o que quiserem.

(2º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! É NOTA 10!

(3º§) Os mistérios nos intrigam justamente por serem difíceis de decifrar, a busca por objetivos nos leva por caminhos às vezes mais lindos que os próprios objetivos. Nessa frenética maneira de viver, é possível que você tenha se esquecido de quanto realmente vale e, talvez por não se dar o devido valor, esteja permitindo que outras pessoas o tratem inadequadamente; talvez por não se dar o devido valor, esteja sendo vítima de injustiças; talvez por não se dar o devido valor, seu coração esteja sofrendo e seu corpo pedindo água.

(4º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! É NOTA 10!

(5º§) Ninguém tem o direito de lhe causar nenhum mal, a não ser que você permita, e a maior permissão que podemos dar é quando não nos valorizamos o suficiente, anulando-nos diante de situações em que deveríamos nos impor segundo nossos padrões de formação.

(6º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! - É NOTA 10!

(7º§) Pare de se anular e de se limitar permitindo que seu destino seja apenas o que o dia propõe; valorize-se, motive-se e dê você as cartas, decidindo o que é melhor para si e mostrando às pessoas seu valor. Qualquer pessoa tem dentro de si habilidades importantes, e é pela soma delas a uma conduta ética que inserimos nosso ritmo individual ao mundo.

(8º§) VOCÊ VALE MAIS DO QUE PENSA! - É NOTA 10!

(9º§) Você é uma pessoa muito valiosa, muito digna, superimportante. São essas as impressões que deve cultivar em seu coração. Aumente seu amor-próprio, aumente sua autoestima, conte suas dádivas, acredite mais em você. A vida gosta de quem se gosta e valoriza quem se valoriza.


(Fonte: Livro Super dicas Para Motivar Sua Vida);
(http://sucesso.powerminas.com/texto-de-motivacao-mudancas/)
O uso repetido da frase: "Você vale mais do que pensa" comprova o uso da figura de linguagem denominada:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFPel-CES Órgão: UFPEL Prova: UFPel-CES - 2022 - UFPEL - Enfermeiro |
Q1930800 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Palavras gordas, ideias magras

Rodrigo Gurgel 


   “Você precisa florear o seu texto. Um texto precisa ter palavras bonitas.” Era o que eu ouvia na escola quando comecei a escrever o que antigamente chamávamos de “composições” — o que hoje todos conhecem como “redação”.

     Quantos professores não continuam repetindo a mesmíssima coisa para seus alunos e perpetuando a ideia falsa de que todo texto precisa ser, principalmente, enfeitado? Eles, contudo, não o fazem por mal. Repetem esses lugares-comuns porque desconhecem o que é literatura e porque aprenderam que escrever é um exercício de adiposidade verbal: usar palavras gordas para ideias magras, como dizia Álvaro Lins. E é mais fácil repetir o que se aprendeu.

     Sejam quais forem as razões que os levam a fazê-lo, o fato é que, ao repetir o aprendido, propagam uma retórica que poderíamos sem exagero chamar de venenosa. Essa retórica, difunde-a o escritor grandiloquente e os críticos que o incensam. Difunde-a a professora que escolhe textos palavrosos e cheios de uma adjetivação vazia, mostrando-os aos alunos como exemplos de boa literatura. Difunde-a o jornalista com seus chavões e frases de efeito em textos ocos e mal escritos. Difundem-na as escolas, os jornais, os portais de notícias da web, de modo que, em toda a parte, o que se encontra é só repetição. 

   Literários ou não, tais textos não refletem aquilo que o escritor ou autor realmente pensa: não passam de macaqueação. Revelam ainda o equívoco de conceber a escrita como o ato de reunir conceitos prontos e expressões lidas e/ou ouvidas em algum lugar — e enfiá-los todos num papel (ou numa tela). Mas não há escrita sem reflexão. As palavras precisam expressar o que o escritor realmente deseja expressar. Por isso, para se desenredar da retórica perniciosa, quem escreve tem de pensar de forma clara e adequar o seu pensamento às palavras.  

     Essa questão não nos apresenta somente um problema linguístico ou estético, senão também um problema ético. Pois no substrato da imprecisão no uso das palavras ou do excesso de palavras vazias, há duas coisas: incompetência e insinceridade. Males felizmente remediáveis.

    A incompetência se revolve com o estudo, a leitura de bons autores e a produção consciente de textos. A insinceridade, por sua vez, resolve-se com uma mudança de comportamento. É preciso ser sincero consigo mesmo e fazer com que suas palavras digam aquilo que de fato você quer dizer. É preciso, enfim, deixar de ser um mero repetidor.


Disponível em: https://rodrigogurgel.com.br/palavras-gordas-ideias-magras/ Acesso em abril 2022.

O título do texto contém uma figura de linguagem do tipo  
Alternativas
Q1930157 Português
A frase abaixo que NÃO contém termos desnecessários, por já estarem contidos em outros vocábulos, é:
Alternativas
Q1930107 Português
Considere atentamente a crônica a seguir, escrita por Rachel de Queiroz, para responder a próxima questão.

“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê- -lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”.
(Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
No trecho “sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis”, a repetição da preposição “sem” caracteriza uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a indica.
Alternativas
Q1929818 Português

Sobre figuras de linguagem, de acordo com Bechara, avalie as definições descritas associando a Coluna 1 à Coluna 2.


Coluna 1

1. Metáfora: translação de significado motivada pelo emprego em solidariedades, em que os termos implicados pertencem a classes diferentes, mas pela combinação se percebem como assimilados.

2. Metonímia: translação de significado pela proximidade de ideias.

3. Catacrese: translação do significado por esquecimento do significado original.

4. Eufemismo: translação de sentido pela suavização da ideia.


Coluna 2

( ) Encontrar um ‘teto amigo’.

( ) Entregar a alma a Deus.

( ) Panaceia universal.

( ) Doces sonhos.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1927182 Português
Em todas as frases abaixo, o termo sublinhado se refere a um outro termo do mesmo segmento. A opção em que o termo sublinhado se refere a um termo seguinte (catáfora) e não a um termo anterior (anáfora), é:
Alternativas
Respostas
1861: A
1862: B
1863: C
1864: B
1865: B
1866: A
1867: C
1868: A
1869: E
1870: E
1871: B
1872: D
1873: B
1874: C
1875: C
1876: B
1877: B
1878: A
1879: C
1880: D