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Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.838 questões

Q4198434 Português
Quatro mineiros morrem dentro de BMW em Balneário Camboriú

Os jovens pretendiam descansar no veículo, antes de seguir viagem; quatro morreram e uma mulher sobreviveu


    Quatro pessoas foram encontradas mortas dentro de uma BMW que estava estacionada na rodoviária de Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, na madrugada desta segunda-feira (1º), logo após a queima de fogos. As vítimas tinham 16, 19, 21 e 24 anos e são de Paracatu, na região Noroeste de Minas Gerais.

    Segundo a Polícia Civil, a suspeita é de que eles tenham sofrido intoxicação e asfixia por monóxido de carbono. “Informações preliminares indicam que houve vazamento entre o motor e o painel do veículo”, declarou o delegado Bruno Effori, responsável pelo caso.

    O grupo foi para a rodoviária buscar uma mulher — namorada de uma das vítimas — que viajou de MG para SC. Quando chegou na rodoviária, ela encontrou os amigos, que moravam em Florianópolis há um mês, passando mal, com ânsia de vômito e tontura.

    A mulher conta que os amigos permaneceram dentro do carro, enquanto ela saiu para dar uma volta, esperando que eles melhorassem. Quando retornou, encontrou os quatro mortos. As vítimas teriam ficado cerca de quatro horas no carro, com o ar-condicionado ligado.

    O Samu e o Corpo de Bombeiros foram acionados para o caso e foram feitas manobras de reanimação nos jovens por muitos minutos, mas as vítimas não responderam. Posteriormente, o Samu confirmou as mortes por parada cardiorrespiratória.

     A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil de Minas Gerais, que afirmou que as informações devem ser buscadas com a Polícia Civil de Santa Catarina.

     Cano de descarga customizado

    O carro da marca BMW em que estavam os quatro mineiros sofreu customização do cano de descarga dias antes do ocorrido, informou o delegado Bruno Effori, responsável pela investigação.

    Essa personalização é uma das linhas de investigação sobre o que teria levado à suposta intoxicação por monóxido de carbono das quatro vítimas. “Vamos tentar fazer esse vínculo para apurar se a causa da morte é justamente fruto dessa customização que ocorreu dias atrás”, disse.

     Sobre as vítimas

   Estavam no carro Gustavo Pereira Silveira Elias, de 24 anos, Karla Aparecida dos Santos, de 19, Tiago de Lima Ribeiro, de 21 e Nicolas Kovaleski, de 16 anos.


Disponível em https://www.otempo.com.br/brasil/quatro-mineiros-morremdentro-de-bmw-em-balneario-camboriu-1.3303756
Assinale a alternativa cujo verbo foi conjugado incorretamente.  
Alternativas
Q4197455 Português
Calor intenso e falta de chuvas afetam safra de soja do Paraná
As condições climáticas adversas podem impactar a colheita
nacional, que já sofre com a seca e altas temperaturas em
outras regiões


         O calor intenso e a falta de chuvas têm impactado negativamente as lavouras de soja do Paraná, um dos principais Estados produtores do Brasil, reduzindo produtividades esperadas no ciclo 2023/24, o que deve impactar a colheita estadual, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo local.

       Eventuais cortes na produção do Paraná, que tradicionalmente disputa com o Rio Grande do Sul a condição de segundo produtor de soja do Brasil, poderiam pressionar a colheita nacional, já bastante afetada pela seca e temperaturas elevadas que atingiram áreas do Centro-Oeste, antes das chuvas voltarem para o norte do país.

       Na quarta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai atualizar seu números de safra do Brasil, que vêm sendo observados de perto pelo mercado global, uma vez que o país é o maior produtor e exportador mundial.

      Com a colheita recém-iniciada no Paraná, o Deral reduziu a avaliação para a safra de soja do Estado, agora vendo 71% das áreas em “boa” condição, versus 86% nessa situação na semana anterior, enquanto aumentou para 5% a fatia da lavoura em situação “ruim”, versus 1% na semana anterior.

        “De fato, o calor intenso de dezembro e neste início de janeiro está impactando negativamente as lavouras, fatalmente isto vai resultar em uma produtividade menor. Em algumas lavouras, a perda já é irreversível”, afirmou o especialista em soja do Deral Edmar Gervásio, ao ser questionado pela Reuters.

