Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q3990472 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Sobre o emprego do acento grave indicador de crase, em “acesso à saúde”, pode-se afirmar que:
I. Contribui para a construção da coesão textual
II. Demonstra emprego da norma padrão da língua portuguesa.
III. Está diretamente relacionado à regência nominal apresentada.
IV. Permaneceria inalterado caso o vocábulo “saúde” fosse substituído por “sistema de saúde”.
Está correto o que se afirma apenas em 
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Q3990108 Português

Texto CG3A1-I


 Os impactos ambientais gerados pelo crescimento urbano aumentaram consideravelmente, com a redução da qualidade da água segura para a população. Isso ocorreu, também, em Aracaju, que teve seu processo de urbanização pautado em métodos conservadores de traçado urbano.

Em pleno século XXI, a sociedade brasileira encontra-se, ainda, na concepção higienista de cidades, pois busca garantir a infraestrutura básica local, mas deixa para o meio ambiente o maior ônus, ao transferir à jusante os impactos relacionados à drenagem, o que faz ampliar as cheias naturais, degradar os corpos hídricos e desequilibrar os ciclos naturais (hidrológicos, biológicos e ecológicos).

Recentemente, as políticas públicas do estado passaram a reconhecer a necessidade de equilíbrio entre o meio ambiente e as questões de drenagem urbana, ao identificarem a importância de manutenção local das águas pluviais, política específica sobre drenagem, gestão integrada das águas urbanas, vegetação e paisagem como elementos complementares às estratégias de drenagem e medidas estruturais extensivas de menor impacto ambiental (como as que visam modificar os processos de chuva-vazão na bacia hidrográfica ou em zona urbanizada, implementadas ao longo de sua extensão, e que incluem o controle da cobertura vegetal e da erosão do solo).

Entretanto, mesmo com a implementação dessas diretrizes, percebe-se que a prática e a execução delas têm sido realizadas de forma muito lenta. As medidas de controle à urbanização dependem de uma política urbana municipal rígida. A atualização do plano diretor de Aracaju é fundamental para a execução de boas práticas, para a manutenção e o equilíbrio da cidade e de seus bairros, no que se refere à preservação do meio natural, ao controle das construções nesse meio, bem como ao equilíbrio da oferta de serviços de saneamento.


Yuri Augusto Dorea de Carvalho Silva, Rebeca Pereira de Souza Diniz e Lina Martins de Carvalho. Drenagem urbana e espaços livres: reflexões preliminares sobre o caso do Jabotiana em Aracaju/SE. XIII Encontro de Recursos Hídricos em Sergipe. Associação Brasileira de Recursos Hídricos. Internet: (com adaptações).

Sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do último parágrafo do texto CG3A1-I,
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Ano: 2022 Banca: INSTITUTO MAIS Órgão: Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP Provas: INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Clínica Médica - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Urologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Alergista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Ginecologista-Obstetra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Geriatra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Hematologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Mastologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Infectologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Neuropediatra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Pneumologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Otorrinolaringologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Psiquiatra Infantil - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Psiquiatra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Ultrassonografista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Cardiologista - Edital n° 03/2022 |
Q3985806 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Inaugurada no Theatro Municipal de São Paulo, em 13 de fevereiro de 1922, a Semana de Arte Moderna chega a seu centenário num momento em que a cultura e valores estimados pelos modernistas, como a diversidade, a liberdade e a educação, são alvos frequentes de ataques retrógrados.


    A semana foi organizada por um grupo de artistas e escritores que vinha se articulando em torno de ideias e planos de renovação do ambiente artístico e cultural. A São Paulo na qual viviam era uma cidade emergente, que experimentava uma notável aceleração de sua economia sob o impulso da abundante riqueza do café.


    Prefigurava-se naqueles tempos a formação de uma metrópole industrial que estaria destinada, na visão de sua elite, e, também, dos jovens modernistas, a exercer um papel modernizante na esfera nacional, não apenas como polo econômico, mas também cultural.


