Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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Em relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A expressão “Esse potencial inesgotável” (linha 18)
refere-se à propriedade da recursividade, sendo
empregada no texto como recurso coesivo.
Com relação às técnicas oficiais de redação e elaboração de correspondências, julgue o item.
A substituição lexical, como, por exemplo, a realizada
por hiponímia ou por hiperonímia, é um recurso que
estabelece relações coesivas e que confere continuidade
ao texto, evitando, sem prejuízos semânticos, a
repetição excessiva de palavras.
Texto para o item.

Ana Holanda. Tudo bem errar. In: Viva Saúde, ano
15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
Os sentidos do texto seriam alterados se, na linha 11, a
palavra “certa” fosse deslocada para imediatamente
depois de “dose”.
Texto para o item.

Ana Holanda. Tudo bem errar. In: Viva Saúde, ano
15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
O vocábulo “que” (linha 28) poderia ser corretamente
substituído por a qual, sem alteração da coerência do
texto, já que tal vocábulo retoma “uma travessa enorme
cheia de bananas” (linhas 27 e 28).
Texto para o item.

Ana Holanda. Tudo bem errar. In: Viva Saúde, ano
15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
O verbo “lembra” (linha 19) está empregado com o
mesmo sentido de parece.
Texto para o item.

Ana Holanda. Tudo bem errar. In: Viva Saúde, ano
15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
A coerência do texto seria prejudicada se o pronome ela fosse inserido imediatamente antes do verbo “achava” (linha 20).
Texto para o item.

Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.
Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais do texto, julgue o item.
O vocábulo “sirena” (linha 13) poderia ser corretamente
trocado por sirene, sem alteração da coerência do texto.
Texto para o item.

Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.
Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
A respeito da coesão textual e do sentido de termos empregados no texto, julgue o item.
Se a vírgula após “saber” (linha 22) fosse retirada, os
sentidos originais e a coesão do texto seriam
prejudicados.
Texto para o item.

Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.
Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
A respeito da coesão textual e do sentido de termos empregados no texto, julgue o item.
O trecho introduzido pela palavra “Então” (linha 20)
expressa uma consequência, relacionada à atitude de o
motorista e o trocador terem saído do ônibus.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao
longo do texto está citado na questão.

Nas linhas 27 e 28, a expressão “para que” expressa o sentido de __________ e poderia ser substituída por ___________, __________ necessárias alterações no período para a manutenção de sua correção gramatical.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao
longo do texto está citado na questão.

A tabela abaixo apresenta dados sobre a distribuição de
atividades escolares durante alguns meses de 2020 nas
cinco regiões do Brasil. Analise esses dados e, em seguida,
assinale a alternativa que apresenta uma afirmação
correta sobre o que foi apresentado.

Atenção: Leia o trecho do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão.

É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba (2º parágrafo).
O termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido original, por:
Atenção: Leia o trecho do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão.

A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar (6º parágrafo).
O termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido original, por:
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item subsequente, relativo aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I.
No último período do segundo parágrafo, o vocábulo “que”,
em suas duas ocorrências, tem a função coesiva de retomar a
palavra que imediatamente o antecede — na primeira
ocorrência, retoma “objetivo”, e na segunda, “reflexões”.
Texto CB1A2-I
O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?
Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.
Ruth Amosy. A argumentação no discurso.
São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações).
Julgue o item a seguir, com base nas ideias do texto CB1A2-I.
O texto informa que, já na Antiguidade, o discurso era
relacionado à retórica, uma teoria da fala eficaz e uma arte
de persuadir.
Julgue o item a seguir, que apresentam propostas de substituição ou de reescrita para trechos do texto CB1A1-I.
A correção gramatical e a coerência do texto seriam
preservadas se o primeiro período do primeiro parágrafo
fosse reescrito da seguinte forma: Há motivos para se
preocupar com a sobrevivência da democracia em um mundo
dominado pela inteligência artificial, mesmo sem temer as
máquinas à maneira do Exterminador do futuro.
