Questões de Concurso Sobre denotação e conotação em português

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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2022 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q1911787 Português
Leia o texto para responder à questão.

   Aspas têm sido úteis no decorrer da minha vida e, imagino, na de inúmeras pessoas também. Na escola, ao usá-las pela primeira vez numa redação, provoquei até emoção na professora. Ganhei elogios. Coisa de que nunca se esquece.
   Utilizar aspas em uma palavra ou expressão não significa perdão ou redenção. É falso, também, dizer que amenizam o próprio conteúdo ou o impacto dessas expressões. Ao contrário, todo pensamento escrito, sinalizado ou falado “entre aspas” vale mais ainda, e por duas razões.
   Primeiro: usar aspas é uma escolha consciente. Não decidimos abrir aspas pela ameaça de um revólver na cabeça, por chantagem emocional ou financeira. Palavras e expressões entre aspas são selecionadas com autonomia e independência e, assim, refletem e registram opiniões e intenções.
   Segundo, ao usar aspas, a pessoa faz uma denúncia de si mesma. Algo do inconsciente humano vive precisamente entre o abre aspas e o fecha aspas. Ao utilizá-las, revelamos um pouquinho do que habitualmente escondemos ou contamos só pela metade, devagarinho, de modo a ir calibrando a reação da sociedade, de quem amamos, de qualquer pessoa ou grupo que nos afete.
   Apenas nos últimos dias ecoou dentro de mim um alerta sobre o uso das aspas, pois me dei conta de que esse sinal gráfico em forma de pequenas alças – como as aspas são descritas nos dicionários – é de uso arriscado, enganoso e potencialmente danoso. Seu uso, hoje deduzo, não é tão inofensivo.

(Cláudia Werneck. Aspas nunca mais. www1.folha.uol.com.br, 08.09.2021. Adaptado)
Um vocábulo empregado em sentido figurado está destacado em: 
Alternativas
Q1909367 Português

Com relação às ideias e aos sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir. 


O neologismo “‘bandeirantemente’” (linha 19) descreve, em linguagem conotativa, o pioneirismo de Mário de Andrade como modernista brasileiro e sua preferência por não se apresentar simplesmente como um artista regido pelos ideais futuristas de Marinetti, e sim por ideais libertários. 

Alternativas
Q1909094 Português
   Antes de responder à questão, leia o artigo a seguir, de autoria do escritor amazonense Márcio Souza. Foi publicado no jornal “A Crítica” de 14/01/2007, na seção “Crônica de domingo”, numa coluna cujo título era “Mormaço”.

   Sim, caros leitores, há uma coisa maravilhosa nesta terra que ninguém até hoje foi capaz de conspurcar. É o rio Negro, a quem Manaus pertence, mas não domina. Somos todos filhos deste rio poderoso, caudatário de civilizações e muito maior que nossa urbe maltratada e orgulhosa. A cidade lança detritos e esgotos nas águas escuras e de lá vem a água que nos serve. De vez em quando ele se faz presente e invade a cidade sem pedir licença. O rio Negro é o nosso portento
   Mergulhar nas águas desse rio tinto é como regressar à placenta materna. Nós, os nativos, sabemos disso há séculos. Eis porque, ao longo das margens, há tanta gente a banhar-se, o que não é tão natural no Madeira, ou Nhamundá, ou Trombetas, muito menos nas solenes águas barrentas do Amazonas.
   O afluente magno do Rio-Mar, que expressa o seu orgulho numa recusa teimosa em ter suas águas misturadas, por muitas e muitas milhas náuticas, correnteza abaixo. É o rio Negro que nasce dos mistérios minerais das cordilheiras guianenses e desliza-se turbilhonando em corredeiras vertiginosas, em diagonal ao subcontinente, para confrontar-se com o rio do Rei Salomão (Solimões) e formar o rio máximo Amazonas. Rio de origem de tantos povos, elo de união deste mundo com outras dimensões, o rio Negro é um traço de união geográfico a plasmar culturas.
   Talvez seja difícil para as psicologias de litoral marítimo, como é a psicologia brasileira, compreender o que significa ser ribeirinho, ser filho dos rios poderosos da Amazônia e crescer numa cultura baseada no ciclo das águas. Esta dificuldade dos litorâneos, provocada pelas vertigens marinheiras, faz com que se busque igualar um rio ao outro, como se tudo fosse a mesma coisa, a mesma correnteza, a mesma água e a mesmice dos rios em seu leito. Mas a capacidade de inventar dos rios é infinita, e somente a observação detalhada é capaz de dar conta de tanta diversidade.
   É por isso que alguns rios se tornam eixos históricos, referenciais da experiência humana: berços civilizatórios. O mar é vasto demais e convida à dispersão, inimiga do processo civilizador. Há, assim, os fulcros civilizatórios do Nilo, do Mississipi, do Reno, do Volga... e, no grande planeta dos rios que é a Amazônia, a linha sinuosa do rio Negro em seu testemunho permanente de tantas civilizações que ali se cruzaram, se hostilizaram e se esvaíram no tempo, porque de todos os rios do vale amazônico o Negro é o mais especial, único.
   Nos tempos heroicos, antes dos europeus, suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas. Nações de milhares de habitantes, como a brava nação Muhra, viviam na boca do rio Negro, dominando as várzeas férteis e os campos de terra firme que se estendem entre a margem esquerda, a campina de Manacapuru, até as alagadiças barrancas do Careiro e Cambixe. Os Muhras, durante séculos, foram os senhores daquelas paragens, súditos do reino do encontro das águas. Mais acima, no médio Amazonas, os gentis Baré, os Passé e os famosos Manaú. E no alto rio Negro, após as corredeiras letais, o reino do grande tuxaua Buopé e sua amada Kukuy.
   No próximo domingo, enquanto o centro de Manaus se enche de imundos carrinhos de churrascos (ó Oswaldo Cruz, em que mundo te escondes de vergonha?) e as autoridades cruzam os braços, vamos continuar falando do rio Negro, o nosso rio amado.
Sobre o texto de Márcio Souza, leia as afirmativas a seguir:

