Questões de Concurso Sobre encontros consonantais: dígrafos em português

Foram encontradas 1.026 questões

Q4007976 Português

Essa espécie tem um desenvolvimento muito rápido - em apenas horas após a fecundação, a maioria dos órgãos dele já funciona. Para ter ideia, um peixe cresce em um dia o equivalente ao que um embrião humano demora um mês.


Disponível em:(https://curtlink.com/wLo6rh7. Adaptado.)



Assinale a opção que contenha somente palavras com encontros consonantais. 

Alternativas
Q4005512 Português

Essa espécie tem um desenvolvimento muito rápido - em apenas horas após a fecundação, a maioria dos órgãos dele já funciona. Para ter ideia, um peixe cresce em um dia o equivalente ao que um embrião humano demora um mês.



Disponível em:(https://curtlink.com/wLo6rh7. Adaptado.)



Assinale a opção que contenha somente palavras com encontros consonantais. 

Alternativas
Q2674452 Português

A fonética é o estudo dos sons da fala e trata dos fonemas, da pronúncia correta das palavras, da exata acentuação tônica e da configuração gráfica ou a escrita correta das palavras, denominada ortografia.


Considere esse conceito e leia a tirinha.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.nsctotal.com.br/noticias/confira-a-tira-do-armandinho-desta-terca-feira-4>.


Avalie o que se informa acerca das palavras que compõem o texto da tirinha.


I – A palavra “extintas” deve ser acentuada, pois se trata de uma paroxítona terminada em “s”.

II – A expressão “preguiças-gigantes” foi grafada com hífen porque corresponde a um adjetivo composto.

III – O último quadrinho da tira traz alguns vocábulos formados por ditongo, dígrafo e encontro consonantal.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q2671317 Português

Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.

-

O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica

-

  1. Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
  2. Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
  3. Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
  4. Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
  5. de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
  6. desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
  7. suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
  8. Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
  9. matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
  10. mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
  11. de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
  12. a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
  13. manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
  14. No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
  15. e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
  16. atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
  17. do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
  18. diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
  19. estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
  20. iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
  21. no sistema de saúde.
  22. Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
  23. ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
  24. operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
  25. treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
  26. e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
  27. fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
  28. internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
  29. de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
  30. Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
  31. modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
  32. disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
  33. extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
  34. em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
  35. simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
  36. permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
  37. oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
  38. a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
  39. paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
  40. cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
  41. considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
  42. fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
  43. oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
  44. como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
  45. pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
  46. simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
  47. novo paradigma na educação cirúrgica.

-

(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –

texto especialmente adaptado para esta prova).

Assinale a alternativa que mostra uma palavra retirada do texto em que NÃO há encontro consonantal.

Alternativas
Q2575158 Português

Tipos de chás e seus benefícios


Equipe Editorial do Tua Saúde







(Disponível em: https://www.tuasaude.com/tipos-de-cha-e-seus-beneficios/ - texto adaptado especialmente para esta prova.) 

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que contém dígrafo. 
Alternativas
Q2573053 Português







(Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-saude-da-escola – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica palavra que tenha o mesmo número de dígrafos do vocábulo “envelhecimento”.
Alternativas
Q2573051 Português







(Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-saude-da-escola – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “vulnerabilidades”, analise as assertivas a seguir:


I. Trata-se de palavra oxítona formada por 7 sílabas.

II. A palavra foi formada por derivação sufixal.

III. Não há a presença de dígrafos na palavra.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2398924 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.


É verdade que, sem as abelhas, não existiria mais vida no planeta Terra?


Você gosta de morango? E de abobrinha? E de pepino, maracujá, tomate e kiwi? Esses alimentos parecem aleatórios, mas dividem uma particularidade muito interessante: sem as abelhas, eles não existiriam. Inclusive, sem as abelhas, nem nós estaríamos aqui para contar a história. Isso é, realmente, verdade?

Depende. O planeta Terra talvez continuasse fazendo parte da Via Láctea, mas não seria mais habitado por humanos e por muitos seres vivos. Fred Crema, especialista em vida selvagem do Projeto Araciara, explica que, se as abelhas acabarem, em cerca de dois anos não existirá mais ser humano. Afinal, sem abelhas, não há polinização; sem polinização, não há plantas; sem plantas, não há alimentos; sem alimentos, não há animais; sem alimentos e animais, não há homem.