    Comemorava-se em 1922 o centenário da Independência, e o festival modernista que reuniu nomes como Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Heitor Villa-Lobos e Di Cavalcanti era uma oportunidade de lançar da capital paulista uma plataforma para o futuro.


    Há, naturalmente, muitos aspectos a questionar no movimento modernista de São Paulo, desde episódios das biografias de seus participantes a temas polêmicos ligados à sua atuação pública. Não há dúvida, contudo, de que a aventura modernista tinha, em suas sementes, um projeto de país progressista. Neste projeto, a diversidade racial, a potência da natureza e a extraordinária riqueza cultural se congregavam de maneira estimulante.


(Lições de 22. Folha de São Paulo, 13.02.2022. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja reescrita do texto emprega a crase de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Q3985371 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



    A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.


    “É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª. 


    “É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”. 


    Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos. 


    O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.


(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.

Adaptado). 

Assinale a alternativa cuja reescrita do texto emprega a crase de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Q3983471 Português
SEREMOS TODOS TELEFONES (João Ubaldo Ribeiro) 


Jornal O Estado de S. Paulo, 10 de março de 2013 | 02h13  
Assinale a alternativa em que é correto o uso da crase, tal como nos trechos: “Às vezes, esperava-se o dia inteiro pela ligação. (l. 35); “...seria mais eficaz chegar à janela...” (l. 38) 
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Ano: 2022 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2022 - IF-SP - Assistente de Alunos |
Q3972337 Português
Os parágrafos que seguem são parte de um artigo sobre as consequências da Covid-19 para a saúde mental.

Além das grandes repercussões emocionais e traumáticas advindas da doença [a Covid-19], suas manifestações clínicas ultrapassam a fase aguda e são chamadas de Covid tardia ou Covid longa. O cérebro é um dos órgãos mais atacados pelo vírus, levando (1)_____ reações imunológicas, inflamatórias e vasculares (...). Entre os mais de 27 milhões de brasileiros que sobreviveram (2) _____ Covid, um número considerável (3) _____ alterações neuropsiquiátricas complexas, que se somarão (4) _____ grande população de portadores de transtornos mentais existentes em nosso país. O SUS precisa urgentemente se preparar para esta ação mantendo os ganhos da reforma da assistência (5) _____ saúde mental: garantia dos direitos humanos, tratamento na comunidade, multidisciplinaridade e visão ampla do adoecer.
(Texto adaptado. Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/02/ covid-longa-e-a-atencao-a-saude-mental.shtml Acesso em 25 fev. 2022).

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com
Alternativas
Q3957294 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Como seriam as coisas se a humanidade tratasse a mudança climática como uma emergência real 


Q1_20.png (684×553)Q1_20_.png (681×309)Q1_20_.png (681×309)

(Disponível em: https://climainfo.org.br/2022/11/22 – texto especialmente adaptado para esta prova).
 Quanto ao emprego da crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 09, 20, 29, 30 e 41. 
Alternativas
Q3798365 Português
TEXTO I

Analfabetismo - Crônica de 15 de agosto de 1876

Q1_17.png (740×382)

Machado de Assis
Assinale a alternativa em que o uso da crase se dá pela mesma regra que acontece em “Eles dizem as coisas pelo seu nome, às vezes um nome feio(...)” (l.1 - 2). 
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Q3737941 Português
Assinale a alternativa em que o uso da crase é facultativo:

Alternativas
Q3269656 Português
Para responder a questão, considere o parágrafo a seguir.

