Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q975103 Português

Julgue o seguinte item, a respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1-II.


Na linha 18, o termo “de seus vestígios e sinais” qualifica o substantivo “existência”.

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Q975101 Português

Julgue o seguinte item, a respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1-II.


As formas pronominais “suas”, em “suas origens” (ℓ.13), e “a”, em “que a constituía” (ℓ.14), remetem ao mesmo referente: “ideia de nação” (ℓ.12).

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Q974748 Português

            A nossa democracia é laica, mas nossas decisões políticas são tomadas sob a premissa de que Deus é – e sempre será – brasileiro. Queremos benefícios sem custos (e quem em sã consciência não quereria?).

            Exigimos que seja assim. Os custos hão de ser empurrados para algum momento indeterminado do futuro e cair sobre as costas de alguma entidade benévola não especificada, sem machucar ninguém. Algum dia alguém dá algum jeito e fica tudo certo. Deus resolve.

            A maioria dos brasileiros concorda com o controle de preço do diesel, e quer ainda o controle de preço da gasolina e do gás natural. Só não aceita ter que pagar a conta. A Petrobras que tenha um prejuízo. E quem vai cobri-lo? O Tesouro, essa entidade superior e fonte de riquezas.

            Não é um caso isolado. Todos pedem por mais gasto para suas causas e setores de preferência, sem nunca especificar quem vai ficar com a conta; essa fica para uma figura oculta, alguém com um bolso vasto e generoso. Há quem diga, inclusive, que o aumento de gastos vai aumentar a arrecadação; multiplicação milagrosa dos pães.

            Essa é a lógica que governa o Brasil desde 1500, consagrada na Constituição de 1988, tão pródiga em direitos para todo mundo. O direito é a manifestação do fiat* divino entre os homens: uma obrigação incondicional que a realidade – alguém – terá de dar algum jeito de cumprir.

         O problema é que acabou o “milagre econômico” – um crescimento acelerado e sem causas conhecidas, que ocorre apesar de todas as deficiências e entraves, esses sim muito bem conhecidos. Deus parece ter conseguido o green card** e nos abandonou.

            O que fazer? Uma alternativa é seguir confiando na intervenção divina até o fim, deixando o ajuste ao deus-dará. A corda estoura para o lado mais fraco, e voltamos ao caos primordial. A outra é ser impiedoso e olhar para a realidade com olhos de descrença.

            Para que alguns continuem ganhando, pessoas de carne e osso terão que pagar. E aí sim poderemos responder à pergunta que o Brasil é mestre em evitar: quem?

               O problema é que para as escamas caírem de nossos olhos também será necessário um milagre...

(Joel Pinheiro da Fonseca, Folha de S.Paulo, 12.06.2018. Adaptado)


*fiat: do latim, faça-se, haja; referência à frase bíblica: “faça-se a luz”.

** green card: cartão de residência permanente nos EUA. 

Considere as expressões destacadas nas passagens:

• Exigimos que seja assim. (2º parágrafo) / •  ... multiplicação milagrosa dos pães. (4º parágrafo) / • E sim... (penúltimo parágrafo)

Elas retomam, correta e respectivamente, as seguintes informações do texto:

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Q974552 Português

Um pensamento se atualiza num texto e um texto numa leitura (numa interpretação). (...) o texto é um objeto virtual, abstrato, independente de um suporte específico. Essa entidade virtual atualiza-se em múltiplas versões, traduções, edições, exemplares e cópias. Ao interpretar, ao dar sentido ao texto aqui e agora, o leitor leva adiante essa cascata de atualizações. O espaço do sentido não preexiste à leitura. (LEVY, P. O que é o virtual.)

Fonte: https://www.scielosp.org/article/ssm/content/raw/?resource_ssm_path=/media/assets/icse/v2n2/15.pdf Acesso em: 18 de setembro de 2018.


No trecho “Ao interpretar, ao dar sentido ao texto aqui e agora, o leitor leva adiante essa cascata de atualizações”, a palavra em negrito é usada para

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Q974124 Português

Texto 1    

 

      O estudioso russo Mikhail Bakhtin afirma que não existe atividade mental sem expressão linguística e que devemos “eliminar de saída o princípio de uma distinção qualitativa entre o conteúdo interior e a expressão exterior”. No meio escolar, é muito comum o aluno afirmar que sabe determinado assunto, mas que não sabe expressar, não sabe falar sobre ele.  

      Bakhtin, como precursor da linguística moderna, enfatiza o caráter social da linguagem e, consequentemente, o seu caráter dialógico: “a palavra dirige-se a um interlocutor”. E é a presença desse interlocutor que definirá o seu perfil, ou seja, em função do ouvinte, ela será mais formal ou mais coloquial, mais cuidada ou mais solta. A presença do interlocutor é também o elemento desafiante, que vai provocar o sujeito para que ele organize sua expressão verbal. Assim, Bakhtin conclui que “não é a atividade mental que organiza a expressão, mas, ao contrário, é a expressão que organiza a atividade mental, que a modela e determina sua orientação”.

      Diante de uma afirmação como essa, vemos o quanto é importante e mesmo determinante, no desenvolvimento da criança e do jovem, a interação professor/alunos e alunos/alunos no cotidiano escolar. E vemos o quanto é essencial que o professor estimule o exercício da verbalização entre eles, o quanto é necessário que eles aprendam a se colocar como ouvintes dos colegas e a disciplinar o acesso à fala, permitindo que todos tenham o direito à sua própria palavra. Essa é a condição mesma do desenvolvimento cognitivo de todos e condição para o desenvolvimento e o domínio da linguagem.   

      É ainda Bakhtin quem esclarece melhor, mostrando o quanto é importante o interlocutor em todo processo de enunciação: “Na realidade, toda palavra comporta duas faces. Ela é determinada tanto pelo fato de que procede de alguém, como pelo fato de que se dirige para alguém. Ela constitui justamente o produto da interação do locutor e do ouvinte. Toda palavra serve de expressão a um em relação ao outro. Através da palavra defino-me em relação ao outro, isto é, em última análise, em relação à coletividade. A palavra é uma espécie de ponte lançada entre mim e os outros. Se ela se apoia sobre mim, numa extremidade, na outra apoia-se sobre o meu interlocutor. A palavra é o território comum do locutor e do interlocutor.”  

      O papel representado pelo grupo social com que se convive e que nos serve de interlocutor é da maior importância, diante do que Bakhtin nos expõe. Penso que, para nós, professores que atuamos na escola pública brasileira, interagindo com crianças e jovens provenientes dos meios sociais dos mais desfavorecidos, atentar para essa questão da linguagem é um imperativo básico. Só assim, com um olhar munido de uma compreensão maior, podemos melhor cumprir a tarefa que o nosso tempo histórico nos coloca. A escola constitui, para muitas dessas crianças e jovens, um dos poucos, talvez o único interlocutor em condições de interagir com eles e contribuir para a evolução de sua linguagem. E é bom lembrar, mais uma vez: seu desenvolvimento cognitivo depende do desenvolvimento de sua linguagem. Gostaria de lembrar que, diante de um livro ou de um texto, no ato de leitura somos desafiados por este interlocutor que nos fala através da palavra impressa. Ao ler, nós organizamos um discurso interno ao sermos provocados pelo discurso lido, nos lembramos de leituras ou experiências anteriores, relacionamos com outros textos que tratam do mesmo assunto. Mesmo quando não comentamos o texto com alguém, mesmo quando não escrevemos uma crítica ou resenha sobre ele, nós temos uma participação ativa na interação com a linguagem e com o sentido do texto. Essa é também uma forma de diálogo, e das mais enriquecedoras.
 
(MARIA, Luzia de. Amor literário: dez instigantes roteiros para você viajar pela cultura letrada. Rio: Ler & Cultivar  editora, 2016, p. 250-1.)

Dentre os pronomes em destaque, aquele que, no parágrafo 5, faz referência exofórica é:
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Q969660 Português
Acerca da ortografia, coesão textual e pontuação, assinale a alternativa incorreta.
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Q966098 Português

   Operários cruzam os braços por melhores condições de trabalho


      Centenas de operários que trabalham na obra de ampliação do aeroporto de Vitória paralisaram as atividades nesta segunda-feira (29). Eles reivindicaram melhores condições de trabalho. Além da troca do restaurante que serve aos trabalhadores, eles pediram o fim da dupla função, auxílio periculosidade para eletricistas e o pagamento da rescisão de contrato por uma empresa que saiu do consórcio. Os operários também pediram reajuste salarial. Todas as reivindicações foram atendidas e a obra não corre risco de novas paralisações.

      O estopim para o movimento foi na última semana, quando dezenas de funcionários teriam passado mal com a comida do restaurante. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Estado (Sintracost), Paulo Peres, a principal exigência foi a substituição do fornecedor da alimentação. “Semana passada teve um dia em que 70 operários passaram mal por causa da alimentação e foram hospitalizados. Mas isso não é de hoje, tem seis meses que os trabalhadores reclamam da qualidade da alimentação”, disse.

      Na manhã desta terça-feira (30), os operários realizaram uma assembleia. O consórcio da obra atendeu as reivindicações, além de conceder um aumento de 6%, de acordo com o sindicato. Nenhum trabalhador quis comentar o assunto.

