Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Fonte: https://www.recantodasletras.com.br






Texto para o item.
Simone Sena Farina e Nicolina Silvana Romano‐Lieber. Atenção farmacêutica em farmácias e drogarias: existe um processo de mudança? In:
Saúde e Sociedade, v. 18, n.o
1, 2009, p. 7‐18 (com adaptações).
Na linha 16, mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto a flexão do termo “necessários” na forma feminina singular — necessária —, caso em que esse passa a concordar com “prática farmacêutica”.
Texto para o item.
Simone Sena Farina e Nicolina Silvana Romano‐Lieber. Atenção farmacêutica em farmácias e drogarias: existe um processo de mudança? In:
Saúde e Sociedade, v. 18, n.o
1, 2009, p. 7‐18 (com adaptações).
Na linha 10, sem prejuízos para a correção gramatical, o termo “mudanças” pode ser substituído por alterações.
Texto para o item.
Simone Sena Farina e Nicolina Silvana Romano‐Lieber. Atenção farmacêutica em farmácias e drogarias: existe um processo de mudança? In:
Saúde e Sociedade, v. 18, n.o
1, 2009, p. 7‐18 (com adaptações).
Os termos “lógico” (linha 2) e “sistemático” (linha 3), por definirem o nome “assistência” (linha 2), podem ser flexionados na forma feminina, sem prejuízo para a correção gramatical e os sentidos do texto.
Com base na leitura do texto, julgue o item.
Em “Torna-se essencial o investimento em tecnologia e
inovação” (linhas 36 e 37), o verbo está flexionado na
terceira pessoa do singular porque concorda com o
termo “essencial”, que funciona como sujeito da oração.
Com base na leitura do texto, julgue o item.
A forma verbal “valorizem” (linha 16) está flexionada na
terceira pessoa do plural porque concorda com o termo
“ações” (linha 14).
Texto para a questão.

BBC News | Brasil. Maria, a Profetisa: as criações da mãe da alquimia que ainda são
usadas, 20 séculos depois. Internet: <https://www.bbc.com> (com adaptações).


Leia o Texto | para responder à questão
Texto l
Texto para o item.

Amauri Moraes dos Santos. Desafios e oportunidades do farmacêutico na promoção da saúde.
Infarma [Conselho Federal de Farmácia], v. 17, n.° 5‐6, 2005, p. 73 (com adaptações).
Julgue o item quanto à estruturação linguística do texto.
Ficam mantidos a correção gramatical e os sentidos
textuais caso a sentença “que a morbimortalidade cai
quando melhoram a disponibilidade e a qualidade da
água” (linha 25) seja substituída por que a morbidade e
a mortalidade reduzem quando há melhora na
disponibilidade e na qualidade da água.
Texto para o item.

Amauri Moraes dos Santos. Desafios e oportunidades do farmacêutico na promoção da saúde.
Infarma [Conselho Federal de Farmácia], v. 17, n.° 5‐6, 2005, p. 73 (com adaptações).
Julgue o item quanto à estruturação linguística do texto.
Na linha 23, a forma “comprovou” pode ser flexionada
no plural — comprovaram —, caso em que passa a
concordar com “pensadores”, sem prejuízo para a
correção gramatical e para os sentidos do texto.
Texto para o item.

Amauri Moraes dos Santos. Desafios e oportunidades do farmacêutico na promoção da saúde.
Infarma [Conselho Federal de Farmácia], v. 17, n.° 5‐6, 2005, p. 73 (com adaptações).
Julgue o item quanto à estruturação linguística do texto.
Na linha 21, sem prejuízo para a correção gramatical e
para os sentidos originais do texto, o termo
“desprovidas” pode ser flexionado na forma masculina
singular, para se referir a “o foco da doença”, como é o
caso do vocábulo “localizado”.
A busca por um sentido
“Os dois dias mais importantes da sua vida são aqueles em que você nasceu e aquele em que descobre o porquê.” A máxima atribuída ao escritor americano Mark Twain (1835- 1910), autor de clássicos como As Aventuras de Tom Sawyer (1876), resume com precisão o valor de encontrar um propósito para a própria existência. Naturalmente, nunca é demais sublinhar, a busca por um sentido para estar vivo se confunde com o humano – ou, melhor ainda, com “ser” humano.
Há cerca de 50000 anos, quando, segundo achados recentes, o Homo Sapiens começou a pintar nas paredes das cavernas, desenhávamos figuras místicas, como caçadores dotados de superpoderes, que pareciam auxiliar os homens daquela época a situar a si mesmos em meio ao desconhecido. De lá para cá, não existem indícios de que se possa chegar a uma razão única que justifique o viver – porém cada indivíduo pode descobrir a sua.
Diante da pergunta “por que estamos aqui?”, feita durante uma entrevista, o escritor Charles Bukowski (1920- 1994), alemão radicado nos Estados Unidos, destacou: “Para quem acredita em Deus, a maior parte das grandes questões pode estar respondida. Mas, para aqueles que não aceitam a fórmula de Deus, as grandes respostas não estão cravadas na pedra. Nós nos ajustamos a novas condições e descobertas”.
No rastro desse debate, outra indagação se impõe: afinal, vale tanto assim o esforço de refletir acerca dos motivos de estar na Terra? Um estudo publicado em dezembro no periódico científico Journal of Clinical Psychiatry (EUA) foi pioneiro ao garantir que, até mesmo do ponto de vista da saúde física e mental, vale, sim, a pena. O veredito do estudo: aqueles que revelavam ter descoberto sentido em sua vida demonstravam também melhores condições de saúde, tanto psicológica como física. Enquanto isso, ocorreu o contrário com os que declaravam estar no máximo em um processo de busca. Esses apresentavam, com maior frequência, problemas de saúde.
(Sabrina Brito, Veja, 15.01.2020. Adaptado)

