Questões de Concurso Sobre encontros consonantais: dígrafos em português

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Q3341887 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


 Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?


A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.


Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).


A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.


Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.


Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado). 

Assinale a alternativa em que ambas as palavras possuem dígrafos.
Alternativas
Q3331767 Português
Identifique qual das palavras a seguir apresenta dois dígrafos em sua composição. 
Alternativas
Q3272925 Português
Identifique a palavra que contém um dígrafo. 
Alternativas
Q3272542 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma palavra com encontro de consoantes. 
Alternativas
Q3267954 Português


(Disponível em: www.investnews.com.br/off-work/brasil-tera-pela-primeira-vez-mais-atletas-mulheres-do-quehomens-nas-olimpiadas – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual alternativa apresenta uma palavra que tem encontro consonantal?
Alternativas
Q3267953 Português


(Disponível em: www.investnews.com.br/off-work/brasil-tera-pela-primeira-vez-mais-atletas-mulheres-do-quehomens-nas-olimpiadas – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a palavra “mulheres”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3267755 Português


(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/qual-e-a-origem-das-olimpiadas-o-maiorevento-esportivo-do-mundo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das alternativas a seguir apresenta uma palavra com dígrafo?
Alternativas
Q3232644 Português
Leia o Texto III e responda à questão:

Texto III

Captura_de tela 2025-03-10 094139.png (365×329)

Disponível em: https://www.instagram.com Acesso em: 19 set. 2024.
No fragmento “Às vezes dou a minha opinião”, o termo “dou”:
Alternativas
Q3228952 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Um comportamento fascinante

Aprisionar o ar em bolhas para respirar debaixo d'água é um movimento praticado por alguns tipos de insetos e aracnídeos, como besouros aquáticos e aranhas-de-sino-mergulhadoras. Até agora, os anolis são os únicos animais com espinha dorsal conhecidos por respirar usando bolhas.

"Este é um comportamento fascinante em lagartos", disse o Dr. Earyn McGee, um herpetologista especializado em lagartos e coordenador de engajamento de conservação no Zoológico de Los Angeles. "Este tipo de pesquisa aumentará nossa compreensão de como esses lagartos e possivelmente outros animais desenvolveram suas técnicas de respiração subaquática."

Para dar uma olhada mais de perto no método de respiração de bolhas dos anolis, Swierk coletou animais da espécie Anolis aquaticus na Estação Biológica de Las Cruces, na Costa Rica. O destino deles era uma "arena" próxima — um tanque de plástico transparente contendo água de riacho e pedras.

Em um grupo de anolis, os pesquisadores cobriram os focinhos e cabeças dos répteis (evitando cobrir as narinas) com uma fina camada de emoliente hidratante para evitar que bolhas de ar aderissem às cabeças dos anolis. Os cientistas então submergiram os anolis e os filmaram na arena até que eles emergissem.

No grupo de controle sem hidratante, todos os anolis produziram grandes bolhas que eles repetidamente usavam para respirar, a uma taxa de cerca de seis por minuto. Alguns anolis no grupo tratado com emoliente também produziram bolhas, mas elas eram muito menores e não grudavam na pele dos lagartos, como as bolhas de ar que puderam ser inaladas.

Em ambos os grupos, os anolis realizaram uma ação de bombeamento na garganta chamada bombeamento gular, que muitos tipos de lagartos usam para suplementar seus pulmões com oxigênio.

Para anolis mergulhadores, o bombeamento gular também pode desempenhar um papel na circulação do oxigênio armazenado, afetando o tempo que os anolis podem permanecer debaixo d'água. Mas nos experimentos, anolis hidratados que não conseguiam produzir bolhas cheias de oxigênio emergiram 67 segundos antes do que aqueles que usaram bolhas para respirar.

No entanto, essa tática de mergulho tem uma desvantagem.

"Um dos custos do mergulho é que eles ficam muito frios", disse Swierk. Riachos de montanha geralmente são frios e, como ectotérmicos, os anolis regulam a temperatura corporal por meio de seu ambiente.

"Eles pagam um custo de temperatura quando mergulham", ela disse. Estar muito frio "poderia reduzir sua capacidade de correr rapidamente, defender seus territórios contra invasores, cortejar companheiros ou digerir sua comida".

Outra desvantagem pode ser que, se um lagarto submerso ainda estiver visível, um predador pode simplesmente esperar que ele ressurja, disse McGee.

"Os lagartos só podem ficar submersos por um tempo", ela disse. "Como o lagarto sabe quando é seguro sair — ou eles apenas esgotam todo o ar e então emergem?"

