Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q406971 Português
Em “só poderia usá-lo no próximo inverno” (L. 32-33), no Texto I, o pronome em destaque refere-se à(ao)
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Q406405 Português
No segundo parágrafo, o fragmento “[região do cérebro que a processa]” corresponde a um comentário acessório no qual o pronome “a” resgata o seguinte termo:
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Q406399 Português
Em “Quem nunca usou essas expressões para traduzir uma emoção?“, o pronome em destaque cumpre papel coesivo no texto uma vez que:
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Q405882 Português
Julgue o seguinte item, relativo à ideia e ao aspecto semântico do texto apresentado.

O pronome “ele” (l.14) retoma o antecedente “semelhante recurso” (l.13), que, por sua vez, remete à expressão “subjugação das tribos miaotse” (l.11).
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Q405878 Português
Julgue o seguinte item, relativo à ideia e ao aspecto semântico do texto apresentado.

Sem prejuízo da correção gramatical e da coerência textual, o último período do texto poderia ser reescrito da seguinte forma: Por meio das fundações de cidades no Império Romano, estabeleceram-se fronteiras econômicas no tempo e no espaço. Tais fronteiras, mais tarde, seriam as fronteiras do mundo que exibiria a herança da cultura clássica.
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Q405874 Português
No que se refere aos aspectos linguísticos e à tipologia do texto acima, julgue o item que se segue.

Mantém-se a correção gramatical do texto caso o trecho “Em busca de vastas florestas (...) em fevereiro de 1541” (l.4-7) seja reescrito da seguinte forma: Orellana deixou Quito, no Equador, em fevereiro de 1541, em busca de vastas florestas de canela e da lendária cidade do ouro El Dorado.
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Q405871 Português
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item seguinte.

As expressões “processo histórico” e “colonização europeia da Amazônia”, ambas na linha 4, e o pronome relativo “que” (l.5) estão relacionadas sob o ponto de vista da referência semântica.
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Q405561 Português
Para um texto alcançar seus objetivos comunicativos, as ideias apresentadas precisam seguir determinada ordem.
Antes de considerar o surgimento de novas modalidades de melhoramento cognitivo nos últimos anos (3º parágrafo), o texto refere-se
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Q405522 Português
Esse é o hino

De quatro em quatro anos, por ocasião das Copas do Mundo, milhões de pessoas pelo planeta afora têm a oportunidade de entrar em contato com uma das melhores realizações que o Brasil já foi capaz de pôr em pé - o Hino Nacional Brasileiro, tocado e transmitido globalmente antes do começo de cada jogo. É sempre um momento de sucesso garantido junto ao público. O time, no campo, pode ir melhor ou pior, mas o hino não falha nunca. Seus primeiros acordes já deixam claro para a plateia presente aos estádios que ela vai ouvir, nos instantes que se seguem, música de primeira qualidade no gênero; dali para frente as coisas só melhoram. Ao se executar a última nota, todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo ficam com a impressão de ter recebido um brinde inesperado antes do jogo: em vez da monotonia habitual dos hinos nacionais, em geral áridas arrumações de movimentos marciais que têm como característica mais notável o fato de parecerem todas iguais umas às outras, o que se ouve é uma das melodias mais vibrantes, calorosas e inspiradas que se podem escutar numa cerimônia oficial. 
 
Não há momento sequer de tédio no Hino Nacional; tudo ali é energia, emoção, vigor. Com quase 200 anos de vida, a peça composta por Francisco Manuel da Silva em 1822 mantém intactas até hoje todas as qualidades que fizeram dela uma das composições mais bem-sucedidas na história da música brasileira. Escrita originalmente em homenagem à Independência, e oficializada como Hino Nacional Brasileiro após a proclamação da República, a obra de Francisco Manuel tem um longo histórico de aplausos. Louis Gottschalk, o grande compositor americano do século XIX, que morreu no Brasil em 1869 e tinha entre seus admiradores Chopin, Liszt e Berlioz, considerava-a um dos melhores momentos da criação musical de sua época; em sua homenagem, escreveu a celebrada Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro. [...]
 
Mas e a letra? Já se falou mal o suficiente da letra do Hino Nacional para que se ganhe alguma coisa insistindo no assunto. Sua linguagem, provavelmente, já era antiquada na época em que foi escrita, 101 anos atrás; é confusa, às vezes absurda, e muito pouca gente consegue decorá-la direito, mesmo porque muita pouca gente entende o que ela está dizendo. Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel - que, por sinal, já estava morto quase meio século antes de colocarem palavras em sua música. Além do mais, a letra do Hino Nacional nunca causou prejuízo a ninguém - e, francamente, talvez nem seja pior que a média das letras presentes em hinos de outros países, em geral, obcecados por sangue, morte, canhões, tiranias e outros horrores. O mais prático, portanto, é deixar tudo como está, antes que venha a ideia de adotar uma nova letra através de concurso público. Com certeza, teríamos muita saudade, aí, do lábaro estrelado e dos raios fúlgidos.

