Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q380093 Português
Em relação às estruturas linguísticas do texto ,assinale a opção incorreta.

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Alternativas
Q379643 Português
A frase em que as ideias estão expressas de modo claro e correto é:
Alternativas
Q377372 Português
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Julgue os itens subsequentes, referentes às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima.

Na linha 15, a forma pronominal “la”, em “anunciá-la”, refere- se a “polícia”.
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Q377369 Português
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Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue os itens a seguir.

Os termos “como” (l.6) e “Por exemplo” (l.15) são usados com a mesma finalidade no texto: ilustrar o que se disse anteriormente.
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Q377363 Português
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No que se refere ao texto acima, julgue os próximos itens.

Os termos “Nos últimos cinquenta anos” (l.1), “Primeiro” (l.5) e “Segundo” (l.9) contribuem para a progressão das ideias no texto.
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Q377002 Português
No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto acima, julgue os próximos itens.

O vocábulo “aquela” (l.2) refere-se à expressão “nova classe média brasileira” (l.1-2)
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Q376998 Português
Acerca dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue os itens a seguir.

A forma pronominal “lo”, em “fazê-lo” (l.4), refere-se a “tema” (l.3), e as formas “as” e “lhes” (l.14) referem-se a “organizações” (l.14).
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Q376952 Português
O referente do pronome sublinhado está corretamente indicado entre parênteses em:
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Q375256 Português
O artigo definido em destaque tem papel de estabelecer retomada de expressão já citada anteriormente no texto em:
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Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TCE-PB Prova: CESPE - 2014 - TCE-PB - Procurador |
Q372620 Português
Assinale a opção correta no que se refere a aspectos linguísticos do texto.
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Q369784 Português
Julgue os próximos itens, relativos às ideias expressas no texto ao lado e a aspectos linguísticos desse texto.

O referente do sujeito da oração “e garante o seu valor” (l.21) é “marca” (l.20).
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Q369782 Português
Julgue os próximos itens, relativos às ideias expressas no texto ao lado e a aspectos linguísticos desse texto.

Em “servindo para avaliar-lhes o valor” (l.6-7), o pronome “lhes”, que retoma “outros produtos” (l.6), equivale, em sentido, ao pronome seu.
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Q369741 Português
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os próximos itens.

Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, o trecho “quando os valores eram contados em bois ou imóveis” (l.10-11) poderia ser deslocado para o início do período (l.8)
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Q369739 Português
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os próximos itens.

A expressão “essa finalidade” (l.4) refere-se ao trecho “para medir riquezas e trocar mercadorias” (l.1-2)
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Q369500 Português
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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue os itens

Por meio do termo “hipóteses” (l.16), são retomadas as ideias dos trechos “tornou mais graves as distorções do direito” (l.14-15) e “espalhou a insegurança coletivamente” (l.15-16).
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Q369495 Português
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Com base na leitura do texto, julgue os itens seguintes.


A coerência e a coesão do texto não seriam prejudicadas se o trecho “se o medo não fosse constante, as pessoas (...) a humanidade.” (l.3-4) fosse reescrito da seguinte forma: se o medo não for constante, as pessoas se unirão mais e incendiarão de entusiasmo a humanidade.
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Q367923 Português
CIDADE URGENTE

    Os problemas da expansão urbana estão na conversa cotidiana dos milhões de brasileiros que vivem em grandes cidades e sabem “onde o sapato aperta”. São reféns do metrô e do ônibus, das enchentes, da violência, da precariedade dos serviços públicos. No vestibular, todo estudante depara com a “questão urbana” e os pesquisadores se debruçam sobre o assunto, que também é parte significativa da pauta dos meios de comunicação.
    Não poderia ser diferente: com 85% da população nas cidades (chegará a 90% ao final desta década), quem pode esquecer a relevância do tema? 
    Parece incrível, mas os grandes operadores do sistema econômico e político tratam os problemas das cidades como grilos que irritam ao estrilar. Passados os incômodos de cada crise, quem ganha dinheiro no caos urbano toca em frente seus negócios e quem ganha votos, sua campanha. Só alguns movimentos populares e organizações civis - Passe Livre, Nossa São Paulo e outros - insistem em plataformas, debates e campanhas para enfrentar os problemas e encontrar soluções sustentáveis. 
    A criação do Ministério das Cidades, no governo Lula, fazia supor que o Brasil enfrentaria o desafio urbano, integrando as políticas públicas no âmbito municipal, estabelecendo parâmetros de qualidade de vida e promovendo boas práticas. Passados quase 12 anos, o ministério é mais um a ser negociado nos arranjos eleitorais.
    A gestão é fragmentada, educação para um lado e saúde para outro, habitação submetida à especulação imobiliária, saneamento à espera de recursos que vão para as grandes obras de fachada, transporte inviabilizado por um século de submissão ao mercado do petróleo. A fragmentação vem do descompasso entre União, Estados e municípios, desunidos por um pacto antifederativo, adversários na disputa pelos tributos que se sobrepõem nas costas dos cidadãos. 
    (....) Uma nova gestão urbana pode nascer com a participação das organizações civis e movimentos sociais que acumularam experiências e conhecimento dos moradores das periferias e usuários dos serviços públicos. Quem vive e estuda os problemas, ajuda a achar soluções. 

Marina Silva, Folha de São Paulo, 7/1/2014.


No título do texto, o adjetivo “urgente” se dirige a
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Ano: 2014 Banca: BIO-RIO Órgão: EMGEPRON Prova: BIO-RIO - 2014 - EMGEPRON - Advogado |
Q367141 Português
“Faz tempo que as últmas arribações sumiram do céu azul. Na vida em tempo de seca braba, fartura só de sede. E de burocracia”

Sobre a estruturação desse segmento do texto, a única afrmação INADEQUADA é:
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Q366319 Português
ESCOLA IDEAL PARA ALUNOS NÃO IDEAIS

Cláudio de Moura Castro

Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.

Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.

Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais - e não imaginários - e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.

Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.

Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real.

Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.

Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.

Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola? [...]

Revista Veja, 05 fev. 2014 (adaptado).
Em “Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.”, as substituições feitas mantiveram o período com o mesmo sentido do original destacado em:
Alternativas
Q365920 Português
Acerca dos mecanismos de coesão, utilizados pelo autor para garantir a coerência do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
10741: E
10742: E
10743: E
10744: C
10745: C
10746: C
10747: E
10748: C
10749: D
10750: D
10751: E
10752: C
10753: E
10754: C
10755: C
10756: C
10757: D
10758: B
10759: D
10760: A