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Questões de Concurso Sobre conjunções: relação de causa e consequência em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.628 questões

Ano: 2021 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Tramandaí - RS Provas: FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Assistente Social | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Pedagogo Orientador Educacional | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Pedagogo Supervisor Escolar | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de Ciências | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de Educação Física | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de Geografia | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de História | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de Ensino Fundamental Anos Iniciais | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de Inglês | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de Português | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Professor de Matemática | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Psicólogo | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Psicopedagogo | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Turismólogo | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Analista Superior Ambiental | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Contador | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Enfermeiro | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Engenheiro Elétrico | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Farmacêutico | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Fisioterapeuta | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Fonoaudiólogo | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Instrutor de Informática | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Medico Veterinário | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Odontólogo | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Pedagogo Educação Especial | FUNDATEC - 2021 - Prefeitura de Tramandaí - RS - Terapeuta Ocupacional |
Q1753581 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.



(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Na linha 12, a conjunção “e” está empregada com sentido:

Alternativas
Q1753553 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Analise as informações com (V) verdadeiro ou (F) falso.


I.A palavra "deferência" quer dizer: "atenção às necessidades ou aos assuntos de outrem, preocupação, zelo".

II.O (2º§) inicia com uso de ênclise, o (4º§) inicia com conjunção que tem o mesmo sentido de "porém", "contudo" e "todavia".

III.Na formação do período: "Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se" há vírgulas separando orações que se coordenam, exemplificando uso de gradação crescente.

IV.O texto é narrativo e exemplifica a arte literária, tem como personagem central um ser vivo irracional, e a função da linguagem predominante é "poética".


Após análise, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1753418 Português

TEXTO 01


SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA


(1º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2º§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3º§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito. (5º§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6º§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!

(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) - (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -


https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/ 

Analise as enunciações com (V) verdadeiro ou (F) falso.


( )O título do texto exemplifica: período simples com núcleo do sujeito formado por substantivo abstrato.

( )Na frase que dá título do texto, temos exemplos de substantivos abstratos.

( )O título do texto está escrito com contrações prepositivas e conjunção coordenativa aditiva.

( )Dentre os termos que compõem o título do texto, temos: polissílabos paroxítonos, trissílabo oxítono e dissílabo oxítono.


Após análise, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1753380 Português
Assinale a alternativa que substitui corretamente a conjunção em destaque no excerto a seguir, sem que ela perca seu sentido original: Onde ninguém mais subiu: é a verdade! Os profetas de Congonhas não têm, nem podiam ter, a perfeição do modelado da pia de São Francisco de Ouro Preto, mas são, como nenhuma outra obra do Aleijadinho, prodigiosas de espontaneidade e força. Eles em verdade “monumentalizam a paisagem”. Dão à encosta do santuário uma grandeza bíblica. Manuel Bandeira, em Crônicas da província do Brasil, 2006
Alternativas
Q1753247 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

COMUNICAÇÃO: AFINAL, PARA QUE SERVE ISSO?

(1o§) A comunicação e a educação estão intimamente ligadas. A comunicação é a forma de expressar o que se quer dizer, com um determinado conhecimento, para alguém que quer compreender a mensagem a ser dita. Já a educação, por meio de um processo de formação, torna o indivíduo apto a organizar as ideias e, a partir daí, comunicar-se de forma eficiente.

(2o§) Nós só vamos nos comunicar bem se organizarmos nossas ideias de forma clara e direta, com um aprendizado que nos dê conhecimento sobre o que queremos expressar, utilizando uma linguagem adequada. No caso específico da radiodifusão comunitária, o papel do rádio e a defesa do direito à transmissão por radiofrequência têm uma importância central para o avanço das identidades populares.

(3o§) Este veículo sempre teve o potencial para cumprir este papel, sendo por diversas vezes instrumentalizado por governos. E mesmo sob estes controles, o que se verificou foi a manifestação da cultura popular, ainda que emaranhada com o chamado populismo.