Existe por volta de 308 mil espécies de plantas no mundo, sendo que 87% delas precisa de um intermediário, ou seja, de um ser vivo para que sua reprodução aconteça. As abelhas são responsáveis por 78% dessa intermediação, sendo que morcegos, borboletas, beija-flores, besouros e outros polinizadores ficam encarregados dos outros 22%.

Sem contar que algumas abelhas são responsáveis por polinizações específicas. Por exemplo, as da espécie Euglossa polinizam as orquídeas. E, caso você não saiba, a baunilha é uma orquídea, logo, sem a Euglossa, não teríamos aquele extrato natural aromático que colocamos em bolos.

Hoje, são três as principais ameaças para as abelhas: os agrotóxicos, o fumacê e as queimadas. Fred explica que os agrotóxicos são jogados nas plantações e, quando as abelhas polinizam as flores, acabam levando a substância consigo para "casa" e matando a colmeia inteira. O mesmo acontece com o fumacê, que mata as abelhas envenenadas. Com relação às queimadas, muitas se instalam em troncos de árvores e têm suas colmeias destruídas pelo fogo.

"Cerca de 350 espécies de abelhas são brasileiras, como aquela popularmente conhecida como 'abelhinha de cabelo'. Aquela abelha amarela e preta, a mais famosa, é euro-africana e chegou ao Brasil por um erro", conta o especialista do Projeto Araciara, que visa a proteção das abelhas nativas do Brasil.

Segundo Fred, há algumas maneiras de combatermos a extinção desse inseto essencial para a vida terrestre. A primeira e mais simples é plantando flores. "Quanto mais flor tiver, melhor, pois significa mais alimento para as abelhas".



(Disponível em: É verdade que, sem as abelhas, não existiria mais vida no planeta Terra?(msn.com). Adaptado.)

'O planeta Terra talvez continuasse fazendo parte da Via Láctea'.


É CORRETO afirmar que o vocábulo:

Alternativas
Q2238316 Português




E . Z https:/gauchazh.clcrbs.com.bridonnainoticia/2010/01/moacyr-soliar-os-tempos-da-vida-cipmingso0009 icngzfpênib.htmi> (adaptado)

Analise as palavras “preserva” — “chamada” — “páginas" e as afirmações que seguem.
I - Todas as palavras possuem o mesmo número de letras e de fonemas. II - Todas as palavras são trissílabas. III - Na palavra “preserva”, há um encontro consonantal imperfeito.
Das afirmativas acima, qual(is) está(ão) correta(s)? 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Historiador |
Q2211220 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.



(FRASESDECRIANÇA. Não Mistura. Instagram: @frasesdecrianca. Disponível em: https://instagram.com/frasesdecriancas. Acesso em: 26 jan. 2022)
Da resposta da garotinha, depreende-se que o h, na língua portuguesa, não representa um som, por isso:
Alternativas
Q2170640 Português
Ossos de neandertal reforçam ideia de que espécie enterrava seus mortos

A descoberta mostra um complexo ritual fúnebre, e contraria a antiga ideia de que nossos ancestrais extintos eram burros e primitivos.

Por Bruno Carbinatto

A prática de enterrar mortos é inerentemente humana. Nenhuma outra espécie conhecida pratica esse costume - apesar de algumas possuírem comportamentos equivalentes a um velório. Mas talvez nem sempre tenha sido assim. Alguns pesquisadores acreditam que os neandertais, um tipo de hominídeo ancestral já extinto, também realizavam enterros. E, agora, novos restos de um neandertal, encontrados em 2019, parecem fortalecer essa ideia.

É a primeira vez em 10 anos em que uma ossada de neandertal é encontrada - e o primeiro achado do século em que o esqueleto está articulado, ou seja, os ossos ainda estão nas suas posições originais. Eles foram escavados na Caverna de Shanidar, que fica na região do Curdistão no Iraque, e consistem em um tronco, um crânio amassado e ossos de uma mão esquerda. Técnicas de datação iniciais apontam que o indivíduo, cujo sexo ainda não foi definido, viveu há cerca de 70 mil anos e morreu como um adulto de meia-idade, ou talvez até mais velho. Os resultados foram publicados na revista Antiquity.

