Questões de Concurso Sobre encontros consonantais: dígrafos em português

Foram encontradas 1.044 questões

Q3471287 Português
Considere o seguinte texto para responder à questão.

A CARROÇA

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me para dar um passeio no bosque, e eu aceitei com prazer.
Após algum tempo, ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
– Além do canto dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
– Estou ouvindo um barulho de carroça.
– Isso mesmo – disse meu pai – e é uma carroça vazia!
Perguntei a ele:
– Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
– Ora – respondeu meu pai – é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grosseria inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar ser o dono da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
– Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!


Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/6-textos-dereflexao 
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra em que ocorre um encontro consonantal. 
Alternativas
Q3470855 Português
Esquecer é uma função normal da memória Esquecer-se de coisas no dia a dia pode ser um pouco irritante ou, à medida que envelhecemos, um pouco assustador. Mas é parte da função normal da memória, permitindo-nos seguir em frente ou abrir espaço para novas informações.


As nossas memórias não são, na verdade, tão confiáveis quanto pensamos. Mas que nível de esquecimento é normal? Analisemos as evidências.


Quando nos lembramos de algo, nossos cérebros precisam aprender a memória, mantê-la segura e recuperá-la quando necessário. E o esquecimento ocorre em qualquer parte desse processo.


Ao receber informação sensorial pela primeira vez, o cérebro não processa tudo. Assim, usamos nossa atenção para filtrar as informações importantes.


Isso significa que, quando codificamos nossas experiências, codificamos principalmente aquilo em que prestamos atenção.


Quando alguém se apresenta em um jantar enquanto prestamos atenção em outra coisa, não codificamos o nome. É uma falha de memória, mas é totalmente normal e bastante comum.


Hábitos e estrutura, como sempre colocar as chaves no mesmo lugar para que não tenhamos que codificar sua localização, ajudam-nos a contornar o problema.


Ensaiar também é importante para a memória. As memórias que mais duram são aquelas que ensaiamos e recontamos, embora, muitas vezes, adaptamo-las a cada releitura e, provavelmente, nos lembremos do último ensaio em vez do evento real em si.


Na década de 1880, o psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus ensinou a um grupo de pessoas sílabas sem sentido, que elas nunca tinham ouvido antes, e analisou o quanto lembraram delas ao longo do tempo. Ele mostrou que, sem ensaio, a maior parte da nossa memória desaparece dentro de um ou dois dias.


No entanto, as pessoas que ensaiaram as sílabas, repetindo-as em intervalos regulares, puderam lembrar por mais de um dia o número de sílabas.


Mas essa necessidade de ensaio pode ser outra causa do esquecimento diário. Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas que precisamos lembrar, como nossa lista de compras. Como resultado, esquecemos a localização do carro.


Outra coisa que nos revela característica do esquecimento: podemos esquecer informações específicas, mas lembrar da essência.


Quando saímos da loja e percebemos que não lembramos onde estacionamos o carro, provavelmente lembramos se era à esquerda ou à direita da porta da loja, no limite do estacionamento ou mais para o centro.


E, assim, em vez de ter que percorrer todo o estacionamento até encontrá-lo, fazemos a busca em uma área relativamente definida.


À medida que as pessoas envelhecem, elas se preocupam mais com a memória. É verdade que nosso esquecimento se torna mais pronunciado.


Quanto mais tempo vivemos, temos mais experiências e lembranças. Mas as experiências têm muito em comum, o que significa que pode se tornar complicado separar esses eventos em nossa memória.


Se você só passou férias na praia na Espanha uma vez, você se lembrará com grande clareza. Agora, se você já foi de férias para a Espanha muitas vezes, visitou diversas cidades em momentos diferentes, lembrar se algo aconteceu na primeira vez em Barcelona ou na segunda, ou se seu irmão estava nas férias em Maiorca ou Ibiza, torna-se mais desafiador.


A sobreposição de memórias, ou interferência, atrapalha a recuperação de informação. Imagine arquivar documentos no seu computador. Ao iniciar o processo, você tem um sistema claro, em que saberá onde encontrar cada documento que guardar.


