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Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

Questões Discursivas

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Q1719013 Português
ENTREVISTA COM ENI ORLANDI

     M. S. – Você tem apresentado uma distinção entre a formação e a capacitação no que tange à formação de professores. Nesse sentido, de que forma os pressupostos teóricos da Análise de Discurso podem contribuir para a proposição de uma política de formação para os profissionais de Letras, tanto em nível de graduação, passando pelas chamadas formações continuadas, ofertadas pelas Secretarias de Educação de estados e municípios, quanto no âmbito da pós-graduação? 

     E. O. – A distinção que faço entre formação e capacitação não significa como está significada a palavra formação em “formação continuada”. Ao contrário, é uma noção que procurei formular para abrigar a possibilidade de se pensar em uma prática pedagógica de construção real de conhecimento, e não presa ao imaginário escolar já significado antes mesmo que se estabeleçam relações concretas com os alunos. A distinção básica é a que estabeleço entre a relação do ensino com a informação – capacitação – e com o conhecimento, com o saber – formação. Na capacitação, consumo e cidadania se conjugam. 
 
     Na conjuntura histórica atual, a alfabetização e o desenvolvimento se declinam, então, em “educação e mercado”, em que o mercado exige a qualificação do trabalho, a qualificação do trabalhador: um país educado. Isto significa um país rico em que os cidadãos “educados” são capacitados para o trabalho e circulam como consumidores de um mercado de trabalho qualificado; neste caso, o da capacitação, o denominador comum é o trabalho, e não o conhecimento. Basta a informação, o treinamento. O mercado funciona como uma premissa indefinida para se falar em “sustentabilidade”

     Esta palavrinha traz em seu efeito de memória a de desenvolvimento, que é o que precisamos, segundo o discurso dominante em uma sociedade capitalista, sobretudo em países ditos pobres. A capacitação é a palavra presente constantemente na mídia, na fala de empresários, governantes e... na escola. De nosso ponto de vista, este funcionamento discursivo silencia a força da reivindicação social presente, no entanto, na palavra formação. Pensando politicamente, podemos dizer que a formação, e não a capacitação, pode produzir um aluno “não alienado”. Retomo, aqui, o conceito de K. Marx (1844), segundo o qual a alienação desenvolve-se quando o indivíduo não consegue discernir e reconhecer o conteúdo e o efeito de sua ação interventiva nas formas sociais.

     A análise de discurso pode prover elementos para que a formação, e não a capacitação, seja incentivada como forma de relação com o conhecimento. Já porque suas reflexões juntam sujeito, língua, educação e formação social. Em minhas reflexões, uno a isto uma teorização do sujeito em que se tem os seus modos de individuação, produzidos pela articulação simbólico-política do Estado, através de instituições e discursos. Aí incluo, nesta presente reflexão, a escola e os discursos do conhecimento.

     Consideramos que a educação, e, em particular, o ensino da língua, como parte do que tenho trabalhado como a individuação do sujeito, neste caso, sendo a instituição a escola, poderia, se bem praticado como processo formador do indivíduo na sua relação com o social e o trabalho, dar condições para que este sujeito “soubesse” que sabe a língua e soubesse “ler e escrever”, de forma a, em sua compreensão, ser capaz de dimensionar o efeito de sua intervenção nas formas sociais, com todas as consequências sociais e históricas que isto implica. Em uma palavra, se desalienasse. O que a capacitação não faz, pois o torna apenas um indivíduo bem treinado e, logo, mais produtivo. Isto não o qualifica em seu conhecimento, o que, com a formação, se dá e produz o efeito de tornar esse sujeito mais independente, deixando de ser só mais um instrumento na feitura de um “país rico”. Ele estaria formado para dar mais um passo na direção de não só formular como reformular e ressignificar sua relação com a língua institucionalizada, a da escola, mas também com a sociedade.

     Ao invés de ser apenas um autômato de uma empresa (com a capacitação), poderia ser um sujeito em posição de transformar seu próprio conhecimento, compreender suas condições de existência na sociedade e resistir ao que o nega enquanto sujeito social e histórico. Tudo isto, se pensamos na formação - desde a educação básica, como o ensino superior – leva-nos a dizer que há modos de formar sujeitos preparados para descobertas e para inovações. Sujeitos bem formados que podem “pensar por si mesmos”, tocando o real da língua em seu funcionamento e o da história, no confronto com o imaginário que o determina.

