Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Assinale a alternativa em que, alterando-se o segmento sublinhado no período acima, NÃO se tenha mantido correção gramatical. Não leve em conta as alterações de sentido.
Assinale a alternativa em que, alterando-se o segmento sublinhado no período acima, se tenha mantido correção gramatical, independentemente da mudança de sentido.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao
longo do texto está citado na questão.

Considerando as corretas relações de concordância, quantas outras alterações deveriam ser feitas obrigatoriamente no período a seguir caso substituíssemos a palavra “profissionais” por sua forma singular?
“já contratei profissionais fantásticos que não entregavam aquilo que eu esperava quando via seus currículos e seus resultados anteriores.”
I- Se os prisioneiros e as sentinelas fossem mais abertos ao diálogo, os problemas do sistema prisional diminuiriam. II- Julgaram as moças incapazes de exercer o cargo para o qual elas se candidataram. III- Encontramos o pórtico e a antessala totalmente sujo pela poeira do desabamento do prédio vizinho.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):


FONTE: https://www.estimulanet.com/2013/04/tirinhas-do-armandinho-conquistam-o.html

“Não entendo direito como funcionam esses cálculos do desmatamento.”
Em relação ao verbo “funcionar”, destacado nesse trecho, assinale a alternativa correta.
TEXTO 05 - PARA A QUESTÃO

https://www.google.com/search?q=tirinhas+sobre+p
reconceito+lingu%C3%ADstico&tbm=isch&source=i
u&ictx=1&fir=9UBmcHWJiNhvYM%252C2eB3iB4fK
5ya6M%252C_&vet=1&usg=AI4_-kQvDXu1xWr3p2
YnyqbkLAjiiqVI0A&sa=X&ved=2ahUKEwjg0P6i-KD
wAhWkB9QKHZlCC90Q9QF6BAgREAE&biw=1242
&bih=597#imgrc=yhyy3symHHKpFM. Acesso em
28/4/2021.


Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte:
Letramento; Justificando, 2017 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do
texto precedente, julgue o item a seguir.

Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. São
Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 19-20 (com adaptações).
Considerando os aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item seguinte.
No trecho “a rotina do trabalho diário e a falta de tempo para
dormir e sonhar, que acometem a maioria dos trabalhadores,
são cruciais para o mal-estar da civilização contemporânea”
(l. 25 a 28), o pronome “que” exerce a função de sujeito das
formas verbais “acometem” e “são”, as quais estão empregadas
no plural porque concordam com o antecedente desse
pronome: o sujeito composto “a rotina do trabalho diário e a
falta de tempo”.
Leia a parte final do artigo Pessoas e pragas, de J.R. Guzzo, publicado em 21/08/2019, no blog Fatos, e responda à questão.
[...]
Nunca houve tanto agronegócio no mundo. Nunca se consumiram tanta carne, frango e outras proteínas básicas. Nunca houve tanto alimento para o homem – e nunca se produziu e vendeu tanto produto artificial para o campo. Ao mesmo tempo, jamais a população do planeta foi tão grande como hoje. Nem tão bem alimentada, até por razões legais – uma Volkswagen, por exemplo, é obrigada por lei a oferecer dois tipos de proteínas em seus refeitórios, no almoço e no jantar, todos os dias. Só consegue cumprir a lei se acha frango e boi em quantidade suficiente – e para isso frangos e bois têm de engordar cada vez mais depressa, o que é impossível sem hormônios, rações com complementos químicos, vacinas. Milhares de outras empresas brasileiras precisam, por lei, fazer exatamente a mesma coisa – ou os fiscais vão lhes socar em cima uma quantidade de multas capaz de levar até o Google à falência.
Como fica, então? Se estivessem pondo “veneno” na comida, você iria ver gente caindo morta na sua
frente em cada esquina, todo dia. Em vez disso, a população só aumenta. É óbvio que o uso da química,
biogenética e de outras tecnologias na agricultura é uma questão de doses certas, produtos de qualidade,
mais segurança quanto aos seus danos prejudiciais à saúde, mais competência no manejo. Mas nunca,
também, houve progressos tão espetaculares na melhoria científica dos adubos, pesticidas, transgênicos e
tudo o mais que se põe na lavoura. São os fatos. A alternativa é voltar à Idade da Pedra, quando a
alimentação era 100% natural – e o sujeito precisava ter uma sorte do cão para chegar vivo aos 30 anos de
idade.
Texto CBIA2-I
Nossos ancestrais dedicaram muito tempo e esforço a tentar descobrir as regras que governam o mundo natural. Mas a ciência moderna difere de todas as tradições de conhecimento anteriores em três aspectos cruciais: a disposição para admitir ignorância, o lugar central da observação e da matemática e a aquisição de novas capacidades.
A Revolução Científica não foi uma revolução do conhecimento. Foi, acima de tudo, uma revolução da ignorância. A grande descoberta que deu início à Revolução Científica foi a de que os humanos não têm as respostas para suas perguntas mais importantes. Tradições de conhecimento pré-modernas como o islamismo, o cristianismo, o budismo e o confucionismo afirmavam que tudo que é importante saber a respeito do mundo já era conhecido. As antigas tradições de conhecimento só admitiam dois tipos de ignorância. Em primeiro lugar, um indivíduo podia ignorar algo importante. Para obter o conhecimento necessário, tudo que ele precisava fazer era perguntar a alguém mais sábio. Não havia necessidade de descobrir algo que qualquer pessoa já não soubesse. Em segundo lugar, uma tradição inteira podia ignorar coisas sem importância. Por definição, o que quer que os grandes deuses ou os sábios do passado não tenham se dado ao trabalho de nos contar não era importante.
[...]
A ciência de nossos dias é uma tradição de conhecimento peculiar, visto que admite abertamente a ignorância coletiva a respeito da maioria das questões importantes. Darwin nunca afirmou ser “o último dos biólogos” e ter decifrado o enigma da vida de uma vez por todas. Depois de séculos de pesquisas científicas, os biólogos admitem que ainda não têm uma boa explicação para como o cérebro gera consciência, por exemplo. Os físicos admitem que não sabem o que causou o Big Bang, que não sabem como conciliar a mecânica quântica com a Teoria Geral da Relatividade.
[...]
A disposição para admitir ignorância tornou a ciência moderna mais dinâmica, versátil e indagadora do que todas as tradições de conhecimento anteriores. Isso expandiu enormemente nossa capacidade de entender como o mundo funciona e nossa habilidade de inventar novas tecnologias, mas nos coloca diante de um problema sério que a maioria dos nossos ancestrais não precisou enfrentar. Nosso pressuposto atual de que não sabemos tudo e de que até mesmo o conhecimento que temos é provisório se estende aos mitos partilhados que possibilitam que milhões de estranhos cooperem de maneira eficaz. Se as evidências mostrarem que muitos desses mitos são duvidosos, como manter a sociedade unida? Como fazer com que as comunidades, os países e o sistema internacional funcionem?
[...]
Uma das coisas que tornaram possível que as ordens sociais modernas se mantivessem coesas é a disseminação de uma crença quase religiosa na tecnologia e nos métodos da pesquisa científica, que, em certa medida, substituiu a crença em verdades absolutas.
Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade. 26.º ed.
Porto Alegre, RS: L&PM, 2017,p. 261-263 (comadaptações).
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CBIA2-I, julgue o item subsequente.
No trecho “os biólogos admitem que ainda não têm uma boa
explicação para como o cérebro gera consciência” (terceiro
parágrafo), a correção gramatical seria mantida, embora as
relações sintáticas dos termos fossem alteradas, se a forma
verbal “têm” fosse substituída por há.
