Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q902764 Português
Acima de uma abertura, _____ lâmpadas. Todas as vezes que os macacos recebiam fatias de maçã, as lâmpadas piscavam um pouco antes. Quando ____ horas depois, os macacos ____ aprendido: quando as lâmpadas acendiam, ____ produções de hormônios.
SCHONBURG, Alaxander. Rico sem dinheiro. São Paulo: Gente, 2007. p. 157.
Qual das alternativas preenche adequadamente as lacunas do texto?
Alternativas
Q902176 Português
A concordância está em conformidade com a norma-padrão na frase:
Alternativas
Q902061 Português
Analise os trechos observando as alterações realizadas que não provocaram qualquer desvio gramatical. Após análise, assinale o item correto.
Alternativas
Q899150 Português
No que diz respeito à concordância nominal, a palavra em destaque que está empregada de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q899145 Português
Verdades na ficção


MACHADO, Ana Maria. Verdades na ficção. O Globo, 20 jan. 2018. Disponível em: <https://ogloboglobo.com/opiniao/verdades-na-ficcao-22308015>. Acesso em: 18 mar. 2018. (Fragmento)
A forma verbal em destaque está em DESACORDO com o que prevê a norma-padrão da língua em:
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Q899083 Português
O ano da esperança



CARRASCO, W. O ano da esperança. Época, 25 dez. 2017, p.97. Adaptado.
Considere o trecho “Depois vieram as mães e avós doentes.” (l. 8-9).
A frase em que se emprega uma flexão do verbo destacado, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, é:
Alternativas
Q898213 Português

Em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item .


Na linha 13, a forma verbal “começaram” está flexionada no plural porque concorda com o núcleo do sujeito da oração, o termo “séculos”.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2018 - SABESP - Advogado |
Q897851 Português

                             Gestão dos recursos hídricos


      A gestão dos recursos hídricos é decisão política, motivada pela escassez relativa de tais recursos. Quando a escassez de água é previsão de médio ou longo prazo, deixa de ser evidente, e apenas preocupações conservacionistas podem levar à gestão dos recursos hídricos. Isso tem ocorrido a partir da década de 70, com os ambientalistas organizando-se e agindo de forma a provocar a antecipação de ações que visam à conservação dos recursos hídricos antes que as situações atinjam índices críticos.

      Porém, em qualquer circunstância, a informação ao público dos conflitos potenciais quanto ao uso dos recursos hídricos é fundamental, sem o que a motivação política nunca acontecerá, antes de condições de degradação praticamente irreversíveis.

(VV.AA. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. São Paulo: Nobel/ABRH, 1987, p. 14) 

Está correta a flexão verbal e estão plenamente atendidas as normas de concordância na frase:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2018 - SABESP - Advogado |
Q897842 Português

                                        Usos da razão


      A imaginação, o que dizer a respeito dela? Meus livros estão aí para provar que eu a tenho. Mas é uma imaginação que está sempre a serviço da razão.

      Ou melhor: que aceita a prevalência da razão. Posso formular assim: a imaginação é o ponto de partida, mas o caminho a partir daí pertence à razão.

      Somos nós que nos afirmamos, por oposição ao comportamento dos animais, seres dotados de razão; por isso, não posso aceitar (e aí entra uma questão ética) que a razão seja usada contra a razão. Nesse sentido, uma razão que não é conservadora da vida, uma razão que não defende a vida, uma razão que (pondo a coisa num terreno mais prático, mais imediato) não se orienta para dignificar a vida humana, para respeitá-la, muito simplesmente para alimentar o corpo, para defender da doença, para defender de tudo o que há de negativo e que nos cerca, e que desgraçadamente é também produto da razão, é uma razão de que se faz um mau uso.

      Se o homem é um ser racional e usa a razão contra si mesmo – um contra si mesmo representado pelos seus semelhantes −, então de que é que serve a razão? Se ela não serve à ética, ela se transforma numa arma destrutiva.

(SARAMAGO, José. As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 134/135) 

Considere o trecho do último parágrafo:


Se o homem é um ser racional e usa a razão contra si mesmo (...), então de que é que serve a razão? Se ela não serve à ética, ela se transforma numa arma destrutiva.


Se esse trecho se iniciasse pelo segmento Se o homem fosse plena e absolutamente um ser racional, as formas verbais destacadas deveriam ser, por consequência,

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2018 - SABESP - Advogado |
Q897841 Português

                                        Usos da razão


      A imaginação, o que dizer a respeito dela? Meus livros estão aí para provar que eu a tenho. Mas é uma imaginação que está sempre a serviço da razão.

      Ou melhor: que aceita a prevalência da razão. Posso formular assim: a imaginação é o ponto de partida, mas o caminho a partir daí pertence à razão.