Mas à medida que mais e mais documentos entram, fica difícil decidir a qual das pastas ele pertence. Você também começa a colocar muitos documentos em uma pasta porque todos eles estão relacionados a um mesmo item.


Isso significa que, com o tempo, torna-se difícil recuperar o documento certo quando precisar dele, seja porque você não consegue saber onde o colocou, ou porque sabe onde ele deve estar, mas há muitas outras coisas para pesquisar.


Mas não esquecer também pode ser perturbador. O transtorno de estresse pós-traumático é um exemplo de uma situação em que as pessoas não conseguem esquecer. A memória é persistente, não desaparece e, muitas vezes, interrompe a vida diária.


Há experiências semelhantes com memórias persistentes no luto ou em casos de depressão, condições que dificultam o esquecimento de informações negativas, quando esquecer seria extremamente útil.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c72gx0x7zl1o.adaptado.
Quando vamos ao supermercado, codificamos onde estacionamos o carro, mas quando entramos na loja, ocupamo-nos de outras coisas.
Assinale a opção que contenha apenas encontro consonantal:
Alternativas
Q3470636 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais


Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período.

À medida que a idade avança, uma pessoa precisa de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira, e isso cobra um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

"Em alguns casos, esses filhos experimentam níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais", diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia, área da psicologia que estuda o envelhecimento, da Universidade de São Paulo (USP).

Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial.

"É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e à dependência dos pais", explica Falcão. "Ou seja, de que é dever do filho adulto ajudar ou ser responsável pelos pais idosos."

O número de pessoas com mais de sessenta anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 − um crescimento de 56% em pouco mais de uma década.

As estimativas apontam que a população de idosos se tornará ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o brasileiro viverá cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos.

Isso não só aumenta o período em que uma pessoa precisa de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir.

Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família.

"Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão.

"Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido pela família ao longo dos anos."

Um dos principais desafios e motivos de atrito está nos papéis que pais e filhos assumem nessa fase da vida, apontam especialistas.

De um lado, os filhos enxergam uma pessoa fragilizada, adoecida e que precisa de cuidados e limitações e protegem seus pais, fazendo com que não se exponham a riscos.

Do outro, há uma pessoa que não quer perder sua autonomia e que até percebe que precisa de cuidados, mas tem dificuldade de aceitar isso, afirma a geriatra Fernanda Andrade.

"Na imensa maioria das vezes, há uma grande diferença entre a visão dos filhos e a dos pais. Os filhos não costumam lidar bem com as escolhas dos pais nesse período", afirma Andrade.

Um dos comentários mais recorrentes que a médica ouve dos filhos é que seus pais são "teimosos" por não seguirem à risca o que os filhos acreditam que eles devem agir.

"É angustiante assistir ao envelhecimento − e, muitas vezes, ao adoecimento − de uma pessoa que se ama e não controlar tudo isso."

Mas, por trás dessa "teimosia", apontam especialistas, estão características atribuídas à idade avançada.

Entre elas, estão o sentimento de solidão, a perda de sentido da vida, a saudade de amigos ou parentes que já faleceram e o medo da morte.

Além disso, o temor de depender dos outros, ainda que sejam os próprios filhos, causa preocupação em muitos idosos e faz com que sejam resistentes a cuidados.

"Imagina passar 50 anos da sua vida totalmente independente e começar a precisar de alguém para ir ao mercado para você, te ajudar a vestir uma roupa ou realizar sua higiene íntima?", diz Andrade.

Para não perder a autonomia, diz Fernanda, muitos idosos não querem parar de dirigir, não aceitam ir ao médico ou não querem abandonar outras atividades que costumavam fazer sozinhos.

Nesse momento, surgem conflitos na relação com os filhos, caso não haja uma comunicação aberta na família sobre as expectativas, desejos e necessidades dos dois lados, pontuam os especialistas.