        Segundo ele, o Paraná está “sem chuvas significativas na maior parte do Estado desde a segunda quinzena de dezembro”.

     Ele acrescentou que a colheita de soja do Estado poderia ficar abaixo de 21 milhões de toneladas, ante previsão atual de 21,7 milhões, caso chuvas não retornem na próxima semana.

     “Possivelmente as perdas poderão ser significativas, se não ocorrer chuva na próxima semana. Claro que ainda não é possível cravar um número, porém pelos relatos de campo a produção já pode ser inferior a 21 milhões de toneladas”, afirmou.

       Pelos números atuais do Deral, a safra já teria queda de 3% na comparação com o recorde de mais de 22 milhões de toneladas da temporada anterior.

      De acordo com dados do terminal da LSEG, o Paraná verá chuvas abaixo da média para os próximos sete dias. Os maiores volumes, em torno de 45 mm, estarão concentrados nas áreas mais próximas do litoral.

        No interior do Estado, onde estão as principais áreas produtoras, o oeste verá menos de 10 mm ao longo da próxima semana, o noroeste (15,6 mm) e o norte entre 20 mm e 30 mm.

[...] 

Disponível em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/01/calor-intenso-efalta-de-chuvas-afetam-safra-de-soja-do-parana/
Assinale a alternativa cujo verbo foi conjugado incorretamente. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: APS - SP Prova: VUNESP - 2024 - APS - SP - Guarda Portuário |
Q4197150 Português
Leia o texto para responder à questão.


Você é um carpinteiro ou um jardineiro?


   A maioria dos pais e mães que conheço tem entre suas preocupações a filha ou o filho “ser alguém na vida”. Há uma grande ansiedade em atuar desde criança para que os filhos “cheguem lá”. E aí é que pode morar o perigo, segundo a psicóloga comportamental americana Alison Gopnik. Para ela, nessa ânsia de impulsionar resultados dos rebentos, o que os pais e mães acabam muitas vezes fazendo é limitar o potencial deles.

   “Muitos pais se concentram em fazer com que os filhos aprendam mais, melhor e mais rápido”, escreve Alison no livro O jardineiro e o Carpinteiro. “Nosso trabalho como pais não é moldar a mente dos nossos filhos: é deixar que explorem todas as possibilidades que o mundo permite. Não é dizer às crianças como brincar: é disponibilizar os brinquedos.”

   Conheci Alison num curso. Em sua palestra, ela mostrou vídeos de um experimento feito com crianças em idade pré- -escolar e um brinquedo de tubos em que um fazia barulho, outro acendia, outro tocava música, outro tinha um espelho. Para metade das crianças, o pesquisador falou algo na linha: “Olhe meu brinquedo! Vou mostrar como funciona”. Para a outra metade, não disse nada. As crianças ensinadas previamente a usá-lo interagiam com ele de forma mais limitada. Já as demais brincaram mais livremente.

  Ao mesmo tempo que as famílias foram encolhendo e tendo filhos mais tarde, muitos pais e mães passaram a trabalhar mais, focar a carreira e apelar a sites, canais e livros que “ensinam” a educar as crianças.

   E aí está outro problema na visão de Alison: o cuidado dos filhos passou a ser visto também como forma de trabalho, em vez de forma de amor. “Se você aceita a ideia de que ser pai é um tipo de trabalho, então você deve escolher entre esse tipo de trabalho e outros tipos de trabalho. As mães vivem infinitamente em conflito e se sentem forçadas a escolher entre diminuir a importância da maternidade e renunciar à carreira.”, afirma Alison.

   E o que tudo isso tem a ver com o jardineiro e o carpinteiro do livro de Alison? O pai carpinteiro é o que tenta esculpir o filho para se tornar um certo tipo de pessoa. Já o jardineiro não consegue formar sozinho as plantas ou flores: trabalha para criar as condições para que elas floresçam.

   A ideia de atuar como jardineiro pode ajudar a preparar os pais para a independência dos filhos. “Nossos filhos não só são independentes de nós e autônomos, como também fazem parte de uma nova geração que é autônoma e independente da anterior”, afirma.