Fundada em 1989, a tal Coalização Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares [1] promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos [2] à economia e incertezas científicas [3], retirasse, em 2001, os Estados Unidos da América [4] do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases–estufas por todos os países [5]
Na oração “alegando prejuízos à economia e incertezas científicas”, o uso do acento grave justifica-se porque existe a fusão
Alternativas
Q3246883 Português
Assinale a alternativa em que o uso do acento grave foi feito incorretamente: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: BRB Órgão: Prefeitura de Sapeaçu - BA Provas: BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Procurador Jurídico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Enfermeiro | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Nutricionista (Saúde) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Odontólogo | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Pedagogo | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Agrônomo | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor de Línguas (Inglês) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Assistente Social | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Educação Infantil (Creche e Pré-Escola) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Contador | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Educador Físico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Engenheiro Civil | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Artes | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Farmacêutico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Fisioterapeuta | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Ciências | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Educação Física | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Médico Clínico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Médico PSF | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Nutricionista (Educação) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Geografia | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - História | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Língua Portuguesa | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Matemática | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Anos Iniciais (1º ao 5º ano) |
Q3106663 Português
Analise as alternativas a seguir e assinale a única correta com relação ao uso ou não uso da crase:
Alternativas
Q3077763 Português
Em: "O aluno mostrou ter tendência à mentiras", o fenômeno linguístico da crase teve de ocorrer porque:
Alternativas
Q3073046 Português

O que é alopecia, condição que causa perda de cabelo (e não é piada)  


Durante o Oscar 2022, Will Smith, que levou a estatueta de Melhor Ator para a casa, deu um tapa na cara de Chris Rock, após o comediante fazer uma piada sobre a esposa do ator, Jada Pinkett Smith, que ficou careca por sofrer de uma condição chamada alopecia.

A alopecia, também conhecida como calvície, é definida como a ausência, rarefação (menor quantidade de fios) ou queda dos cabelos e pelos do corpo. De acordo com a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, o problema pode ser transitório ou definitivo, podendo ocorrer de forma local, regional ou total.

A condição tende a afetar mais os homens, quando a queda dos cabelos está diretamente associada à presença dos hormônios sexuais masculinos, principalmente a testosterona. Como as mulheres produzem menos esse hormônio, a ocorrência da calvície nelas é mais rara e, normalmente, menos drástica.

(Redação da Revista Galileu- 28 de março de 2022 – adaptado) 

No trecho do texto anterior: “A condição tende a afetar mais os homens, quando a queda dos cabelos está diretamente associada à presença dos hormônios sexuais masculinos...” o uso da crase, segundo a sua regra de aplicação, ocorre por estar diante de: 
Alternativas
Q3058145 Português
Texto para o item.


Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista Superinteressante. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, em “a fundo” (linha 4), por se tratar de contexto em que o emprego desse sinal é opcional. 

Alternativas
Q3056158 Português

Texto para o item.

Na nova sociedade digital, você nunca está só. In: Revista SuperinteressanteInternet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto  apresentado, julgue o item.


Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, no trecho “o direito a proteger” (linha 8), por se tratar de contexto em que é opcional o emprego desse sinal.

Alternativas
Q3025926 Português

        “Cada língua indígena é um reservatório único de conhecimento medicinal”. Assim escrevem os pesquisadores Rodrigo Cámara-Leret e Jordi Bascompte em um recente estudo que faz um alerta: o perigo do desaparecimento de antigos conhecimentos de plantas medicinais a partir da extinção das línguas indígenas.


        Em geral, quando se fala em plantas com propriedades medicinais, as discussões giram em torno da extinção da biodiversidade. Nessa pesquisa, contudo, os cientistas focaram no que costuma ser esquecido: o impacto da extinção das línguas para a perda desse conhecimento, tradicionalmente transmitido oralmente.


        Antes de tudo, a equipe do estudo precisava entender em que medida acontecia a perda de conhecimento linguisticamente único.


        No caso das plantas medicinais, era preciso entender em que grau o conhecimento delas estava atrelado a apenas uma língua indígena. Dessa forma, seria possível compreender quais saberes seriam perdidos no caso de extinção de determinado idioma.


        Para isso, os pesquisadores analisaram três conjuntos de dados etnobotânicos (a ciência que estuda a relação entre humanos e plantas). Eles contavam com cerca de 3,6 mil plantas medicinais, 236 línguas indígenas e 12,5 mil “serviços de plantas medicinais” — combinações entre espécies de plantas e a subcategoria medicinal para a qual elas eram indicadas, como “figueira-brava (Ficus insipida) + sistema digestivo”. Os dados são referentes a três regiões com grande diversidade linguística e biológica: América do Norte, noroeste da Amazônia e Nova Guiné.


