Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q1757532 Português

Com base no excerto abaixo, da matéria Alarme desregulado, exposta na revista Segredos da mente - o poderdo cérebro, Ano 3, no. 4, 2019), responda ao que se pede na questão.


    Visando a sobrevivência, durante a evolução do ser humano, a natureza soube adaptar seu desenvolvimento para que ele se preparasse para as mais diversas situações que viria a encarar, como o perigo. A ansiedade e o medo, por exemplo, são gatilhos natos e muito importantes para a proteção do indivíduo. “Se estivermos em um local diferente, pouco iluminado e vermos um vulto, a ansiedade funciona como um sinal de alarme que pode servir para uma reação de fuga, para evitar sermos pegos de surpresa ou até reconhecer se há um perigo real”, exemplifica o psiquiatra Bernard Miodownik.

     [...] “A ansiedade é uma reação humana e suas alterações são contingências que podem atingir qualquer um, dependendo das vulnerabilidades subjetivas de cada pessoa”, explica Miodownik.

     Algumas pesquisas indicam que exista uma base genética que justifica o transtorno de ansiedade. Na formação das estruturas cerebrais ligadas aos estados de vigilância, haveria erros de funcionamento neuroquímico, que desencadeariam as sensações de ansiedade exagerada. [...]

     O hipocampo ventral é acionado ao mesmo tempo em que a área medial do córtex pré-frontal entra em ação. Assim, o cérebro irá reconhecer ou não a situação como ameaça. É no hipocampo que a memória e as emoções são processadas.

     De acordo com a interpretação do sistema nervoso, a área medial formula a resposta de outras áreas. Isso serve para que sejam produzidas uma reação de defesa e comportamento associados à ansiedade. 

Julgue a validade das afirmações feitas com relação aos aspectos de regência e de concordância, sinalizando (V) para verdadeiro e (F) para falso.


( ) Em: “visando a sobrevivência... (L.1)”, o verbo VISAR, no sentido de “ter como objetivo”, é transitivo indireto, mas há uma tendência de uso como transitivo direto, dispensando a preposição, razão de não ser necessário o emprego da crase nesse contexto.

( ) O verbo ATINGIR só pode ser empregado como transitivo indireto, de modo que ocorre uma falha em: “contingências que podem atingir qualquer um (L.6)”, devido à ausência da preposição.

( ) O verbo HAVER foi empregado corretamente no singular em: “haveria erros de funcionamento neuroquímico (L.9)”, pois, sendo impessoal, não requer sujeito com o qual concordar.

( ) Em: “Isso serve para que sejam produzidas uma reação de defesa e comportamento associados à ansiedade (L.13) e (L.14)”, a concordância não foi estabelecida corretamente com o adjetivo, cuja forma deveria ser “produzidos”.


A sequência CORRETA de preenchimento é:

Alternativas
Q1757409 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


O uso do plural na locução “podiam saltar” (linha 43) justifica-se pela concordância verbal com o termo “animais silvestres” (linhas 42 e 43), que também está no plural. 

Alternativas
Q1757037 Português
Assinale abaixo a alternativa que apresenta concordância verbo-nominal:
Alternativas
Q1754321 Português

Imagem associada para resolução da questão Analise o cartaz acima e assinale a alternativa CORRETA sobre ele: 
Alternativas
Q1754164 Português
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa INCORRETA com relação à concordância:
Alternativas
Q1753956 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Ainda com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item. 
No trecho “Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização”, a forma verbal “é” concorda com o termo “Localidade”.
Alternativas
Q1753945 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
No trecho “precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia” (quarto período), o vocábulo “primeiro” estabelece concordância com o termo “conceito”.
Alternativas
Q1753552 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Marque a alternativa com informação CORRETA.
Alternativas
Q1753549 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Marque o que NÃO se comprova na frase: "A árvore que pensava bastante".
Alternativas
Q1753481 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA


(1º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2º§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3º§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5º§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6º§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!