ORLANDI, EniPulccinelli. Entrevista com EniOrlandi. [Entrevista
concedida a Maristela Cury Sarian] Pensares em Revista, São Gonçalo
– RJ, n. 17, p. 8-17, 2020. (Fragmento).
Analise o período seguinte atendendo aos aspectos semânticos e gramaticais. “Pensando politicamente, podemos dizer que a formação, e não a capacitação, pode produzir um aluno ‘não alienado’”.
Alternativas
Q1718279 Português
TEXTO

Por que sou contra o estatuto do desarmamento

   Há, aproximadamente, dez anos, o povo brasileiro foi às urnas participar de um referendo que restringia o uso de armas de fogo. Com isso, acreditava que o índice de homicídio e a violência generalizada pelo uso de arma de fogo seriam sanados no país. No entanto, dados do Mapa da Violência (apresentado em maio deste ano) mostram que, entre 1980 e 2012, houve um aumento de 387% do número de mortes por armas de fogo. Neste mesmo período, a população brasileira cresceu 61%. Pelo menos 116 pessoas morreram por dia no Brasil em 2012 por disparos de armas de fogo. É o equivalente a impressionantes 4,8 mortes por hora, índice parecido ou superior ao registrado em países em guerra. Ou seja, ao longo dos anos, o Estatuto do Desarmamento mostrou ser um fracasso, quando restringe o cidadão de garantir sua própria defesa e, ao mesmo tempo, não desarmou aqueles que utilizam uma arma para vários tipos de crimes.
   (...)
   O Estatuto do Desarmamento não é solução para a violência. É preciso promover o fortalecimento das instituições do Estado, do sistema penitenciário e do sistema de segurança pública como um todo e realizar reformas do Código Penal. O Estatuto não tem eficácia, além de tirar o direito do cidadão comum de se defender da insegurança e concentrar as armas nas mãos dos bandidos, já que esses jamais entregarão seus armamentos.

Disponível em http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2015/11/15/inter na_politica,610442/porque-sou-contra-o-estatuto-do-desarmamento.shtml. Acesso em 25.mar.2020.
Analise os períodos e responda ao comando que segue.
“...o povo brasileiro foi às urnas participar de um referendo que¹ restringia o uso de armas de fogo.” “...dados do Mapa da Violência mostram que² houve um aumento de 387% do número de mortes por armas de fogo...”
Pode-se constatar que os elementos coesivos negritados são, respectivamente
Alternativas
Q1717573 Português
O cuidado para a volta segura às aulas

Diante dos desafios provocados pela pandemia e os esforços para a retomada das atividades presenciais, uma das maiores preocupações diz respeito ao ensino. Com as escolas fechadas desde março, quando a quarentena foi decretada em boa parte do Estado, estuda-se protocolos e formas de permitir um retorno gradual, com o máximo de segurança possível. Se crianças e adolescentes, pelo que se observa até agora, apresentam resposta imunológica mais positiva ao novo coronavírus, o fato de poderem ser pacientes assintomáticos ou mesmo de carregarem consigo a Covid-19 e favorecer sua disseminação não podem ser ignorados. Mesmo porque há a perspectiva do contato com pessoas do grupo de risco e mesmo da transmissão para os demais moradores de suas casas.

A contínua evolução do aprendizado sobre o comportamento da doença, efeitos e respostas faz com que também a literatura sobre o tema seja constantemente atualizada. É possível, no entanto, até mesmo com base nas experiências de outros países, acumular informações que permitam elaborar as regras básicas para a volta à educação presencial. Muitos dos cuidados e medidas a serem seguidos, inclusive, não são mais do que aquilo que já se faz com o restante da população.

Por outro lado, não se pode desprezar o fato de que a realidade das escolas - especialmente as públicas - é amplamente heterogênea em Minas. Há as que contam com melhor estrutura e condições e, por isso, podem responder ao desafio de modo mais completo. Outras, em municípios menores, e realidades diferentes, precisam de maior suporte para seguir as determinações da forma adequada. Estamos falando de uma dimensão territorial maior que a de boa parte dos países do mundo, marcada por nítidas diferenças sócio-econômicas, climáticas e de adensamento populacional.

