Questões de Concurso Sobre colocação pronominal em português

Foram encontradas 2.951 questões

Ano: 2008 Banca: NC-UFPR Órgão: APR-PR Prova: UFPR - 2008 - APR-PR - Motorista |
Q2943099 Português

"Certa manhã, um homem andava por uma praça com seu filho e resolveu ______________ algumas lições de vida. Encostando-se numa árvore, olhou para o filho e _____________ o que ele estava ouvindo. Depois de fixar a atenção no ambiente, o menino _____________: 'Escuto o barulho do vento batendo nas folhas das árvores e o canto dos pássaros'".

Assinale a alternativa que apresenta os termos que, respectivamente, completam de modo correto as lacunas acima.

Alternativas
Q2938237 Português

Leia a seguir o trecho de uma história em quadrinhos que servirá de base para as próximas quatro (04) questões:

http://www.monica.com.br/comics/2aniversarios/pag11.htm - acesso em 26/09/2012

Em “É miór eu tomá cuidado”, o menino faz uso correto do “eu”. Assinale a alternativa onde não foram respeitadas as normas gramaticais em relação aos pronomes pessoais:

Alternativas
Q2934115 Português
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Observa-se na linha 14 o emprego de uma forma pouco usada no português atual, a mesóclise “ver-se-ão”. Essa forma poderia ser substituída, respeitando as normas do português padrão escrito, por:
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Ano: 2010 Banca: FCC Órgão: MPE-SE Prova: FCC - 2010 - MPE-SE - Analista - Biblioteconomia |
Q2933584 Português
Um velho amor

Quando meus pais morreram, eu morava longe, e meu irmão se ocupou de esvaziar o apartamento de nossa infância. Acedi a seu desejo de guardar consigo nossos antigos brinquedos. Nestes dias (depois de tantos e tantos anos), passando duas semanas em sua casa, na Itália, explorei, pela primeira vez, um armário de três portas, onde encontrei nossos velhos jogos, um quebra-cabeças, um porta-aviões sem aviões, um “Pequeno químico”, caminhões etc. Atrás desse amontoado esbarrei num helicóptero, bem guardado em sua caixa original.
Eu o ganhei no Natal dos meus sete ou oito anos. Ameio à primeira vista: levantara-me secretamente na madrugada e fora vasculhar os presentes, dando com ele. Não era teleguiado (era o começo dos anos 50), mas voava; era ligado por um cabo a um comando (não elétrico): ao girar (freneticamente) uma manivela, o movimento era multiplicado e transmitido até às pás do rotor, de forma que, efetivamente, o helicóptero se levantava até o braço da gente cansar.
Amei o helicóptero. Amei a sensação de que ele voava não por alguma mágica, mas pelo meu esforço. Brinquei com ele mais ou menos uma hora, até que, inexplicavelmente, ele se quebrou: eu acionava a manivela, ouvia um ruído de engrenagens infelizes, e as pás permaneciam paradas. Eu não aguentava a ideia de que meus pais tivessem notícia da morte precoce de seu presente, que tinham escolhido com carinho. Em suma, eu precisava proteger meus pais.
Não disse nada: coloquei o helicóptero de volta na caixa e o levei para a cama comigo. De manhã, consegui convencer a todos de que aquele era meu presente preferido, por isso não queria que ninguém mais o tocasse. Mantive essa ficção durante os dias seguintes. De fato, ninguém nunca mais brincou com ele.
E agora o helicóptero está aqui, na sua caixa de origem – símbolo da minha vontade sofrida e um pouco louca de fazer e proteger a felicidade de meus pais. Tem cara de novo, mas é um pouco tarde para invocar a garantia.
(Adaptado de Contardo Calligaris, Folha de S.Paulo, 01/07/2010) 

Ao dar com o helicóptero, o menino pôs o helicóptero para funcionar, o que significava manipular o helicóptero acionando uma manivela até que a força desse movimento conferisse ao helicóptero a propriedade de voar.

Evitam-se as viciosas repetições do período acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

Alternativas
Q2928671 Português
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Se, em “A mãe botou-o de castigo” (linha 4), fosse inserido o advérbio não logo após o substantivo “mãe”,
Alternativas
Q2928654 Português
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Caso fosse necessário substituir os termos destacados, no período “apresentar a Campanha Nacional de Doação de Órgãos e o balanço de transplante do primeiro semestre deste ano.” (linhas de 1 a 3), por apenas um pronome oblíquo, a nova redação, conforme a norma padrão, deveria ser
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: TJ-MA Prova: IESES - 2009 - TJ-MA - Oficial de Justiça |
Q2926212 Português
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Considere os fragmentos abaixo, a respeito de colocação pronominal.