(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) - (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -


https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Sobre o trecho: "Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos". Analise as informações seguintes:
I. A oração: "quando silenciei" é subordinada adverbial temporal. II. O termo "milhares" caracteriza uso de hipérbole. III. No trecho, temos exemplos de verbos pronominais. IV.A expressão: "quem se ocupa" exemplifica concordância verbal.
Estão CORRETAS:
Alternativas
Q1753381 Português
Assinale a alternativa CORRETA com relação à concordância verbal apresentada pela norma-padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Q1753247 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

COMUNICAÇÃO: AFINAL, PARA QUE SERVE ISSO?

(1o§) A comunicação e a educação estão intimamente ligadas. A comunicação é a forma de expressar o que se quer dizer, com um determinado conhecimento, para alguém que quer compreender a mensagem a ser dita. Já a educação, por meio de um processo de formação, torna o indivíduo apto a organizar as ideias e, a partir daí, comunicar-se de forma eficiente.

(2o§) Nós só vamos nos comunicar bem se organizarmos nossas ideias de forma clara e direta, com um aprendizado que nos dê conhecimento sobre o que queremos expressar, utilizando uma linguagem adequada. No caso específico da radiodifusão comunitária, o papel do rádio e a defesa do direito à transmissão por radiofrequência têm uma importância central para o avanço das identidades populares.

(3o§) Este veículo sempre teve o potencial para cumprir este papel, sendo por diversas vezes instrumentalizado por governos. E mesmo sob estes controles, o que se verificou foi a manifestação da cultura popular, ainda que emaranhada com o chamado populismo.

(4o§) São protagonistas da comunicação social aqueles que exercem o direito de se comunicar. Partindo da lógica da relação emissor-receptor, observamos que os comunicadores comunitários ocupam o papel de encurtar a distância no processo comunicacional.

(5o§) Esta capacidade atua em todas as esferas da vida. A rádio e a produção integrada de audiovisual de baixo custo potencializam os empreendimentos econômicos da região sob cobertura da emissora comunitária. Muitas vezes, uma iniciativa de economia dentro da mais plena informalidade, mas com muitos frequentadores de uma região metropolitana periférica, ganha legitimação quando anunciada em uma rádio comunitária. hha.pddf) ebresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf)

http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf

Sobre os componentes textuais, analise as assertivas seguintes:

I.Na composição textual, identificamos predominância de narração e descrições, além de vícios de linguagem, comprovado pelo uso do coloquialismo (livre pronunciação).

II.O fato de o (4o§) não apresentar os termos essenciais da oração dispostos na ordem direta, comprova o uso da figura de linguagem conhecida por hipérbato.

III.No trecho: "aqueles que exercem o direito de se comunicar", identificamos: pronome demonstrativo; pronome relativo; verbo bitransitivo de segunda conjugação.

IV.Dentre os componentes linguísticos do segundo período do (4o§), comprovamos: verbo na forma nominal do gerúndio; contração prepositiva imposta pela regência verbal; conjunção subordinativa integrante usada para introduzir oração subordinativa substantiva objetiva direta; termos derivados por sufixação relacionados à comunicação.

V.O segundo período do (5o§) inicia com oração construída com sujeito composto, justificando oi uso do verbo "potencializam" concordando com a terceira pessoa do plural do presente do modo indicativo.

VI.Os termos: "região", "produção" e "legitimação" são todos ambíguos; são todos oxítonos, mostrando a importância do til para marcar e justificar a tonicidade da última sílaba em qualquer palavra que tenha vogal nasalizada.

Estão CORRETAS, apenas:

Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Advogado |
Q1753161 Português
Certa vez estive presente numa reunião em Brasília ___ se analisava decisão cogitada pelo governo federal. Surgiu uma dúvida jurídica e quem conduzia_____  reunião disse que recorreria ______“turma do depende”, referindo-se _____ assessoria jurídica disponível. Um de seus membros veio ______ reunião e a dúvida existente foi-lhe apresentada. Começou ______ responder dizendo: “Depende...”. E veio uma gargalhada geral. A razão foi-lhe explicada. (Roberto Macedo, “Quanto crescerá o PIB em 2020? Depende...”. https://opiniao.estadao.com.br. 20.02.2020. Adaptado) Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Advogado |
Q1753157 Português

