Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Texto para responder à questão.


SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma
biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, com adaptações
Considerando os aspectos linguísticos e o sentido do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Na forma verbal “se determinava” (linha 29), o emprego
da partícula “se” marca a indeterminação do sujeito da
oração.
Julgue o item que se segue.
A sentença “Esses são os profissionais que ele tem
desprezo” está adequada conforme as normas de
concordância e regência.
Julgue o item a seguir.
O período composto “Faz-se necessário que sejam feitas
algumas mudanças”, se for convertido para período
simples, deve ficar “Faz-se necessário algumas
mudanças”, com o verbo na 3ª pessoa do singular, pois o
verbo “fazer” tem sujeito indeterminado.
Julgue o item a seguir.
Em “Prefiro não opinar, PORQUANTO já sou mal visto por
eles”, o termo destacado com letras maiúsculas está
sintática e semanticamente bem empregado.
Julgue o item a seguir.
Em “Era a dor mais profunda que já sentira, e não
conseguira chorar”, a conjunção “E” estabelece relação
semântica adversativa.
Julgue o item a seguir.
Ao se deslocar a conjunção coordenativa POIS, isolando-a, ela passa a ter valor semântico conclusivo, como em:
“Assistiu a todas as temporadas da série; considerava-se,
pois, um especialista”.
[Expectativa e desempenho nossos]
Numa cultura como a nossa, que valoriza o indivíduo, espera-se de cada um que se faça ouvir e reconhecer pelo que tem de mais singular. Um dos grandes imperativos da época diz que é preciso expressar-se a qualquer preço. E acreditamos automaticamente que, se pudéssemos procurar fundo nas nossas tripas, encontraríamos pérolas. “Eu sou advogada. mas lá no fundo sou poeta ou romancista”. “Eu sou engenheiro, mas lá no fundo sou viajante como Amyr Klink.” Eu sou médica, mas há uma bailarina dentro de mim.” O vínculo social tenta nos definir, mas a criatividade nos resgatará.
Valorizamos o individuo em suas expressões idealmente mais singulares. Portanto, as relações sociais nos parecem sempre suspeitas: será que elas não ameaçam a expressão de nossa subjetividade única e original? Apesar dos outros, que nos identificam socialmente, imaginamos que é possível ser “nós mesmos” e produzir algo de mais valor.
Muitos acabam pensando que, se não seguem sua vocação, é por causa do parceiro com quem vivem. “Não posso deixar de trabalhar; e à noite, quando volto para casa, não dá. Precisaria de solidão para tocar, escrever, pensar, treinar. Pedem de mim toda a atenção e não há como não conversar.” Em suma, as necessidades da vida em família seriam responsáveis por nossas falências expressivas.
Surpresa e mistério: quando a reivindicação consegue ser satisfeita, ocorre um imprevisto: aliviado dos compromissos e das responsabilidades sociais, sozinho e com o tempo que pediu a Deus, livre e desembaraçado, o indivíduo nada cria, nada produz. O tempo e o espaço agora reservados ao seu gênio transformaram-se em caricatura de seus anseios de adolescência.
Percebe-se entre as orações desse período uma relação de sentido de:

Julgue o item, em relação às ideias do texto.
Dadas as relações sintático-semânticas do último período do segundo parágrafo, é correto afirmar que, após o
vocábulo “as”, no trecho “melhor do que as atuais” (linha 7), está subentendido o termo realidades.
No trecho:
“Se fosse uma samambaia, acordaria ao nascer do sol”
O termo em destaque é:

Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
O uso da primeira pessoa no início do texto revela que se trata de um relato pessoal.

Marina Colasanti. Eu sei, mas não devia.
In: Jornal do Brasil, 1972 (com adaptações).
Acerca de aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue o item.
A repetição do verbo “esquece” na linha 5 deve-se
ao fato de que o seu sujeito muda: na primeira
ocorrência desse verbo, seu sujeito é “o sol”; na
segunda, “o ar”; e, na terceira, “a amplidão”.

Disponível em: <http://oblogderedacao.blogspot.com/2012/12/mafalda-e-os-pronomes-relativos.html>. Acesso em: 01 out. 2023.
Assinale a única alternativa INCORRETA: