Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

Foram encontradas 14.193 questões

Q1218801 Português


Yuval Noah Harari. 21 lições para o século 21. Trad. Paulo Geiger. 1.ª ed.

São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 138-41 (com adaptações).

Com relação às propriedades gramaticais e à coerência do texto 9A2-I, julgue o item a seguir.


O termo “onde” (l.27) retoma as cidades de Toronto, Tóquio, Teerã e Tel Aviv.

Alternativas
Q1218798 Português


Yuval Noah Harari. 21 lições para o século 21. Trad. Paulo Geiger. 1.ª ed.

São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 138-41 (com adaptações).

Com relação às propriedades gramaticais e à coerência do texto 9A2-I, julgue o item a seguir.


A substituição de “mil anos atrás” (l.14) por há mil anos manteria a correção gramatical e a coerência do texto.

Alternativas
Q1218791 Português

Valquiria Pereira. O que significa fluência leitora?

In: Revista Nova Escola. jul./2013 (com adaptações).

Com relação às propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o item a seguir.



A substituição da locução “já que” (l.12) pela conjunção pois manteria a coerência e a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q1218004 Português

Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão. 

     Jovem, eu sonhava ter uma grande biblioteca. E fui assim pela vida, comprando os livros que podia. Tive de desenvolver métodos para controlar minha voracidade, porque o dinheiro e o tempo eram poucos. Entrava na livraria, separava todos os livros que desejava comprar e, ao me aproximar do caixa, colocava-os sobre o balcão e me perguntava diante de cada um: “Tenho necessidade imediata desse livro? Tenho outros, em casa, ainda não lidos? Posso esperar?” E assim ia pegando cada um deles e os devolvendo às prateleiras. A despeito desse método de controle, cheguei a ter uma biblioteca significativa, mais do que suficiente para as minhas necessidades.

     Notei, à medida que envelhecia, uma mudança nas minhas preferências: passei a ter mais prazer na seção dos livros de arte nas livrarias. Os livros de ciência a gente lê uma vez, fica sabendo e não tem necessidade de ler de novo. Com os livros de arte acontece diferente. Cada vez que os abrimos é um encantamento novo! Creio que meu amor pelos livros de arte tem a ver com experiências infantis.   

(ALVES, Rubem. Disponível em: https://rubemalves.wordpress.com. Acesso em: 26/07/2019.)  

Sobre a coesão no texto, analise as afirmativas. I- Em colocava-os sobre o balcão e Cada vez que os abrimos, o pronome oblíquo retoma o sentido do mesmo vocábulo: livros. II- A primeira frase do texto pode ser reescrita, sem prejuízo da coesão, da seguinte forma: Eu sonhava, quando era jovem, ter uma grande biblioteca. III- O trecho desse método de controle refere-se às frases anteriores que explicitam como o autor fazia para comprar livros. IV- Em E fui assim pela vida, comprando os livros que podia., a omissão do pronome eu (elipse) não prejudica o sentido da frase.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1217999 Português
Instrução: Leia atentamente a charge abaixo e responda à questão. 

Em relação a aspectos linguísticos nas falas dos personagens, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) A fala do guri pode ser reescrita corretamente da seguinte maneira: A professora disse que melhoramos em matemática, porém não em leitura. ( ) A segunda parte da fala do homem pode ser reescrita em registro formal da seguinte maneira: Para votar, você precisa conhecer somente os números. ( ) O pronome isso, na primeira parte da fala do homem, retoma a fala do guri. ( ) A fala do guri compõe-se de duas orações, uma principal e outra subordinada.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: COREN-MT Prova: UFMT - 2019 - COREN-MT - Administrador |
Q1217939 Português
A coerência textual está relacionada ao sentido das ideias do texto, explicitada por relações lógicas e não contraditórias. A ambiguidade é um fator que provoca incoerência textual. Qual frase NÃO apresenta ambiguidade?
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: COREN-MT Prova: UFMT - 2019 - COREN-MT - Administrador |
Q1217935 Português

      A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.

