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Questões de Concurso Sobre emprego do hífen em português

Foram encontradas 1.110 questões

Q2507432 Português
Sobre as normas gramaticais da Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo:

I. As palavras “recém-casado” e “mal-sucedido” estão corretas quanto à utilização do hífen.
II. O acento gráfico em “pé” se dá pela regra das oxítonas.
III. A palavra “íris” é acentuada conforma a regra das paroxítonas.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2499046 Português
O que são os manguezais e por que é importante conservá-los

         Os manguezais estão na lista dos mais produtivos ecossistemas do mundo, de acordo com especialistas. Segundo a Convenção de Ramsar (Convenção sobre as Áreas Úmidas de Importância Internacional), os ecossistemas de mangue são únicos, raros e extremamente ricos em biodiversidade. Com espécies da flora, fauna e até solo exclusivos, esse ambiente, quando gerenciado de forma sustentável, tem um papel importante na mitigação das mudanças climáticas, na proteção de zonas costeiras e na subsistência de milhões de pessoas.
           Entretanto, segundo a Unesco, as áreas úmidas estão desaparecendo três a cinco vezes mais rápido do que as outras florestas no mundo, trazendo sérios impactos ecológicos e socioeconômicos. O órgão estima que a cobertura de mangue global foi reduzida à metade da área original nos últimos 40 anos.

O que são os manguezais

       A bióloga Marta Vannucci, uma das pioneiras em estudos oceanográficos no Brasil e responsável por mais de 100 publicações científicas sobre os mangues, descreve as florestas desse ecossistema como “grandiosas, únicas e maravilhosas”. “Não há, como nas outras florestas, chão sobre o qual andar. Durante a maré cheia, a floresta está inundada e, quando a maré recua, deixa atrás de si um emaranhado caótico de raízes de todo tipo, recobertos por mucilagem, liquens e algas que crescem também sobre os galhos e emergem do lodo, onde é possível afundar-se até os joelhos, se houver espaço suficiente para apoiar os pés”, escreve ela.
       Trata-se de um lugar que funciona como uma transição do meio marinho para o terrestre, comumente encontrado em regiões tropicais e subtropicais onde a vida é controlada pelo ritmo das marés.
         Por serem donos de características tão específicas, os manguezais abrigam espécies únicas, como algumas adaptadas para ambientes com água salobra (onde a salinidade é maior que nos rios e menor que no mar).
        Árvores típicas do ecossistema, os mangues propriamente ditos chamam atenção por suas raízes, que ficam expostas acima do solo lodoso e formam redes complexas capazes de sustentar os altos troncos e as copas cheias.

Onde encontramos ecossistemas de mangue

         Os manguezais colonizam os litorais de 123 nações e territórios pelo mundo, segundo a Unesco. Entretanto, eles ainda são considerados ecossistemas raros, já que representam menos de 1% das florestas tropicais e menos de 0,4% das superfícies florestais do planeta.
        Ainda que espalhados por todo o mundo, apenas um punhado de países abriga mais de 70% dos manguezais do planeta.
      Só no Brasil, de acordo com o levantamento do Atlas dos Manguezais do Brasil, lançado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em 2018, existem aproximadamente 14 mil km² de florestas de mangue ao longo do litoral. Isso coloca o país como o segundo com a maior extensão de manguezais no mundo, com 12% do total, atrás apenas da Indonésia.