(4o§) São protagonistas da comunicação social aqueles que exercem o direito de se comunicar. Partindo da lógica da relação emissor-receptor, observamos que os comunicadores comunitários ocupam o papel de encurtar a distância no processo comunicacional.

(5o§) Esta capacidade atua em todas as esferas da vida. A rádio e a produção integrada de audiovisual de baixo custo potencializam os empreendimentos econômicos da região sob cobertura da emissora comunitária. Muitas vezes, uma iniciativa de economia dentro da mais plena informalidade, mas com muitos frequentadores de uma região metropolitana periférica, ganha legitimação quando anunciada em uma rádio comunitária. hha.pddf) ebresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf)

http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf

Sobre os componentes textuais, analise as assertivas seguintes:

I.Na composição textual, identificamos predominância de narração e descrições, além de vícios de linguagem, comprovado pelo uso do coloquialismo (livre pronunciação).

II.O fato de o (4o§) não apresentar os termos essenciais da oração dispostos na ordem direta, comprova o uso da figura de linguagem conhecida por hipérbato.

III.No trecho: "aqueles que exercem o direito de se comunicar", identificamos: pronome demonstrativo; pronome relativo; verbo bitransitivo de segunda conjugação.

IV.Dentre os componentes linguísticos do segundo período do (4o§), comprovamos: verbo na forma nominal do gerúndio; contração prepositiva imposta pela regência verbal; conjunção subordinativa integrante usada para introduzir oração subordinativa substantiva objetiva direta; termos derivados por sufixação relacionados à comunicação.

V.O segundo período do (5o§) inicia com oração construída com sujeito composto, justificando oi uso do verbo "potencializam" concordando com a terceira pessoa do plural do presente do modo indicativo.

VI.Os termos: "região", "produção" e "legitimação" são todos ambíguos; são todos oxítonos, mostrando a importância do til para marcar e justificar a tonicidade da última sílaba em qualquer palavra que tenha vogal nasalizada.

Estão CORRETAS, apenas:

Alternativas
Q1753246 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

COMUNICAÇÃO: AFINAL, PARA QUE SERVE ISSO?

(1o§) A comunicação e a educação estão intimamente ligadas. A comunicação é a forma de expressar o que se quer dizer, com um determinado conhecimento, para alguém que quer compreender a mensagem a ser dita. Já a educação, por meio de um processo de formação, torna o indivíduo apto a organizar as ideias e, a partir daí, comunicar-se de forma eficiente.

(2o§) Nós só vamos nos comunicar bem se organizarmos nossas ideias de forma clara e direta, com um aprendizado que nos dê conhecimento sobre o que queremos expressar, utilizando uma linguagem adequada. No caso específico da radiodifusão comunitária, o papel do rádio e a defesa do direito à transmissão por radiofrequência têm uma importância central para o avanço das identidades populares.

(3o§) Este veículo sempre teve o potencial para cumprir este papel, sendo por diversas vezes instrumentalizado por governos. E mesmo sob estes controles, o que se verificou foi a manifestação da cultura popular, ainda que emaranhada com o chamado populismo.

(4o§) São protagonistas da comunicação social aqueles que exercem o direito de se comunicar. Partindo da lógica da relação emissor-receptor, observamos que os comunicadores comunitários ocupam o papel de encurtar a distância no processo comunicacional.

(5o§) Esta capacidade atua em todas as esferas da vida. A rádio e a produção integrada de audiovisual de baixo custo potencializam os empreendimentos econômicos da região sob cobertura da emissora comunitária. Muitas vezes, uma iniciativa de economia dentro da mais plena informalidade, mas com muitos frequentadores de uma região metropolitana periférica, ganha legitimação quando anunciada em uma rádio comunitária. hha.pddf) ebresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf)

http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf

Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso.

(__)O primeiro período do (1o§) é simples, o sujeito é composto e o predicado é nominal.

(__)No (1o§), há um termo que faz relação de sentido com: "interiormente", "intrinsecamente".