I. Em determinado(s) trecho(s), o rio Negro aparece personificado, constituindo isso uma figura de linguagem denominada prosopopeia.
II. Observa-se conotação no seguinte trecho: “suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas”.
III. No início do terceiro parágrafo, a oração principal não apresenta sequência após a oração adjetiva explicativa.
IV. Uma ideia do texto é que, quem nasce à beira-mar, tem dificuldade para entender o modo de vida de populações ribeirinhas.
V. O rio Negro, em virtude de em suas margens terem surgido civilizações indígenas, não é menos importante que rios como o Nilo, no Egito.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1908042 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa na qual haja o emprego de linguagem figurada.
Alternativas
Q1906880 Português
A bula de um remédio trazia a seguinte instrução:

“Tomar dois comprimidos após as refeições.”

Essa instrução significa que o comprador deve tomar
Alternativas
Q1905114 Português

Texto para o item.


Ana Holanda. Tudo bem errar. In: Viva Saúde, ano

15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).



Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.


Os sentidos do texto seriam alterados se, na linha 11, a palavra “certa” fosse deslocada para imediatamente depois de “dose”.

Alternativas
Q1904948 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.


Assinale a alternativa na qual NÃO haja o emprego de linguagem figurada.
Alternativas
Q1904089 Português

Leia a tirinha a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Nessa tirinha, há uma crítica à figura do ser humano em relação a seu comportamento no trânsito. Tal crítica se estabelece por meio do(da): 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCC Órgão: PGE-AM Prova: FCC - 2022 - PGE-AM - Assistente Procuratorial |
Q1903214 Português

Atenção: Leia o trecho do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão.



Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice (2º parágrafo).

nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. (2º parágrafo).

Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. (2º parágrafo).


Os termos sublinhados acima estão empregados, respectivamente, em sentido

Alternativas
Q1899535 Português
Assinale a frase publicitária que não se utiliza de um duplo sentido.
Alternativas
Q1899533 Português
Em muitas frases estabelecemos comparações entre elementos do texto, tanto de forma objetiva como se forma figurada. Assinale a frase abaixo que não exemplifica qualquer tipo de comparação. 
Alternativas
Q1899513 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder à questão que a ele se refere. 



Considere o trecho: “O que eu vim fazer aqui?” (Linha 1) O termo “aqui” se refere, denotativamente,
Alternativas
Q1898979 Português
Assinale o enunciado que expressa uma linguagem figurada:
Alternativas
Q1896660 Português
Instrução: Leia o texto 3 a seguir e responda à questão que a ele se refere.

Texto 3  




Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/tecnologia-que-agiliza/. Acesso em 25 out. 2021. 