Por que os manguezais são importantes

    Com toda essa biodiversidade, os manguezais também são responsáveis por inúmeros serviços ecossistêmicos, que beneficiam tanto os seres humanos quanto as demais espécies que os habitam. A importância dos manguezais vai desde a proteção de costas e controle climático até a reprodução de espécies.
     “O emaranhado de raízes e o solo rico em nutrientes formam um excelente berçário para muitos animais, principalmente marinhos, que vivem nas raízes submersas quando jovens e seguem para o mar aberto depois de adultos”, explica Aburto.
     “Por exemplo, entre as espécies de interesse comercial, a tainha, o linguado, a sardinha e o mero são altamente dependentes do manguezal para a manutenção de suas populações", diz Monica Tognella, da Ufes.
     Outro serviço prestado é a redução da vulnerabilidade de zonas costeiras a perigos naturais. “[O manguezal] impede a erosão das costas e protege qualquer infraestrutura, sejam casas, hotéis, ou outros empreendimentos, porque consegue barrar a força das ondas e de tempestades”, diz Aburto.
       Segundo a Unesco, uma faixa de 500 metros de mangues consegue diminuir a altura das ondas que chegam ao litoral em 50 a 99%.
       Em relação ao controle climático, os manguezais também são importantes sequestradores de carbono. “Eles sequestram CO2 da atmosfera 50 vezes mais rápido do que qualquer outra árvore, e o armazenam no solo em uma quantidade que pode ser até cinco vezes maior do que qualquer outra floresta”, diz Aburto. Dados da Unesco mostram que um hectare de bosque de mangues é capaz de armazenar 3.754 toneladas de carbono, o equivalente ao emitido por 2.650 carros em um ano. “É por isso que os manguezais têm sido considerados os grandes super-heróis que podem nos ajudar a combater as mudanças climáticas”, afirma o explorador.
       O Atlas dos Manguezais do Brasil reforça que eles também impactam na sobrevivência humana no dia a dia. O documento informa que, aproximadamente 120 milhões de pessoas em todo o mundo vivem a pelo menos 10 quilômetros de distância de áreas significativas de mangue, se beneficiando deles de diversas formas, como com a pesca e extração de produtos florestais, a obtenção de água potável e a proteção contra erosão e eventos climáticos extremos. O Atlas também menciona que os manguezais são importantes para a recreação e o turismo, além de serem importantes para religiões populares.

Ameaças aos manguezais

      A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) alerta para os danos aos manguezais causados por extração predatória de lenha e alimentos (caranguejos, lagostas, peixes, camarões, etc.); retirada da vegetação nativa para culturas agrícolas – como arroz, cana-de-açúcar, palmeiras (extração de óleo de palma); e construção de estradas, imóveis e grandes empreendimentos turísticos. “A agricultura e a criação de animais, principalmente a cultura de camarão, são os principais problemas, porque entram em conflito com as áreas de manguezais, causando o desmatamento”, explica Aburto.
       Segundo o IUCN, nos últimos 20 anos, o mundo perdeu 36% dos seus manguezais. Só no Brasil, de acordo com o Atlas, 25% das florestas de mangue foram destruídas desde o começo do século 20. A situação é particularmente grave nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil, que apresentam um alto nível de fragmentação – estimativas recentes sugerem que cerca de 40% do que um dia foi uma extensão contínua de manguezais já não existe mais.

Como ajudar na conservação de manguezais

    “O primeiro passo é saber mais sobre eles”, diz Aburto. Segundo ele, por ser um ambiente que ocorre em poucas áreas do planeta, há quem não saiba da sua existência, o que dificulta ações coletivas de conservação. “Muitas pessoas consomem produtos que vêm ou dependem dos manguezais, mas nunca ouviram falar desse ecossistema. Como se protege algo que não se conhece?”
    Para a professora Monica Tognella, “devemos construir um diálogo entre os estudos científicos que mostram como os ambientes intactos são mais benéficos do que a retirada dos bosques de mangue, influenciando esforços coletivos para a conservação."
     Outras ações possíveis para proteger os manguezais, segundo os especialistas, estão ligadas ao consumo consciente. “Saber da onde vem e como são produzidos os alimentos que consumimos, por exemplo, é um meio de proteger esses ecossistemas, considerando que a produção de camarão e óleo de palma para alimentação é uma das principais causas do desmatamento dos mangues”, diz Aburto. “Exigir produções mais sustentáveis e que empreendimentos, como grandes hotéis, não destruam áreas de mangue também são ações que cidadãos comuns podem se comprometer.”
    “Compartilhar e se informar sobre o valor dos manguezais para os humanos e o meio ambiente", diz Aburto, "é uma forma de promover, cada vez mais, sua proteção e o uso sustentável."