(__)No (2o§), dentre seus termos constitutivos, identificamos: sujeito simples representado por pronome pessoal do caso reto; uso de próclise; antônimo de "mal"; elementos coesivo conjuntivo com ideia condicional; verbo conjugado no presente do modo subjuntivo.

(__)Na numeração crescente do trecho do (2o§): "E mesmo sob1 estes controles, o que se verificou2 foi a manifestação da cultura popular, ainda que3 emaranhada com o chamado populismo". Comprovamos palavra e expressões coesivas conjuntivas.

(__)Na expressão "torna o indivíduo apto a organizar", a preposição é imposta pela regência nominal.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima:

Alternativas
Q1752617 Português

Observe o seguinte período e responda à questão:

Todo mundo acha que se vira bem no Inglês, mas na vida real não é bem assim.

Assinale a alternativa que melhor representa a relação que a conjunção “mas” estabelece entre as orações nesse contexto.

Alternativas
Q1751832 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA
(1º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.
(2º§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.
(3º§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!
(4º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.
(5º§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.
(6º§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!
(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) -
(Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -
https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/
Analise as enunciações com (V) verdadeiro ou (F) falso. (__)O título do texto exemplifica: período simples com núcleo do sujeito formado por substantivo abstrato. (__)Na frase que dá título do texto, temos exemplos de substantivos abstratos. (__)O título do texto está escrito com contrações prepositivas e conjunção coordenativa aditiva. (__)Dentre os termos que compõem o título do texto, temos: polissílabos paroxítonos, trissílabo oxítono e dissílabo oxítono. Após análise, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1751785 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma conjunção concessiva.
Alternativas
Q1751543 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA

(1º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2º§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3º§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5º§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6º§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!

(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) -

(Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -


https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Sobre o período: "Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar", analise as informações seguintes:


I."Mágoas" e "rancores" remete o leitor à ideia emocional de dor, de tristeza.

II."Porque" é conjunção coordenativa explicativa, "vis" quer dizer que tem pouco valor, desprezíveis.

III.A expressão: "sentimentos amargos" exemplifica concordância nominal de substantivo com adjetivo, e exerce função sintática de objeto direto.

IV.O período: "Pare com a ideia de que não pode parar" está escrito com pleonasmo.


Estão CORRETAS: 

Alternativas
Q1749644 Português
Para responder a questão, leia o fragmento do texto abaixo do romance A Metamorfose, de Franz Kafka.

    Aqueles foram bons tempos, mas que não se repetiram – ao menos, não com a mesma intensidade –, embora, de toda forma, Gregor ganhasse o suficiente para arcar sozinho com as necessidades domésticas. À medida que tudo isso foi se tornando costumeiro, a surpresa e a alegria inicial arrefeceram e, assim, Gregor entregava o dinheiro com prazer espontâneo e a família, de bom grado, recebia. Apenas a irmã permanecia mais próxima e afetuosa e, como ela, ao contrário de Gregor, era amante da música e sabia tocar violino com muita graça, ele tinha planos de enviá-la para o Conservatório no ano seguinte, sem importar-se com os gastos extras que isso acarretaria. Em conversas com a irmã, nos curtos períodos em que ficava sem viajar, sempre mencionava o projeto (que ela considerava lindo, mas impossível de se concretizar), enquanto os pais demonstravam não aprovar nem um pouco a ideia. Contudo, Gregor pensava muito seriamente nisso e pretendia anunciá-lo solenemente na noite de Natal. 

    Todos esses pensamentos, agora inúteis, fervilhavam em sua cabeça, enquanto ele escutava as conversas, colado à porta. De vez em quando o cansaço obrigava-o a desligar-se, apoiando pesadamente a cabeça na porta, mas logo recuperava a prontidão, pois sabia que qualquer ruído era ouvido na sala e fazia com que todos se calassem. “Novamente aprontando alguma coisa”, dizia o pai instantes depois, certamente olhando para a porta. Passado algum tempo, eles continuavam a trocar palavras entre si. 