Torna-se imperativo buscar um planejamento completo, que não dê margem a dúvidas ou possa esconder vulnerabilidades perigosas. Assim como nos mais variados setores - boa parte dos quais já em funcionamento praticamente normal - o respeito e o cumprimento às determinações sanitárias é o principal aliado para impedir uma segunda onda de contágio, que obrigaria a um indesejável recuo. O poder público deve buscar a interlocução com os vários atores envolvidos no processo e oferecer alternativas eficazes para as diversas realidades.

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br
Se crianças e adolescentes, pelo que se observa até agora, apresentam resposta imunológica mais positiva ao novo coronavírus, o fato de poderem ser pacientes assintomáticos ou mesmo de carregarem consigo a Covid-19 e favorecer sua disseminação não podem ser ignorados”.
As palavras destacadas exercem as funções morfológicas respectivamente de:
Alternativas
Q1717304 Português
TEXTO

Trecho do livro Modernidade Líquida

         “Indivíduos frágeis”, destinados a conduzir suas vidas numa “realidade porosa”, sentem-se como que patinando sobre gelo fino; e “ao patinar sobre gelo fino”, observou Ralph Waldo Emerson em seu ensaio Prudence, “nossa segurança está em nossa velocidade”. Indivíduos, frágeis ou não, precisam de segurança, anseiam por segurança, buscam a segurança e assim tentam, ao máximo, fazer o que fazem com a máxima velocidade. Estando entre os corredores rápidos, diminuir a velocidade significa ser deixado para trás; ao patinar em gelo fino, diminuir a velocidade também significa a ameaça real de afogar-se. Portanto, a velocidade sobe para o topo da lista dos valores de sobrevivência.
         A velocidade, no entanto, não é propícia ao pensamento, pelo menos ao pensamento de longo prazo. O pensamento demanda pausa e descanso, “tomar seu tempo”, recapitular os passos já dados, examinar mais de perto o ponto alcançado e a sabedoria (ou imprudência, se for o caso) de o ter alcançado.
         Pensar tira nossa mente da tarefa em curso, que requer sempre a corrida e a manutenção da velocidade. E na falta do pensamento, o patinar sobre o gelo fino que é uma fatalidade para todos os indivíduos frágeis na realidade porosa pode ser equivocadamente tomado como seu destino.
         Tomar a fatalidade por destino, como insistia Max Scheler em sua Ordo amoris, é um erro grave: “O destino do homem não é uma fatalidade… A suposição de que fatalidade e destino são a mesma coisa merece ser chamada de fatalismo”. O fatalismo é um erro do juízo, pois de fato a fatalidade “tem origem natural e basicamente compreensível”. Além disso, embora não seja uma questão de livre escolha, e particularmente de livre escolha individual, a fatalidade “tem origem na vida de um homem ou de um povo”. Para ver tudo isso, para notar a diferença e a distância entre fatalidade e destino, e escapar à armadilha do fatalismo, são necessários recursos difíceis de obter quando se patina sobre gelo fino: tempo para pensar, e distanciamento para uma visão de conjunto.
          (…) Tomar distância, tomar tempo – a fim de separar o destino e a fatalidade, de emancipar o destino da fatalidade, de torná-lo livre para confrontar a fatalidade e desafiá-la: essa é a vocação da sociologia. E é o que os sociólogos podem fazer caso se esforcem consciente, deliberada e honestamente para refundir a vocação a que atendem – sua fatalidade – em seu destino.
Zygmunt Bauman

Disponível em https://colunastortas.com.br/zygmunt-bauman-frases/. Acesso
em 25/06/2020.
No período “Além disso, embora não seja uma questão de livre escolha, e particularmente de livre escolha individual, a fatalidade “tem origem na vida de um homem ou de um povo”, a conjunção destacada estabelece entre as orações a ideia de
Alternativas
Q1716860 Português

Twitter, a praça do ódio


“Ninguém conhece melhor os seus interesses do que o homem virtuoso; promovendo a felicidade dos outros assegura também a própria.”