Leia o texto para responder a questão:

Como as democracias adoecem
    Para saber como as democracias morrem há legistas mais capazes na autópsia. Mas, para diagnosticar como adoecem, melhor observar o mal-estar dos fatos polêmicos à luz da ousadia pessoal dos influentes que os cometem e da letargia cívica com que os influenciados reagem a eles. Lesões oportunistas são obra de ideologias diversas que enfraquecem uma nação e comprometem sua saúde democrática. 
    Neste artigo, olho um período cheio de egolatrias em que ficamos à mercê da marca do outro. Assim como a gula, apetite sem limite de quem se sente situado no topo da cadeia alimentar, a voracidade é mecanismo próprio do mau instinto de quem não tem predador natural.
     Se todos têm suas próprias razões no que fazem e estão tão mergulhados de interesse nelas, não se trata de liberdade de pensamento e é difícil imaginar reflexão de boa-fé. Existem ficções e existem fatos concretos. Embora pouco praticada entre nós, a psico-história da política costuma ser mais hábil para entender os venenos sutis que alimentam a ambição dos que são notícia.
    Anda, evidente, muito mal conduzida nossa democracia. Mas isso não significa que tenha morrido. Lembra mais a lenda brasileira de que ninguém presta e não vai dar em nada. Lenda que impulsiona o caráter arbitrário do tipo que manda ver. Um costume primitivo, institucional, cuja dimensão ainda não compreendemos inteiramente. É onde estacionou a curva da civilização brasileira e dali jamais passou. Ali onde o mundo em que são cometidos crimes e as aberrações legais ameaça ficar parecido com o mundo onde deveria ser possível corrigir suas consequências.
 (Paulo Delgado, “Como as democracias adoecem”.
https://opiniao.estadao.com.br. 12.02.2020. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de concordância.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Advogado |
Q1753153 Português

Leia o cartum para responder a questão:


(Estela May, “Péssima influências”. Folha de S.Paulo, 22.02.2020)
Em conformidade com a norma-padrão, se a frase fosse proferida por uma pessoa do gênero feminino, assumiria a seguinte redação:
Alternativas
Q1752551 Português

Assinale a alternativa que contém a conjugação CORRETA do verbo haver, conforme a gramatica tradicional da Língua Portuguesa.

Alternativas
Q1752543 Português

Observe o seguinte período e responda à questão:

Todo mundo acha que se vira bem no Inglês, mas na vida real não é bem assim.

Assinale a alternativa verdadeira quanto ao período exposto.

Alternativas
Q1751783 Português
Assinale a alternativa em que a concordância nominal esteja conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q1751543 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA

(1º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2º§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3º§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5º§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6º§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!

(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) -

(Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -


https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Sobre o período: "Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar", analise as informações seguintes:


I."Mágoas" e "rancores" remete o leitor à ideia emocional de dor, de tristeza.

II."Porque" é conjunção coordenativa explicativa, "vis" quer dizer que tem pouco valor, desprezíveis.

III.A expressão: "sentimentos amargos" exemplifica concordância nominal de substantivo com adjetivo, e exerce função sintática de objeto direto.

IV.O período: "Pare com a ideia de que não pode parar" está escrito com pleonasmo.


Estão CORRETAS: 

Alternativas
Q1751422 Português

Texto 2A1-II


    Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estado com as forças da lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e segmentos populacionais”.

     A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta “mais desenvolvida” do mundo.


Zygmunt Bauman. Globalização: as consequências humanas. Tradução: Marcus Penchel. Rio de Janeiro, Zahar, 1999, p. 122-123 (com adaptações). 

Ainda com relação ao texto 2A1-II, julgue o item subsecutivo.


Seria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “esperam” (primeiro período do texto) fosse substituída por espera.

Alternativas
Respostas
3861: D
3862: E
3863: C
3864: D
3865: C
3866: C
3867: E
3868: B
3869: A
3870: B
3871: B
3872: C
3873: E
3874: E
3875: B
3876: A
3877: C
3878: C
3879: B
3880: C