    Na conversa sobre as finanças da família, o pai redundava nas explicações – seja porque há tempos não se ocupava disso, seja porque a mãe tinha dificuldades para entender –, e Gregor, com satisfação, tomou conhecimento de que, a despeito da desgraça que haviam sofrido, restava-lhes algum capital, que, se não era muito, ao menos tinha crescido nos últimos anos por conta dos rendimentos de juros acumulados. Além disso, o dinheiro que Gregor entregava (retinha apenas uma pequeníssima parte) não era gasto integralmente, e pouco a pouco ampliava o montante economizado. De onde estava, ele aprovou, com a cabeça, o procedimento, contente com a inesperada provisão feita pelo pai. Era verdade que aquele dinheiro poderia ter paulatinamente saldado a dívida que o pai tinha com seu patrão, livrando-o daquele constrangimento. Não obstante, ele julgou que pai havia procedido corretamente.

(KAFKA, Franz. A Metamorfose. Trad. Lourival Holt Albuquerque. São Paulo: Abril, 2010, p.40-41)
A sequência lógica entre os parágrafos pode ser estabelecida através de elementos de coesão. No início do segundo e do terceiro parágrafos, a classe gramatical responsável por construir a relação de sentido com os parágrafos que antecedem cada um deles foi predominantemente:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: IMBEL Prova: FGV - 2021 - IMBEL - Cargos de Nível Médio |
Q1749394 Português

Um pensamento célebre diz:


“Conhece-te a ti mesmo.”


Assinale a opção que mostra a variação formal de pessoa dessa frase imperativa que está gramaticalmente errada.

Alternativas
Q1749252 Português

Em homenagem ao cartunista argentino Quino, leia as tirinhas da Mafalda abaixo e responda à questão.


Leia atentamente a tirinha abaixo e analise as afirmativas.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte:http://www.universodosleitores.com/2018/10/

                   mafalda-em-10-tirinhas-realistas-e.html


I- Fica clara, na tirinha acima, a percepção da Mafalda a respeito do governo, o qual, segundo ela, é muito ativo;

II- Considerando o contexto do primeiro quadrinho, visto pelos trechos “do que vocês estão brincando” e “de governo”, percebe-se que o verbo brincar é, neste caso, transitivo indireto;

III- Morfologicamente, o termo “hein”, presente no segundo quadrinho, pode ser classificado como uma interjeição;

IV- No último quadrinho, o autor da tirinha optou por não usar uma conjunção relacionando as orações “não se preocupe” e “não vamos fazer absolutamente nada”. Mas, para enfatizar a ideia de explicação percebida na relação entre as orações, podemos usar a conjunção “no entanto”, gerando a seguinte construção “não se preocupe, no entanto não vamos fazer absolutamente nada”.


Após leitura das afirmativas acima, julgando-as como verdadeiras ou falsas, é correto assinalar a seguinte alternativa: 

Alternativas
Q1749251 Português

Em homenagem ao cartunista argentino Quino, leia as tirinhas da Mafalda abaixo e responda à questão.


Leia a tirinha da Mafalda abaixo e analise as afirmativas a seu respeito.

Imagem associada para resolução da questão

 

 


I- Mais uma vez refletindo sobre os problemas que envolvem a atualidade, Mafalda posiciona-se negativamente a respeito da política;

II- No primeiro quadrinho, o termo “Manolito” está entre vírgulas porque exerce função sintática de sujeito na ordem indireta;

III- Ainda no primeiro quadrinho, o termo “que” pode ser classificado como uma conjunção integrante;

IV- No segundo quadrinho, diferentemente do primeiro, o termo “que” pode ser classificado como pronome relativo.


Após analisar as afirmativas acima, julgando-as como verdadeiras ou falsas, assinale, abaixo, a alternativa correta:

Alternativas
Q1749241 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão. 