O mecanismo da respiração de bolhas dos anolis é algo que Swierk espera entender por meio de colaborações com vários grupos de pesquisa. Uma parte do quebra-cabeça é se os formatos da cabeça dos anolis ou as estruturas microscópicas em suas escamas afetam o volume de ar que preenche suas bolhas. Outra questão não resolvida é como os anolis mergulhadores armazenam e circulam oxigênio enquanto estão debaixo d'água.

"Até onde sabemos agora, o oxigênio que o lagarto está usando, ele leva para debaixo d'água com ele", disse Swierk. Esse oxigênio pode ser armazenado em seus pulmões, em outras partes do sistema respiratório ou em bolsas de ar aderidas à sua pele, que são então incorporadas à bolha da cabeça.

O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha a partir da água. "Mas não sabemos disso com certeza", Swierk acrescentou "Ainda estamos trabalhando nisso."


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/

(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/) 

"O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha".

Os vocábulos destacados acima possuem em sua forma dígrafo, fenômeno linguístico que consiste na união de duas letras que, juntas, representam um único fonema. A seguir, identifique a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas corretamente com dígrafos:
Alternativas
Q3203315 Português
A palavra “carro” contém um dígrafo. Qual das palavras abaixo também contém um dígrafo?
Alternativas
Q3187491 Português

Leia a notícia e responda a questão de 1 a 7.


    Mãe e filha estudam juntas e são aprovadas em

universidade federal



   Estudando juntas, mãe e filha foram aprovadas no mesmo curso na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), agora elas serão colegas de sala e vão cursar Ciências: Biologia e Química.

    Sara, a mãe, e Kate Ribeiro, a filha, foram aprovadas pelo Enem/Sisu e vão viver a experiência de cursarem a graduação juntas. Sara, que estava fora de sala há 10 anos, decidiu que queria conquistar o diploma de ensino superior.

    Já Kate, vai para segunda graduação. Seu objetivo é se qualificar ainda mais para o mercado de trabalho. “Estou terminando Pedagogia porque quero ser professora e, para melhorar o currículo, eu fiz Biologia e Química”, disse.
A palavra “Biologia” possui:
Alternativas
Q3182189 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O bicho e o homem


A domesticação de animais começou há milhares de anos, durante o período neolítico, quando os seres humanos começaram a desenvolver práticas agrícolas e se estabelecer em comunidades permanentes, como conta o livro "Sapiens: uma breve história da humanidade" de Yuval Noah Harari. Domesticá-los era importante para que nós, humanos, pudéssemos controlar fontes de alimento, transporte e trabalho.


Quando pensamos em animais domesticados há muito tempo, o cavalo pode ser o primeiro que surge em nossa mente, já que ele serviu de meio de transporte por muitos anos. Mas muito provavelmente os cães foram os primeiros. Porém, não há um consenso sobre a "data" específica dessa transição. A maioria dos estudos apontam para 12 mil anos atrás como o começo desse processo.


Outros variam entre 15 mil a 30 mil anos atrás. Para se ter uma ideia, cientistas encontraram o crânio de um cão domesticado 33.000 anos atrás nas montanhas Altai, na Sibéria, que apresenta algumas das características de cães modernos, como contou esse artigo da revista Veja. Isso indicaria um estágio muito preliminar de domesticação − e está longe de determinar se, naquele período, a lealdade do homem era recíproca, como aponta o texto.


A teoria mais aceita de fato aponta para uma aproximação mais intensa há cerca de 11.000 anos, junto com a agricultura, como comentamos anteriormente. Ao aprender a cultivar a terra, o homem do Neolítico aprendeu também a criar animais como reserva alimentar, como explica esse artigo da Revista Superinteressante.


Os lobos, que são constantemente apontados como os primeiros ancestrais dos cachorros - mas não há também um consenso entre os pesquisadores sobre isso -, foram atraídos possivelmente pelo lixo e restos de comida deixados pelos caçadores.


Com o tempo, eles foram gradualmente selecionados por características desejáveis, como comportamento amigável e obediência, o que nos levou à criação de uma ampla variedade de raças caninas. Cada uma possuía características específicas para tarefas específicas: uns caçavam, outros protegiam e outros só faziam companhia.


A relação era vantajosa para ambas as partes: os lobos ganharam ao conviver com o homem proteção contra predadores, comida sem precisar disputá-la com outros carnívoros e até o abrigo aconchegante do calor das fogueiras. Com o passar do tempo, esses animais começaram a ser verdadeiramente venerados por sociedades antigas - e até pela nossa moderna, convenhamos. Se a mente humana acreditava estar inferiorizando outra espécie, pois bem, estavam muito enganados.