Adaptado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-
ambiente/2022/07/o-que-sao-os-manguezais-e-por-que-e-
importante-conserva-los Acesso em: 25/03/24
 
“O Atlas dos Manguezais do Brasil reforça que eles também impactam na sobrevivência humana no dia a dia.” A expressão em destaque deixou de ser ligada por hífen no último Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa. O mesmo não ocorreu com o termo grifado em “arroz, cana-de-açúcar, palmeiras”, que continua sendo escrito com hífen. Isso se justifica porque emprega-se o hífen:
Alternativas
Q2498998 Português
O ASSALTO

Carlos Drummond de Andrade

Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la. Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa. Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar. Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas.
Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando!
— Já sei. A tal dondoca loira.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!
— Vai ver que está caçando é marido.
— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
— Sangue nada, é tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular. Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam gravemente feridas. Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões apinhados de moradores, que gritavam:
— Pega! Pega! Correu pra lá!
— Olha ela ali!
— É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído. Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso?
— Olha, um menino tocando matraca! E a gente com dor-de-barriga, pensando que era metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que sorveteu na multidão. A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro assalto!

“Foi um deitar-no-chão geral”


“E a gente com dor-de-barriga” 


Conforme o Acordo Ortográfico vigente:

Alternativas
Q2496377 Português
Em relação à ortografia, conforme descreve Bechara, analise as assertivas que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A ortografia é o sistema de representação convencional de uma língua na sua vertente falada. A este sistema de representação de cada palavra só se leva em conta critérios fonéticos.
( ) O alfabeto português consta fundamentalmente de 26 letras.
( ) A letra H não é propriamente consoante, mas um símbolo que, em razão da etimologia e da tradição escrita de nosso idioma, se conserva no princípio de várias palavras e no fim de algumas interjeições. No interior do vocábulo, só se emprega em dois casos: quando faz parte do “ch”, do “lh” e do “nh”, que representam fonemas palatais, e nos compostos em que o segundo elemento com “h” inicial etimológico, se une ao primeiro por meio de hífen.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2495993 Português
Leia o texto a seguir:


 Cansado depois de uma reunião online? Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-deuma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
De acordo com a ortografia padrão vigente, a palavra VIDEOCONFERÊNCIA é grafada sem hífen. Também é grafada sem hífen a palavra:
Alternativas
Q2494772 Português
Qual alternativa apresenta o desvio de norma-padrão do trecho abaixo? 

Maya Angelou, escritora norte americana, dedicou um de seus livros a sua mãe, Vivian Baxter. As duas têm uma bela, porém conflitante, história, que é contada por Angelou de forma íntima, fazendo parte de mais uma de suas autobiografias.
Alternativas
Q2494698 Português
De acordo com as normas gramaticais, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

Ontem precisei ir ao ________ com meu filho. Ele bateu a cabeça, e pensei que ele teria sangramento __________. Precisou de cirurgia e agora está no __________.
Alternativas
Q2494413 Português
Assinale a alternativa em que o hífen foi corretamente utilizado.
Alternativas
Q2494043 Português
“O português, assim como outras línguas neolatinas, apresenta acento gráfico. Toda palavra da língua portuguesa de duas ou mais sílabas possui uma sílaba tônica. Observe as sílabas tônicas das palavras arte, gentil, táxi e mocotó. Você constatou que a tonicidade recai sobre a sílaba inicial em arte, a final em gentil, a inicial em táxi e a final em mocotó. Além disso, notou que a sílaba tônica nem sempre recebe acento gráfico. Portanto, todas as palavras com duas ou mais sílabas terão acento tônico, mas nem sempre terão acento gráfico. A tonicidade está para a oralidade (fala) assim como o acento gráfico está para a escrita (grafia).”
(Disponível em: https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/nocoes-gramaticais/acentuacao-grafica/.)


A respeito do período acima e seus conhecimentos acerca da língua portuguesa, é incorreto afirmar que
Alternativas
Q2491763 Português

Julgue o item subsequente.


Com relação ao hífen, usa-se esse sinal gráfico também em compostos que perderam, em certa medida, a noção de composição, como em: gira-sol; madre-silva; manda chuva, para-quedas, para-quedista, dentre outros vocábulos.

