Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q41828 Português
Assinale a opção que dá continuidade coerente e gramaticalmente correta ao texto.
Alternativas
Q41827 Português
Assinale a opção em que os três termos remetem, por coesão textual, ao mesmo referente.
Alternativas
Q41697 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.
A substituição do termo "necessárias" (L.4) por necessário mantém a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q41695 Português
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Com relação a aspectos lingüísticos do texto acima, julgue os
itens de 16 a 20.
A substituição da forma verbal "possam" (L.6) por podem mantém a correção gramatical e a coerência do texto.
Alternativas
Q41690 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.
A expressão "dessa ameaça" (L.9), é elemento coesivo que retoma informação constante no primeiro parágrafo.
Alternativas
Q41684 Português
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Com base nas idéias, estruturas lingüísticas e tipologia do texto
acima, julgue os itens que se seguem.
O pronome "lhes", em suas ocorrências, nas linhas 11 e 12, refere-se a "organizações extremistas" (L.10).
Alternativas
Q35869 Português
O choque dos alimentos está produzindo enormes estragos globais: semeia inflação, desarranja o abastecimento, precipita protecionismos e fermenta crises políticas. Para observadores atentos, é uma forte ameaça à democracia, especialmente nos países pobres. Efeito colateral do mesmo choque é o desmonte do conceito de segurança alimentar, pelo menos como enunciado hoje.

As políticas de segurança alimentar surgiram na Europa logo após a Primeira Guerra e se intensificaram após a Segunda. A enorme escassez desse período levou os governos a garantir a produção interna dos alimentos indispensáveis ao sustento da população, não importando a que custo. Foi essa a base do protecionismo agrícola dos países ricos, que provocou grandes distorções. Impossibilitou, por exemplo, que muitos países da África e da América Latina desenvolvessem sua agricultura por incapacidade de competir com o produto subsidiado dos países centrais.

O conceito de segurança alimentar não ficou apenas na busca da garantia do abastecimento interno. Foi também associado a políticas demográficas e ambientais. Assim, governos europeus adotaram medidas protecionistas para impedir o esvaziamento populacional do interior do país. Depois, razões de preservação ambiental foram usadas para bloquear o desenvolvimento de pesquisas e culturas transgênicas.

O professor Fernando Homem de Melo, especialista em Economia Agrícola da Universidade de São Paulo, lembra que as aplicações desse princípio foram tão exacerbadas que até o nome mudou. Hoje, em vez de segurança alimentar, fala-se em Multifuncionalidade Agrícola, e as exigências se multiplicaram. A agricultura tem agora de garantir a preservação da paisagem, do
turismo agrícola, da cultura rural dos antepassados e por aí vai.

O problema é que acabou a fartura, os estoques estão cada vez mais baixos também nos países ricos e agora se vê que a globalização dos mercados impõe um jogo novo e desconhecido. O aumento do consumo asiático produziu escassez e disparada dos preços e não há o que detenha a inflação dos alimentos.

(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, B2 Economia, 11 de maio de 2008, com adaptações)
O conceito de segurança alimentar não ficou apenas na busca da garantia do abastecimento interno. Foi também associado a políticas demográficas e ambientais. (3o parágrafo)

As orações acima articulam-se em um só período, com correção, clareza e lógica, sem alteração do sentido original, em:
Alternativas
Q35202 Português
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Com referência às idéias e às estruturas lingüísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
Preservando-se a correção gramatical do texto, bem como sua coerência argumentativa, a forma verbal "mudam-se" (L.4) poderia ser empregada também no singular.
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FCC Órgão: MPE-RS Prova: FCC - 2008 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q32402 Português
Texto I

Representantes de 190 países acordaram ontem, na
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
aquecimento global. O chamado "mapa do caminho de Bali",
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambientalistas,
foi aceito no encerramento da 13º Conferência do Clima
(COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
resultado é histórico.

(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de
2007)

Texto II

Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
"ruim com ele, pior sem ele". De fato, o resultado é modesto.
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
processo de negociações que possa levar a compromissos de
redução das emissões de gases.

O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas
é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromissos
de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
desmatamento em florestas tropicais.

De fato, não há como fugir aos temas que se referem
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmatamentos,
queimadas e mudanças no uso do solo em florestas já
respondem por 20% do total das emissões globais. Esses
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.