      Somos nós que nos afirmamos, por oposição ao comportamento dos animais, seres dotados de razão; por isso, não posso aceitar (e aí entra uma questão ética) que a razão seja usada contra a razão. Nesse sentido, uma razão que não é conservadora da vida, uma razão que não defende a vida, uma razão que (pondo a coisa num terreno mais prático, mais imediato) não se orienta para dignificar a vida humana, para respeitá-la, muito simplesmente para alimentar o corpo, para defender da doença, para defender de tudo o que há de negativo e que nos cerca, e que desgraçadamente é também produto da razão, é uma razão de que se faz um mau uso.

      Se o homem é um ser racional e usa a razão contra si mesmo – um contra si mesmo representado pelos seus semelhantes −, então de que é que serve a razão? Se ela não serve à ética, ela se transforma numa arma destrutiva.

(SARAMAGO, José. As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 134/135) 

Há construção na voz passiva e pleno atendimento às normas de concordância verbal na frase:
Alternativas
Q897294 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Os pilares da sustentabilidade: os desafios ambientais do século XXI para a iniciativa privada





(Fonte: Amcham Brasil, 26 de maio 2017 – http://economia.estadao.com.br/blogs – Texto adaptado)
Avalie as assertivas a seguir, quanto a alterações no texto:
I. Na linha 30, a substituição de em que por no qual não feriria as regras de concordância e de regência. II. A substituição de consiste (l. 54) por tem a consistência manteria o sentido, entretanto provocaria necessidade de alteração na estrutura do período. III. A troca de valorizando (l. 61) por dando valor provocaria a necessidade de ajustes na estrutura do período.
Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q897293 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Os pilares da sustentabilidade: os desafios ambientais do século XXI para a iniciativa privada





(Fonte: Amcham Brasil, 26 de maio 2017 – http://economia.estadao.com.br/blogs – Texto adaptado)
Analise as afirmações abaixo e, a seguir, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
1. Caso na linha 19, o vocábulo Investimentos fosse passado para o singular, quantas outras palavras deveriam sofrer alteração para fins de concordância? ____, apenas. 2. Se na linha 22 suprimíssemos o vocábulo das e o núcleo do sujeito assumisse a forma singular, outras ____ palavras deveriam sofrer alteração para fins de concordância.
Alternativas
Q897233 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.


      Foi em 1964. Vinícius de Moraes esperava pelo jornalista e compositor Antônio Maria num chalezinho em Barão de Mauá, onde tinham combinado passar alguns dias. Eram mais que amigos − irmãos. De repente, foram dar a Vinícius a notícia de que Antônio Maria morrera na véspera, de infarto. Vinícius sentiu o que chamou de “coice da morte” e se deixou ficar, arrasado, na varanda do chalé. Naquele momento, um passarinho entrou pela varanda e começou a fazer evoluções à sua volta. Era um passarinho gordo, como Maria. O poeta escreveu depois: “Tenho certeza que aquele passarinho gordo era você, meu Maria, fazendo palhaçada para me tirar da fossa”.

      Vinícius tinha prática nesses assuntos. Em 1955, morrera-lhe outro amigo querido, Jayme Ovalle. Dias depois, Vinícius escreveu a Manuel Bandeira: “Ele [Ovalle] não tem me largado um instante. Agora mesmo que estou te escrevendo, está sentado na poltrona em frente” − e descreveu uma longa cena do amigo morto que o visitava. Ovalle morrera no Rio e Vinícius estava em Paris, detalhe insignificante no além.

Quando se perde um amigo, vêm o vazio e a sensação de que, por mais que se falassem, os dois não disseram tudo.

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Disponível em: folha.uol.com.br. Acessado em: 30/3/18) 

O verbo que, no contexto, pode ser corretamente flexionado no singular, sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, está sublinhado em:
Alternativas
Q897081 Português

      A mitificação dos homens é um fato social comum, e um dos mais perniciosos. Desde que um nome emerge, por qualquer razão, da massa anônima, está o seu dono sujeito a virar mito. Com isso, naturalmente, soma-se às forças dessa pessoa um dinamismo novo, que raramente reverte em benefício dos demais homens. De qualquer modo, uma coisa preciosa se perde: a verdade da condição real desse indivíduo.

      O escritor é um dos tipos sociais mais sujeitos a esse fenômeno. Já ouvi, inúmeras vezes, queixas como esta: “Que decepção, o Fulano. Julgava-o diferente. É um homem como outro qualquer”. Sim, as pessoas se surpreendem que os escritores comam, tropecem no beiço da calçada, assoem o nariz etc. Isso, nos casos mais graves de delírio adolescente. Mas é muito comum pensar-se que os escritores têm o mundo totalmente decifrado dentro de sua cabeça e não são suscetíveis de vacilar um instante sobre que decisão tomar em face desta ou daquela contingência.

      E o curioso é que essa vontade idealista do público se reflete frequentemente no escritor: e ei-lo se compondo, como diante do fotógrafo, a fim de não contrariar a imagem que os leitores criaram de sua pessoa. A propósito desse fenômeno, que termina por influenciar diretamente a própria obra do escritor, Roland Barthes escreveu que, na França, os homens de letras tinham todos se educado na “arte de morrer em público”. É a frase do gênio alemão, à hora da morte: “mais luz, mais luz”. (Se Goethe disse isso ou não, pouco importa: a frase é necessária para compor o mito.) No entanto, o velho e sábio Sócrates não se preocupou com que sua derradeira frase fosse esta: “Críton, nós devemos um galo a Asclépio; não te esqueças de pagá-lo”.