Alternativas
Q2491669 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

A morte da atenção

         Em 9 de janeiro de 2007, às 10h da manhã, um Steve Jobs saudável subiu ao palco do Moscone Center: “Vamos fazer história hoje”, disse. O Iphone decolou, vieram os aplicativos, redes sociais, o Android, a massificação. Hoje, 6,4 bilhões de pessoas têm um smartphone – superando com folga o saneamento básico, que chega a 4,4 bilhões. É bizarro, mas até que tem seu nexo: o instinto humano de encontrar algo interessante, e prestar atenção àquilo, é tão primal quanto as necessidades fisiológicas. A internet móvel saciou, finalmente, esse desejo. Passamos a ter acesso a um fluxo constante e quase infinito de informações novas.
        Ao mesmo tempo, foram aparecendo sinais de que algo não andava bem. A média de atenção humana, segundo um estudo da Microsoft, havia regredido para míseros oito segundos – um a menos do que o peixe-dourado, uma espécie ornamental de aquário, que é capaz de focar num estímulo visual por nove segundos. Essa informação, de 2017, correu o mundo e foi replicada em milhões de páginas da internet.
          Só havia um problema: o tal estudo (que não era da Microsoft) não apresentava nenhuma prova. A notícia era claramente absurda. Mas isso não impediu que se espalhasse, inquestionada, por todos os cantos. Simplesmente porque ninguém havia se dado ao trabalho de prestar atenção ao que estava lendo.
         O papo de oito segundos é mito, mas a atenção humana está caindo, sim. Há hoje todas as formas possíveis de informação e entretenimento. Isso é ótimo, mas também tem consequências ruins. Está cada vez mais difícil focar em algo. Qual foi a última coisa que chamou a sua atenção na internet hoje? Você lembra? É bem possível que não: olhou aquilo por tão pouco tempo que o seu cérebro nem chegou a formar uma memória.

Super Interessante, ed. 456, out. 2023, p.22-23. Adaptado
A palavra “peixe-dourado” é hifenizada, porque o Novo Acordo Ortográfico estabeleceu que “só se ligam por hífen os elementos das palavras compostas em que se mantém a noção da composição” (Cunha & Cintra, 2010, p.80).
A esse respeito, a sequência correta de palavras grafadas de acordo com a ortografia oficial é indicada em 
Alternativas
Q2489877 Português

Leia o texto a seguir:


Tradução de Libras: pernambucanos são finalistas em evento internacional


Projeto foi o único latino-americano a chegar à etapa e passou cinco anos em desenvolvimento. Entenda como funciona



    Pernambucanos criaram um tradutor simultâneo de Libras que se consagrou finalista do South By Southwest 2024 (SXSW), o maior evento de tecnologia e inovação do mundo. O projeto foi o único latino-americano a chegar à etapa.

    O evento aconteceu no Texas, Estados Unidos, entre os dias 9 e 11 de março. A comunidade global explorou projetos transformadores de diversas categorias durante os três dias.

    A iniciativa concorreu na categoria Inteligência Artificial (IA) e foi desenvolvida no Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar).

    A equipe multidisciplinar era composta por mais de 80 profissionais e o projeto passou cinco anos em desenvolvimento com apoio financeiro de US$ 4 milhões, vindo da empresa Lenovo. 

    Desenvolvedores, designers, cientistas de dados, intérpretes de Libras, linguistas e pesquisadores de IA trabalharam para que a ferramenta se tornasse uma realidade.

    “A gente desenvolveu a tecnologia de inteligência artificial por trás da função e um Dataset, um conjunto de dados que representa um dicionário de libras da língua brasileira de sinais, que é algo que não existia ainda”, afirmou o gerente sênior de ciência de dados do Cesar, Vitor Casadei, em entrevista à Folha de Pernambuco.

    O sistema possui uma ferramenta de reconhecimento de imagem que identifica a mensagem em Libras que está sendo passada. O conteúdo pode ser traduzido tanto em áudio quanto em texto.

    É previsto que o projeto esteja disponível até o fim do ano no site da Lenovo, para suporte. Além disso, o objetivo é expandir para a tradução em outros idiomas.