(Marquês de Maricá. in: BECHARA, Evanildo. Lições de português pela análise sintática. 19.ed.rev.ampl. Nova Fronteira. Rio de Janeiro, 2014)

Ao acrescentar uma conjunção para desenvolver a oração subordinada reduzida de gerúndio, destacada no pensamento acima, e manter o seu sentido original, a opção adequada é

Alternativas
Q1716368 Português
Por que as formigas não morrem quando postas em
forno de micro-ondas? 

     As micro-ondas são ondas eletromagnéticas com frequência muito alta. Elas causam vibração nas moléculas de água, e é isso que aquece a comida. Se o prato estiver seco, sua temperatura não se altera. Da mesma maneira, se as formigas tiverem pouca água em seu corpo, podem sair incólumes. Já um ser humano não se sairia tão bem quanto esses insetos dentro de um forno de micro-ondas superdimensionado: a água que compõe 70% do seu corpo aqueceria. Micro-ondas de baixa intensidade, porém, estão por toda a parte, oriundas da telefonia celular, mas não há comprovação de que causem problemas para a população humana.

OKUNO, E. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br. Acesso em 15.
mar. 2020.
A conjunção destacada no período composto “Se o prato estiver seco, sua temperatura não se altera” tem o mesmo valor semântico da conjunção ou da locução conjuntiva do item
Alternativas
Q1715620 Português
Trágico acidente de leitura. (Mário Quintana).

Tão comodamente que eu estava lendo, como quem viaja num raio de lua, num tapete mágico, num trenó, num sonho. Nem lia: deslizava. Quando de súbito a terrível palavra apareceu, apareceu e ficou plantada ali diante de mim, focando-me: ABSCÔNDITO. Que momento passei!... O momento de imobilidade e apreensão de quando o fotógrafo se posta atrás da máquina, envolvidos os dois no mesmo pano preto, como um duplo monstro misterioso e corcunda... O terrível silêncio do condenado ante o pelotão de fuzilamento, quando os soldados dormem na portaria e o capitão vai gritar: Fogo!
As palavras do texto (comodamente, de súbito, diante, ali) têm a função de:
Alternativas
Q1715469 Português
TEXTO I 

Imagine um cenário em que você esteja às voltas com uma emergência e precise saber as horas.
Tão logo que encontre uma pessoa, você a indaga: Tem horas? Imediatamente a pessoa responde sim e segue andando. 
Ainda com relação ao cenário descrito junto ao TEXTO I, considere as regras para uso de conjunções da língua portuguesa, escolhendo a seguir qual dos enunciados faz uso da conjunção adequada e usual na língua portuguesa para expressar o inesperado:
Alternativas
Q1713755 Português
Relacione as colunas sobre classes gramaticais e assinale a alternativa correta.
COLUNA I. A- Interjeição. B- Conjunção. C- Pronome. D- Preposição. E- Advérbio. F- Numeral. G- Artigo.
COLUNA II. (1) Uma espécie de “ponte” que une duas palavras entre si. (2) Palavra que antecede o substantivo, modificando-lhe o sentido. (3) Palavra que expressa estado de espírito, emoções, sentimentos, apelos. (4) Palavra que modifica o sentido de um verbo, de um adjetivo, ou de outro advérbio. (5) Palavra que tem a função de unir, de articular orações ou palavras de valor idêntico. (6) Palavra que indica quantidade, ordem, fração, múltiplo. (7) Palavra que substitui ou acompanha o substantivo.
Alternativas
Q1713487 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Dentre as diversas estratégias discursivas, pode-se destacar o uso de conectivos lógicos para estabelecer a coesão e a coerência do texto, promovendo, dentre outras funções, a progressão textual. Nos versos “Esta casa que eu vejo / não se casa / com o que chamamos / uma casa. / Pois as paredes são / Esburacadas / onde passam aranhas / e baratas.”, encontra-se um exemplo desse mecanismo de coesão com o uso de uma conjunção. Trata-se do vocábulo:
Alternativas
Q1713311 Português

Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de um dos discursos do célebre orador brasileiro Rui Barbosa, para responder a próxima questão.


“Creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital, a primeira das suas necessidades; creio que, neste regime, não há poderes soberanos, e soberano é só o direito, interpretado pelos tribunais; creio que a própria soberania popular necessita de limites, e que esses limites vêm a ser as suas Constituições, por ela mesma criadas, nas suas horas de inspiração jurídica, em garantia contra os seus impulsos de paixão desordenada; creio que a República decai, porque se deixou estragar confiando-se ao regime da força; creio que a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça; porque da justiça nasce a confiança, da confiança a tranqüilidade, da tranqüilidade o trabalho, do trabalho a produção, da produção o crédito, do crédito a opulência, da opulência a respeitabilidade, a duração, o vigor; creio no governo do povo pelo povo; creio, porém, que o governo do povo pelo povo tem a base da sua legitimidade na cultura da inteligência nacional pelo desenvolvimento nacional do ensino, para o qual as maiores liberalidades do tesouro constituíram sempre o mais reprodutivo emprego da riqueza pública; creio na tribuna sem fúrias e na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progresso e na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível das capacidades”.

(Trecho com adaptações).

Em seu discurso, Rui Barbosa argumenta que “a Federação perecerá, se continuar a não saber acatar e elevar a justiça”. Em relação à conjunção “se”, nesse contexto, pode-se afirmar que introduz um sentido:
Alternativas
Q1713092 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Na oração “as irmãs caminhavam juntas, mas, em determinada rua, separaram-se”, a conjunção “mas” apresenta uma função coordenativa.

II. Verbos impessoais são os verbos que não têm sujeito. Normalmente, são usados na terceira pessoa do singular. Haver, quando sinônimo de existir, acontecer, realizar-se ou fazer (em orações temporais) são verbos impessoais.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1712890 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

(Disponível em https://www.contioutra.com/a-dor-de-se-sentir-invisivel/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.)

No excerto “No entanto, há um outro tipo de invisibilidade que contraria toda possibilidade de alcançar algum poder”, a locução conjuntiva sublinhada exprime uma ressalva. Para que, ao contrário disso, ensejasse uma conclusão, deveria ser substituída por:
Alternativas
Q1712604 Português

Leia o texto a seguir, no qual foi inserido, intencionalmente, um erro de grafia e responda à próxima questão.


A criança em primeiro lugar. (Câmara dos Deputados).


Logo na abertura do Estatuto da Criança e do Adolescente, há um resumão da lei. A conversa começa com a definição de quem é criança e quem é adolescente: a criança é a pessoa que tem até 12 anos de idade incompletos e o adolescente está na faixa entre 12 e 18 anos; o adulto tem mais de 18. Depois, o texto diz que as crianças e os adolescentes estão sempre em primeiro lugar. É isso aí! A família, a sociedade e o Estado têm o dever de garantir o seu bem-estar. Anote aí: você tem direito à vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização, cultura, dignidade, respeito, liberdade e convivencia familiar e comunitária. A lista é grande!

As palavras do texto (logo, até, quem, comunitária) são respectivamente:
Alternativas
Q1712090 Português
São considerados tipos de conjunção, EXCETO:
Alternativas
Q1711760 Português
Leia o excerto de um texto transcrito a seguir e responda a que classe gramatical pertencem, respectivamente, as palavras grifadas. “A ciência desvenda o mecanismo do cérebro que faz você se apavorar e prepara novos remédios para acabar com as fobias.”
Alternativas
Q1710870 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Pronome é a classe de palavras categoremáticas que reúne unidades em número limitado e que se refere a um significado léxico pela situação ou por outras palavras do contexto.

II. Em “Júlia foi buscar a sua caneta no carro, quando percebeu que não estava em sua bolsa”, a conjunção “QUANDO” tem função de explicação.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1707874 Português