Sobre os elementos responsáveis pela coesão textual, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) No primeiro parágrafo, o trecho ... todos os que prestaram atenção ao que estavam ouvindo..., os pronomes demonstrativo e relativo destacados retomam a palavra plateia.

( ) No primeiro período do segundo parágrafo, o advérbio ali indica que o autor está ouvindo o Hino Nacional no momento em que escreve o texto em análise.

( ) No decorrer do texto, o Hino Nacional Brasileiro é retomado por recursos linguísticos do mesmo campo de sentido, como música, melodias, criação musical, peça e obra.

( ) No trecho Mas isso não afeta a melodia nem embaraça o gênio de Francisco Manuel..., terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo destacado recupera as afirmações apresentadas no terceiro e quarto períodos desse mesmo parágrafo, sintetizando-as.

Assinale a sequência correta.
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Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: BNB Prova: FGV - 2014 - BNB - Analista Bancário |
Q405170 Português
                                SEM SOLUÇÃO
                Carlos Heitor Cony - Folha de São Paulo

        Foi melancólico o 1º de Maio deste ano. Não tivemos a tragédia do Rio centro, que até hoje não foi bem explicada e, para todos os efeitos, marcou o início do fim da ditadura militar.
         Tampouco ressuscitamos o entusiasmo das festividades, os desfiles e a tradicional arenga de um ditador que, durante anos, começava seus discursos com o famoso mantra: "Trabalhadores do Brasil".
         De qualquer forma, era um pretexto para os governos de plantão forçarem um clima de conciliação nacional, o salário mínimo era aumentado e, nos teatros da praça Tiradentes, havia sempre uma apoteose patriótica com os grandes nomes do rebolado agitando bandeirinhas nacionais. Nos rádios, a trilha musical era dos brados e hinos militares, na base do "avante camaradas".
         Este ano, a tônica foram as vaias que os camaradas deram às autoridades federais, estaduais e municipais. Com os suculentos escândalos (mensalão, Petrobrás e outros menos votados), as manifestações contra os 12 anos de PT, que começaram no ano passado, só não tiveram maior destaque porque a mídia deu preferência mais que merecida aos 20 anos da morte do nosso maior ídolo esportivo.
         Depois de Ayrton Senna, o prestígio de nossas cores está em baixa, a menos que Paulo Coelho ganhe antecipadamente o Nobel de Literatura e Roberto Carlos dê um show no Teatro alla Scala, em Milão, ou no Covent Garden, em Londres.
        Sim, teremos uma Copa do Mundo para exorcizar o gol de Alcides Gighia, na Copa de 1950, mas há presságios sinistros de grandes manifestações contra o governo e a FIFA, que de repente tornou-se a besta negra da nossa soberania.
         A única solução para tantos infortúnios seria convidar o papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua Santidade não roube a favor da Argentina.



Em todos os segmentos abaixo ocorre uma citação de dois ou três elementos; o segmento em que a troca de posição desses elementos sublinhados traria incoerência ao texto é:
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Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: BNB Prova: FGV - 2014 - BNB - Analista Bancário |
Q405168 Português
                                SEM SOLUÇÃO
                Carlos Heitor Cony - Folha de São Paulo

        Foi melancólico o 1º de Maio deste ano. Não tivemos a tragédia do Rio centro, que até hoje não foi bem explicada e, para todos os efeitos, marcou o início do fim da ditadura militar.
         Tampouco ressuscitamos o entusiasmo das festividades, os desfiles e a tradicional arenga de um ditador que, durante anos, começava seus discursos com o famoso mantra: "Trabalhadores do Brasil".
         De qualquer forma, era um pretexto para os governos de plantão forçarem um clima de conciliação nacional, o salário mínimo era aumentado e, nos teatros da praça Tiradentes, havia sempre uma apoteose patriótica com os grandes nomes do rebolado agitando bandeirinhas nacionais. Nos rádios, a trilha musical era dos brados e hinos militares, na base do "avante camaradas".
         Este ano, a tônica foram as vaias que os camaradas deram às autoridades federais, estaduais e municipais. Com os suculentos escândalos (mensalão, Petrobrás e outros menos votados), as manifestações contra os 12 anos de PT, que começaram no ano passado, só não tiveram maior destaque porque a mídia deu preferência mais que merecida aos 20 anos da morte do nosso maior ídolo esportivo.
         Depois de Ayrton Senna, o prestígio de nossas cores está em baixa, a menos que Paulo Coelho ganhe antecipadamente o Nobel de Literatura e Roberto Carlos dê um show no Teatro alla Scala, em Milão, ou no Covent Garden, em Londres.
        Sim, teremos uma Copa do Mundo para exorcizar o gol de Alcides Gighia, na Copa de 1950, mas há presságios sinistros de grandes manifestações contra o governo e a FIFA, que de repente tornou-se a besta negra da nossa soberania.
         A única solução para tantos infortúnios seria convidar o papa Francisco para apitar a final do Mundial, desde que Sua Santidade não roube a favor da Argentina.