    Outros quatro projetos criados nos Estados Unidos participaram na mesma categoria dos pernambucanos. No entanto, quem levou o título de vencedor foi uma plataforma de pesquisa em saúde habilitada por IA, oferecendo dados para o tratamento e a prevenção de doenças.

    “É interessante que um projeto de acessibilidade esteja nesta categoria de inteligência artificial e neste contexto, porque além da gente dar mais visibilidade para as pessoas com deficiência, a gente está ajudando a comunidade surda”, reforçou Vitor Casadei à Folha de Pernambuco.


Fonte: https://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2024/03/20/traducao-de-libras-pernambucanos-sao-finalistas-em-evento-internacional.html. Acesso em 06/04/2024



A palavra LATINO-AMERICANO é um adjetivo composto, formado por duas partes ligadas por hífen. De acordo com a ortografia oficial, também é ligada por hífen a palavra:
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Q2486959 Português
A impontualidade do amor



       Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

      Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?

       Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retratos e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

       O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

      O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

       A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.


(Martha Medeiros. Refletir para refletir.)
No trecho “Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retratos [...]” (3º§), temos o emprego do hífen unindo os termos. Assinale, a seguir, a palavra que está corretamente grafada com este sinal gráfico. 
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Q2475393 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3


Se as palavras tivessem sempre um sentido óbvio e único, não haveria literatura, não haveria mal-entendido e controvérsia. Se as palavras tivessem sempre o mesmo sentido e se indicassem diretamente as coisas nomeadas, como seria possível a mentira? É por isso que o poeta Fernando Pessoa, em versos famosos, escreveu: 

O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor,

A dor que deveras sente.

O poeta é um “finge-dor”, e seu fingimento — isto é, sua criação artística — é tão profundo e tão constitutivo de seu ser de porta, que ele finge — isto é, transforma em poema, em obra de arte — a dor que deveras ou de verdade sente.


CHAUI, M. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 96-97.

O processo de formação de palavras da nossa Língua Portuguesa conta com o recurso do uso do hífen. A propósito, no texto aparece a expressão “mal-entendido”, que está grafada corretamente porque deve haver hífen
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Q2475344 Português
A importância da educação e conscientização no combate à violência feminina


       No contexto atual, é alarmante constatar que muitas mulheres ainda desconheçam os diferentes tipos de violência feminina perpetrados contra elas. Essa falta de conhecimento não apenas contribui para a perpetuação do ciclo de abuso, mas também as impede de buscar ajuda e se proteger adequadamente. Dentro dessa realidade preocupante, destacam-se diversos tipos de violência feminina, cada um com suas características e impactos específicos.

     A violência física, por exemplo, manifesta-se através de agressões diretas como socos, chutes e empurrões, deixando marcas visíveis e emocionais profundas. Já a violência psicológica, talvez menos evidente, é igualmente devastadora, minando a autoestima e o bem-estar emocional da vítima por meio de humilhações, xingamentos e ameaças constantes.

       A violência sexual é outra forma de agressão que merece atenção especial. Ela engloba qualquer tipo de abuso, coerção ou intimidação sexual não consentida, deixando cicatrizes emocionais que muitas vezes perduram por toda a vida. Enquanto isso, a violência patrimonial é uma realidade cruel na qual a vítima é submetida ao controle abusivo de seus bens e recursos financeiros, limitando sua independência e liberdade.

    Por fim, a violência moral, muitas vezes subestimada, também causa danos significativos ao expor a intimidade da mulher, difamando-a publicamente e comprometendo sua dignidade e reputação.

        Para combater essa falta de conhecimento e conscientizar as mulheres sobre seus direitos e formas de se protegerem, é fundamental implementar programas educacionais desde cedo, principalmente nas escolas. Educar crianças e adolescentes sobre respeito, igualdade de gênero e prevenção da violência é essencial para criar uma sociedade mais justa e igualitária.

      As escolas desempenham um papel fundamental nesse processo, pois são espaços privilegiados para a disseminação de conhecimento e valores. Ao incluir em suas grades curriculares conteúdos relacionados à violência de gênero, as escolas contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes e engajados na luta contra a violência feminina. Além disso, é importante que as instituições de ensino ofereçam espaços seguros e acolhedores onde os alunos possam discutir abertamente questões relacionadas à violência de gênero, esclarecer dúvidas e buscar apoio em casos de violência.