   E aí? Você se identifica mais com o estilo jardineiro ou carpinteiro?


(Luciana Garbin. O Estado de S.Paulo, 4 de abril de 2024. Adaptado)
A frase cujas concordâncias verbal e/ou nominal obedecem à norma-padrão é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: APS - SP Prova: VUNESP - 2024 - APS - SP - Guarda Portuário |
Q4197144 Português
Leia o texto para responder à questão.


Você é um carpinteiro ou um jardineiro?


   A maioria dos pais e mães que conheço tem entre suas preocupações a filha ou o filho “ser alguém na vida”. Há uma grande ansiedade em atuar desde criança para que os filhos “cheguem lá”. E aí é que pode morar o perigo, segundo a psicóloga comportamental americana Alison Gopnik. Para ela, nessa ânsia de impulsionar resultados dos rebentos, o que os pais e mães acabam muitas vezes fazendo é limitar o potencial deles.

   “Muitos pais se concentram em fazer com que os filhos aprendam mais, melhor e mais rápido”, escreve Alison no livro O jardineiro e o Carpinteiro. “Nosso trabalho como pais não é moldar a mente dos nossos filhos: é deixar que explorem todas as possibilidades que o mundo permite. Não é dizer às crianças como brincar: é disponibilizar os brinquedos.”

   Conheci Alison num curso. Em sua palestra, ela mostrou vídeos de um experimento feito com crianças em idade pré- -escolar e um brinquedo de tubos em que um fazia barulho, outro acendia, outro tocava música, outro tinha um espelho. Para metade das crianças, o pesquisador falou algo na linha: “Olhe meu brinquedo! Vou mostrar como funciona”. Para a outra metade, não disse nada. As crianças ensinadas previamente a usá-lo interagiam com ele de forma mais limitada. Já as demais brincaram mais livremente.

  Ao mesmo tempo que as famílias foram encolhendo e tendo filhos mais tarde, muitos pais e mães passaram a trabalhar mais, focar a carreira e apelar a sites, canais e livros que “ensinam” a educar as crianças.

   E aí está outro problema na visão de Alison: o cuidado dos filhos passou a ser visto também como forma de trabalho, em vez de forma de amor. “Se você aceita a ideia de que ser pai é um tipo de trabalho, então você deve escolher entre esse tipo de trabalho e outros tipos de trabalho. As mães vivem infinitamente em conflito e se sentem forçadas a escolher entre diminuir a importância da maternidade e renunciar à carreira.”, afirma Alison.

   E o que tudo isso tem a ver com o jardineiro e o carpinteiro do livro de Alison? O pai carpinteiro é o que tenta esculpir o filho para se tornar um certo tipo de pessoa. Já o jardineiro não consegue formar sozinho as plantas ou flores: trabalha para criar as condições para que elas floresçam.

   A ideia de atuar como jardineiro pode ajudar a preparar os pais para a independência dos filhos. “Nossos filhos não só são independentes de nós e autônomos, como também fazem parte de uma nova geração que é autônoma e independente da anterior”, afirma.

   E aí? Você se identifica mais com o estilo jardineiro ou carpinteiro?


(Luciana Garbin. O Estado de S.Paulo, 4 de abril de 2024. Adaptado)
A frase formulada a partir do texto mantém a concordância correta na alternativa:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Peruíbe - SP Provas: VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Cardiologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Cirurgião Geral | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Cirurgião Vascular | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico de Família | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Dermatologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Endocrinologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Gastroenterologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Geriatra | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Gineco/Obstetra | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Hematologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Imaginologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Oftalmologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Ortopedista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Pediatra | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Infectologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Pneumologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Psiquiatra | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Radiologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Urologista | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico | VUNESP - 2024 - Prefeitura de Peruíbe - SP - Médico Neurologista |
Q4191586 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS

Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.

A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.

Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.

Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendimento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.

Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.

No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

A concordância nominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Q4189941 Português

Leia o texto para responder à questão.