Algumas pistas indicam que o corpo foi enterrado propositalmente: havia uma pedra triangular perto do crânio, que poderia ter sido um apoio de cabeça ou um marcador do local da cova; sua mão estava colocada debaixo da cabeça, como se fosse um travesseiro, e os sedimentos que cobriam seu corpo tinham características a aparência diferentes dos que estavam embaixo dele.

Não é a primeira vez que uma descoberta indica que os neandertais provavelmente enterravam seus mortos. Na verdade, as pesquisas que moldaram essa ideia aconteceram exatamente no mesmo local décadas atrás. Nos anos 1950 e 1960, o arqueólogo Ralph Solecki realizou uma série de escavações na Caverna de Shanidar e encontrou dez ossadas de homens, mulheres e crianças neandertais.

Na época, Solecki afirmou que havia várias informações na caverna que podiam mudar a forma que pensávamos sobre os costumes dos nossos extintos parentes. Primeiro: quatro corpos encontrados pareciam ter sido enterrados juntos e propositalmente próximos, como se houvesse algum tipo de padrão ou organização - características típicas de um ritual fúnebre. Segundo, os restos de um dos homens neandertais indicavam que, em vida, ele havia sobrevivido à várias lesões, era surdo e parcialmente cego. Mesmo assim, ele havia vivido até a vida adulta - provavelmente com a ajuda de outros neandertais, um sinal de compaixão e cooperação.

Mas talvez a descoberta mais polêmica foi a de indícios de pólen ao redor do corpo de um deles. Segundo a equipe de Solecki, isso indicava que flores haviam sido colocadas junto com o corpo na hora do enterro - um comportamento muito parecido com o de humanos modernos.

Um estudo posterior, no entanto, sugeriu que a presença de pólen na região poderia ser fruto de contaminação de animais que levaram as flores para lá. O mistério ainda permanece.

As ideias de Solecki causaram bastante polêmica na época em que foram publicadas. Isso porque, por muito tempo, neandertais foram considerados por cientistas como inferior aos humanos, mais burros e primitivos - "sub-humanos". Argumentar que a espécie possuía rituais de luto complexos e relações sofisticadas ia contra essa ideia dominante. Hoje em dia, a ciência já trabalha com a hipótese de neandertais sendo tão inteligentes quantos os Homo sapiens.

Desde as descobertas de Solecki, a caverna se tornou um sítio icônico para a arqueologia. Mas passaram-se décadas até que ela fosse estudada novamente. Em 2011, o governo curdo da região convidou arqueólogos britânicos para escavar o local. A pesquisa iria começar em 2014, mas foi adiada por conta da ação do grupo terrorista ISIS na região. Em 2016, os pesquisadores Graeme Barker e Emma Pomeroy, da Universidade de Cambridge, finalmente começaram as novas escavações. A equipe não procurava por mais restos mortais - eles só pensavam em estudar os sedimentos da caverna. Mas, nos três anos de escavação, os restos do Shanizar-Z, como foi apelidado o neandertal, apareceram de surpresa.

Os restos estavam abaixo do nível em que os neandertais do século 20 foram encontrados, mas os pesquisadores não conseguiram determinar ainda se eles tinham alguma relação ou estavam separados pelo tempo, possivelmente até por séculos. Agora, a equipe pretende fazer análises extras em laboratório, incluindo exames de DNA, para responder essa e outras dúvidas sobre o Shanizar-Z.

Não se sabe se os neandertais desenvolveram o hábito de enterrar mortos por si só ou se aprenderam com os humanos, que já realizam essa prática há, pelo menos, 100 mil anos, segundo algumas estimativas. A segunda opção é uma boa possibilidade, porque sabemos que Homo sapiens e Homo neanderthalensis já ocuparam os mesmos locais e até procriaram entre si.
Há a presença de dígrafo na palavra:
Alternativas
Q2119110 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


O que a Geração Z quer do trabalho? E por que saber isso é decisivo para o Brasil


Há uma equação a ser respondida urgentemente no Brasil. O que a Geração Z, nascidos entre 1997 e 2012, quer do trabalho? Apesar de o recorte geracional trazer de uma criança de 10 anos a um jovem adulto de 25, o tema será melhor afinado se ficarmos entre 16 e 25 anos. Inclui aqueles que saem do Ensino Médio até os que concluíram a universidade e entraram no mercado de trabalho. Em resumo: o que costumamos chamar de força produtiva, a próxima geração a ocupar os espaços profissionais e a construir os índices de riqueza e crescimento do país. No Brasil, representam 15% da população, cerca de 31 milhões de pessoas.

