Questões de Concurso
Sobre crase em português
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Ainda no que se refere ao correto uso da crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Ele constantemente vai a festas.
II – Ele não vai à festa amanhã.
III – Ele pretende ir àquela festa.
No que se refere ao correto uso da crase, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Marcos e Juliana foram à Bahia.
II – João e Sabrina foram à Porto Alegre.
III – Francisco e Lucinda foram à Paraíba.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Para muitos, a hora de escolher a profissão é um desafio
"A orientação profissional é um processo e uma construção
Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar, mas não impor _____ profissão de seus filhos
(Disponível em
Completa correta e respectivamente as lacunas do texto:
I- locuções adverbiais: às vezes, à tarde, à noite, às pressas, à vontade...
II- locuções prepositivas: à frente, à espera de, à procura de...
III- Locuções conjuntivas: à proporção que, à medida que.
Está correto o que se afirma em:
Assinale a alternativa cujos termos preenchem, CORRETA e respectivamente, as lacunas existentes no texto abaixo:
" ___ vezes, buscava ____ solidão para repensar ___ vida, ___ pessoas, ____ coisas. A vida parecia ___ estar deriva, e isso ameaçava ___ saúde, ___ paz interior. Precisava restaurar as energias, a vitalidade para seguir em frente. E, assim, prosseguir com firmeza e muita determinação.
( ) “A ideia dele é resultado da sua volta à pratica de caminhar pela cidade.” — nesse contexto. a crase é facultativa.
( ) “Quando voltei a andar a pé...” — a ausência do acento grave nos termos destacados se justifica pelo fato de a primeira estar diante de um verbo é a segunda, diante de um termo masculino.
( ) “Também constatei a situação das calçadas...” — substituindo o verbo destacado por “referir-se”, estaria correta a construção: Também me referi a situação das calçadas.
( ) “Foi ai que ele começou a levantar uma discussão...” — a ausência da crase se justifica por estar diante de verbo.
( ) “uma discussão sobre a situação das calcadas junto ao poder publico...” — nesse contexto, a crase ¢ facultativa.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.
Filmes que vão abalar seus nervos, mas que o deixarão mais inteligente
Por Giancarlo Galdino

(Disponível em: https://www.revistabula.com/44437-9-filmes/ – texto adaptado
especialmente para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O médico cantor que toca músicas escolhidas pelos pacientes em UTI de hospital de Porto Alegre

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2021/10/ – Texto adaptado especialmente para esta prova).
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A vida e a alegria retornam ao Museu de Arte de Blumenau (MAB). Na quarta e quinta-feira desta semana, dias 10 e 11 de novembro, setenta crianças com idades entre 4 e 6 anos, dos CEIs Alberto Stein e Teresa Raquel de Araújo, prestigiaram ____ obras em exposição na segunda temporada do ano. Acompanhados pelas professoras, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer a Exposição TransformAção, da artista Belíria Boni.
As visitas foram planejadas pelas professoras que desenvolveram projeto onde as crianças tiveram oportunidade de acompanhar a metamorfose da borboleta. Conheceram o desenvolvimento do processo desde a fase dos ovos até chegar ____ final, com o aparecimento das borboletas. A aula prática foi possível com a utilização do "borboletário".
Antes da visita, as crianças assistiram ____ vídeo tour da exposição "TransformAção. A mediação foi conduzida pela equipe do MAB com a participação da artista Belíria Boni. "As 7 mil borboletas instaladas na Galeria Municipal de Arte/Sala Alberto Luz serviram de inspiração para abordar temas como meio ambiente, biodiversidade e cuidados com a natureza", comentou a gerente do museu, Mia Ávila. "Além dessa roda de conversa, as crianças participaram de atividades de pintura de dobraduras de borboletas e dançaram ouvindo a música Lagarta Comilona, do professor Shauan Bencks, que narra a trajetória da lagarta até se tornar a borboleta, de forma lúdica e animada. Todos foram presenteados com dobraduras de borboletas feitas pela artista Belíria Boni."
Na próxima segunda-feira, dia 15 de novembro, [...] o MAB abrirá no horário das 10h ____ 16h. [...]
Disponível em: caas-noo-mueeu-deare665.gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/borboletas-encantam-crianacas-no-museu-de-arte65. Acesso em 12/nov/2021. [adaptado]
I. O termo “certas”, na frase, é um pronome; sua consideração como adjetivo implicaria alteração do sentido.
II. A ocorrência de crase antes de “sociedade” deve-se à regência do verbo “pertencem”, que requer a preposição “a”, combinada com o artigo feminino.
III. A partícula “se” antecede o verbo “pertencem”, como decorrência do emprego do advérbio “não”.
IV. O termo “onde” seria adequadamente substituído por “nas quais”, segundo a norma culta.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto para responder à questão.
Mais home office para bem formados traz destruição do emprego de baixa qualificação
A adoção definitiva de home office após a pandemia deve acelerar mudanças estruturais no mercado de trabalho, com potencial para aprofundar as desigualdades entre trabalhadores mais escolarizados e aqueles com menor qualificação. É uma transformação que já vinha ocorrendo de forma gradual, a partir da adoção de novas tecnologias de comunicação e automação, mas que ganha velocidade durante a pandemia, forçando assim as empresas a buscarem alternativas para manter o funcionamento mesmo com a restrição à circulação de pessoas.
A perspectiva é que as empresas passem a adotar o teletrabalho de forma permanente, de modo que a tendência seja um espaço cada vez mais estreito para menos qualificados no mercado formal. Uma pesquisa do FGV-Ibre mostrou que mais da metade das empresas disseram que vão incorporar, parcial ou totalmente, mudanças no sistema de trabalho adotadas durante a pandemia.
Um exemplo de modificação permanente já foi anunciado pela Petrobras, a maior empresa do Brasil, que quer manter metade de seu pessoal administrativo em trabalho remoto por ao menos três dias por semana. Com isso, pretende reduzir de 17 para 8 o número de prédios que ocupa. Com uma estrutura menor, demandará menos pessoal de apoio e conservação para atividades como segurança, manutenção ou limpeza. A queda na demanda por esse tipo de serviço já foi sentida também pelo IBGE: em maio, as atividades de limpeza de prédios e agenciamento de mão de obra estiveram entre as que impulsionaram o tombo do setor de serviços.
Diante do cenário, os especialistas pregam um debate mais profundo de políticas para minimizar os efeitos econômicos da mudança sobre a desigualdade do mercado de trabalho brasileiro, que já vinha crescendo com os efeitos da recessão iniciada em 2014.
Pesquisa Datafolha mostrou que, entre os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, apenas 19% conseguiram trabalhar de casa durante a pandemia. Acima dos dez salários, o índice sobe para 71%.
(Nicola Pamplona e Diego Garcia. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/mercado/. 06.08.2020. Adaptado)
A partir de então, o médico aconselhou que se usassem máscaras para tratar pacientes infectados, protocolo que se estendeu a todos os profissionais de saúde, estivessem ou não às voltas com essa praga. (linhas 11 e 12)
Assinale a alternativa que, alterando-se o segmento sublinhado acima, independentemente da mudança de sentido, NÃO esteja de acordo com a norma culta.
Texto para responder a questão.
Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias.
Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico.
Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar.
Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura.
(CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)
“[...] a TV Globo vai transmitir uma seleção, os maiores desfiles da história de São Paulo e do Rio, um convite à nostalgia, mas também à festa em casa [...]”
Os acentos indicativos de crase são regidos pela(s) palavra(s)