      O diretor-presidente do consórcio JL, João Luiz Félix, responsável pelas obras no Aeroporto de Vitória, informou que todas as questões foram resolvidas com a ideia de não haver discussões e, consequentemente, atrasos na ampliação da estrutura do terminal aéreo. Ele acrescentou que no total são 1.350 pessoas trabalhando no canteiro de obras, entre operários, engenheiros e funcionários dos setores administrativos. DIAS, Kaique. Operários cruzam os braços por melhores condições de trabalho.

Disponível em:<http://www.gazetaonline.com.br/cbn_ vitoria/reportagens /2017/05/operarios-cruzam-os-bracospor-melhores-condicoes-de-trabalho-1014060665.html> . Acesso em: 20 jan. 2018. (Adaptado). 

No primeiro parágrafo, na frase “Centenas de operários que trabalham na obra de ampliação do aeroporto de Vitória paralisaram as atividades nesta segunda-feira (29).”, a palavra destacada é relativa a um termo antecedente do período frasal. Sua função, em relação ao significado desse termo, é a de
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Q966008 Português

Do direito do mais forte

            Nunca o mais forte o é tanto para ser sempre senhor, se não converte a força em direito, e em dever a obediência; eis donde vem o direito do mais forte, direito que irônica e aparentemente se tomou, e na realidade se estabeleceu em princípios. A força é um poder físico, não imagino qual moralidade possa resultar de seus efeitos; ceder à força é ato preciso, e não voluntário, ou quando muito prudente: em que sentido pode ser uma obrigação?

            Suponhamos por um momento esse pretendido direito. Eu afirmo que dele só dimana o caos inexplicável; pois logo que a força faz o direito, com a causa muda o efeito, e toda força que excede a primeira toma o lugar de direito dela. Logo que a salvo podes desobedecer, legitimamente o fazes, e, como tem sempre razão o mais forte, tratemos só de o ser. Qual é, pois, o direito que resta, quando cessa a força? Se por força cumpre obedecer, desnecessário é o direito; e se não somos forçados a obedecer, que obrigação nos resta de o fazer? Logo, está claro que a palavra direito nada ajunta à força, e não tem aqui significação alguma.

(Jean-Jacques Rousseau. Do contrato social. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo “o” está empregado no contexto como pronome, retomando informação precedente.
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Q965205 Português

Uma andorinha não faz verão

        No domingo de sol anterior ao Dia de Finados, evitei a praia lotada e subi para um refresco nas Paineiras. Morei dez anos em São Conrado e, na época, costumava fazer o trajeto com frequência, mas desisti do programa, depois de dar com dois corpos desovados pelo caminho. Agora só arrisco a visita nos feriados, quando o parque se enche de gente.

        A beleza do Rio é comparável à sua barbárie.

        No último mirante, depois da terceira queda d'água, o vento soprava forte, anunciando a virada de tempo na Guanabara. Dezenas de andorinhas aproveitavam a corrente de ar ascendente, impulsionando o voo num vertiginoso balé. Eu, conformada com as pernas, invejei a farra dos que nascem com asas. O espetáculo pontuou o fim do passeio.

        Uma semana depois, esperando o sinal abrir no cruzamento da Lagoa, ao lado do Clube do Flamengo, fui surpreendida por uma andorinha solitária, que cruzou o para-brisa do carro a toda. Depois de driblar o trânsito, arriscando a vida num rasante pela via expressa, ela se meteu no vão entre o verde e o vermelho do sinal de pedestres do outro lado da rua.

        Surpresa, percebi um resto de capim seco saindo da fresta do poste. Era um ninho em plena Avenida Epitácio Pessoa. Com tanta mata, tantas árvores e prédios altos na cidade, por que criar filhos num lugar tão desolado? Neurose urbana? Só pode ser.

        Chocar ovos requer um planejamento requintado. É preciso encontrar um parceiro disposto, um endereço seguro e esmerar-se para juntar a palha. Não é algo que pega uma ave de surpresa, como uma contração fora de hora que te obriga a parir na estrada. 

        Que anomalia era aquela que fazia um casal de andorinhas trocar o êxtase das Paineiras pela tensão do asfalto? A solidão de uma esquina feia? 

        O delírio da passarinhada do alto da Tijuca não tinha nada de humano. Era um estado natural, como o das plantas e o das pedras, sem consciência ou sentido em si. Mas o ser do sinal de pedestres da esquina na Rodrigo de Freitas era um indivíduo escarrado, um quase parente. Ao vê-lo, eu me reconheci na sofreguidão de seu retorno para casa, no esforço de criar os filhos num ambiente inóspito, no risco e na ansiedade.