      A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários países da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bemestar dos pacientes.

      De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. [...]

      O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.

      A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo, através da pulsação, dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal, ou seja, respostas motoras.

(Disponível em: http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude. Acesso em: 20/09/2019.) 

A respeito de coesão e coerência no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: COREN-MT Prova: UFMT - 2019 - COREN-MT - Administrador |
Q1217934 Português

      A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.

      A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários países da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bemestar dos pacientes.

      De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. [...]

      O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.

      A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo, através da pulsação, dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal, ou seja, respostas motoras.

(Disponível em: http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude. Acesso em: 20/09/2019.) 

Em relação a aspectos linguísticos no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1217349 Português
Texto 7
Psicóloga explica as causas e os sintomas da Síndrome do Regresso
A Síndrome do Regresso acontece quando você volta para casa após estudar no exterior, trabalhar ou qualquer outro tipo de estadia prolongada. Criado pelo neuropsiquiatra Dr. Décio Nakagawa, o termo serve para dar nome a este período de readaptação. E ele é mais comum do que pode se imaginar: “A Síndrome do Regresso acontece com a maior parte das pessoas que retorna ao seu país de origem”, diz Juliana Polydoro, psicóloga e mestre em Psicologia da Saúde. A profissional, que também é colunista do site e-Dublin, explicou as causas da Síndrome e como lidar com o período para amenizar os sintomas. Fonte:https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/estudar-no-exterior/psicologa-explica-as-causas-os-sintomas-sindrome-regresso.htm

Para conservar o sentido do texto 7, as expressões em negrito podem ser substituídas, em sequência, por:
Alternativas
Q1217342 Português
Com relação ao texto 3, analise as proposições e atribua V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) No primeiro período do texto, composto por três orações, não é possível identificar quem é o responsável por informar ao CNPq sobre a não recomposição integral do orçamento de 2019. ( ) As expressões “desta restrição” e “este cenário” se referem às “medidas necessárias” que foram tomadas pelo CNPq. ( ) O uso da primeira pessoa do plural em: “Reforçamos nosso compromisso com a pesquisa científica, tecnológica e de inovação para o desenvolvimento do País” permite que recuperemos o sujeito oculto “nós”, que se refere discursivamente às pessoas que trabalham no CNPq.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
Alternativas
Q1217341 Português
Assinale a alternativa que melhor representa a reescrita dos dois primeiros períodos do texto 3, preservando suas relações sintáticas originais.
Alternativas
Q1217139 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão.



Ainda em relação ao texto , assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q1212401 Português
Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo O jurista francês René Cassin não queria proteger um ou outro grupo específico de pessoas quando disse: “Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo”. Um dos autores do texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, o ganhador do Nobel da Paz de 1968 incluiu todos os homo sapiens naquela frase célebre. Morto em 1976, aos 88 anos, Cassin seria uma ótima pessoa para invocar diante de compreensões equivocadas sobre a expressão “direitos humanos”, quase 70 anos depois da adoção do texto pela comunidade internacional. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afirma que os direitos humanos “são um pré-requisito para uma sociedade pacífica”. Mas a mesma mensagem alerta para desafios no caminho dessa paz, como a desigualdade social, os conflitos gerados pelas mudanças climáticas e as visões extremistas que se espalham pelo mundo. Segundo o coordenador do Setor de Ciências Naturais e Sociais da Unesco no Brasil, Fabio Eon, os direitos humanos estão sendo alvo de uma onda conservadora que trata a expressão como algo politizado. — Existe hoje uma tendência a enxergar direitos humanos como algo ideológico, o que é um equívoco. Os direitos humanos não são algo da esquerda ou da direita. São de todos, independentemente de onde você nasceu ou da sua classe social. É importante enfatizar isso para frear essa onda conservadora — ressalta Eon, que sugere um remédio para o problema: — Precisamos promover uma cultura de direitos humanos. Pouca gente conhece os artigos do texto. O tema poderia, por exemplo, estar dentro das escolas como um assunto transversal. Precisamos romper com esse ranço, essa mentalidade machista e retrógrada que age pela violação dos direitos humanos. Dados divulgados em outubro de 2018 mostram a falta de entendimento sobre o assunto. De acordo com a pesquisa Pulso Brasil, do Instituto Ipsos, seis em cada dez brasileiros se dizem “a favor” dos direitos humanos. Mas, ao mesmo tempo, 63% dos entrevistados acham que os “direitos humanos defendem mais os bandidos que as vítimas”. A percepção chega a 79% na região Norte do Brasil. E alcança 76% entre as pessoas com ensino superior. Além disso, uma em cada cinco pessoas se declarou contra a própria existência dos direitos humanos. Ainda de acordo com a pesquisa, 43% dos brasileiros evitam falar sobre o assunto com outras pessoas, com medo de serem vistas como alguém que defende bandidos. Para o pesquisador Cézar Muñoz, da organização Humans Rights Watch no Brasil, a promoção dos direitos humanos gerou uma série de avanços na sociedade. Mas ele também vê com preocupação a deturpação de sentido que ocorre no Brasil. — A percepção no país está distorcida por causa das pessoas que acham que os direitos humanos só protegem as minorias. Organizações como a nossa se dedicam a monitorar violações dos direitos humanos, o que ocorre frequentemente contra as minorias. Mas o último relatório que escrevi foi sobre violência doméstica, um problema que não afeta um grupo pequeno de pessoas. É generalizado, ocorre em todas as regiões do país — afirma o pesquisador. Adotada na terceira sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, ainda sob o trauma da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é composta por 30 artigos que expressam garantias individuais que devem ser usufruídas por todas pessoas, como o direito à vida, à liberdade e à segurança. Embora não seja vinculante, o documento serviu de inspiração para diferentes constituições federais e também embasou reações da comunidade internacional diante de violações de direitos humanos no mundo, como durante a guerra civil que eclodiu na Bósnia e Herzegovina, em 1992, o genocídio étnico ocorrido em Ruanda, em 1994, e os conflitos que assolam o Sudão do Sul, desde 2013, gerando desabrigados, fome e mortes. A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, disse que a declaração afirma os valores que devem guiar as democracias. “Vamos nos unir para assegurar que a promessa de paz e justiça apoiada pela democracia seja cumprida”. Fonte: com informações do *O Globo. FONTE: https://www.revistaprosaversoearte.com/nao-havera-paz-neste-planeta- enquanto-os-direitos-humanos-forem-violados-em-alguma-parte-do-mundo/
Considerando a passagem “É importante enfatizar isso para frear essa onda conservadora”, o termo em destaque recupera, por coesão:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FCC Órgão: Câmara de Fortaleza - CE
Q1210101 Português
− Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.  Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?   − Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada…  Podia ser que fizesse aquilo para o bem do menino, um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.   Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:   − Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntar-lhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.   − Praquê fui dar esse menino? − interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, no vermelho da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.  A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.   E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá- -la por toda parte, ele anuncia:  − Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser. 

(ANDRADE, Carlos Drummond de. “Caso de menino”. 70 historinhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102) 
Considere os trechos transcritos abaixo.
I. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. (2º parágrafo)   II. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. (4º parágrafo)  III. O pai se esquecera de perguntar-lhe o nome, ou preferia não saber. (7º parágrafo)   IV. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia: (10º parágrafo)
Estabelecem uma relação de referência a uma expressão mencionada anteriormente no texto os termos sublinhados em 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-GO
Q1208988 Português
Imagem associada para resolução da questãoConsiderando a tipologia, as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No segmento “o que aumenta a precisão do procedimento” (linhas 10 e 11), o vocábulo “o”, em “o que”, refere‐se ao fato  de exames de imagens serem feitos, nas salas híbridas, durante a operação. 
Alternativas
Q1204141 Português

Com base na compreensão do texto, analise as proposições a seguir e atribua V para as verdadeiras e F para as falsas.