Conhecer profundamente esse contingente será decisivo num momento em que as transformações tecnológicas aceleram, em especial com avanços massivos em três grandes áreas: o 5G, a computação em nuvem e as soluções de Inteligência Artificial. Empregos e carreiras desaparecerão ou estarão sob soluções computacionais e robóticas. Por outro lado, novas habilidades comportamentais serão exigidas nas vagas ocupadas pelas pessoas.

Por isso, será decisivo estudar, conhecer e enxergar as expectativas dessa geração. Só com esse tipo de informação, poderemos debater políticas educacionais e profissionais que prevejam gargalos e escassez no médio prazo. Nos Estados Unidos, a National Society of High School Scholars realiza, sistematicamente, uma pesquisa para compreender jovens nessa faixa etária. No levantamento deste ano, 11,4 mil estudantes opinaram - 72% concluem o Ensino Médio entre este ano e os próximos dois. Os resultados levam a um perfil que, em termos produtivos, traz ingredientes que não eram decisivos para gerações anteriores. São respostas que valem ouro a empresas de ponta, porque são cruciais na atração e, especialmente, na manutenção de talentos.

De acordo com os autores da pesquisa, pode-se dizer que a Geração Z traz quatro pilares que aparecem o tempo inteiro nas respostas: desejo de equidade para todos, interesse crescente pelas áreas de saúde e carreiras de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, afeição pela aprendizagem e a ansiedade para viver um mundo pós-Covid. A questão da equidade, um clássico problema brasileiro, alastrou-se também pelos Estados Unidos, em especial após a crise imobiliária de 2008. Mais de um quinto (22%) disseram que as próprias experiências com desigualdade influenciaram na escolha da carreira, afirma o documento.

Para enfrentar o problema, eles acreditam que o papel de responsabilidade social e forma de impactar o mundo positivamente está nas áreas de direitos humanos, justiça social, saúde e inovação tecnológica. Curiosamente, a tecnologia será essencial nos campos do direito e da saúde. E, aqui, está a maior pista para empresas e recrutadores: trata-se de uma geração que chega ao mercado esperando mais que sucesso, oportunidades e desafios. Eles querem, também, flexibilidade de jornada, ambientes acolhedores e, especialmente, uma causa e um propósito. 


(Disponível em: O que a Geração Z quer do trabalho? E por que saber isso é decisivo para o Brasil (msn.com). Adaptado.)

O tema será melhor afinado se ficarmos entre 16 e 25 anos.

Assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q2066956 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras tem encontro consonantal.
Alternativas
Q2019489 Português
Entenda como a escrita pode ajudar no processo de tratamento de doenças