        Depois de analisarem os dados, os cientistas apontaram que o conhecimento indígena sobre as plantas medicinais está, de fato, apoiado na singularidade linguística. No noroeste da Amazônia, 91% do conhecimento medicinal não é compartilhado entre línguas — e se concentra em apenas um idioma. Em Nova Guiné, essa taxa é de 84%; na América do Norte, 73%.


        Além disso, eles observaram a porcentagem desse conhecimento que se concentra, especificamente, em línguas ameaçadas de extinção. Na América do Norte, 86% do conhecimento medicinal único ocorre, justamente, em idiomas em risco. No noroeste da Amazônia, 100%.


        Para os cientistas, uma das hipóteses é a alta rotatividade cultural. Isso significa que, para uma mesma planta, os povos indígenas possuem diversos conhecimentos e aplicações exclusivos. Sem uma Wikipédia para reunir informações, cada cultura acumulou, ao longo do tempo, as próprias descobertas sobre cada espécie. 


        O estudo ajuda a mostrar que cada língua (e cultura) indígena tem percepções únicas que, inclusive, podem vir a oferecer seus conhecimentos medicinais também a outras sociedades.


Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


A inclusão do sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, em “atrelado a apenas uma língua indígena” (quarto parágrafo), manteria a correção gramatical do texto, pois, nesse caso, o emprego do acento é facultativo. 

Alternativas
Q3009318 Português
Assinale a alternativa em que a frase apresenta um desvio de colocação do acento indicativo de crase. 
Alternativas
Q2683078 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Recursos marinhos não renováveis: vão durar?


Estanho, titânio, cascalho, calcário, enxofre, carvão e petróleo são exemplos de minerais utilizados amplamente pela sociedade atual. Estão na base das mais avançadas tecnologias que facilitam nossas vidas, mas, cabe lembrar, são recursos não renováveis. Sua exploração segue desenfreada, inclusive no ambiente marinho.


O oceano tem diferentes ecossistemas, cada um deles com variados e abundantes recursos, e os minerais marcam forte presença. Nas águas mais rasas da zona costeira e da plataforma continental, os principais são o cascalho e a areia - esta é muito utilizada para produção de cimento ou vidro e aquele, útil na produção de cosméticos, fertilizantes e cimentos. Em regiões costeiras também há os ditos minerais pesados, como ilmenita, rutilo, zircão, monazita e magnetita, todos importantes para a produção de pigmentos e de ligas metálicas.


Há também os evaporitos, um tipo de rocha sedimentar formada em ambientes marinhos com pouca influência de sedimentos de origem continental. Entre os evaporitos, estão a halita, utilizada como sal de cozinha e fonte de cloro e derivados; a silvita, principal fonte de potássio para a produção de fertilizantes e fogos de artifício; a gipsita, matéria-prima para a fabricação de gesso; além da calcita, da anidrita e da dolomita, presentes na fabricação de cal para argamassa. Outro tipo de rocha sedimentar formada no ambiente marinho em grandes profundidades (maiores que mil metros) é a fosforita, bastante usada na produção de fertilizantes.


Formados ao longo de milhões de anos a partir da matéria orgânica de seres vivos, os depósitos de carvão mineral, gás natural e petróleo são importantes fontes de energia para a sociedade. O petróleo, além de ser a principal matriz energética na atualidade, também é usado na fabricação de tecidos, plásticos, detergentes, entre outros produtos.


Há, ainda, um composto energético marinho, talvez mais abundante do que todo o petróleo e o carvão: os hidratos de gás. São sólidos cristalinos semelhantes ao gelo, presentes em todas as margens oceânicas abaixo dos 500 metros de profundidade. Com uma estrutura que aprisiona gases, principalmente o metano, eles têm alto potencial energético a ser explorado.