I. e um dia olhá-lo com desdém (8-9)

II. para ouvi-lo no dia a dia (13)

III. para ter de dividi-la pela metade (14)

Assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2922231 Português

Texto para as questões de 8 a 10


1 A lenda urbana surge com a oportunidade do

inusitado, do espetacular, do fantasioso. É o momento em

que se pode romper com a realidade e crer que existe algo

4 além do que se conhece. Em primeiro lugar, a lenda urbana

apresenta personagens quase sempre construídos em busca

do indivíduo comum: desperta-se o interesse do ouvinte.

7 Também se espalha por meios muito próximos dos simples

mortais, seja oralmente, seja por e-mail, seja até em jornais

sensacionalistas. As lendas urbanas se inserem no fenômeno

10 chamado folkcomunicação, segundo o qual a expressão das

classes mais baixas ou marginalizadas encontra vazão na

produção de cultura popular e, muitas vezes, na cultura de

13 massa. Esse folclore — em seu sentido mais amplo — traz

à luz a compreensão de determinados povos sobre o meio

que os cerca, mas de maneira bastante particular.

16 As manifestações populares trazem tanto seus medos

cotidianos quanto as influências sofridas por aquela

população. As lendas urbanas são, assim, resultantes da

19 criação contemporânea, modernamente adaptadas ao

universo do século XXI e seus problemas. Hoje o homem

comum conhece a ciência (ou a pseudociência, como diz

22 Carl Sagan) e se utiliza dela em seu cotidiano. Também por

isso, as representações mais fantásticas ganham, muitas

vezes, aspectos científicos. Surgem assim narrativas

25 completas, em certa medida críveis, sobre o universo urbano

moderno.


Andréa Neiva e Luciano R. Segura. Sem mistério: discutindo língua portuguesa, ano 2, n.º 12, p. 26-32 (com adaptações).

O pronome “se” refere-se a “lenda urbana” (l.1) em

Alternativas
Q2920564 Português

Texto 1 para as questões de 01 a 07.

Em uma das alternativas abaixo, o autor infringiu as normas da língua padrão quanto à colocação pronominal. Identifique-a.

Alternativas
Q2915975 Português

Com relação à colocação dos pronomes destacados, todas as frases estão corretas, exceto a:

Alternativas
Q2911542 Português
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Colocando-se no plural o termo àquele, no trecho do texto a seguir, a alternativa em que a concordância, o emprego e a colocação do pronome seguem a norma-padrão da língua é:

O barulho causa um incômodo àqueles que o ____________ como um entrave a seu sentimento de liberdade e se ____________ por manifestações que não ____________ e ____________ são impostas, impedindo- ____________ de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.

Alternativas
Q2911299 Português

Quanto à colocação pronominal, segundo preceitua a norma culta, está INCORRETA a alternativa:

Alternativas
Q2909704 Português
Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal.
Alternativas
Q2908322 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


O troco


Na esquina da Sete de Abril com a Bráulio Gomes, o cafezinho era ótimo, e eu não deixava de saboreá-lo sempre que andava nas proximidades. Naquela tarde, lá estava eu, como de costume, esperando no balcão pelo meu puro-sem-açúcar, quando reparei no garoto parado do lado de fora. Teria uns doze anos, e a roupa surrada, grande demais, sobrava no seu corpo magrinho. Seus olhos escuros e tristes passavam de um freguês para outro, até que se detiveram em mim. Ele aproximou-se timidamente e disse baixinho:

– A senhora podia me comprar um sanduíche?

Eu até lhe compraria o sanduíche, mas aquele lugar era um balcão de bar, não uma sanduicheria!

– Sinto muito, aqui não vendem sanduíches, menino – falei.

Mas o garoto retrucou de pronto:

– Eu sei, mas tem lá na frente! – E indicou uma lanchonete do outro lado da rua, na esquina da Marconi.

– Espere um momento – falei e abri a bolsa à procura de uns trocados para o tal sanduíche, que devia custar dois ou três cruzeiros (o cruzeiro era a moeda brasileira até 1994, quando foi substituído pelo real). Só que a menor nota que encontrei na carteira era uma grandinha, de cinquenta cruzeiros; muito mais que o necessário. Mas o garoto era tão subnutrido, tinha uma carinha tão triste, que lhe estendi a nota de cinquenta, pensando: “Ele bem que precisa, isto lhe dará para muitos sanduíches, bom proveito!”. E voltei-me para o cafezinho que acabava de chegar, já esquecida do menino que saíra correndo, sem mesmo um “muito obrigado”.