Invenções, modas e produtos interessantes apareceram sem parar ao longo dos quinze anos que se seguiram à guerra. Ideias que nem sequer podiam ser testadas na sóbria década de 1930 e na belicosa década de 1940 de repente pareciam plausíveis. Raramente a história do mundo viu surgirem tantas inovações ou promessas de novidades. O lazer e a vida cotidiana foram sacudidos e mudaram. O gramofone se transformou em toca-discos. A gravação por meio magnético, tão importante para a televisão e os computadores, surgiu a partir de uma antiga invenção dinamarquesa. A grande tela de projeção, chamada de cinemascope, foi instalada em vários cinemas no início da década de 1950. Filmes coloridos tornaram-se comuns. As lojas de roupas renasceram quando o parisiense Christian Dior, durante o gélido mês de fevereiro de 1947, introduziu seu New Look. As roupas econômicas e limitadas do tempo da guerra – desenhadas de modo que se utilizasse o mínimo de tecido possível – foram desafiadas pelos vestidos longos, fluidos e vincados, bem como pelos casacos de cintura marcada do estilista que devolveu a elegância ao vestuário feminino. Era uma moda ousada, que deixava à mostra braços e ombros. O Vaticano reagiu por meio de um decreto, em 1960, que proibia mulheres em tais trajes de receber sacramentos na igreja. A imagem dos televisores, embora melhorasse a cada dia, ainda não havia conquistado o mundo inteiro. Sua chegada foi vagarosa e deveu muito a Paul Nipkow, um alemão de 24 anos de idade que criou um “disco em espiral que girava” e era capaz de captar e reproduzir imagens – a essência da televisão. (BLAINEY, Geoffrey, Uma Breve História do Século XX, 2 ed. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 225). 

A palavra “raramente”, utilizada pelo autor no início do texto, possui a seguinte classificação gramatical:
Alternativas
Q1707191 Português
De acordo com as partículas “que” presentes no Texto, analise:
I. A partícula “que” (linha 5) exerce função morfológica de conjunção integrante; II. As partículas “que” presentes nas linhas 9 e 25, respectivamente, exercem a mesma função morfológica; III. No Texto, não há partículas “que” exercendo função morfológica de conjunção integrante.
Dos itens acima
Alternativas
Q1706994 Português

Texto I


Pediatras cobram do governo uma ação mais

efetiva para estimular a vacinação 


Nesta quarta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) encaminhou um manifesto ao Ministério da Saúde cobrando providências urgentes para estimular a população brasileira a aderir às campanhas de vacinação e que o serviço seja prestado com mais facilidade.


O segmento profissional de saúde faz essa cobrança depois que dados do Programa Nacional de Imunizações apontou que o país não conseguiu alcançar a meta para nenhuma das principais vacinas infantis.


A SBP diz que a manutenção do quadro atual configura grave sinal de alerta para as autoridades sanitárias. A presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Lucia Rodrigues Silva, disse que, independentemente do contexto da pandemia da covid-19, estratégias devem ser elaboradas de modo urgente para que pais e responsáveis possam manter as cadernetas de vacinação das crianças em dia.


“O cuidado com a saúde das crianças e dos adolescentes é uma missão que recai sobre pais e responsáveis. Por isso, eles devem ser orientados a levar seus filhos aos postos de saúde. Trata-se de uma responsabilidade cívica com o bem-estar individual e coletivo, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente”, disse.


No manifesto, a SBP pede ainda ao Ministério da Saúde que, juntamente com estados e municípios, garanta aos médicos e profissionais da saúde infraestrutura necessária para que o acesso às vacinas seja facilitado a todos. De acordo com a presidente da entidade, “há situações que podem ser analisadas, como ampliar o horário de funcionamento dos postos de saúde e fazer busca ativa de pessoas a serem imunizadas em locais de difícil acesso ou de maior vulnerabilidade social”.


A SBP lembra em seu manifesto a importância de que o governo patrocine campanhas de esclarecimento contínuas em resposta às ações do movimento antivacina. Na avaliação dos pediatras, esse grupo, que tem agido em escala mundial, tem divulgado informações falsas e equivocadas sobre a importância da imunização de crianças e adultos, desestimulando a ida das famílias aos postos para vacinarem seus filhos. O Ministério da Saúde ainda não se pronunciou sobre o assunto.

https://paraiba.com.br/2020/09/09 

“O cuidado com a saúde das crianças e dos adolescentes é uma missão que recai sobre pais e responsáveis. Por isso, eles devem ser orientados a levar seus filhos aos postos de saúde.


A respeito do trecho, assinale a opção CORRETA:

Alternativas
Respostas
1861: E
1862: B
1863: A
1864: B
1865: C
1866: D
1867: C
1868: C
1869: A
1870: D
1871: A
1872: A
1873: E
1874: D
1875: C
1876: A
1877: B
1878: A
1879: B
1880: D