Imagem associada para resolução da questão



Imagem associada para resolução da questão



Sobre o Texto 3, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q1896659 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere. Texto 2
Imagem associada para resolução da questão Fonte: https://www.google.com.br/search?q=tiras +redes+sociais&tbm. Acesso em 25 out. 2021. 


Sobre os recursos linguísticos que compõem o Texto 2, analise os itens que se seguem.

I. Linguagem denotativa e conotativa.
II. Registro formal e registro informal.
III. Frase nominal e frase verbal.
IV. Linguagem verbal e não verbal.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q1896653 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 1



Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/quando-nao-e-voce-que-esta-usando-a-tecnologia-e-ela-que-esta-usando-voce/. Acesso em: 15 out. 2021. Adaptado.
Considere o trecho: “O que eu vim fazer aqui?” (Linha 1)
O termo “aqui” se refere, denotativamente, 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: COTEC Órgão: IPREB - MG Prova: COTEC - 2022 - IPREB-MG - Contador |
Q1896639 Português
INSTRUÇÃO: Leia a crônica a seguir para responder à questão.

TEXTO 01 



Fonte: LISPECTOR, Clarice. As três experiências. In: LISPECTOR, Clarice. Todas as crônicas. São Paulo: Editora Rocco, 2018. 
Assinale o enunciado que expressa uma linguagem figurada:
Alternativas
Q1888821 Português
Texto para a questão

Brasil dividido em dois

Por Mirian Endo, em 17 de Dezembro de 2021.

De um lado, verde-amarelo, do outro, vermelho. Ou isso ou aquilo. Não há espaço “em cima do muro” ou para a ponderação entre argumentos. O cenário político se reduziu a uma dualidade de opiniões.

Há algum tempo, um comentário em uma postagem sobre política em um perfil em uma rede social na Internet me levou ao fim de uma amizade de longa data. Uma amiga discutiu intensamente comigo por não concordar com a minha opinião. Eu fiquei triste e lamentei a situação, pois sei que não se trata de um caso isolado.

Este acirramento de ânimo presente no dia a dia dos brasileiros só mostra o quão profunda é a autocrítica que cada uma das partes envolvidas tem para fazer. Parte desse problema vem da dificuldade em reconhecer o outro. Para muitas pessoas, o outro existe desde que se subordine ao nosso padrão.

Por que vivenciamos o atual clima de tensão na política, nas redes sociais e em outros meios? Certamente não tenho uma resposta final para essa questão. Me parece, no entanto, que dois fatores contribuem em alguma medida para esse cenário. 

Primeiramente, é evidente que as pessoas têm acesso a mais informações de forma quase instantânea. Existem câmeras e smartfones em todos os lugares, prontos para registrar o exato momento em que qualquer pessoa faz algo errado. Esse ambiente de constante vigília que deixaria George Orwell impressionado parece ter criado nas pessoas uma ideia de que todos fazem algo errado em algum momento. Ou, se preferir, todos são suspeitos.

Sim! Todos são suspeitos em um mundo repleto de câmeras. Isso certamente cria em nós uma crise de identidade e reduz o nosso interesse por manter debates amigáveis e construtivos.

O segundo fator está relacionado às redes sociais. O acesso às redes sociais é um aspecto de empoderamento, pois nos permite falar para um público e, eventualmente, sermos louvados por isso. Com um celular em mãos, podemos opinar, criticar, apontar defeitos, divulgar notícias – até mesmo falsas notícias – levantar bandeiras e defender pontos de vista.

O que aconteceria se todos tivessem acesso a esse grande poder de comunicação? Bem, basta pegar seu aparelho celular e conferir as inúmeras opiniões rudes, pouco sensatas, imorais ou apresentadas sem qualquer respeito ao próximo que inundam a Internet diariamente.

Ao término dessa breve reflexão, uma pergunta é inevitável: podemos ter esperanças de que tempos melhores virão?
Leia o texto 'Brasil dividido em dois' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A autora procura expor por meio do seu texto a sua incerteza sobre o futuro, especialmente em relação à capacidade das pessoas em conduzirem debates coerentes, amigáveis e baseados no respeito ao próximo.
II. No texto, a autora afirma que não há espaço “em cima do muro”, ou seja, ela expõe a sua percepção de que os debates sobre temas sensíveis – como a política – têm levado as pessoas a defenderem perspectivas antagônicas sem considerarem a possibilidade de acordos ou de alternativas consensuais.
III. No trecho “Eu fiquei triste e lamentei a situação, pois sei que não se trata de um caso isolado”, a autora utiliza a linguagem conotativa para expor ao leitor um sentimento e, ao mesmo tempo, declarar sua insatisfação com a atitude de uma amiga.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1886878 Português

A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:

Adaptado de: MORENO, C. Despiorando. Disponível em: . Acesso em: 26 nov. 2021.