( ) Quanto ao gênero textual, trata-se de um anúncio publicitário e, portanto, visa a vender um produto.

( ) Na oração “Denuncie o abuso”, o tipo textual predominante é o injuntivo.

( ) O texto não apresenta coesão, uma vez que carece de conectivos entre as orações.


Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:

Alternativas
Q1204054 Português

Danilo España – Revista Exame – 16/01/2019 – Disponível em https://exame.abril.com.br/ - Adaptação)

Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:


I. Na linha 05, o pronome demonstrativo “esse” é empregado somente devido a sua relação com a palavra posterior “otimismo”.

II. A referência da expressão “no qual” (l. 26) é a sigla “TED”, também na linha 26.

III. Na linha 34, a expressão “os reais” tem como referência a palavra “desanimadores”, elíptica nessa expressão.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1204025 Português
Pregos

    Foi de repente. Dois quadros que tenho na parede da sala despencaram juntos. Ninguém os havia tocado, nenhuma ventania naquele dia, nenhuma obra no prédio, nenhuma rachadura. Simplesmente caíram, depois de terem permanecido seis anos inertes. Não consegui admitir essa gratuidade, fiquei procurando uma razão para a queda, haveria de ter uma.
    Poucos dias depois, numa dessas coincidências que não se explicam, estava lendo um livro do italiano Alessandro Baricco, chamado “Novecentos”, em que ele descrevia exatamente a mesma situação. “No silêncio mais absoluto, com tudo imóvel ao seu redor, nem sequer uma mosca se movendo, eles, zás. Não há uma causa. Por que precisamente neste instante? Não se sabe. Zás. O que ocorre a um prego para que decida que já não pode mais?”
    Alessandro Baricco não procura desvendar esse mistério, apenas diz que assim é. Um belo dia a gente se olha no espelho e descobre que está velho. A gente acorda de manhã e descobre que não ama mais uma pessoa. Um avião passa no céu e a gente descobre que não pode ficar parado onde está nem mais um minuto. Zás. Nossos pregos já não nos seguram.
    Costumamos chamar essa sensação de “cair a ficha”, mas acho bem mais poética e avassaladora a analogia com os quadros na parede. Cair a ficha é se dar conta. Deixar cair os quadros é um pouco mais que isso, é perder a resistência, é reconhecer que há algo que já não podemos suportar. Não precisa ser necessariamente uma carga negativa, pode ser uma carga positiva, mas que nos obriga a solicitar mais força dentro de nós.
    Nascemos, ficamos em pé, crescemos e a partir daí começamos a sustentar nossas inquietações, nossos desejos inconfessos, algum sofrimento silencioso e a enormidade da nossa paciência. Nossos pregos são feitos de material maciço, mas nunca se sabe quanto peso eles podem aguentar. O quanto podemos conosco? Uma boa definição para felicidade: ser leve para si mesmo.
    Sobre os meus quadros: foram recolocados na parede. Estão novamente fixos no mesmo lugar. Até que eles, ou eu, sejamos definitivamente vencidos pelo cansaço.
(Martha Medeiros. Pregos. Em: março de 2010.)
Considerando o trecho “Nossos pregos são feitos de material maciço, mas nunca se sabe quanto peso eles podem aguentar.” (5º§), o termo assinalado pode ser substituído, sem prejuízo semântico, por:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FEPESE Órgão: CELESC
Q1198520 Português
Apesar de cortes, obras avançam no acelerador de partículas Sirius
O acelerador de partículas Sirius completou a primeira volta de elétrons recentemente e, mesmo com os seguidos cortes na área científica do país, a previsão para a conclusão das obras é para o fim de 2020. Quando as obras acabarem, o acelerador de partículas Sirius será o equipamento mais avançado do mundo na geração de luz síncrotron. Ao todo, são 68 mil m² de área construída. A luz síncrotron gerada pelo Sirius será capaz de analisar a estrutura de qualquer material na escala dos átomos e das moléculas, que poderá contribuir no desenvolvimento de fármacos e baterias, por exemplo. Quando estiver em funcionamento, também permitirá reconstituir o movimento de fenômenos químicos e biológicos ultrarrápidos que ocorrem na escala dos átomos e das moléculas, importantes para o desenvolvimento de fármacos e materiais tecnológicos, como baterias mais duradouras.