“A única solução para tantos infortúnios...”; entre os “infortúnios” referidos, está presente:
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Q404836 Português
Leia o texto abaixo do historiador cuiabano Rubens de Mendonça e responda à questão.

Minhocão do Pari 

      No rio Cuiabá acima existe um lugar denominado Pari. A água naquele trecho do rio corre velozmente. Além do mais tem uma quantidade de poços. Num deles mora uma agigantada serpente. Ela constitui o terror dos banhistas e canoeiros.
      O pescador incauto é atraído pelo minhocão e quando menos espera morre afogado. Vários canoeiros afirmam já terem visto a terrível serpente.
      A sua estória é horripilante. Ela tem matado muita gente. O minhocão não é propriamente um mito, mas sim um monstro.

(Roteiro Histórico Sentimental da Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá. Cuiabá: SEC-MT; Integrar; Defanti, 2012.)
Assinale a alternativa que apresenta a reescrita das frases dadas em uma única de forma coesa e coerente.
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Q404835 Português
Uma propaganda em outdoor em avenida de Cuiabá, veiculada à época do carnaval, trazia a seguinte parte escrita: Se beber, não dirija. Chame um táxi. Sobre esse trecho, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Todos os verbos desse escrito foram usados no imperativo, pois conotam ordem.
( ) O sentido presente no trecho Se beber, não dirija. é de condição, se fosse de causa ficaria: Não dirija porque você bebeu.
( ) Se fosse usada a segunda pessoa do singular na segunda frase, ficaria: Chama um táxi.
( ) A correlação verbal continuaria correta com a seguinte alteração: Se bebesse, não dirigirá.

Assinale a sequência correta.
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Q404834 Português
Leia o texto abaixo do historiador cuiabano Rubens de Mendonça e responda à questão. 
A carestia em Cuiabá
      Cuiabá sempre foi a terra de vida mais cara do BRASIL. Quem ler “Os Anais do Senado da Câmara de Cuiabá" certifica disso. Barbosa de Sá não fez segredo. Pintou as coisas com cores realistas. Conta o nosso primeiro cronista que, no ano de 1723, um tal Joaquim Pinto comprou um jaú no Porto Geral por uma quarta de ouro, fê-lo em postas e veio vendê-lo pelas lavras, em que dobrou a parada. Sabendo-o, os deputados confiscaram-lhe os bens para pagar o quinto a El-Rei do negócio que havia feito. Esse Joaquim Pinto foi o primeiro cambionegrista que aparece na nossa história. Outros vieram depois e hoje existem muitos.
(Nos bastidores da História de Mato Grosso. Cuiabá: SEC-MT; Integrar; Defanti, 2012.) 

Sobre elementos coesivos no texto, analise as afirmativas.

I - Na linha 2, disso refere-se à ideia de que Cuiabá tem a vida mais cara do país.
II - Na linha 4, os pronomes lo, nas duas ocorrências, e o retomam o sentido do mesmo referente: jaú.
III - Na linha 6, Outros e muitos recuperam o sentido da palavra cambionegrista.
IV - Na linha 5, o pronome lhe refere-se aos bens dos deputados.

Estão corretas as afirmativas
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Q404623 Português
Acerca das relações morfossintáticas e quanto aos mecanismos de coesão utilizados no texto, assinale a alternativa correta.
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Q404390 Português
Texto 3 para responder as questões 9 e 10.

imagem-003.jpg

Disponível em: <http://sustentabilizando.wordpress.com/page/2/>. Acesso em: 10/3/2014.

Acerca das estruturas do texto, assinale a alternativa correta.
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Q404389 Português

A respeito do texto, assinale a alternativa correta.
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Q404383 Português

No texto, com base na norma-padrão da língua portuguesa, é correto substituir
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Q404064 Português

Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.

O pronome “sua” (l. 23) remete ao termo “os dois profissionais” (l. 22), que, por sua vez, se refere conjuntamente a “O jornalista” (l. 13) e a “o pesquisador” (l. 18).
Alternativas
Q404062 Português

Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.

A forma verbal “pertence” (l. 36) está empregada no texto no sentido de participa, podendo ser por esta substituída, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do período.
Alternativas
Respostas
10681: B
10682: B
10683: A
10684: E
10685: C
10686: C
10687: C
10688: C
10689: A
10690: C
10691: D
10692: B
10693: A
10694: C
10695: E
10696: B
10697: D
10698: E
10699: C
10700: E