Muitas vezes, é preciso entender que se trata de uma fase de constante adaptação às demandas que surgem com o passar dos anos.

Por isso, é fundamental perceber que as necessidades dos pais mudam ao longo do tempo.

"O ideal é que os pais conversem muito com os filhos e mostrem as diferenças geracionais", afirma o médico.

"Esse diálogo é importante, mas é difícil, porque muitos pais não conseguem essa conversa e muitos filhos se consideram senhores da verdade, o que dificulta muito essa situação."


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c842z9en455o.adaptado.
Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes.
A opção que contém apenas encontros consonantais é:
Alternativas
Q3453175 Português
Coronel e fazendeiro são alvos de operação da PF contra grupo de extermínio


        A operação da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quarta-feira (28), contra integrantes do grupo investigado por monitorar e planejar assassinatos de autoridades do Supremo Tribunal Federal (STF), teve como alvo acusados de participar da morte do advogado Roberto Zampieri, em Cuiabá (MT), em dezembro de 2023.

          Ao todo, cinco pessoas estão presas. Outra quatro são investigadas e sendo monitoradas com tornozeleira eletrônica. A morte do advogado deflagrou a investigação sobre a venda de sentença nos tribunais do Mato Grosso e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Foi a partir disso que a polícia chegou ao grupo que se autodenominava “Comando C4” — sigla para Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos.

        Dos cinco alvos de prisão preventiva, três já estão presos desde janeiro de 2024, acusados pelo assassinato de Zampieri. São eles: Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas (coronel do Exército na reserva desde 2002, apontado como o financiador da execução do advogado), Hedilerson Fialho Martins (instrutor de tiro e apontado como intermediador) e Antônio Gomes da Silva (apontado como o homem que atirou em Zampieri).

     Nesta quarta-feira (28), também foram presos preventivamente outras duas pessoas: Aníbal Manoel Laurindo, fazendeiro apontado como mandante do assassinato de Zampieri. Ele chegou a ser preso por envolvimento no crime em março de 2024, mas foi solto no mesmo dia. E Gilberto Louzada da Silva, ele se identifica nas redes sociais como "consultor de segurança patrimonial" e "instrutor de tiro". Ele ainda se apresenta como sargento de infantaria do Exército entre 1985 e 1992".

       A operação da PF, autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), também teve como alvo a comerciante Salezia Maria Pereira de Oliveira, Davidson Esteves Nunes, José Geraldo Pinto Filho e o advogado Venites Komel Junior. Todos passaram a ser monitorados por uma tornozeleira eletrônica.

       Os nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin aparecem em anotações apreendidas pela Polícia Federal (PF). O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) também teve o nome encontrado nas anotações. Em nota, o ex-presidente do Senado disse que o caso é "estarrecedor".

      Segundo a investigação, o grupo C4 mantinha uma tabela com os preços cobrados para monitorar e assassinar autoridades. Os valores chegavam a R$ 250 mil. Se a vítima fosse um senador, o serviço custava R$ 150 mil; no caso de deputados, R$ 100 mil.

       As ações da PF são um desdobramento de um inquérito que tramita sob sigilo e que apura também a venda de sentenças judiciais envolvendo servidores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).

      A defesa do coronel Etevaldo Caçadini disse que, até o momento, “não foi encontrado qualquer elemento ilícito relacionado aos acusados nas buscas realizadas na capital mineira”. Os advogados também reiteraram a confiança nas instituições e reafirmaram “a convicção na inocência” do militar.

    Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército informou que o coronel Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, na reserva desde 2002, “se encontra preso preventivamente, à disposição da Justiça, em unidade do Exército Brasileiro na Guarnição de Cuiabá-MT”. A instituição acrescentou que acompanha as diligências e, quando solicitada, coopera com as autoridades competentes. No entanto, destacou que não se manifesta sobre processos conduzidos por outros órgãos.