Em novembro de 2018, foi inaugurada a primeira etapa do projeto. A solenidade contou com a presença do então presidente da República, Michel Temer, em Campinas, interior de São Paulo, onde o equipamento foi construído. Hoje, entre os três aceleradores do Sirius, os dois primeiros já estão montados. Ainda assim, falta a parte de instalação de potência dos aceleradores, que deve acontecer em maio de 2019. Na mira da comunidade científica internacional, – que no futuro também poderá utilizar o espaço –, a construção do acelerador de partículas ainda enfrenta alguns percalços.
“A construção do Sirius ainda esbarra nos subsequentes cortes de investimentos do governo federal”, conta o diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), José Roque da Silva. Em decreto publicado em março de 2019, o governo federal decidiu congelar uma parcela das verbas do orçamento em praticamente todas as áreas. O Ministério de Ciência e Tecnologia, por exemplo, sofreu congelamento de 41,97% do orçamento. A medida, pensada para tentar cumprir a meta de deficit primário do país, pode afetar em cheio outros orçamentos, como o do Sirius. “Nesse momento dá para dizer que o Ministério está mantendo o cronograma atual”, diz. “Eu diria que é cedo para dar alguma informação mais definitiva, mas a situação da ciência e tecnologia no país é, como um todo, preocupante”, explica Roque.
No futuro, a expectativa do CNPEM é de conseguir ampliar as fontes de recursos do Sirius –principalmente após o fim das obras. Segundo Roque, outros ministérios, como o de Minas e Energia, Saúde e Agricultura também estão interessados em utilizar o acelerador. Além dos agentes do governo, como explica o diretor do CNPEM, os setores privados também têm demonstrado interesse em investir no Sirius. A construção do novo acelerador de partículas deve custar um valor estimado de R$ 1,8 bilhão.
Além do Sirius, existe um antigo acelerador de fonte de luz síncrotron, o UVX, lançado em 1997. Atualmente considerado ultrapassado, o UVX já participou de importantes descobertas para a pesquisa brasileira como, por exemplo, entender o funcionamento de uma proteína essencial para a reprodução do zika vírus. O diretor científico do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Harry Westfahl Junior, espera que nos próximos dois anos o número das linhas de luz do UVX – que hoje é de 13 linhas com diversas técnicas de análise microscópica – salte para 18. Atualmente, duas vezes por ano é aberto chamado para projetos acadêmicos coordenados pelo LNLS. “Cientistas de qualquer centro de pesquisa no mundo, empresarial ou acadêmico, podem submeter seus trabalhos”, conta. Como o atual acelerador UVX será substituído pelo Sirius, as novas linhas de luz serão gradualmente montadas ali.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/ noticia/2019/04/apesar-de-cortes-obras-avancam-no-aceleradorde-particulas-sirius.html> Acesso em 14/abr/2019 [Adaptado]
Assinale a alternativa correta, com base no texto.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FGV Órgão: Prefeitura de Angra dos Reis - RJ
Q1197198 Português
“É coisa preciosa a saúde, e a única, em verdade, que merece que, em sua procura empreguemos não apenas o tempo, o suor, a pena, os bens, mas até a própria vida; tanto mais que sem ela a vida acaba por tornar-se penosa e injusta.”
Cada um dos termos destacados desse pensamento tem seu equivalente semântico indicado. Assinale a correspondência incorreta.
Alternativas
Respostas
5881: E
5882: C
5883: C
5884: D
5885: A
5886: A
5887: D
5888: A
5889: A
5890: D
5891: E
5892: B
5893: C
5894: E
5895: C
5896: B
5897: B
5898: D
5899: A
5900: E