Questões de Concurso Sobre colocação pronominal em português

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Q1808363 Português
Há erro de colocação pronominal em
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Q1805318 Português
Marque a opção na qual o trecho textual apresenta um pronome oblíquo átono o qual pode ser colocado de forma proclítica ou de forma enclítica, sem que haja incorreção sintática.
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Q1800111 Português
TEXTO 02
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

TEXTO 1 - "Vez por outra, aparece um guru da educação anunciando o óbvio. Brada-se uma tautologia como se enunciasse a mais nova descoberta. É aí que tenho a sensação de que tudo que havia de inteligente a ser dito, já o foi. Resta agora proclamar a obviedade em tons de sentença bíblica. O homem deve seguir o seu destino.... e alguém pensou que não devesse. Sim... mas que destino é esse? A educação legítima é aquela que liberta. (...) O saber é O SABER. Vixe! Isso é gastroIntestinalmente profundo! Ué! Educar é dar limites... Quem tem educação tem limites e, obviamente, mostra-se bem entrosado no meio social. Isso é o óbvio do óbvio e o que mais me assusta é que um cara tem que escrever um livro para as pessoas deixarem cair essa ficha". - (Adaptado)

TEXTO 2 - "Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado". - (Adaptado)

TEXTO 1: (http://www.sacodefilo.com/2009/10/educacao-e-limites-nao-sao-antonimos.html) - (Adaptado) TEXTO 2: (Rubem Alves é escritor brasileiro)
Sobre os componentes linguísticos dos textos 1 e 2, marque a alternativa incorreta.
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Q1799361 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

ESCOLHA O SEU SONHO

(1º§) Devíamos poder preparar os nossos sonhos como os artistas, as suas composições. Com a matéria sutil da noite e da nossa alma, devíamos poder construir essas pequenas obras-primas incomunicáveis, que, ainda menos que a rosa, duram apenas o instante em que vão sendo sonhadas, e logo se apagam sem outro vestígio que a nossa memória.
(2º§) Assim, tudo seria como quem resolve uma viagem. Portanto, devíamos poder escolher essas excursões sem veículos nem companhia - por mares, grutas, neves, montanhas, e até pelos astros, onde moram desde sempre heróis e deuses de todas as mitologias, e os fabulosos animais do Zodíaco. E estaríamos abstraindo de um mundo de problemas, contemplando sempre a nossa imaginação.
(3º§) Devíamos, à vontade, passear pelas margens do Paraíba, lá onde suas espumas crespas correm com o luar por entre as pedras, ao mesmo tempo cantando e chorando. - Ou habitar uma tarde prateada de Florença, e ir sorrindo para cada estátua dos palácios e das ruas, como quem saúda muitas famílias de mármore... - Ou contemplar nos Açores hortênsias da altura de uma casa, lago de duas cores, e cestos de vime nascendo entre fontes, com águas frias de um lado e, do outro, quentes... - Ou chegar a Ouro Preto e continuar a ouvir aquela menina que estuda piano há duzentos anos, hesitante e invisível - enquanto o cavalo branco escolhe, de olhos baixos, o trevo de quatro folhas que vai comer...
(4º§) Quantos lugares, meu Deus, para essas excursões! Lugares recordados ou apenas imaginados. Campos orientais atravessados por nuvens de pavões. Ruas amarelas de pó, amarelas de sol, onde os camelos de perfil de gôndola estacionam, com seus carros. Avenidas cor-de-rosa, por onde cavalinhos emplumados, de rosa na testa e colar ao pescoço, conduzem leves e elegantes coches policromos... E lugares inventados, feitos ao nosso gosto; jardins no meio do mar; pianos brancos que tocam sozinhos; livros que se desarmam, transformados em música... Rios que vão subindo por cima das ilhas... meninos transparentes, que deixam ver a luz do sol do outro lado do corpo... gente com cabeça de pássaro... flechas voando atrás de sombras velozes... moças que se transformam em guaribas... canoas... serras... bando de beija-flores e borboletas que trazem mel para a criança que tem fome e a levantam em suas asas... 
(5º§) Devíamos poder sonhar com as criaturas que nunca vimos e gostaríamos de ter visto: Alexandre, o Grande; São João Batista; o Rei Davi, a cantar; o Príncipe Gautama. Este vultos foram notáveis para toda a humanidade, logo, merecem ser lembrados em nossos sonhos!!!
(6º§) E sonhar com os que amamos e conhecemos, e estão perto ou longe, vivos ou mortos... Sonhar com eles no seu melhor momento, quando foram mais merecedores de amor imortal. Você pode e dever ser sonhador, assim sendo, deve merecer bons sonhos.
(7º§) Ah! Sabemos que sonhar faz parte da vida, portanto sonhe, sonhe e sonhe sempre. Valorize o que aparece no seu sonho. A propósito, você gostaria de sonhar o que esta noite?

(Cecília Meireles)
Sobre os componentes linguísticos estruturais do texto, marque a alternativa INCORRETA.
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Q1798543 Português

Fonte: https://www.pensarcontemporaneo.com – Acesso em: 25/07/2019


Há erro de colocação pronominal em
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Ano: 2020 Banca: FUNDATEC Órgão: CIGA-SC Prova: FUNDATEC - 2020 - CIGA-SC - Programador |
Q1794343 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 



Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/noticia/2020/10/09 (Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 03 e 05.
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Q1792707 Português
Há INADEQUAÇÃO no uso do(s) pronome(s) em:
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Q1791597 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

ESCOLHA O SEU SONHO

(1º§) Devíamos poder preparar os nossos sonhos como os artistas, as suas composições. Com a matéria sutil da noite e da nossa alma, devíamos poder construir essas pequenas obras-primas incomunicáveis, que, ainda menos que a rosa, duram apenas o instante em que vão sendo sonhadas, e logo se apagam sem outro vestígio que a nossa memória.
(2º§) Assim, tudo seria como quem resolve uma viagem. Portanto, devíamos poder escolher essas excursões sem veículos nem companhia - por mares, grutas, neves, montanhas, e até pelos astros, onde moram desde sempre heróis e deuses de todas as mitologias, e os fabulosos animais do Zodíaco. E estaríamos abstraindo de um mundo de problemas, contemplando sempre a nossa imaginação.
(3º§) Devíamos, à vontade, passear pelas margens do Paraíba, lá onde suas espumas crespas correm com o luar por entre as pedras, ao mesmo tempo cantando e chorando. - Ou habitar uma tarde prateada de Florença, e ir sorrindo para cada estátua dos palácios e das ruas, como quem saúda muitas famílias de mármore... - Ou contemplar nos Açores hortênsias da altura de uma casa, lago de duas cores, e cestos de vime nascendo entre fontes, com águas frias de um lado e, do outro, quentes... - Ou chegar a Ouro Preto e continuar a ouvir aquela menina que estuda piano há duzentos anos, hesitante e invisível - enquanto o cavalo branco escolhe, de olhos baixos, o trevo de quatro folhas que vai comer...
(4º§) Quantos lugares, meu Deus, para essas excursões! Lugares recordados ou apenas imaginados. Campos orientais atravessados por nuvens de pavões. Ruas amarelas de pó, amarelas de sol, onde os camelos de perfil de gôndola estacionam, com seus carros. Avenidas cor-de-rosa, por onde cavalinhos emplumados, de rosa na testa e colar ao pescoço, conduzem leves e elegantes coches policromos... E lugares inventados, feitos ao nosso gosto; jardins no meio do mar; pianos brancos que tocam sozinhos; livros que se desarmam, transformados em música... Rios que vão subindo por cima das ilhas... meninos transparentes, que deixam ver a luz do sol do outro lado do corpo... gente com cabeça de pássaro... flechas voando atrás de sombras velozes... moças que se transformam em guaribas... canoas... serras... bando de beija-flores e borboletas que trazem mel para a criança que tem fome e a levantam em suas asas...
(5º§) Devíamos poder sonhar com as criaturas que nunca vimos e gostaríamos de ter visto: Alexandre, o Grande; São João Batista; o Rei Davi, a cantar; o Príncipe Gautama. Este vultos foram notáveis para toda a humanidade, logo, merecem ser lembrados em nossos sonhos!!!
(6º§) E sonhar com os que amamos e conhecemos, e estão perto ou longe, vivos ou mortos... Sonhar com eles no seu melhor momento, quando foram mais merecedores de amor imortal. Você pode e dever ser sonhador, assim sendo, deve merecer bons sonhos.
(7º§) Ah! Sabemos que sonhar faz parte da vida, portanto sonhe, sonhe e sonhe sempre. Valorize o que aparece no seu sonho. A propósito, você gostaria de sonhar o que esta noite?