Com mais idosos, será preciso fortalecer o SUS


    Dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que os brasileiros têm destinado parcelas crescentes de sua renda a serviços de saúde e medicamentos nos últimos anos, uma tendência previsível com a transformação demográfica e o envelhecimento da população.


    A despesa pública e privada do país com tal finalidade somou 9,7% do Produto Interno Bruto em 2021, ante 8% em 2010. A expansão deve continuar nos próximos anos, visto que em países mais desenvolvidos e com maior proporção de idosos entre os habitantes, como Alemanha, França e Reino Unido, o índice chega a 12% ou mais.


    Por aqui, o aumento dos gastos no período se concentrou nas famílias – de 4,4% para 5,7% do PIB. Já os desembolsos dos governos federal, estaduais e municipais passaram de 3,6% para 4% do produto.


    Os números refletem o sistema híbrido de financiamento da saúde que, na prática, desenvolveu-se no Brasil. Embora disponhamos de um sistema público universal de atendi mento, o que sem dúvida é uma conquista civilizatória, estamos longe de poder abrir mão dos recursos privados.


    Será necessário fortalecer o SUS para fazer frente à alta esperada da participação de idosos na população. Hoje, homens e mulheres com idade acima dos 65 anos representam perto de 11% dos brasileiros; projeta-se que o patamar de 20% será ultrapassado em 2050, e o de 30% estará próximo em 2070.


    No atual cenário de penúria orçamentária, não há como pensar em um aumento rápido e vigoroso dos recursos do SUS. A longo prazo, será preciso rever prioridades e conter outras despesas para viabilizar maior atenção ao setor.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.04.2024. Adaptado)

A concordância nominal atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q4189609 Português

Leia o texto para responder à questão.


    A história da dengue vem de longe. As primeiras descrições de epidemias de uma doença semelhante à que hoje nos  _________ datam do século 18. O vírus só foi isolado em 1943.


    Sempre _________ quatro vírus causadores de dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4, os quais compartilham entre si dois terços do genoma. São chamados de sorotipos, em função de suas interações com os anticorpos produzidos contra eles, no sangue da pessoa que foi infectada, a qual apresenta fase febril por dois a sete dias. As lesões da pele permanecem por mais três a seis dias depois que a febre cedeu. _________ pequenos sangramentos nasais, vaginais ou nas gengivas ao escovar os dentes.


    A mortalidade varia de 0,01% a 5%, dependendo do acesso aos cuidados médicos. Se o paciente _________ o volume de líquido extravasado no adoecimento, a morte pode ser evitável.


    O Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 60 mililitros de líquido por quilograma de peso, por dia, assim que a febre se instala. Portanto, um adulto de 70 quilos deve tomar cerca de quatro litros por dia, volume quase proibitivo para os que têm náuseas e vômitos. Esses casos exigem hidratação por veia, nem sempre acessível a todos.


    É impossível acabar com a dengue no Brasil, mas é vergonhoso convivermos até hoje com as mortes pela doença.


   (Drauzio Varella. Dengue, a doença.

www1.folha.uol.com.br, 13.03.2024. Adaptado)

As lacunas do texto são completadas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q4187501 Português
        As questões hídricas mundiais têm sido motivo de preocupação e discussão nos diferentes níveis da sociedade. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a demanda de água mundial deva aumentar em 50% até 2030. Dois terços da população mundial atualmente vivem em áreas que passam por restrição de água por, pelo menos, um mês ao ano. Cerca de 500 milhões de pessoas vivem em áreas onde o consumo de água excede a disponibilidade dos recursos hídricos que, por sua vez, está intrinsecamente ligada à qualidade, já que a poluição das fontes de água pode coibir diferentes tipos de usos. O aumento do despejo de esgoto não tratado, o escoamento dos resíduos agrícolas e as águas residuais inadequadamente tratadas da indústria representam riscos de degradação da qualidade da água em todo o mundo.

        Água limpa e de qualidade é essencial para a saúde humana, bem-estar e prosperidade. O acesso à água em quantidade suficiente é uma necessidade básica do ser humano, tanto para o seu consumo próprio quanto para o desenvolvimento de suas atividades econômicas, culturais, de lazer e outras. Porém, a qualidade da água pode ser comprometida pelo crescimento populacional e consequente aumento da demanda por este recurso e pela geração de resíduos no desenvolvimento de tais atividades antrópicas, o que tende a se agravar frente à possível alteração climática, que ameaça o ciclo hidrológico global. 