    Você é um número

Por Clarice Lispector


        Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista tem carteira com número, e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento -- tudo é número.

       Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem o número da cadeira.

       É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas. Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso saber alguma coisa sobre cálculo integral.

        Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.

        Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio também recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E quando morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também. 

        Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número. Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.

        Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.

        Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.

        E Deus não é número.

       Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em 987. Estou me classificando como um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?

Fonte: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12336/voce-e-um-numero

Em termos morfológicos, sendo importante considerar o contexto em que se encontram, as palavras presentes no trecho “Se tem propriedade, também.” da crônica acima classificam-se como, respectivamente:
Alternativas
Q1749115 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA

(1o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2o§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3o§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4o§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5o§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6o§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!

(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -

https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Analise as enunciações com (V) verdadeiro ou (F) falso.

(__)O título do texto exemplifica: período simples com núcleo do sujeito formado por substantivo abstrato.

(__)Na frase que dá título do texto, temos exemplos de substantivos abstratos.

(__)O título do texto está escrito com contrações prepositivas e conjunção coordenativa aditiva.

(__)Dentre os termos que compõem o título do texto, temos: polissílabos paroxítonos, trissílabo oxítono e dissílabo oxítono.

Após análise, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1746830 Português

Texto CB1A1-I


     Durante um seminário sobre a antropologia do dinheiro ministrado na Escola de Economia e Ciência Política de Londres, Jock Stirratt descreveu em um gráfico os usos a que alguns pescadores do Sri Lanka que prosperaram nos últimos anos submetiam sua riqueza recém-adquirida. A renda desses pescadores, antes muito baixa, deu um grande salto desde que o gelo se tornou disponível, o que possibilitou que seus peixes alcançassem, em boas condições, os mercados distantes da costa, onde atingiram preços altos. No entanto, as aldeias de pescadores ainda permanecem isoladas e, à época do estudo, não tinham eletricidade, estradas nem água encanada. Apesar desses desincentivos aparentes, os pescadores mais ricos gastavam os excedentes de seus lucros na compra de aparelhos de televisão inutilizáveis, na construção de garagens em casas a que automóveis sequer tinham acesso e na instalação de caixas-d’água jamais abastecidas. De acordo com Stirratt, isso tudo ocorre por uma imitação entusiasmada da alta classe média das zonas urbanas do Sri Lanka.

     É fácil rir de despesas tão grosseiramente excêntricas, cuja aparente falta de propósito utilitário dá a impressão de que, por comparação, pelo menos parte de nosso próprio consumo tem um caráter racional. Como os objetos adquiridos por esses pescadores parecem não ter função em seu meio, não conseguimos entender por que eles deveriam desejá-los. Por outro lado, se eles colecionassem peças antigas de porcelana chinesa e as enterrassem, como fazem os Ibans, seriam considerados sensatos, senão encantados, tal como os temas antropológicos normais. Não pretendo negar as explicações óbvias para esse tipo de comportamento ― ou seja, busca de status, competição entre vizinhos, e assim por diante. Mas penso que também dever-se-ia reconhecer a presença de uma certa vitalidade cultural nessas atrevidas incursões a campos ainda não inexplorados do consumo: a habilidade de transcender o aspecto meramente utilitário dos bens de consumo, de modo que se tornem mais parecidos com obras de arte, carregados de expressão pessoal.


Alfred Gell. Recém-chegados ao mundo dos bens: o consumo entre os Gonde Muria. In: Arjun Appadurai (org). A vida social das coisas: mercadorias sob uma perspectiva cultural. Niterói: Eduff, 2008, p. 147-48 (com adaptações).