O cafezinho estava bom, bem quente, e eu, degustando-o devagarinho, ainda estava no meio da xícara, quando de repente aquele menino surgiu diante de mim, com o sanduíche numa mão e algumas notas de dinheiro na outra, que ele me estendeu, muito sério:

– O seu troco, dona!

E como eu ficasse parada, sem reagir – de surpresa –, ele meteu o dinheiro na minha mão, resoluto, e então sorriu:

– Muito obrigado!

E foi-se embora, rápido, antes que eu pudesse dizer-lhe “fique com o troco”, como era a minha vontade.

É verdade que eu podia ter ido atrás dele, podia tê-lo chamado, mas algo me disse, lá no meu íntimo, que eu não devia fazer isso. Devia mais era aceitar a dignidade com que aquela criança pobre não abusou do meu gesto, que, evidentemente, entendeu não como uma esmola, mas como uma prova de confiança na sua correção...

(BELINKY, Tatiana. . Editora Moderna: 2004)

Em: “[...] até que se detiveram em mim. [...]”, a colocação pronominal se justifica pela:

Alternativas
Q2900932 Português
O texto adiante é um fragmento do romance autobiográico Infância, de Graciliano Ramos, publicado em 1945. Leia-o e responda a questão proposta.

“Poder ser alguém em uma sociedade, para muitas pessoas sempre esteve ligado ao fato de ter conhecimento da letra, ser letrado. O pai tinha consciência da importância do poder que tinha a escrita, pois, em sua concepção, um homem letrado era um homem ‘sabido’ que possuía armas terríveis, as letras. No entanto, o sujeito aprende a ler, mas não adquire, muitas vezes, a capacidade de fazer uso da escrita. Como aconteceu com o menino: Certamente meu pai usara um horrível embuste naquela maldita manhã, inculcando-me a excelência do papel impresso. Eu não lia direito, mas, arfando penosamente, conseguia mastigar os conceitos sisudos: ‘A preguiça é a chave da pobreza – Quem não ouve conselhos raras vezes acerta – Fala pouco e bem: ter-te-ão por alguém.” Esse Terteão para mim era um homem, e não pude saber que fazia ele na página inal da carta. As outras folhas se desprendiam, restavam-me as linhas em negrita, resumo da ciência anunciada por meu pai.

- Mocinha, quem é Terteão?

Mocinha estranhou a pergunta. Não havia pensado que Terteão fosse homem. Talvez fosse. “Fala pouco e bem: ter-te-ão por alguém”.

- Mocinha, que quer dizer isso?

Mocinha confessou honestamente que não conhecia Terteão. E eu iquei triste, remoendo a promessa de meu pai, aguardando novas decepções.”

Relativamente às formas e à colocação de pronomes, podemos airmar corretamente que:
Alternativas
Q2896319 Português

O esforço pelo esforço


Revelou-me um amigo que era contra o atletismo. Ele perguntava: “Você conhece algum atleta longevo?” E concluía: “Quem vive muito são essas velhinhas que se encontram ao fim da tarde para tomar chá com bolo...” Já viu cavalo treinando os 1500 metros? Só quando dominados por homens.
As Olimpíadas não são uma manifestação de saúde. São uma exaltação do desejo de ser o maior. Prova disso são os dopings. Os atletas sabem que a coisa faz mal à saúde. Pode matar. Mas uma morte prematura bem vale um lugar no pódio! Aquela máquina de correr, uma atleta negra norteamericana cujo nome esqueci, só músculos, morreu subitamente de um ataque cardíaco. Assim, não pensem que os atletas têm boa saúde, que praticam hábitos saudáveis de vida. Lembram-se daquela corredora suíça, ao final da maratona? Era a imagem de um corpo torturado pela dor.
Penso também nas nadadoras. Elas me assustam. Aqueles ombros enormes! Acho que meus braços não conseguiriam abraçar uma delas. E abraço é perda de tempo: é preciso aproveitar o tempo lutando contra a água. São inimigas da água. Isso mesmo. Porque uma pessoa que passa dez anos de sua vida treinando seis horas por dia, não por prazer, mas para sair da piscina um centésimo de segundo à frente da marca olímpica, só pode ter ódio da água. A água é o inimigo a ser vencido. Compare com as crianças. Elas amam a água, nunca querem sair da água, a água é sua companheira de brincadeiras. As nadadoras, ao contrário, não brincam com a água, lutam contra ela. Tocada a borda da piscina, para onde olham as nadadoras? Elas olham para o placar onde aparece o tempo. É isso: é o tempo que elas amam. Quanto mais depressa, melhor! Batido um recorde, é só ir atrás de outro.