        A andorinha aculturada sou eu.

        Neste mês, o Brasil assassinou um rio e o El aterrorizou Paris. O mundo não anda nada hospitaleiro. Mesmo assim, ainda creio nos ninhos e nas revoadas.

Fernanda Torres. In: [email protected]

A palavra destacada em: “Que anomalia era aquela QUE fazia um casal de andorinhas trocar o êxtase das Paineiras pela tensão do asfalto?” (sétimo parágrafo) funciona como elemento de coesão e retoma, no contexto, um substantivo expresso anteriormente. Esse substantivo é:
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Q963483 Português

Julgue o item seguinte, relativo ao texto e a seu aspecto linguístico.

Na linha 30, o vocábulo “o” está empregado em referência ao termo “investimento”.

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Q963477 Português

Julgue o item seguinte, relativo ao texto e a seu aspecto linguístico.

Na linha 2, o vocábulo “que” está empregado em referência a “crescente”.

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Q961864 Português
A alternativa em que a relação de coesão referencial está devidamente indicada é:
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Q961438 Português
Analise o uso do pronome “isso” no último quadro da tira: “Pra que tudo isso? Era só escondê-los”. Tal pronome, no texto,
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Ano: 2018 Banca: UNIFESP Órgão: UNIFESP Prova: UNIFESP - 2018 - UNIFESP - Enfermagem Geral |
Q961287 Português

Olhe e leia o desenho na camiseta abaixo:


                      Imagem associada para resolução da questão


Cada palavra ou expressão verbal do desenho corresponde a um número de 1 a 7. Qual sequência numérica geraria uma combinação não prevista pela sintaxe da língua portuguesa?

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Q961239 Português

Despedida


E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.


Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefmível remorso; e um recôndito despeito.


E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?


Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.


Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio toma tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus. A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

FONTE: http://www.releituras.com/rubembraga_despedida.asp. Acesso 1 abr2018.


No trecho da crônica de Rubem Braga “E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida (...)”, o elemento coesivo “mas” possui o sentido de

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Ano: 2018 Banca: FCM Órgão: IFN-MG Prova: FCM - 2018 - IFN-MG - Língua Portuguesa |
Q961075 Português

                                       Serena Sintética


                                                        Lua

                                                        morta.

                                                                       Rua

                                                                        torta

                                                        Tua

                                                        porta.

RICARDO, Cassiano. Poesias completas. Pref. Tristão de Athayde. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1957, p. 27.

Para muitos estudiosos e teóricos, a coerência e a coesão, que formam parte dos critérios tidos como constitutivos da textualidade, são os mais importantes. A partir da leitura de "Serenata Sintética", informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma acerca do poema.


( ) É destituído de elementos coesivos, o que o torna incoerente e o impede de funcionar e de ser chamado de texto.

( ) Apresenta-se segmentado, mas isso não obsta, obviamente, que funcione como um texto perfeitamente inteligível.

( ) Impossibilita o leitor de conseguir interpretá-lo, ainda que este assuma uma atitude colaborativa na produção de sentidos.

( ) Reúne fatos isolados a partir de palavras soltas distribuídas no espaço branco do papel, não forma uma sequência contínua nem exibe textura.

( ) Proporciona o entendimento de que a coesão superficial não é necessária para a textualidade, pois esta é inferida a partir da coerência identificada.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

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Ano: 2018 Banca: FCM Órgão: IFN-MG Prova: FCM - 2018 - IFN-MG - Língua Portuguesa |
Q961059 Português

Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir quanto aos elementos de coesão textual.


A coesão __________ pode ser obtida por substituição e por reiteração, enquanto a coesão __________ se constitui por paralelismo e paráfrase. Por último, a coesão __________ é temporal e ocorre por conexão.


A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é

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Q960917 Português

Julgue o item no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.


“para que eles não causem mais dano” (linhas 18 e 19): para eles não causarem mais dano

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Q960916 Português

Julgue o item no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.


“pois ela permite que um erro no DNA seja retirado e outro material, ‘correto’, seja colocado no lugar” (linhas de 9 a 11): porquanto ela permite que se retire um erro no DNA e se coloque outro material, “correto”, no lugar

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Q960915 Português

Julgue o item no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.


“entre eles, a consolidação da técnica de edição de material genético denominada Crispr” (linhas de 2 a 4): entre os quais se insere a consolidação da técnica de edição de material genético conhecida como Crispr

Alternativas
Respostas
7401: E
7402: E
7403: B
7404: A
7405: C
7406: E
7407: C
7408: E
7409: D
7410: E
7411: E
7412: C
7413: A
7414: C
7415: B
7416: E
7417: E
7418: C
7419: C
7420: C