No segundo parágrafo do texto CB1A1-I, com o emprego da conjunção “Mas” (último período), o autor introduz
Alternativas
Q1746829 Português

Texto CB1A1-I


     Durante um seminário sobre a antropologia do dinheiro ministrado na Escola de Economia e Ciência Política de Londres, Jock Stirratt descreveu em um gráfico os usos a que alguns pescadores do Sri Lanka que prosperaram nos últimos anos submetiam sua riqueza recém-adquirida. A renda desses pescadores, antes muito baixa, deu um grande salto desde que o gelo se tornou disponível, o que possibilitou que seus peixes alcançassem, em boas condições, os mercados distantes da costa, onde atingiram preços altos. No entanto, as aldeias de pescadores ainda permanecem isoladas e, à época do estudo, não tinham eletricidade, estradas nem água encanada. Apesar desses desincentivos aparentes, os pescadores mais ricos gastavam os excedentes de seus lucros na compra de aparelhos de televisão inutilizáveis, na construção de garagens em casas a que automóveis sequer tinham acesso e na instalação de caixas-d’água jamais abastecidas. De acordo com Stirratt, isso tudo ocorre por uma imitação entusiasmada da alta classe média das zonas urbanas do Sri Lanka.

     É fácil rir de despesas tão grosseiramente excêntricas, cuja aparente falta de propósito utilitário dá a impressão de que, por comparação, pelo menos parte de nosso próprio consumo tem um caráter racional. Como os objetos adquiridos por esses pescadores parecem não ter função em seu meio, não conseguimos entender por que eles deveriam desejá-los. Por outro lado, se eles colecionassem peças antigas de porcelana chinesa e as enterrassem, como fazem os Ibans, seriam considerados sensatos, senão encantados, tal como os temas antropológicos normais. Não pretendo negar as explicações óbvias para esse tipo de comportamento ― ou seja, busca de status, competição entre vizinhos, e assim por diante. Mas penso que também dever-se-ia reconhecer a presença de uma certa vitalidade cultural nessas atrevidas incursões a campos ainda não inexplorados do consumo: a habilidade de transcender o aspecto meramente utilitário dos bens de consumo, de modo que se tornem mais parecidos com obras de arte, carregados de expressão pessoal.


Alfred Gell. Recém-chegados ao mundo dos bens: o consumo entre os Gonde Muria. In: Arjun Appadurai (org). A vida social das coisas: mercadorias sob uma perspectiva cultural. Niterói: Eduff, 2008, p. 147-48 (com adaptações).

No segundo período do segundo parágrafo do texto CB1A1-I, a conjunção “Como” introduz um segmento com sentido
Alternativas
Q1746147 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão abaixo:

Caminhamos para novos anos loucos de hedonismo pós-covid-19?

Especialistas apontam que viveremos uma explosão na ciência, arquitetura, consumo, hedonismo. E alertam para o perigo de maiores desigualdades econômicas, sanitárias e digitais.

BERNA GONZÁLEZ HARBOUR

27 ABR 2021 - 20:29 BRT

Ampliemos o foco. Hoje nos espantamos com as interrupções de vacinas que acreditávamos infalíveis, com os procedimentos para demissões e alterações nos contratos de trabalho, as máscaras, as distâncias, o cansaço e mil outras coisas que poderíamos pôr nesta lista. Que estamos cheios de colocar nessa lista. Mas vamos nos afastar alguns anos do momento atual e tentar nos situar em 2030, por exemplo, para olhar para trás, para a década que mal está começando. É um exercício. E talvez nem tudo seja tão voraz quanto pensamos.

Os paralelismos com a década equivalente do século XX tornaram irresistível a proclamação de uma espécie de repetição do fenômeno dos loucos anos 20, imortalizados em O Grande Gatsby, romance de Scott Fitzgerald que não teve muita sorte no filme estrelado por Leonardo DiCaprio em 2013. Não importa. Serve para que compreendamos um ícone daqueles anos em que, após a Primeira Guerra Mundial e uma pandemia de gripe que custou milhões de vidas, o Ocidente mergulhou num mundo vibrante de oportunidades, de crescimento espetacular na bolsa de valores, de consumo, de hedonismo, excessos, esperança e vitalidade, embora tenha acabado como acabou. Hoje, graças à ciência e às vacinas, também esperamos sair de uma pandemia que parou o relógio da economia e de nossas vidas. As projeções econômicas já indicam boas perspectivas de crescimento: 6% em 2021 e 4,4% em 2022 em âmbito global, segundo os prognósticos do FMI.