    Escrita terapêutica consiste em escrever livremente sobre pensamentos, sentimentos e situações, estimulando a criatividade e resolução de conflitos. Fazer listas de supermercado, anotar as tarefas da semana, colocar no papel os prós e contras diante de uma situação embaraçosa. Escrever pode tornar a rotina mais simples, otimizar processos de trabalho e ajudar a resolver problemas que parecem um grande quebra-cabeça.
    A lista de benefícios é longa e ainda conta com mais um item: o terapêutico. A escrita também pode ser utilizada como método complementar que permite ampliar a qualidade de vida de pacientes em tratamento contra o câncer, doenças cardiovasculares ou neurodegenerativas. Experiências difíceis transformadas em linguagem falada ou escrita podem aliviar os sentimentos angustiantes de quem está passando pela difícil vivência de uma doença grave.
   “A escrita terapêutica consiste em escrever livremente sobre seus pensamentos, sentimentos e situações. Não existe uma forma única correta, e o processo deve ser natural e do melhor jeito que possa expressar seus conteúdos. A prática estimula a criatividade, no sentido de resolução dos nossos conflitos e problemas. O processo de escrever sobre nossos conteúdos possibilita nos organizarmos, entendermos e nos aceitarmos melhor, além de trazer alívio minimizando sentimentos e emoções desconfortáveis”, afirma o psicólogo clínico Ricardo Milito, diretor científico do Instituto Bem do Estar.
     O especialista afirma que a escrita terapêutica contribui para o processo de autoconhecimento, que pode abrir caminho para mudanças no estilo de vida e melhorias para a saúde mental.
   “Uma das melhores maneiras de praticar o autoconhecimento é escrever sobre suas emoções, pensamentos e indagações, colocar para fora seus problemas e sentimentos disfuncionais e também suas reflexões sobre a vida. Quando escrevemos o que pensamos, sentimos e como agimos fica mais fácil termos consciência e avaliarmos tudo isso”, diz.
   Escritos ao longo do tratamento de doenças potencialmente fatais, três diários de pacientes e familiares que conseguiram se recuperar compõem o livro “Diário de uma angústia”, da editora Máquina de Livros, lançado neste mês.
    Os relatos são do jornalista Mauro Ventura, que teve um acidente vascular cerebral (AVC) aos 31 anos, da também jornalista Luciana Medeiros, que fez transplante de medula, e do médico e psiquiatra Fernando Boigues, que acompanhou a filha enfrentando um tumor cerebral aos 26 anos.
     Os autores afirmam que a ideia do livro surgiu em 2018, durante um evento na área de saúde no qual Mauro Ventura falou sobre a experiência do AVC, ao lado do pai, o jornalista Zuenir Ventura. Ao comentar que havia escrito um diário durante sua internação, um dos médicos presentes, Fernando Boigues, contou que havia feito o mesmo, mas durante a internação da sua filha Fernanda. A partir desse encontro, Mauro convidou para o livro Luciana Medeiros, que também havia escrito um diário durante o transplante de medula para tratar um linfoma de Manto.
   Embora semelhantes no formato e no propósito, os diários foram originalmente escritos em suportes diferentes: de Fernando, num caderno escolar, de Luciana, num blog, e de Mauro, em papéis soltos. Na primeira parte do livro, encontram-se os três relatos – “O livro da Nanda” (Fernando Boigues), “Diário do Manto” (Luciana Medeiros) e “Notas de uma mente em desalinho” (Mauro Ventura) – e a apresentação de Andrew Solomon, autor de best-sellers mundiais como “O demônio do meio-dia – Uma anatomia da depressão” e “Longe da árvore”.
    “Este livro se propõe a explicar como recuperar uma mente saudável quando seu corpo decepcionou você. É um guia para o seu espírito, que mostra como lidar com a lacuna traiçoeira entre um corpo sob ataque e uma mente triunfante. E uma mente triunfante muitas vezes serve não apenas para se curar, mas também para ajudar o corpo que ela ocupa”, escreve Solomon na apresentação do livro.
     Na segunda parte, a obra traz depoimentos de oito profissionais de saúde sobre a importância da comunicação com os pacientes e a humanização da medicina. São relatos de Margareth Dalcolmo (pneumologista), Christian Dunker (psicanalista), Lorraine Veran (médica clínica e paliativista), Luiz Roberto Londres (cardiologista) Margaret Waddington Binder (psicanalista e psicossomaticista), Mauro Fantini (biomédico, professor e palhaço), Ivan Santana (neurocirurgião) e Chrystina Barros (especialista em gestão de saúde).
      “Na prática médica, quem dá o diagnóstico não somos nós, é o doente; é o que ele nos narra”, afirma em seu depoimento a pneumologista Margareth Dalcolmo, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. À CNN, a pesquisadora em gestão de saúde Chrystina Barros conta que descobriu um câncer de mama durante a pandemia de Covid-19. “Tive a felicidade de contribuir com esse projeto para além do meu papel enquanto profissional, contando um pouquinho da minha vivência enquanto paciente de, no meio da pandemia, descobrir um câncer de mama. O que para alguns pode ser uma ironia do destino, por que eu trabalhei por mais de sete anos com oncologia, recebi como um presente por que eu pude navegar por toda a minha linha de cuidado, ter toda a assistência de uma outra perspectiva, ao mesmo tempo que mais facilitada”, afirma.
     Chrystina afirma que, apesar dos relatos marcantes presentes na obra, a mensagem principal dos autores é de esperança. “Eu sabia o que estava acontecendo e isso tudo, sem dúvida nenhuma, me impulsionou para buscar saber sobre felicidade, que é exatamente o outro ponto depois que a gente vive angústias e sofrimentos, é exatamente a emoção que a gente busca e que espera ter no saldo da vida. É um livro que expõe em muito do sentimento, da fragilidade e dos papeis que a gente pode ter enquanto paciente, família e profissional, mas todos nós em nossa humanidade. Essa é a grande contribuição para falarmos de angústia, mas deixando uma mensagem positiva”, completa.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-como-a-escritapode-ajudar-no-processo-de-tratamento-de-doencas/

Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo:
Alternativas
Q2019018 Português
Mais de 6 mil filhotes de tartarugas são soltos no Peru para repovoar a Amazônia

    Animais são das espécies tracajá, tartaruga-da-amazônia e cágado-de-barbicha, que estão ameaçadas. No processo, ovos ficam incubados artificialmente por 60 dias, até a eclosão. Mais de 6 mil filhotes de três espécies ameaçadas de tartarugas foram devolvidas à natureza progressivamente, em lagos e lagoas da Amazônia peruana, para colaborar com seu repovoamento, informou um órgão do governo local chamado Serviço Nacional de Áreas Naturais Protegidas (Sernanp).
   "No total, liberamos em lagos e rios da Amazônia 6.142 filhotes de tartarugas das espécies tracajá, tartaruga-da-amazônia e cágado-de-barbicha que estão ameaçadas na Amazônia", disse à AFP Gustavo Montoya, diretor do Parque Nacional Cordilheira Azul. "Com a liberação destas espécies em risco será possível repovoar lagoas e rios da Amazônia", acrescentou ele.
    Os animais foram liberados recentemente no Cushabatay e Shaypaya, afluentes do rio Ucayali, um dos principais do Peru. A tartaruga tracajá (Podocnemis unifilis) mede entre 30 e 40 cm de comprimento em sua fase adulta. A tartaruga-da-amazônia (Podonecmis expansa) tem, em média 1 metro. Já o cágado-de-barbicha (Phrynops geoffroanus) alcança de 25 a 30 cm.
    O Sernanp destacou que o número de filhotes liberados em 2022 representa mais de 70% do número de filhotes de quelônios aquáticos soltos em 2021, que foi de 4.424 filhotes.
    Segundo Montoya, o trabalho de repovoamento consiste em coletar e selecionar os ovos e transferi-los das praias naturais dos rios amazônicos para as praias artificiais que o Sernanp prepara em uma zona de segurança. Lá, os ovos ficam incubados artificialmente por 60 dias, até a eclosão.
     O Parque Nacional Cordilheira Azul fica na área de transição entre a selva alta e a planície amazônica entre os rios Huallaga e Ucayali, nas regiões de San Martín, Loreto, Ucayali e Huánuco. O parque tem área de 1,3 milhão de hectares e abriga 280 espécies de aves e 71 mamíferos.

Fonte: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2022/10/29/mais-de-6- mil-filhotes-de-tartarugas-sao-soltos-no-peru-para-repovoar-a-amazoniaveja-fotos.ghtml 
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo: 
Alternativas
Q1958812 Português
Irã volta a impedir entrada de mulheres em jogos de futebol 

Por France Presse





Disponível em:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/03/30/ira-voltaa-impedir-entrada-de-mulheres-em-jogos-de-futebol.ghtml.
Acesso em 20/06/2022. Adaptado.
Ocorrem encontros consonantais em todas as palavras na sequência:
Alternativas
Q1958274 Português

Peixe estranho associado à lenda de atrair tsunami é capturado no Chile



Um peixe estranho de seis metros que os nativos associam à crença da chegada de tsunami, terremoto ou ciclone foi capturado na costa de Arica, no Chile, na manhã de segunda-feira, segundo o La Nación. O animal, chamado de peixe-remo, é incomum na região.