(Adaptado de texto extraído do site de Rubem Alves − Quarto de badulaques)

As crianças amam a água, têm a água como amiga, aproveitam a água como um presente dos céus, extraem da água todos os prazeres que ela oferece.

Evitam-se as repetições viciosas da palavra água da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por

Alternativas
Q2895678 Português

Assinale a alternativa que indica, respectivamente, os pronomes adequados ao preenchimento das lacunas.


I. Nunca ____ disse a verdade.

II. Encontrei - ____ na rua ontem.

Alternativas
Q2891126 Português
Como em “que as caracterizou” linha 24 a colocação pronominal está correta em
Alternativas
Q2890997 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de nº 01 a 10.


Língua PORTUGUESA: MODO DE USAR


Há muito tempo me fascina a língua portuguesa falada e es-

crita nos hospitais, por médicos, enfermeiros, pacientes, ajudan-

tes diversos, visitas. Em 2006, publiquei um artigo sobre as bulas,

onde dizia: "As bulas de remédios são inúteis para os consumido-

5 res. Além de trazerem informações desnecessárias e assustado-

ras; vêm carregadas de advertências· confusas, que podem aba-

lar a confiança que os clientes têm nos médicos. O objetivo é for-

necer argumentos aos advogados dos laboratórios' em eventuais

ações judiciais. Os consumidores que se danem". E acrescenta-

10 va, então, que "a bula deveria prestar informações indispensáveis

aos consumidores. Mas não o faz com eficiência. A primeira difi-

culdade é o tamanho das letras. Quem lê as bulas? Quase sem-

pre pessoas mais velhas. Ou porque tomam aqueles remédios ou

porque vão administrá-los a quem, mesmo sabendo ler, não en-

15 tenderia o que ali vai escrito. Os laboratórios não pensaram nisso

ao escolher letras tão pequeninas; Ou pensaram e quiseram eco-

nomizar papel. Seus cons􀌳ltores diriam "otimizar recursos".

Pois agora a Agência Nacional de Saúde (Anvisa) definiu um

novo modelo para as bulas. A resolução prescreve que deverão

20 ser impressas em letras Times New Roman, corpo 10, isto é, qua

se o dobro do atualmente usado. E terão um tipo de informações

para os pacientes e outra para os profissionais. Foram incluídas

também nove perguntas respondidas·, que explicam quais as indi-

cações do remédio e quais os males que ele pode causar.

25___Um remédio que tomo com frequência vem com o seguinte avi-

so: "Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina".A maioria dos di-

donários comete o mesmo erro das bulas: tudo é explicado, nada é

entendido. "É uma doença devida a um defeito congênito do metabo-

lismo da fenilalanina, ou seja, digestão inadequada de um dos ele-

30 mentos da proteína do leite. Também se chama idiotia fenilpirúvica".

Assim diz a melhor explicação dos dicionáriós que consultei. Quanto

à Anvisa, está de parabéns, o que, aliás, negou a este professor e

escritor, um dos primeiros a se insurgir, na mídia, contra o descaso

que os laboratórios têm com os cidadãos que tomam remédios. Ali-

35 ás, os marqueteiros diriam clientes para os primeiros e produtos para

os segundos. Os eufemismos imperam em todo o meio. Em vez de

"este remédio pode matar" lemos "o produto pode causar óbito".

(Deonísio da Silva, Jornal do Brasil, 18 de setembro de 2009, adaptado)

Em "Ou porque tomam aqueles remédios... " (l. 13), substituindo- se o complemento em destaque por um pronome, obtém-se tomam-nos. Dentre as frases abaixo aquela que apresenta pronome oblíquo de terceira pessoa do plural é:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: DCTA Provas: VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Física de Plasmas | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Engenharia Civil | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Qualidade | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Júnior - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecatrônica | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Meteorologia | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Propulsão Hipersônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Engenharia de Telecomunicações | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Ensaios não Destrutivos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Aeronáutica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Química | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Qualidade | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Proteção Radiológica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Mecânica | VUNESP - 2013 - CTA - Pesquisador Assistente de Pesquisa - Aerodinâmica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Eletrica - Eletrônica | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Materiais | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Pleno - Gerência de Projetos | VUNESP - 2013 - CTA - Tecnologista Júnior - Meteorologia | VUNESP - 2013 - DCTA - Tecnologista Pleno - Normalização Técnica |
Q2889198 Português
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Os versos do poema reescritos assumem versão correta quanto à colocação pronominal em:

Alternativas
Respostas
521: B
522: D
523: C
524: A
525: E
526: B
527: C
528: D
529: B
530: C
531: B
532: C
533: D
534: B
535: B
536: E
537: D
538: C
539: B
540: D