O dinheiro guardado pelas famílias em forma de poupança -108,8 bilhões de euros (717 bilhões de reais) só na Espanha, segundo o INE- começará a fluir assim que for possível novamente nos socializarmos. Espera-se que um aumento nos gastos e no consumo venha acompanhado de um novo estado de espírito mais ansioso, no qual os relacionamentos, o lazer compartilhado, as viagens, a moda e o prazer voltem a tomar ímpeto. A indústria está pronta, segundo especialistas, para um salto tecnológico que, além do mais, vai trazer mudanças surpreendentes nesta década. Também para um cuidado com o meio ambiente que passa por outra forma de comer, voar, nos aquecermos ou escolher um veículo. Anos loucos estão chegando em termos de mudanças, sim, mas também um sério perigo de dualidade, pois as brechas que já são profundas estão se alargando e enviam enormes sinais de alerta sobre o capitalismo como o conhecemos.

Poderíamos abordar este assunto com o otimismo de cientistas, especialistas em tecnologia e peritos que celebram as oportunidades que estão prestes a surgir e que a pandemia acelerou; ou com o pessimismo ou realismo dos filósofos, analistas sociais, com os dados que nos lembram a nossa habitual incapacidade de calcular limites. Provavelmente tudo é verdade, como foram louquíssimos os anos vinte do XX em avanços muito positivos, e nem por isso se evitou o crash de 1929.

https://brasil.elpais.com/cultura/2021-04-27/caminhamos-pros-novos-anos-loucos- de-hedonismo-pos-covid.html

A partir da leitura e interpretação do texto acima, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1746054 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão: 

Jovem com faca invade creche e mata crianças e professora no Oeste de SC

Segundo a Polícia Civil, ele usou uma adaga para cometer o ataque na cidade de Saudades, a 70 quilômetros de Chapecó

04/05/2021 - 11h00

Por Catarina Duarte

    Um jovem de 18 anos invadiu uma creche na manhã desta terça-feira (4) em Saudades, no Oeste de Santa Catarina e matou três crianças, uma professora, identificada como Keli Anicevski, e uma agente educadora, identificada como Mirla Renner. Segundo a Polícia Civil, ele foi preso após o ataque, mas como se feriu no ataque, segue hospitalizado.

    Três crianças e uma professora morreram na hora. Já a quinta vítima chegou a ser levada ao Hospital de Chapecó, mas não resistiu aos ferimentos. Conforme o delegado Jerônimo Marçal, outra criança também foi ferida e segue hospitalizada.

    Segundo o delegado responsável pelo caso, Jerônimo Marçal, o homem invadiu a Escola Infantil Pró-Infância Aquarela e feriu a professora na entrada da unidade. Ela teria então corrido para a sala onde estavam quatro crianças, todas menores de dois anos. Além deles, o autor atacou uma agente de saúde que fazia um trabalho no local no momento do crime.

    A PM relatou que recebeu "diversos chamados" enquanto o jovem "golpeava alunos e professores". Forças de segurança e de salvamento do Oeste, incluindo o helicóptero Arcanjo, foram mobilizadas para atender a ocorrência.

    Fonte: (https://www.nsctotal.com.br/noticias/adolescente-invade-escola-e-mata-criancas-no-oeste-de- sc)


O termo em destaque é classificado como:

“Segundo a Polícia Civil, ele foi preso após o ataque, mas como se feriu no ataque, segue hospitalizado.”

Alternativas
Respostas
1721: A
1722: C
1723: D
1724: C
1725: C
1726: A
1727: A
1728: C
1729: B
1730: B
1731: B
1732: E
1733: D
1734: E
1735: B
1736: A
1737: D
1738: A
1739: B
1740: B