Fonte: Coronel e fazendeiro são alvos de operação da PF contra grupo de extermínio | Blogs | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra não apresente dígrafo: 
Alternativas
Q3452280 Português
Ensino a distância no Brasil é uma pseudodemocratização, afirma professor da USP


    A recente regulamentação do ensino a distância (EaD) no país traz avanços, mas ainda não garante a qualidade necessária na formação universitária. O professor Daniel Cara, da Universidade de São Paulo (USP), ressalta que, embora a nova norma ajude a organizar o setor, ainda prioriza o lucro em vez da formação de qualidade.


    Cara argumenta que a educação de qualidade deve ser predominantemente presencial. Ele destaca que cursos como medicina, enfermagem, odontologia e licenciaturas necessitam de interação constante entre alunos, professores e práticas. A nova legislação limita o ensino remoto em áreas como saúde, psicologia e direito, exigindo que ao menos 20% das aulas sejam presenciais ou síncronas. Para o professor, esse é um avanço modesto, dado que anteriormente muitos cursos não exigiam aulas ao vivo.


    Ele expressa preocupação com a chamada democratização do ensino. Apesar de reconhecer que o EaD ampliou o acesso ao ensino superior, alerta que isso ocorreu em detrimento da qualidade das formações. Para Cara, muitos estudantes optam por EaD por necessidade, principalmente aqueles de contextos de vulnerabilidade, onde um diploma significa uma oportunidade no mercado de trabalho. No entanto, ele observa que muitos acabam enfrentando dificuldades após a conclusão do curso, em vez de encontrar melhores oportunidades.


    Cara também aponta que, embora haja exemplos de alunos bem-sucedidos em cursos a distância, esses casos são a exceção. Ele critica a valorização excessiva do certificado em detrimento do aprendizado efetivo.


    Além disso, o professor destaca o papel das instituições privadas na deterioração da qualidade do ensino superior. Segundo ele, muitas dessas instituições priorizam o lucro e não têm compromisso com a educação, resultando em um crescimento desordenado do setor. Ele afirmou que a nova regulamentação é um passo na direção certa, pois estabelece critérios mínimos para o funcionamento dos cursos EaD e exige que as instituições ofereçam infraestruturas adequadas, como polos presenciais com professores.


    Outra importante mudança foi a criação da categoria de cursos semipresenciais, que devem ter pelo menos 70% da carga horária presencial. O educador acredita que essa alteração pode impactar as margens de lucro das instituições, enviando um recado claro: a expansão do ensino deve ser feita de forma mais equilibrada, priorizando a qualidade.


    Cara afirma que é necessário um controle mais rigoroso das instituições privadas de ensino superior e considera que essa nova legislação é apenas o primeiro passo. Ele vê a educação superior como fundamental para o desenvolvimento do país e espera que as instituições cumpram o papel de oferecer a educação que o povo merece.


Fonte: Ensino à distância no Brasil é uma pseudodemocratização, afirma professor da USP | Folha do Noroeste
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo: 
Alternativas
Q3441120 Português
Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado.


    Um filhote de serpente naja, que estava desaparecido há mais de um mês, foi encontrado no Instituto Butantan nesta quinta-feira (06). O Instituto já tinha aberto uma investigação para apurar o caso e informou à CNN, em nota, que o animal foi localizado em um duto do Laboratório de Herpetologia do Instituto, na zona oeste de São Paulo.

    O local é frequentado apenas por profissionais e pesquisadores, portanto o fato não colocou visitantes em risco, de acordo com a instituição. Quando a cobra havia sumido, a fundação acreditava que a serpente tinha escapado pelo ralo interno do laboratório e, nos encanamentos, morrido. De qualquer forma, armadilhas foram colocadas para possível captura da fugitiva.

  A entidade também disponibilizou soro contra o veneno da serpente, caso fosse necessário. A substância liberada pelo animal pode levar à morte, caso não tratada imediatamente após a picada.

   A cobra foi encontrada viva e está recebendo os devidos cuidados pela equipe de pesquisadores do Butantan.