(Cecília Meireles)
Sobre os componentes linguísticos texto do texto, marque a alternativa INCORRETA.
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Ano: 2020 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ilhabela - SP Provas: VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração de Empresas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Sanitarista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Especialista Ambiental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Farmacêutico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Administração Pública - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Biblioteconomia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Arquivologia - Documental | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Ciências Sociais - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Direito - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Economia - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Estatística - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Gestão de Políticas Públicas - Gestão Pública | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Jornalismo - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Publicidade e Propaganda - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Recursos Humanos | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Relações Públicas - Comunicação | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Transporte e Trânsito | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Arquiteto e Urbanista | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Biólogo | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Civil | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Engenheiro Elétrico | VUNESP - 2020 - Prefeitura de Ilhabela - SP - Analista - Tecnologia da Informação e Comunicação |
Q1787188 Português

Leia o texto de Ruy Castro para responder à questão.


Beijos proibidos 


    Manier Sael, um imigrante haitiano em São Paulo, por meio de tocante entrevista ao jornal, contou que, ao chegar ao Brasil, e ao começar a namorar a brasileira que se tornaria sua mulher e mãe de sua filha, disse-lhe que tinha um desejo: beijá-la em público, na rua. “No Haiti, isso não existe”, ele explicou. “É uma coisa que eu nunca tinha visto na vida real, só na televisão. Ela falou que tudo bem. Como eu me senti nessa hora [ao beijá-la]? Me senti brasileiro”.
    É interessante como, às vezes, precisamos de que alguém de fora venha nos revelar quem somos ou como somos. Haverá coisa mais corriqueira no Brasil do que beijar em público? Pelo menos, é o que pensamos e – considerando quantas vezes fizemos isso sem o menor problema – será preciso um exercício intelectual para nos lembrar de que pode ter havido exceções à regra.
    Duas cidades do interior de São Paulo já tiveram juízes que proibiram beijos em praça pública. E isso não foi no século 19, mas nos anos loucos de 1980 e 1981. Até a proibição ser revogada por ridícula, vários casais foram parar na cadeia.
    Um dos restaurantes mais antigos do Rio, a Adega Flor de Coimbra, até hoje ostenta na parede um quadro dos velhos tempos: “Proibido beijos ousados”. O quadro continua lá pelo folclore, claro – mesmo porque, tendo pedido sua farta e deliciosa feijoada à Souza Pinto, quem pensará em dar beijos, mesmo ousados?
    E uma querida senhora que conheci, ao ver um casal se beijando na novela da TV, deu um profundo suspiro e, do alto de seus 90 anos, exclamou, talvez sem se dar conta de que todos na sala podiam escutá-la: “Eu nunca fui beijada!”. Ali, naquele momento, todos nos conscientizamos da nossa tremenda fragilidade.