Considere as seguintes afirmações sobre a passagem nosso idioma é verdadeira máquina de criar palavras novas. Como um gigantesco Lego (as peças são os radicais, os prefixos e os sufixos) (l. 16-18).

I - O autor do texto faz uso de expressões com sentido figurado.

II - O autor do texto faz uso de estruturas comparativas.

III - O autor do texto faz uso de palavras com sentido pejorativo. Quais estão corretas? 
Alternativas
Q1886745 Português

Leia o texto, para responder à questão. 



      Malandro, preguiçoso, astuto e dado a ser fanfarrão: eis a figura do Arlequim. Sedutor, ele tenta roubar a namorada do Pierrot, a Colombina.


      Ele seduz porque é esperto (mais do que inteligente), ressentido (como quase todos nós), cheio de alegria (como desejamos) e repleto de uma vivacidade que aprendemos a admirar na ficção, ainda que um pouco cansativa na vida real. Como em todas as festas, admiramos o palhaço e, nem por isso, desejamos tê-lo sempre em casa.


      Toda escola tem arlequim entre alunos e professores. Todo escritório tem o grande “clown”. Há, ao menos, um tio arlequinal por família. Pense: virá a sua cabeça aquele homem ou mulher sempre divertido, apto a explorar as contradições do sistema a seu favor e, por fim, repleto de piadas maliciosas e ligeiramente canalhas. São sempre ricos em gestos de mímica, grandes contadores de causos e, a rigor, personagens permanentes. Importante: o divertido encenador de pantomimas necessita do palco compartilhado com algum Pierrot. Sem a figura triste do último, inexiste a alegria do primeiro. Em toda cena doméstica, ocorrem diálogos de personagens polarizadas, isso faz parte da dinâmica da peça mais clássica que você vive toda semana: “almoço em família”. 


      O Arlequim é engraçado porque tem a liberdade que o mal confere a quem não sofre com as algemas do decoro. Aqui vem uma maldade extra: ele nos perdoa dos nossos males por ser, publicamente, pior do que todos nós. Na prática, ele nos autoriza a pensar mal, ironizar, fofocar e a vestir todas as carapuças passivo-agressivas porque o faz sem culpa. O Arlequim é um lugar quentinho para aninhar os ódios e dores que eu carrego, envergonhado. Funciona como uma transferência de culpa que absolve meus pecadilhos por ser um réu confesso da arte de humilhar.


      Você aprendeu na infância que é feio rir dos outros quando caem e que devemos evitar falar dos defeitos alheios. A boa educação dialogou de forma complexa com nossa sedução pela dor alheia. O que explicaria o trânsito lento para contemplar um acidente, o consumo de notícias de escândalos de famosos e os risos com “videocassetadas”? Nossos pequenos monstrinhos interiores, reprimidos duramente pelos bons costumes da aparência social, podem receber ligeira alforria em casos de desgraça alheia e da presença de um “arlequim”. Os seres do mal saem, riem, alegram-se com a dor alheia, acompanham a piada e a humilhação que não seria permitida a eles pelo hospedeiro e, tranquilos, voltam a dormir na alma de cada um até a próxima chamada externa.


      Olhar a perversidade do Arlequim é um desafio. A mirada frontal e direta tem um pouco do poder paralisante de uma Medusa. Ali está quem eu abomino e, ali, estou eu, meu inimigo e meu clone, o que eu temo e aquilo que atrai meu desejo. Ser alguém “do bem” é conseguir lidar com nossos próprios demônios como única chance de mantê-los sob controle. Quando não consigo, há uma chance de eu apoiar todo Arlequim externo para diminuir o peso dos meus.


      O autoconhecimento esvazia o humor agressivo dos outros. Esta é minha esperança.


(Leandro Karnal, A sedução do Arlequim. O Estado de S.Paulo, 26.12.2021. Adaptado)

O enunciado do texto que se expressa unicamente com palavras em sentido próprio é: 
Alternativas
Respostas
1061: E
1062: C
1063: E
1064: A
1065: B
1066: C
1067: A
1068: B
1069: C
1070: C
1071: D
1072: C
1073: B
1074: B
1075: E
1076: C
1077: B
1078: C
1079: D
1080: B