       Além disso, é crucial que o papel da mulher como mãe seja valorizado e discutido dentro das famílias. Conversas abertas sobre questões relacionadas à violência de gênero e o ensino aos filhos sobre o respeito e a valorização das mulheres desde cedo são eficazes na promoção de mudanças culturais e comportamentais.

       Outra medida importante é a adoção de políticas mais rigorosas pelas plataformas digitais, que devem coibir publicações agressivas ou que promovam a violência contra as mulheres. A fiscalização rigorosa nessas plataformas pode ajudar a prevenir a disseminação de discursos de ódio e a proteger as mulheres do assédio online.

       As plataformas digitais têm uma visibilidade ampla e a capacidade de disseminar informações rapidamente. Portanto, é essencial que utilizemos essas ferramentas de forma responsável e ética, promovendo a conscientização e o combate à violência feminina em todas as esferas da sociedade.

     É essencial que a sociedade se una para garantir que essas leis sejam implementadas efetivamente e que as mulheres tenham acesso à informação, justiça e proteção necessárias para viverem livres de violência.


(Advogado Paulo Meira Passos, Diretor-Chefe da Meira Passos Advogados e Advogado da Comissão da OAB-MG. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/. Acesso em: fevereiro de 2024.)
Algumas palavras podem apresentar dúvida em relação ao registro de acordo com a ortografia oficial. Em “Já a violência psicológica, talvez menos evidente, é igualmente devastadora, minando a autoestima e o bem-estar emocional da vítima por meio de humilhações, xingamentos e ameaças constantes.” (2º§), observa-se o emprego e registro correto de vocábulo em que o uso do hífen é evidenciado. Indique, a seguir, a alternativa que apresenta INCORREÇÃO de acordo com a norma padrão da língua. 
Alternativas
Q2469534 Português
Mindfulness

                                                                                                                   Por Equipe Hospital Israelita Albert Einstein



(Disponível em: vidasaudavel.einstein.br/5-vantagens-do-mindfulness-e-um-passo-a-passo-para-pratica-lo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual palavra está corretamente grafada com hífen, assim como “bem-estar”? 
Alternativas
Q2469358 Português
Leia o texto a seguir:


5 problemas que atrapalham a comunicação escrita


A gestão e o engajamento são mediados pela linguagem o tempo todo, e isso exige senso de responsabilidade na hora de escrever



Mensagens surgem de todas as telas. Apps de mensagem, ferramentas de gestão remota, e-mails de trabalho, newsletters, e-books, posts nas redes sociais. Segundo uma pesquisa de 2018 da Adobe, profissionais de escritório nos EUA gastavam uma média de 3,1 horas por dia em e-mail de trabalho. Isso em 2018, imagine agora em 2022.


Diante de tantos textos,é natural que surjam mil e uma fórmulas para escrever textos de sucesso, centenas de dicas de como melhorar sua escrita. Muitas delas focadas em contextos específicos: conquistar ou fidelizar clientes, aumentar engajamento nas redes sociais, vender produtos e serviços, construir e consolidar marcas.


E, como observadora, aprendiz, pesquisadora e professora, sigo acompanhando as mudanças dos canais na linguagem e seus efeitos em profissionais nas mais diversas empresas. O que percebo é que gatilhos e fórmulas podem ser úteis em alguns contextos sim e, claro, gerar muitos negócios. Mas ainda temos uma longa caminhada para aprimorar os textos que circulam nas organizações, especialmente as mensagens rotineiras, que constroem ou corroem, dia a dia, a confiança e o engajamento nas equipes.


Ainda são incontáveis os textos prolixos, com linguagem inadequada e imprecisos; inúmeros “oks” que podem significar “aprovado”, “lido” ou “faz o que achar melhor”; recados no chat com apenas “oi, tudo bem”, que aguardam resposta para revelar o real motivo do contato; e-mails sem cordialidade, objetivo ou prazos.