Fonte: Filhote de naja que tinha desparecido no Instituto Butantan é encontrado | CNN Brasil 
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo: 
Alternativas
Q3436038 Português
Assinale a alternativa que apresenta duas palavras com dígrafo:
Alternativas
Q3402209 Português
Qual alternativa apresenta, respectivamente, o dígrafo e a classificação do encontro vocálico presentes no vocábulo “exceção”.
Alternativas
Q3400813 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
Alternativas
Q3398435 Português
População de Rodeio (SC) é de 12.757 pessoas, aponta o Censo do IBGE


    A população da cidade de Rodeio (SC) chegou a 12.757 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 16,8% em comparação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


    Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.


     No estado de Santa Catarina, a população é de 7.609.601, o que representa um aumento de 21,78% quando comparado ao Censo anterior.


    No ranking de população dos municípios, Rodeio está:


- na 108ª colocação no estado;

- na 403ª colocação na região Sul;

- na 2.555ª colocação no Brasil.


    A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Rodeio tem uma densidade demográfica de 98,89 habitantes por km² e uma média de 2,7 moradores por residência.


O Censo


    O Censo é uma pesquisa realizada a cada 10 anos pelo IBGE; a anterior foi feita em 2010.


    O levantamento realiza uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira e permite traçar um perfil socioeconômico do país.


    A atual edição do Censo deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiada por conta da pandemia de Covid-19. Em 2021, houve um novo adiamento em razão da falta de recursos do governo.


    Além de saber exatamente qual o tamanho da população, o Censo visa obter dados sobre as características dos moradores — idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios, entre outras informações.


Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2023/06/28/populacao-de-rodeio-sc-e-de-12-757-pessoasaponta-o-censo-do-ibge.ghtml (adaptado).
Sobre a palavra "demográfica", analise as assertivas:

I. Apresenta um hiato.
II. É composta por cinco sílabas.
III. Contém um encontro consonantal.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3394902 Português

            O abacaxi é originário da Amazônia, em uma área que inclui o Brasil, a Colômbia, a Guiana e a Venezuela, onde foi domesticado pelos ameríndios há mais de 3 mil anos. Após o descobrimento da América, foi transformado em iguaria da realeza europeia e passou ______ ser oferecido como símbolo de hospitalidade _______ convidados nobres. Levado pelos navegantes portugueses e espanhóis, ganhou o mundo a partir do século XVI. O excelente sabor, o aroma e a presença da coroa lhe renderam _______ denominação de “rainha das frutas”. 



            É uma das frutas tropicais mais consumidas no mundo. O cultivo comercial no Brasil iniciou nas primeiras décadas do século XX, com destaque para as regiões Norte, Nordeste e Sudeste.



            Apesar de se situar entre os principais países produtores, o Brasil participa muito pouco nas exportações mundiais de abacaxi e derivados. O principal destino da produção brasileira é o mercado interno, notadamente na forma de frutas frescas. Grande parte da produção brasileira de abacaxi é de origem familiar.



            O abacaxi é rico em vitaminas, sais minerais e fibras, e apresenta em sua composição a enzima bromelina. Possui ação diurética, contribui para o bom funcionamento dos sistemas imunológico e intestinal e regula a atividade muscular do coração. A casca pode ser usada no preparo de chás, sucos e de uma espécie de bebida fermentada chamada aluá.



            É uma cultura de múltiplos usos. Os frutos são consumidos in natura ou processados. Da planta são obtidos materiais utilizados na confecção de tecidos para o vestuário e na produção de bioplástico para a indústria automobilística, entre outros. 


(Fonte: EMBRAPA. 2023 — adaptado.)

A palavra “obtidos”, sublinhada no último parágrafo, é, quanto à fonologia, um exemplo de palavra com:
Alternativas
Q3386314 Português

Aludindo-se a encontros consonantais, marque a alternativa indevida.  