Segundo o IFOP (Instituto de Desenvolvimento Pesqueiro), ele pertence a uma classe de peixes com ossos grandes e costumam viver entre 200 e 500 metros de profundidade, mas já foram encontrados a 1000 metros.


O pesquisador do IFOP, Gonzalo Muñoz, disse que esses peixes têm bocas salientes e pequenas, barbatana dorsal avermelhada e uma pele viscosa de cor prateada sem escamas.


Segundo o La Nación, o peixe está associado a uma lenda popular japonesa que diz que ele vivia nas profundezas de uma ilha no Japão; quando subia à superfície, causava terremotos. Ele também era chamado de "mensageiro" do palácio do deus do mar.


O mito ressurgiu em 2011, quando apareceu um tsunami na ilha de Honshu, na costa do Pacífico. Antes dessa catástrofe, peixes-remo não eram avistados na costa, mas após esse episódio, começaram a aparecer. 


 A ciência ainda não confirmou essas crenças populares e os pesquisadores do IFOP coletaram amostras do peixe para analisar o porquê de ele ter aparecido na costa.



(Disponível em: Peixe estranho associado a lenda de atrair tsunami é capturado no Chile (msn.com). Adaptado.)

Peixe estranho associado à lenda de atrair tsunami é capturado no Chile.

É evidente perceber a presença de dígrafos nos seguintes vocábulos:
Alternativas
Q1956696 Português
Vinte e dois migrantes do Mali morrem em
naufrágio na costa da Líbia


   Vinte e dois migrantes, todos procedentes do Mali, morreram em um naufrágio na costa da Líbia, informaram as Nações Unidas nesta terça-feira (5), citando testemunhos de sobreviventes, que indicaram que houve mortos por afogamento e desidratação.
   Os sobreviventes são 61. Eles foram resgatados pela Guarda Costeira líbia e levados de volta ao continente, disse a Organização Internacional para as Migrações (OIM), que faz parte da ONU. O bote onde estavam os imigrantes ficou 9 dias no mar.
   Os migrantes embarcaram na cidade líbia de Zuwara, perto da fronteira com a Tunísia, cerca de 01h (20h em Brasília) em 22 de junho, disse Safa Msehli, porta-voz da OIM. "Depois de nove dias no mar, foram resgatados pelos guarda-costas líbios", acrescentou. No sábado retornaram à terra. "Segundo os sobreviventes, 22 migrantes, todos do Mali, morreram na travessia. Reportaram como causas de morte o afogamento e a desidratação. Entre os mortos há três crianças", indicou Msehli.
   Msehli disse que alguns dos migrantes estavam em péssimas condições de saúde e foram transferidos para hospitais pela OIM. Os demais foram levados ao centro de detenção Al Maya, assinalou. A Líbia se transformou em uma rota-chave para a migração irregular à Europa nos anos caóticos desde a queda e morte do ditador Muammar Kadafi em um levante apoiado pela Otan em 2011. 

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/07/05/vinte-e-dois-migrantesdo-mali-morrem-em-naufragio-na-costa-da-libia.ghtml 
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO apresente dígrafo: 
Alternativas
Q1956388 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 



Microplásticos estão em nossos corpos. Quanto eles nos prejudicam?


Por Laura Parker



Dentro dos vocábulos que seguem, todos retirados do texto, assinale aquele em que ocorre dois dígrafos consonantais, de modo que o número de fonemas seja menor que o número de letras. 
Alternativas
Q1956300 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo, consulte-o quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


O que é a ansiedade climática e como os jovens podem ................?


Por Richard Schiffman


Considere os seguintes vocábulos retirados do texto: climáticas, mundo, humana, extremamente e as afirmações subsequentes:

I. Todos os vocábulos têm o mesmo número de letras e de fonemas. II. Apenas uma palavra tem o mesmo número de fonemas e de letras. III. Em apenas dois vocábulos, ocorre dígrafo vocálico.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Respostas
441: C
442: B
443: B
444: D
445: D
446: C
447: E
448: C
449: D
450: E
451: A
452: D
453: C
454: B
455: B
456: D
457: A
458: E
459: E
460: D