(www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/10/beijos-proibidos.shtml
Publicado em 28.10.2019. Adaptado)

Atendendo à norma-padrão de emprego e de colocação dos pronomes, assinale a alternativa em que a expressão destacada na frase pode ser substituída pela expressão entre parênteses.
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Q1772990 Português

O livro didático como professor


    A ideia de substituir os livros didáticos escolares por material retirado diretamente da internet suscitou reações variadas. Editores de livros escolares e livrarias veem no projeto uma ameaça mortal para uma indústria que dá trabalho a milhares de pessoas. Por mais solidário que me sinta em relação a editores e livrarias, é possível dizer que, pelas mesmas razões, muitas outras classes de trabalhadores poderiam protestar. Se a história avançar inelutavelmente nessa direção, esta força de trabalho teria de reciclar-se de alguma forma.

    Outra objeção é que a iniciativa prevê um computador para cada aluno e é duvidoso que o Estado possa arcar com essa despesa, e, se os pais tivessem que arcar com ela, gastariam mais do que gastam com livros didáticos. Por outro lado, se cada turma tivesse somente um computador para todos, cairia o aspecto de pesquisa pessoal que poderia constituir o fascínio dessa solução.

    Mas o problema é outro. É que a internet não se destina a substituir os livros, mas é apenas um formidável complemento a eles e um incentivo para ler mais. O livro continua a ser o instrumento príncipe da transmissão e disponibilidade do saber e os textos escolares representam a primeira e insubstituível ocasião de educar as crianças ao uso do livro. Além disso, a internet oferece um repertório fantástico de informações, mas não os meios para selecioná-las, e a educação não consiste apenas em transmitir informações, mas também em ensinar critérios de seleção.

    Esta é a função do professor, mas é também a função do texto escolar, que oferece exatamente um exemplo de seleção realizada no grande mar de toda informação possível. Se as crianças não aprendem isso, ou seja, que cultura não é acúmulo, mas seleção e discriminação, não há educação, apenas desordem mental.

(Humberto Eco. Pape Satàn Aleppe: crônicas de uma sociedade líquida.

Rio de Janeiro: Record, 2017. Adaptado)

Considere as seguintes frases do 3º parágrafo do texto:


•  É que a internet não se destina a substituir os livros...

•  ... a educação não consiste apenas em transmitir informações...


Considerando que a expressão os livros e o termo informações, em destaque nas frases, já constam em passagens anteriores do texto, para evitar tal repetição, a sua substituição por pronomes atende à norma-padrão da língua portuguesa em:

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Q1772530 Português

Se as pessoas _____________  que guardar mágoas __________ bem, tentariam evitar o apego____________  sentimentos ruins.

As lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, considerando a norma-padrão da língua portuguesa, por:

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Q1765732 Português

A questão dize respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

(Texto)


Analise o trecho a seguir retirado do Texto:
““Pessoas que se recuperaram, [...]‟” (linhas 20 e 21)
Com base na colocação pronominal, assinale a alternativa correta:
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Q1759175 Português

Leia a tira para responder à questão.




   (Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 06.05.2020)

Em conformidade com a norma-padrão e com o sentido da tira, a fala do último quadrinho está corretamente parafraseada em:
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Q1756598 Português
O oblíquo O pode ser colocado antes do verbo nas frases abaixo, EXCETO em:
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Q1748587 Português
No primeiro quadrinho, onde o Leão fala: “Meu desejo não se realizou!”, de acordo com a colocação pronominal utilizada neste trecho, podemos concluir que ocorreu
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Q1737417 Português
Leia o texto para responder a questão.

Noite de autógrafos

    Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para tal autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.

    Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2000 livros de uma sentada, numa livraria em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado.

    Significa que os 2000 livros lhe terão tomado 2000 minutos. Ou seja, ela ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar. Nem os megassellers* americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.

    Já o autor mais consciencioso, em meio à sessão, dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece com o que escreve.

    É um momento bonito esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2000.