Os benefícios para nós também foram visíveis: os animais domesticados se tornaram sustento e força para guarda dos assentamentos, além de trabalho e transporte. Eles eram capazes de ver e ouvir o que não podíamos, e antecipar-se para a defesa. Isso porque não só os cães foram domesticados: depois deles vieram ovelhas, cabras, gatos, porcos, os cavalos que mencionamos anteriormente e muitos outros. Para se ter uma ideia, os gatos - que foram domesticados bem depois, há cerca de 9.000 anos - ajudavam a controlar pragas em áreas agrícolas.


(https://plenae.com/para-inspirar/quando-comecou-a-relacao-do-ser-hu mano-com-a-domesticacao/)



"Os lobos, que são constantemente apontados como os primeiros ancestrais dos cachorros."

Os espaços das alternativas abaixo podem ser preenchidos com o mesmo dígrafo destacado do vocábulo do trecho acima, EXCETO em:
Alternativas
Q3153735 Português
Considerando a definição de dígrafos/encontros consonantais, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3150230 Português
CINISCA, A PRINCESA ESPARTANA QUE FOI A PRIMEIRA MULHER A VENCER UMA COMPETIÇÃO OLÍMPICA

O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o que já é algo a se destacar.

Mas conseguir isso quando uma pessoa como ela não poderia sequer estar presente na competição em homenagem ao deus Zeus é algo ainda mais memorável.

Cinisca, mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as mulheres daquela época não podiam competir. Foram até proibidas de frequentar o recinto sagrado do Santuário Olímpico. E as mulheres casadas corriam risco de pena de morte caso fossem vistas no evento, mesmo como meras espectadoras. Para elas havia lugar em um festival diferente, em homenagem a Hera, esposa de Zeus.

Pouco se sabe sobre esses jogos além do que o viajante, geógrafo e historiador grego Pausânias contou em sua extensa obra "Descrição da Grécia" do século 2 dC. Segundo esse registro, essa competição era organizada e supervisionada por uma comissão de 16 mulheres das cidades de Elis, que acontecia a cada quatro anos e incluía corridas de meninas vestidas com uma túnica que pendia do ombro esquerdo e com os cabelos soltos.

Mas as atletas tinham que ser jovens e solteiras, então Cinisca também não poderia participar desses jogos. Então, como ela conseguiu a vitória se a competição olímpica era tão cuidadosamente reservada aos homens?

Cinisca se aproveitou de uma brecha legal. Ela participou de corridas de bigas (carruagens) de quatro cavalos seguidas, mas não precisou conduzi-las para vencer, nem precisou estar em Olímpia. Ontem, como hoje, as vitórias, nas corridas equestres, são atribuídas aos proprietários dos cavalos e não aos jóqueis.

Essa foi uma honra importante; o local era reservado para cerimônias religiosas e apenas os reis espartanos eram lembrados dessa forma, e nunca uma mulher. Mas talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada.

Junto com esculturas de sua carruagem e cavalos de bronze, foram os primeiros monumentos dedicados para uma mulher para comemorar vitórias em competições pan-helênicas.

Assim, embora pouco se saiba sobre sua vida, seu nome entrou para a história e ficou gravado na base de sua estátua: "Eu, Cinisca, vencedora com uma carruagem de corcéis velozes, (...) declaro-me a única mulher, em toda a Grécia, que conquistou esta coroa."

Disponível em: https://hojepe.com.br/cinisca-a-princesa-espartana-quefoi-a-primeira-mulher-a-vencer-uma-competicao-olimpica/

"Ela participou de corridas de bigas (carruagens) de quatro1 cavalos seguidas2 [...]"


Em se tratando dos pares /qu/ e /gu/ nas palavras , quatro e seguidas , verdadeiro dizer que

Alternativas
Q3150090 Português
O Folhetinista


Machado de Assis

Uma das plantas europeias que dificilmente se têm aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.

Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum caso de aclimatação séria. O que não estiver contido nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e mesquinho de formas.

O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde maiores proporções tomava o grande veículo do espírito moderno; falo do jornal.

Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar a economia vital de sua organização às conveniências das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo apenas.

Mas comecemos por definir a nova entidade literária.

O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é que desenha as saliências fisionômicas na moderna criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos, heterogêneos como água e fogo, casam-se perfeitamente na organização do novo animal.

Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo; é capital próprio.

O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence; até mesmo a política. [...]


Disponivel em: https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/87029 .pdf
Quando duas consoantes aparecem juntas em uma palavra e o som de cada uma delas é mantido, tem-se o encontro consonantal; quando as duas consoantes formam um único fonema, tem-se um dígrafo. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3149800 Português
Marque a alternativa cujo vocábulo destacado contém um dígrafo e ditongo crescente, respectivamente.
Alternativas
Q3149596 Português

Água com ou sem gás: o que é melhor para a sua saúde


O encontro entre as letras ocasiona certos eventos fonéticos. Aponte a alternativa com a descrição correta da ocorrência dessas relações:
Alternativas
Q3148553 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Será que uma planta consegue imitar a aparência de outras plantas?