      Há, por outro lado, um esforço permanente dos biógrafos para fazer dos escritores e dos artistas personagens ideais. Ou para detratá-los, lançando mão de detalhes de sua vida particular. Tanto num caso, como noutro, deixa-se de lado o fato simples de que a obra de arte, quando acontece, é uma vitória da pessoa sobre seus defeitos e suas virtudes cotidianas.

(GULLAR, Ferreira. Melhores Crônicas. São Paulo, Global, 2012, ed. digital) 

Ao substituir-se o elemento sublinhado pelo que está entre parênteses, o verbo que deverá ser flexionado no plural encontra-se em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFOP Órgão: UFOP Prova: UFOP - 2018 - UFOP - Assistente em Administração |
Q896938 Português

Preencha as lacunas das frases a seguir, selecionando a forma correta entre parênteses, de acordo com a norma culta da língua portuguesa.


I. Vocês estão ______________ com a tesouraria. (quite - quites)

II. As janelas ___________ abertas deixavam entrar a leve brisa. (meio - meia)

III. Vai ___________ à presente a relação dos livros solicitados. (anexo - anexa)

IV. As matas foram ______________ danificadas pelo fogo. (bastante - bastantes)

V. É ________________ a entrada de animais. (proibido - proibida)


Assinale a alternativa que traz a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFOP Órgão: UFOP Prova: UFOP - 2018 - UFOP - Assistente em Administração |
Q896937 Português
A concordância nominal, de acordo com a gramática normativa da língua portuguesa, foi corretamente empregada em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFOP Órgão: UFOP Prova: UFOP - 2018 - UFOP - Assistente em Administração |
Q896936 Português

Analise a concordância verbal nas orações a seguir:


I. Algum de vós conseguirei a bolsa de estudo?

II. Sei que pelo menos um terço dos jogadores estavam dentro do campo naquela hora.

III. Os Estados Unidos são um país muito rico.

IV. No relógio do Largo da Matriz bateu cinco horas: era o sinal esperado.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFOP Órgão: UFOP Prova: UFOP - 2018 - UFOP - Assistente em Administração |
Q896935 Português

Preencha as lacunas das frases abaixo com os verbos bater, consertar e haver, respectivamente, na concordância prevista na norma culta da língua portuguesa.


I. As aulas começam quando _____ oito horas.

II. Nessa loja ______ relógios de parede.

III. Ontem _______ ótimos programas na televisão.


Assinale a alternativa contendo a sequência com a forma correta dos verbos, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFOP Órgão: UFOP Prova: UFOP - 2018 - UFOP - Assistente em Administração |
Q896934 Português
Indique o trecho em que ocorre desvio de concordância verbal, segundo o padrão culto da língua portuguesa:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFOP Órgão: UFOP Prova: UFOP - 2018 - UFOP - Assistente em Administração |
Q896926 Português

Leia atentamente o texto a seguir.


O assalto em cada região brasileira


Assaltante paraibano

Ei, bichim... Isso é um assalto... Arriba os braços e num se bula nem faça muganga... Arrebola o dinheiro no mato e não faça pantim se não enfio a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora! Perdão, meu Padim Ciço, mas é que eu tô com uma fome da moléstia...


Assaltante mineiro

Ô, sô, prestenção...Isso é um assarto, uai... Levanta os braço e fica quetim quesse trem na minha mão tá cheio de bala... Mió passá logo os trocado que eu num tô bão hoje. Vai andando, uai! Tá esperando o quê, uai!!


Assaltante baiano

Ó, meu rei... Isso é um assalto... (longa pausa). Levanta os braços, mas não se avexe não... (pausa). Se num quiser, nem precisa levantar, pra num fica cansado... Vai passando a grana, bem devagarinho... (longa pausa). Num repara se o berro está sem bala, mas é pra num ficá muito pesado... Não esquenta, meu irmãozinho (longa pausa). Vou deixar teus documentos na encruzilhada...


Assaltante paulista

Orra, meu... Isso é um assalto, meu... Alevanta os braços e passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo, meu... Pô, se manda, meu... (Autor desconhecido.

Disponível em:<www.oliviofarias.blogspot.com.br/2011/05/como-seria-um-assalto-em-cada-regiao-do.html> . Acesso em: 02/04/2018. Com adaptações.)


Assinale a alternativa correta quanto à análise da linguagem e da concordância no texto.

Alternativas
Respostas
6281: D
6282: C
6283: C
6284: C
6285: E
6286: C
6287: E
6288: C
6289: B
6290: C
6291: D
6292: B
6293: E
6294: B
6295: A
6296: D
6297: D
6298: A
6299: C
6300: A