Em diferentes profundidades do oceano, encontram-se também outros minerais: os nódulos polimetálicos, as crostas cobaltíferas e os sulfetos metálicos. Os nódulos, que contêm ferro e manganês, estão localizados sobre o sedimento marinho entre 4 mil e 5 mil metros de profundidade. Os sulfetos metálicos, ricos em ferro e cobre, são encontrados em zonas relacionadas ao vulcanismo e à expansão das placas tectônicas, a aproximadamente 3 mil metros de profundidade. As crostas cobaltíferas, ricas em cobalto, são formadas sobre estruturas rochosas em regiões entre 400 metros e 4 mil metros de profundidade.


O olhar sobre esses minerais é estratégico, uma vez que são ricos em elementos usados na construção de painéis solares, celulares, lâmpadas, ligas metálicas, vidro, lentes dos óculos, cabos de transmissão de dados, entre outros.


A obtenção desses e de outros recursos minerais do oceano apresenta desafios ambientais e tecnológicos complexos, mas que certamente não são insuperáveis. Acontece que, se nesse movimento pela exploração, a ganância pelo lucro prescindir do bem maior que é o meio ambiente, pode-se considerar o comprometimento das gerações atuais e futuras.


A diversidade biológica também é enorme nos fundos marinhos - grande parte ainda desconhecida -, e pode ser afetada de forma irreversível se os cuidados necessários não forem tomados. A obtenção desses recursos deve considerar os grandes custos envolvidos e ser feita para gerar e compartilhar prosperidade, sem inviabilizar a natureza.


Há quem se pergunte como contribuir para que a exploração não ocorra desnecessariamente e de modo predatório. Já é de grande valia uma atitude individual que considere o consumo de forma consciente e, melhor ainda, seria se, coletivamente, houvesse mais pressão para que as empresas desenvolvam produtos com maior eficiência e durabilidade, demandando menos recursos e reciclando materiais.


Retirado e adaptado de: TOLEDO, Felipe.; BIAZON, Tássia. Recursos marinhos não renováveis: vão durar? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/recursos-marinhos-nao-renovaveis-vao-durar/ Acesso em 2 ago., 2022.

Assinale a alternativa que apresenta correção no emprego do acento grave (crase):

Alternativas
Q2682292 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


O mito da fênix e a combustão espontânea


A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna.

Há cerca de 5 mil anos, a região que hoje é conhecida como Emirados Árabes Unidos abrigava a maior espécie de garça que já passou pela Terra: a garça de Heron (também chamada pelo nome científico de Ardea bennuides). Acredita-se que essa garça serviu de inspiração para o surgimento de Benu, um ser mitológico do Egito Antigo associado à alma do deus do Sol, Rá. Essa ave sagrada também era vista como símbolo do renascimento (o que a ligava ao deus Osíris), pois se acreditava que, a cada 500 anos, ela era capaz de se consumir em chamas e renascer das próprias cinzas.

Posteriormente, já na Grécia Antiga, surgiram histórias de um pássaro com propriedades muito semelhantes a Benu e que, na mitologia grega, recebeu o nome de fênix. Embora haja contestações sobre a real origem desse ser mitológico, foram muitas as civilizações que cultuaram animais análogos a essa ave - ou outros pássaros com habilidades mágicas -, como os chineses, os árabes e os persas.

Por meio das histórias orais e escritas, o mito da fênix foi se propagando ao longo dos séculos. E podemos dizer que, dentre todas as histórias de pássaros mágicos, essa foi o que mais criou raízes no imaginário popular ocidental.

O processo de queima - ou combustão - nada mais é do que uma reação química decorrente do encontro de três elementos: um combustível (qualquer material oxidável, ou seja, capaz de reagir com o oxigênio e pegar fogo); um comburente (geralmente, o oxigênio); e uma fonte de ignição (por exemplo, uma faísca, que fornece a energia necessária para a reação ocorrer). Se algum desses três elementos não está presente, a queima não ocorre.