A natureza está cheia de bons imitadores, como as corais-falsas, serpentes inofensivas que imitam a coloração das peçonhentas corais-verdadeiras. Essas imitações, chamadas de mimetismo, geralmente trazem vantagens para os imitadores, como o de inibir o ataque de predadores. Mas será que as plantas também fazem mimetismo?

A resposta é sim. E embora essa pareça ser uma estratégia menos comum no reino vegetal, há uma espécie de planta em particular cuja habilidade de imitação deve fazer inveja a muito bicho por aí.

Boquila trifoliolata é uma trepadeira muito especial, que ocorre em florestas temperadas do Chile e da Argentina. Como toda trepadeira, ela é muito boa em usar outras plantas como apoio para se desenvolver. Mas essa não é a sua principal habilidade. Embora tenha sido descrita em 1839, foi só em 2014 que cientistas mais atentos perceberam que esta espécie imita as folhas de outras plantas.

À medida que a planta cresce, as folhas da Boquila vão mudando de cor, tamanho e forma para se parecerem com as das plantas em que ela está apoiada. Um mesmo indivíduo da trepadeira pode ter folhas de vários tipos, se seus ramos crescerem se apoiando em diferentes espécies. Os cientistas perceberam que as folhas "miméticas" da trepadeira são menos atacadas por herbívoros do que suas folhas "normais", mostrando uma clara vantagem desse disfarce.

(https://chc.org.br/artigo/disfarce-vegetal/)
" E embora essa pareça ser uma estratégia menos comum no reino vegetal..."
A alternativa abaixo que apresenta palavras grafadas corretamente com o mesmo dígrafo da palavra destacada no texto é: 
Alternativas
Q3148332 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Será que uma planta consegue imitar a aparência de outras plantas?

A natureza está cheia de bons imitadores, como as corais-falsas, serpentes inofensivas que imitam a coloração das peçonhentas corais-verdadeiras. Essas imitações, chamadas de mimetismo, geralmente trazem vantagens para os imitadores, como o de inibir o ataque de predadores. Mas será que as plantas também fazem mimetismo?

A resposta é sim. E embora essa pareça ser uma estratégia menos comum no reino vegetal, há uma espécie de planta em particular cuja habilidade de imitação deve fazer inveja a muito bicho por aí.

Boquila trifoliolata é uma trepadeira muito especial, que ocorre em florestas temperadas do Chile e da Argentina. Como toda trepadeira, ela é muito boa em usar outras plantas como apoio para se desenvolver. Mas essa não é a sua principal habilidade. Embora tenha sido descrita em 1839, foi só em 2014 que cientistas mais atentos perceberam que esta espécie imita as folhas de outras plantas.

À medida que a planta cresce, as folhas da Boquila vão mudando de cor, tamanho e forma para se parecerem com as das plantas em que ela está apoiada. Um mesmo indivíduo da trepadeira pode ter folhas de vários tipos, se seus ramos crescerem se apoiando em diferentes espécies. Os cientistas perceberam que as folhas "miméticas" da trepadeira são menos atacadas por herbívoros do que suas folhas "normais", mostrando uma clara vantagem desse disfarce.

Para perceber quais folhas imitar à sua volta, acreditava-se que a Boquila pudesse sentir as pistas químicas ("cheiro") das plantas vizinhas ou até mesmo pegar informações a partir das bactérias transmitidas por elas. Mas um recente experimento mostrou algo ainda mais surpreendente: ela pode imitar até mesmo folhas de plantas artificiais, que não possuem cheiro nem bactérias. Ou seja, aparentemente, a Boquila enxerga as folhas que precisa imitar! Futuras pesquisas vão tentar explicar como funciona a visão nessa planta e quem sabe até descobrir outras habilidades desta verdadeira mestra do disfarce.

(https://chc.org.br/artigo/disfarce-vegetal/)
" E embora essa pareça ser uma estratégia menos comum no reino vegetal..."
A alternativa abaixo que apresenta palavras grafadas corretamente com o mesmo dígrafo da palavra destacada no texto é:
Alternativas
Q3147329 Português
O único par de palavras em que ambos os vocábulos apresentam o mesmo tipo de dígrafo, cujo valor é o de consoante, é:
Alternativas
Respostas
141: A
142: A
143: A
144: A
145: D
146: E
147: A
148: D
149: D
150: D
151: B
152: D
153: D
154: C
155: B
156: C
157: B
158: A
159: B
160: B