Alternativas
Q3381143 Português
Nas palavras TUNGSTÊNICO, ABSORTO, QUENTE, GUARDIÃO e EXCEPCIONAL, temos:
Alternativas
Q3376217 Português

Os morangos

                                                                                                                                                                                        Rubem Alves


        Lá, muito longe, do outro lado do mundo, num país onde o sol aparece quando aqui as estrelinhas começam a piscar. Lá, quando as crianças vão para a cama, os seus pais lhes contam a seguinte história: 


        Um homem ia feliz pela floresta quando, de repente, ouviu um urro terrível. Era um leão. Ele teve muito medo e começou a correr. O medo era muito, a floresta era fechada. Ele não viu por onde ia e caiu num precipício. 


        No desespero agarrou-se a uma raiz de árvore, que saía da terra. Ali ficou, dependurado sobre o abismo. De repente olhou para a sua frente: na parede do precipício crescia um pezinho de morangos. Havia nele um moranguinho, gordo e vermelho, bem ao alcance da sua mão. Fascinado por aquele convite, para aquele momento, ele colheu carinhosamente o moranguinho, esquecido de tudo o mais. 


        E o comeu. Estava delicioso! Sorriu, então, de que na vida houvesse coisas tão belas. 

Marque a alternativa em que todas as palavras retiradas do texto possuem pelo menos um encontro consonantal. 
Alternativas
Q3369593 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Quem foi Frida Kahlo e __________ ela é tão famosa?

A artista mexicana começou a pintar após um acidente de ônibus e se tornou uma figura emblemática em todo o mundo.

Magdalena del Carmen Frida Kahlo Calderón nasceu na Cidade do México em 6 de julho de 1907 e se destacou na história por suas obras de arte e sua personalidade intransigente e cores vibrantes.

A vida da artista foi marcada pela dor física. Em 1913, ela contraiu poliomielite e, em 1925, sofre um acidente grave de ônibus. Esse acidente foi decisivo para sua carreira. Um bonde colidiu com o ônibus em que ela estava e, como resultado do impacto, ela teve a pelve perfurada e sofreu várias fraturas: coluna vertebral, clavícula, várias costelas e uma perna. Consequentemente ela ficou incapacitada de fazer muitos movimentos e teve que permanecer imóvel em sua cama para se recuperar. Esse período de repouso a inspirou a pintar: usando um espelho, ela começou a fazer autorretratos.

De acordo com a Secretaria de Educação Pública do México, Kahlo lutou, por meio de seu trabalho e vida cotidiana, para resgatar as raízes da arte popular mexicana. Ela faleceu em 13 de julho de 1954, aos 47 anos, e seu corpo foi velado no Palácio de Belas Artes mexicano.

De acordo com um artigo da Secretaria de Cultura do México, a artista “se tornou uma figura midiática e um emblema reivindicado por diversos movimentos sociais – como o da diversidade sexual, o feminismo e o das pessoas com deficiência – não apenas por seu trabalho artístico, mas também por sua vida intensa, obra e defesa de seus ideais”.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/05/quem-foi-frida-kahlo-e-por-que-ela-e-tao-famosa. Acesso em: 15 jan. 2025)
No texto, há um exemplo de encontro consonantal na palavra:
Alternativas
Q3369550 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
Assinale a alternativa em que há um encontro consonantal:
Alternativas
Q3369244 Português
A raposa e a cegonha


        Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha, com seu bico comprido, mal pôde tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.


       Assim que chegou, a raposa como ganhar dinheiro extra se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição. Enquanto ia andando para casa, faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro.”


MORAL DA HISTÓRIA: trate os outros tal como deseja ser tratado.


(https://www.revistaprosaversoearte.com/a-raposa-e-acegonha-uma-extraordinaria-fabula-de-esopo/)

Analise:


“Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso.”



Na palavra destacada, há a presença de um: 

Alternativas
Q3358016 Português

Distração ao volante 


Por Blog Dirigir Bem


(Disponível em: www.justos.com.br/blog/distracao-ao-volante – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta palavra com dígrafo. 
Alternativas
Respostas
161: E
162: A
163: C
164: B
165: C
166: B
167: E
168: B
169: B
170: D
171: C
172: C
173: C
174: D
175: B
176: B
177: D
178: C
179: A
180: D