(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21
de dezembro de 2007)
É verdade, mas isso não isenta os demais países. (último parágrafo do Texto II) O pronome grifado acima substitui corretamente, considerando-se o contexto,
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FCC Órgão: MPE-RS Prova: FCC - 2008 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q32401 Português
Texto I

Representantes de 190 países acordaram ontem, na
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
aquecimento global. O chamado "mapa do caminho de Bali",
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambientalistas,
foi aceito no encerramento da 13º Conferência do Clima
(COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
resultado é histórico.

(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de
2007)

Texto II

Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
"ruim com ele, pior sem ele". De fato, o resultado é modesto.
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
processo de negociações que possa levar a compromissos de
redução das emissões de gases.

O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas
é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromissos
de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
desmatamento em florestas tropicais.

De fato, não há como fugir aos temas que se referem
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmatamentos,
queimadas e mudanças no uso do solo em florestas já
respondem por 20% do total das emissões globais. Esses
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.

(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21
de dezembro de 2007)
O desenvolvimento das idéias no 2º parágrafo do Texto
II ocorre por meio de
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FGV Órgão: TJ-MS Prova: FGV - 2008 - TJ-MS - Juiz |
Q31233 Português
"Mas a co-relação de forças não lhes permite ir mais longe, e essa paralisia favorece o retorno dos acordos bilaterais ou regionais. Com isso, falta um projeto mundial coerente em que o desenvolvimento do comércio seja articulado ao equilíbrio social e ambiental." (L.37-41)

Os pronomes grifados no trecho acima têm, respectivamente, valor:
Alternativas
Q29626 Português
Considerando que os fragmentos de texto incluídos nas opções abaixo, na ordem em que são apresentados, são partes sucessivas de um texto adaptado de Marcelo Gleiser, assinale a opção em que, no fragmento adaptado, foram atendidos plenamente os preceitos de clareza e correção gramatical.
Alternativas
Q29624 Português
Assinale a opção correta a respeito de elementos de coesão do texto.
Alternativas
Q29621 Português
Assinale a opção em que o trecho apresentado atende plenamente às normas gramaticais.
Alternativas
Q28704 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A expressão "desses recursos" (L.4) retoma a idéia anteriormente expressa por "ataques especulativos" (L.3).
Alternativas
Q28702 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
A retirada do pronome "eles" no trecho "menor o risco de eles sofrerem uma crise financeira" (l.12-13) mantém a clareza e a correção do texto, pois a marca de plural em "sofrerem" é suficiente para recuperar o sujeito dessa forma verbal.
Alternativas
Q28701 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O termo sintático "a 190 bilhões de dólares" (L.9-10) é iniciado pela preposição "a" por exigência do verbo chegar. Se fosse utilizada a expressão soma de, seria preservada a coerência textual, mas a correção gramatical exigiria que fosse usado o sinal de crase: à soma de 190 bilhões.
Alternativas
Q28688 Português
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Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto,
julgue os itens seguintes.
Mantêm-se a coerência do texto e o respeito às regras da norma culta da língua ao se reescrever o trecho "O mais (...) virtual" (L.4-6) da seguinte forma: O mundo real não se separar mais do virtual é o que há de mais notável nesta geração.
Alternativas
Q28679 Português
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Acerca das idéias e da organização do texto, julgue os itens
de 1 a 9.
A retirada do pronome de "ir-se" (L.21) mantém a coerência e a correção gramatical do texto, sendo possível, mesmo sem ele, identificar "vários discursos" (L.20) como sujeito de "ir".
Alternativas
Q28674 Português
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Acerca das idéias e da organização do texto, julgue os itens
de 1 a 9.
Pelo desenvolvimento do texto e pela flexão de gênero e número, identifica-se que "-las" (L.15), "deles" (L.16) e "-a" (L.19) referem-se, respectivamente, a "pessoas" (l.15), "discursos" (l.14) e "história" (l.19).
Alternativas
Respostas
13161: B
13162: D
13163: C
13164: E
13165: C
13166: C
13167: D
13168: C
13169: C
13170: D
13171: B
13172: E
13173: E
13174: B
13175: E
13176: E
13177: C
13178: C
13179: C
13180: C