        O acesso a instalações de saneamento adequadas e seguras também é vital para a higiene, a prevenção de doenças e a saúde humana. Segundo relatório recente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o número de pessoas no mundo sem acesso à água potável em casa é de 2,1 bilhões, cerca de 4,5 bilhões não têm acesso a saneamento básico seguro, e cerca de 892 milhões de pessoas defecam a céu aberto. 

        Em razão do aumento da população, essa situação tem se tornado mais crítica na África Subsaariana e partes do Sudeste Asiático. Em países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chances de usar serviços de abastecimento de água e duas vezes menos de ter o saneamento básico, comparativamente a crianças de outros países. Carências em necessidades básicas, como água limpa, higiene e saneamento em condições adequadas, aumentam a incidência de doenças diarreicas agudas.

        O Brasil é um dos países que possui a maior disponibilidade hídrica do planeta — aproximadamente 18% da água doce que flui pelos rios do mundo. Mesmo assim, em boa parte do Brasil, os níveis baixos dos reservatórios impõem a necessidade de novas abordagens em relação ao uso da água, pois sua falta afeta muito mais do que apenas o consumo desse próprio recurso. Num país onde a base energética é a geração hidrelétrica, a água também é fundamental para qualquer processo que dependa de energia.

EMBRAPA. Adaptado.
Considerando-se as regras de concordância nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Anexa à decisão final, foi expedida a justificativa da sentença: a justiça declarou culpados o diretor e seus assessores.
( ) Vossa Excelência está enganado, senhor Ministro, pois foi encaminhada, inclusa, uma cópia do contrato.
( ) As cordas do violão eram bastantes fortes, de modo que a sabotagem do instrumento ocorreu a olhos vistos.
( ) Os rapazes corriam perigo, pois estavam sós, na rua, em uma parte do dia com menas luminosidade.
Alternativas
Q4187133 Português
Reciclagem de embalagens plásticas no Brasil

        No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.
    
        Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade, sendo classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).
    
        A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total. Enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.
    
        Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.
    
        Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem. Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%).
   
        Mas a baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
  
        Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.
    
        A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.
    
        Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Portal Saneamento Básico. Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta ERRO de concordância nominal. 
Alternativas
Q4159795 Português
Assinale a alternativa que indica quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias caso a palavra sublinhada no trecho a seguir, retirado do texto, fosse substituída por sua forma no singular:
“Não dá para saber o que as pessoas mais ousadas pensam sobre __ opinião alheia: não se importam ou se importam muito?”
Alternativas
Q4143481 Português
Considerando que a concordância verbal é a relação harmônica entre verbo e sujeito, assinale a sentença na qual a concordância é feita de acordo com as regras da gramática normativa.
Alternativas
Q4143480 Português
A concordância consiste em se adaptar à palavra determinante ao gênero, ao número e à pessoa da palavra determinada. Considerando-se isso, a sentença que se adequa às regras de concordância nominal é: 
Alternativas
Q4109216 Português
Qual alternativa não há erro de concordância nominal? 
Alternativas
Q4109118 Português
Assinale a alternativa correta, no que se refere à concordância verbal, de acordo com a norma culta:
Alternativas
Q4109116 Português
Assinale a alternativa em que a frase está livre de erros gramaticais e apresenta o uso correto da regência nominal e verbal 
Alternativas
Q3736915 Português
Atenção: Leia o trecho inicial do conto “O escrivão Coimbra”, de Machado de Assis, para responder à questão.

    Aparentemente há poucos espetáculos tão melancólicos como um ancião comprando um bilhete de loteria. Bem considerado, é alegre; essa persistência em crer, quando tudo se ajusta ao descrer, mostra que a pessoa é ainda forte e moça. Que os dias passem e com eles os bilhetes brancos, pouco importa; o ancião estende os dedos para escolher o número que há de dar a sorte grande amanhã, —ou depois, — um dia, enfim, porque todas as coisas podem falhar neste mundo, menos a sorte grande a quem compra um bilhete com fé.
    