Curioso é que há quem ainda acredite que os problemas dos textos cotidianos são erros ortográficos, problemas de regência e concordância. Antes fosse…


Os problemas, na realidade, decorrem de:



1. Pressa


2. Sobrecarga de trabalho


3. Automatismo ao escrever


4. Desconexão com as pessoas envolvidas na interação (mesmo que remota)


5. Desatenção ao impacto da comunicação nas relações e na reputação profissional e corporativa


Talvez não seja possível resolver esse cenário de infoxicação e sobrecarga. Mas uma mudança de mindset pode ser muito útil: encare os inúmeros textos cotidianos como parte integrante e determinante do trabalho. A liderança, a gestão de processos e o engajamento das equipes são mediados pela linguagem o tempo todo, por isso, ter esse senso de responsabilidade pelo que e como escrever muda bastante a perspectiva diante das mensagens.


Experimente investir um minuto a mais antes de começar uma mensagem e antes de apertar o botão enviar. Eu sei que parece ser perda de tempo ou até impossível achar um minuto que não existe na sua agenda. Só que o retorno sobre o investimento é grandioso. Menos retrabalho e conflitos desnecessários, mais precisão e assertividade.


Não é uma fórmula matemática, porque o contexto está sempre ali para nos surpreender e nosso olhar pode estar sempre mais atento a pequenos grandes detalhes no uso das palavras. Mas pode ser um passo e tanto para navegar pelo oceano de mensagens infindáveis que tanto dizem sobre quem somos, sobre como nos relacionamos e sobre a empresa que representamos.


Sigo observando, aprendendo, linguista e curiosa que sou. E você?



Vivian Rio Stella
Doutora em Linguística pela Unicamp



Fonte: https://vocerh.abril.com.br/coluna/vivan-rio-stella/5-problemas-queatrapalham-a-comunicacao-escrita. Acesso em: 16 jan. 2024.
“Mas ainda temos uma longa caminhada para aprimorar os textos que circulam nas organizações, especialmente as mensagens rotineiras, que constroem ou corroem, dia a dia, a confiança e o engajamento nas equipes”. No texto, a expressão “dia a dia” foi grafada sem hífen. Isso ocorreu porque:
Alternativas
Q2467905 Português
Analise as assertivas que seguem, conforme preconiza Cegalla, sobre o uso de sinais diacríticos que se colocam sobre, sob ou através de uma letra para alterar a sua realização fonética, isto é, o seu som, ou marcar qualquer outra característica linguística, tais como o til, o apóstrofo e o hífen, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.

( ) Dentre outras funções, emprega-se o hífen em palavras compostas cujos elementos conservam sua autonomia fonética e acentuação própria, mas perderam sua significação individual para constituir uma unidade semântica, um conceito único, como, por exemplo, guarda-chuva.
( ) Não se emprega o apóstrofo na palavra ‘pra’ – forma reduzida da preposição ‘para’.
( ) Emprega-se o til sobre as letras a, e, i, o, u para indicar a sua nasalização. 

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2467904 Português
De acordo com os estudos de Cegalla, analise as assertivas que seguem sobre ortografia:
I. Em português utilizam-se, na expressão escrita, letras, sinais discríticos e sinais de pontuação. O sistema ortográfico que está vigente é o de 1989, elaborado em virtude de necessidades apresentadas pela comunicação dentro do espaço geográfico brasileiro.
II. O novo Acordo Ortográfico teve como principal objetivo a unificação ortográfica da Língua Portuguesa falada na comunidade lusófona.
III. Para os brasileiros, as alterações ortográficas introduzidas na língua pelo novo sistema são superficiais, visto que se restringem ao uso dos sinais diacríticos (acentos gráficos, trema, hífen, apóstrofo).

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2467553 Português

Julgue o item subsequente.


O Hífen é utilizado para unir palavras compostas e com derivação prefixal. Ex: “micro-ondas”, “anti-inflamatório”, “anti-herói” e “dia-a-dia”.

Alternativas
Respostas
341: B
342: C
343: C
344: D
345: B
346: C
347: B
348: B
349: D
350: E
351: C
352: C
353: A
354: A
355: D
356: B
357: D
358: B
359: D
360: E