(Ruy Castro. A arte de querer bem.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018, p. 59-60)

* megassellers: escritores que atingem a marca de milhões de exemplares vendidos.
A colocação do pronome atende à norma-padrão da língua portuguesa na seguinte alternativa:
Alternativas
Q1735557 Português
A questão se refere ao texto a seguir:

Os jardins do Palácio Cruz e Sousa, sede do Museu Histórico de Santa Catarina, receberão em breve uma muda da Rosa de Anita, uma flor híbrida criada na Itália em homenagem ___ catarinense Anita Garibaldi. O plantio será realizado na próxima segunda-feira, 17, ___ 17h, e contará com ___ presença de Annita Garibaldi, bisneta de Anita e Giuseppe Garibaldi.
Ela estará em Santa Catarina a partir do dia 13 de fevereiro, quando participará também do plantio de rosas nos municípios de Anita Garibaldi, Lages, Curitibanos e Garopaba.
A ação integra o calendário comemorativo dos 200 anos de nascimento de Anita Garibaldi, que se estenderá até 2021. No ano passado, foi criada em Santa Catarina a Comissão Estadual Comemorativa ao Bicentenário de Anita Garibaldi, para promover e difundir a história da heroína catarinense.
Disponível em: https://www.sc.gov.br/noticias/temas/cultura/ rosa-de-anita-sera-plantada-nos-jardins-do-palacio-cruz-e-sousa. Acesso em: 10/fev/2020. [adaptado]
Em “...que se estenderá até 2021.”, ocorre um caso obrigatório de próclise por haver uma palavra atrativa, que é um(a):
Alternativas
Q1735260 Português
TEXTO 
ÉTICA PARA MEU FILHO

   (...)Veja: alguém pode lamentar ter procedido mal mesmo estando razoavelmente certo de que não sofrerá represálias por parte de nada nem de ninguém. É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente. Não há pior castigo do que perceber que por nossos atos estamos boicotando o que na verdade queremos ser...
   De onde vêm os remorsos? Para mim está muito claro: de nossa liberdade. Se não fôssemos livres, não nos poderíamos sentir culpados (nem orgulhosos, é claro) de nada e evitaríamos os remorsos. Por isso, quando sabemos que fizemos algo vergonhoso procuramos afirmar que não tivemos outro remédio senão agir assim, que não pudemos escolher: “cumpri ordens de meus superiores”, “vi que todo o mundo fazia a mesma coisa”, “perdi a cabeça”, “é mais forte do que eu”, “não percebi o que estava fazendo”, etc. Do mesmo modo, quando o pote de geleia que estava em cima do armário cai e quebra, a criança pequena grita chorosa: “Não fui eu!”. Grita exatamente porque sabe que foi ela; se não fosse assim, nem se daria ao trabalho de dizer nada, ou talvez até risse e pronto. Em compensação, ao fazer um desenho muito bonito essa mesma criança irá proclamar: “Fiz sozinho, ninguém me ajudou!” Do mesmo modo, ao crescermos, queremos sempre ser livres para nos atribuir o mérito do que realizamos, mas preferimos confessar-nos “escravos das circunstâncias” quando nossos atos não são exatamente gloriosos.
(SAVATER, Fernando. Ética para meu filho.Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Tradução de: Ética para Amador.)
No que diz respeito aos pronomes pessoais oblíquos átonos destacados nos excertos abaixo, apenas um admite outra posição em relação ao verbo com o qual se relaciona no período; isso ocorre na alternativa:
Alternativas
Q1735098 Português
Sobre as regras de colocação pronominal, o pronome oblíquo átono ficará proclítico ao verbo por causa dos seguintes fatores que o atraem, exceto:
Alternativas
Q1735093 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 




“‘Lua Azul’: o raro evento cósmico que poderá ser visto neste 31 de outubro (e não se repetirá até 2023)”.
Analisando-se o título do Texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
1341: B
1342: C
1343: B
1344: C
1345: B
1346: C
1347: E
1348: A
1349: E
1350: C
1351: D
1352: B
1353: C
1354: E
1355: C
1356: D
1357: C
1358: A
1359: B
1360: B