        Não era a fé que faltava ao escrivão Coimbra. Também não era a esperança. Uma coisa não vai sem outra. Não confundas a fé na Fortuna com a fé religiosa. Também tivera esta em anos verdes e maduros, chegando a fundar uma irmandade, a irmandade de S. Bernardo, que era o santo de seu nome; mas aos cinquenta, por efeito do tempo ou de leituras, achou-se incrédulo.
    
        Não deixou logo a irmandade; a esposa pode conté-lo no exercicio do cargo de mesario e levava-o as festas do santo; ela, porém, morreu, e o viúvo rompeu de vez com o santo e o culto. Resignou o cargo da mesa e fez-se irmão remido para não tornar lá. Não buscou arrastar outros nem obstruir o caminho da oração; ele é que já não rezava por si nem por ninguém. Com amigos, se eram do mesmo estado de alma, confessava o mal que sentia da religido. Com familiares, gostava de dizer pilhérias sobre devotas e padres.
   
        Aos sessenta anos, ja não cria em nada, fosse do céu ou da terra, exceto a loteria. A loteria sim, tinha toda a sua fé e esperança. Poucos bilhetes comprava a principio, mas a idade e depois a solidão vieram apurando aquele costume e o levaram a não deixar passar loteria sem bilhete.
    
        Nos primeiros tempos, não vindo a sorte grande, prometia não comprar mais bilhetes, e durante algumas loterias cumpria a promessa. Mas lá aparecia alguém que o convidava a ficar com um bonito número, comprava o nimero e esperava. Assim veio andando pelo tempo fora até chegar aquele em que loterias rimaram com dias, e passou a comprar seis bilhetes por semana; repousava aos domingos.

(Adaptado de: ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia, volume 11. São Paulo: Companhia das Letras, 1998) 
A formal verbal em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado no seguinte trecho: 
Alternativas
Q3665764 Português
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão

Malasarte cozinhando sem fogo

    Chegando, certa vez, Pedro Malasarte à cidade, logo se meteu em divertimentos e gastou todo o dinheiro. Mas antes que ficasse de todo limpo comprou uma panelinha de ferro qualquer, com três pés para apoiar sobre o fogo, uma matula e seguiu viagem.
    Já era por umas onze da manhã, quando avistou um rancho desocupado. Apertado de fome, resolveu descansar ali. Fez fogo, pôs a panela de três pés com a matula a aquecer.
    Mal acabara de aquecer a matula, vem chegando uns tropeiros. Pedro Malasarte mais que depressa pôs um monte de terra sobre o fogo, de modo que não ficou um graveto a vista, e ficou muito quieto diante da panelinha que fumegava.
    Os tropeiros vendo aquilo ficaram muito espantados e perguntaram:
    — Que moda é essa, caboclo, de cozinhar sem fogo?
     Pedro respondeu logo:
    — Isto não é para todos. Pois não vêem que minha panela é mágica?
    — Então, ela cozinha sem fogo?
    — É como estão vendo, e a qualquer hora. Mas como o médico me disse que estou por poucos dias e precisando de dinheiro para encomendar o corpo, posso negociá-la.
    Os tropeiros viram na panela um verdadeiro achado; provaram da comida e acharam tudo muito bom.
    Compraram a panela, pagando por ela o preço que Pedro Malasarte lhes pediu.
  Vinha caindo à noite, quando os tropeiros foram cozinhar sem fogo e deram com a trapaça de Malasarte, que já tinha sumido nesse mundo de Deus.


Fonte: https://www.recantodasletras.com.br/causos/1034502 (adaptado).
Se a frase "Os tropeiros viram na panela um verdadeiro achado" fosse reescrita para o singular, quantas palavras, no total, sofreriam ajuste ortográfico?
Alternativas
Q3550139 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, a fala do personagem no quadrinho a seguir, considerando a norma-padrão e a imagem visual.

Imagem associada para resolução da questão (Jim Davis. Garfield. Adaptado)

Alternativas
Q3545724 Português

Por que e como utilizar narrativas indigenas na alfabetização?


Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças  


Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem à sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 


Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito às suas línguas, inclusive no âmbito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministério da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indigena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística. 


O referencial assegurou a chamada alfabetização intercultural, isto é, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as préticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memorias histéricas e reafirmar suas identidades. 


“A lingua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takud, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequização, com os jesuitas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”  


Panorama da alfabetização indígena 


Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondônia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Então, geralmente, no 1° ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2° ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.  


A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na região onde atua, na Terra Indígena Rio Negro  Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alterndncia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e têm dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna 


Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena está diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler o mundo que nos rodeia”, conta. 


Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Então, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia.  


Outra questão são os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocéntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatório o estudo da histéria e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteúdos ainda trazem estereótipos de uma concepção única do que é ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC é uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não é na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia. 


© Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ihttps://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povosindigenas-alfabetizacaog, 

No trecho “Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito às suas linguas,” a concordância verbal está correta? 
Alternativas
Q3542991 Português
Qual é o resíduo plástico mais comum do planeta?
(Texto adaptado com fins didáticos).

O plástico é um material versátil e amplamente utilizado na vida cotidiana. No entanto, o aumento da utilização de produtos plásticos de uso único (aqueles que são usados e descartados em um período muito curto de tempo) tem sérias consequências ambientais, econômicas e sociais. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a dependência desse material levou a uma crise de resíduos que afeta todo o planeta.

Os números do Pnuma alertam que, globalmente, 1 milhão de garrafas plásticas são compradas a cada minuto e até 5 bilhões de sacolas plásticas são usadas por ano. Outro dado alarmante é que 36% de todo o plástico fabricado é destinado à produção de embalagens e, desse total, cerca de 85% acabam descartados em aterros sanitários ou como resíduos não-regulamentados.

Essa situação é ainda mais exacerbada pelo fato de que 98% dos produtos plásticos de uso único são provenientes de combustíveis fósseis, aumentando o impacto sobre a quantidade de emissão de gases de Efeito Estufa.

Embora a produção de embalagens e sacolas seja enorme, elas não são os resíduos mais comuns. Veja, a seguir, qual é o lixo plástico mais encontrado na Terra.

Um dos maiores problemas na luta contra a poluição plástica são as bitucas de cigarro. Esses pequenos produtos, muitas vezes ignorados no meio ambiente, são, na verdade, os resíduos plásticos de uso único mais abundantes no planeta, afirma a agência ambiental internacional.

Isso porque o principal componente dos filtros de cigarro é o acetato de celulose, um microplástico que chegou a quase todos os cantos do mundo devido ao seu uso generalizado, informa um artigo do PNUMA.

A magnitude da presença de bitucas de cigarro no meio ambiente pode ser ilustrada pela estimativa da agência da ONU de que cerca de seis trilhões de cigarros são consumidos por um bilhão de pessoas a cada ano.

Embora pequeno em tamanho, o impacto das bitucas de cigarro é enorme devido à quantidade produzida e descartada diariamente. Um projeto do governo do Reino Unido para limpar bitucas de cigarro, que envolveu mais de 500 voluntarios, constatou que, após a limpeza, "as bitucas de cigarro eram os itens plásticos mais numerosos, seguidas por tampas de bebidas e embalagens de alimentos".

As bitucas de cigarro são difíceis de degradar, contêm produtos químicos que podem contaminar o solo e a água, que agravam ainda mais o problema ambiental, e liberam microplásticos capazes de atingir o corpo humano, afirma o Pnuma.

Depois das bitucas de cigarro, os demais resíduos plásticos que são mais comuns de serem encontrados na natureza são: embalagens de alimentos, garrafas plásticas descartáveis, tampas de garrafas, sacolas de supermercado, canudos e sacolas plásticas.

Fonte: https://tinyurl.com/5cjbyz3b
"As bitucas de cigarro são difíceis de degradar."
O trecho acima retirado do texto possui erro de concordância verbal, visto que o verbo deveria concordar com o substantivo "cigarro".
Alternativas
Respostas
901: A
902: D
903: C
904: A
905: D
906: D
907: B
908: A
909: C
910: D
911: A
912: C
913: A
914: B
915: C
916: C
917: C
918: B
919: E
920: E