A combustão é uma reação fundamental para a manutenção da vida humana no planeta e teve seu marco histórico de origem datado por pesquisas arqueológicas em cerca de 7 mil anos antes de Cristo, quando os povos antigos começaram a produzir fogo, possibilitando diversos avanços tecnológicos.

Você já acendeu uma fogueira ou viu alguém fazendo isso? Para esse processo, podemos usar um pedaço de madeira, que funcionará como combustível (ou seja, irá queimar). Para facilitar a queima, podemos jogar sobre a madeira um líquido inflamável (como o álcool). O oxigênio irá participar dessa reação química fazendo o papel de comburente. E você ainda precisa de uma fonte de energia, como a chama de um fósforo ou a faísca de um isqueiro. Se a madeira queimar por completo (ou seja, o combustível se esgotar), a combustão se interrompe. Se você cobrir essa fogueira, impedindo a entrada de mais oxigênio, a fogueira se apaga por falta de comburente.

A partir dessas informações, vamos pensar na combustão da fênix. O combustível dessa reação é a própria fênix (tanto que quando ela se torna somente cinzas, a chama acaba). O comburente dessa reação é o próprio oxigênio. Mas e a fonte de energia externa, a ignição? Como é possível um objeto pegar fogo sem receber nenhuma energia?

Apesar de parecer realmente mágica, a combustão espontânea é um fenômeno real. O fato de não haver uma fonte externa visível de energia não significa que ela não exista. A temperatura de um corpo está diretamente associada à energia que esse corpo tem. Isso significa que um corpo quente (em alta temperatura) é um corpo com mais energia do que um corpo mais frio. Portanto, embora não seja algo muito comum, alguns materiais podem pegar fogo espontaneamente, apenas com o seu próprio calor.

Existe uma propriedade denominada 'ponto de ignição', que é a temperatura mínima para a ocorrência de uma combustão espontânea, sem a presença de uma fonte externa de ignição (como uma faísca). O ponto de ignição do álcool, por exemplo, é 363 ºC. Isso significa que, se por alguma razão, o álcool for aquecido até essa temperatura, ele pegará fogo, mesmo sem uma faísca para acendê-lo.

Materiais como carvão, feno, algodão, filmes antigos, estrume de vaca e até grãos de pistache possuem pontos de ignição baixos o suficiente para sofrerem esse tipo de combustão. Um exemplo de combustão espontânea ocorre em alguns biomas, como o pantanal e o cerrado. Em períodos de seca, incêndios pontuais podem acontecer.

O que podemos concluir é que, se a fênix não for composta por feno ou outro material de baixo ponto de ignição, dificilmente ela seria capaz de entrar em combustão espontânea, mas podemos levantar uma hipótese final. Diferentemente dos répteis, anfíbios e peixes, as aves e os mamíferos são endotérmicos (também chamados de 'animais de sangue quente'), ou seja, são capazes de controlar a própria temperatura corporal e manter o corpo aquecido mesmo em ambientes mais frios. Talvez a fênix seja capaz de aquecer o próprio corpo a uma temperatura tão grande que a leve à combustão. Por se tratar de um pássaro mitológico, porém, não podemos encontrar um desses no mundo real e estudá-lo. Portanto, só nos resta fazer especulações e nos maravilharmos com suas belas aparições nos cinemas.


Retirado e adaptado de: WAGNER, Frans.; OPPE, Ingrid Gerdi.; MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. O mito da fênix e a combustão espontânea. Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-mito-da-fenix-e-a-combustao-espontanea/ Acesso em: 07. ago., 2022.

Assinale a alternativa na qual houve o correto emprego do acento grave (crase):

Alternativas
Respostas
4121: C
4122: A
4123: B
4124: D
4125: D
4126: C
4127: A
4128: C
4129: E
4130: D
4131: D
4132: A
4133: A
4134: A
4135: E
4136: E
4137: E
4138: B
4139: B
4140: D