Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
Foram encontradas 9.618 questões
Ano: 2010
Banca:
CESGRANRIO
Órgão:
PETROQUÍMICA SUAPE
Prova:
CESGRANRIO - 2010 - PETROQUÍMICA SUAPE - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade |
Q185100
Português
“E, mesmo assim, virou surdo seletivo...” (A 27-28)
A expressão destacada representa na oração o
A expressão destacada representa na oração o
Ano: 2010
Banca:
CESGRANRIO
Órgão:
Prefeitura de Salvador - BA
Prova:
CESGRANRIO - 2010 - Prefeitura de Salvador - BA - Coordenador Pedagógico |
Q185052
Português
Um texto se constrói estabelecendo relações sintáticas entre os termos, com o objetivo de se obter uma unidade semântica que garanta a coerência textual.
O único comentário correto acerca da estruturação sintático-semântica do poema é:
O único comentário correto acerca da estruturação sintático-semântica do poema é:
Ano: 2010
Banca:
CESGRANRIO
Órgão:
Prefeitura de Salvador - BA
Prova:
CESGRANRIO - 2010 - Prefeitura de Salvador - BA - Coordenador Pedagógico |
Q185047
Português
“A outra é criar uma política federal centralizada para aumentar a leitura.” (L. 23-24)
Apesar de não apresentar conectivo, a oração destacada se liga à primeira com determinada relação de sentido.
Essa relação de sentido é caracterizada por uma ideia de
Apesar de não apresentar conectivo, a oração destacada se liga à primeira com determinada relação de sentido.
Essa relação de sentido é caracterizada por uma ideia de
Ano: 2010
Banca:
FUNRIO
Órgão:
FURP-SP
Prova:
FUNRIO - 2010 - FURP-SP - Analista de Sistemas - Júnior |
Q120643
Português
Texto associado
Texto 1
Ex-fumantes já superam fumantes no Brasil
Pesquisa do IBGE mostra que o número de dependentes de cigarro caiu pela metade nos últimos 15 anos no país.
Ao revelar, ontem, que o índice de fumantes no Brasil teve uma queda surpreendente nos últimos 15 anos – ele caiu pela metade –, o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou também um estudo inédito: um perfil detalhado daqueles que ainda
não conseguiram largar o vício.
A equipe que percorreu o País de cima a baixo em setembro de 2008, para produzir a Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab),
registrou um segundo detalhe igualmente extraordinário: o número de ex-fumantes (26 milhões de pessoas) passou a ser maior do
que o de fumantes (24,6 milhões). Dessa forma, os que deixaram o cigarro são equivalentes a 18,2% da população com mais de 15
anos de idade; e os que continuam fumando representam 17,2%.
Ao receber as informações, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, exaltou o êxito da intensa campanha antitabagista
desenvolvida ao longo de uma década e meia. Afinal, 65% dos fumantes disseram que as advertências nos maços de cigarros
fizeram com que eles pensassem em parar de fumar. No entanto, logo em seguida, ele disse que os brasileiros não devem esperar
quedas tão significativas daqui por diante.
PASSOS, José Meirelles. Jornal O Globo, Caderno O País, 28 nov. 2009, p.13. (Fragmento)
Ex-fumantes já superam fumantes no Brasil
Pesquisa do IBGE mostra que o número de dependentes de cigarro caiu pela metade nos últimos 15 anos no país.
Ao revelar, ontem, que o índice de fumantes no Brasil teve uma queda surpreendente nos últimos 15 anos – ele caiu pela metade –, o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou também um estudo inédito: um perfil detalhado daqueles que ainda
não conseguiram largar o vício.
A equipe que percorreu o País de cima a baixo em setembro de 2008, para produzir a Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab),
registrou um segundo detalhe igualmente extraordinário: o número de ex-fumantes (26 milhões de pessoas) passou a ser maior do
que o de fumantes (24,6 milhões). Dessa forma, os que deixaram o cigarro são equivalentes a 18,2% da população com mais de 15
anos de idade; e os que continuam fumando representam 17,2%.
Ao receber as informações, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, exaltou o êxito da intensa campanha antitabagista
desenvolvida ao longo de uma década e meia. Afinal, 65% dos fumantes disseram que as advertências nos maços de cigarros
fizeram com que eles pensassem em parar de fumar. No entanto, logo em seguida, ele disse que os brasileiros não devem esperar
quedas tão significativas daqui por diante.
PASSOS, José Meirelles. Jornal O Globo, Caderno O País, 28 nov. 2009, p.13. (Fragmento)
A oração “para produzir a Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab)” (§ 2) estabelece, com a anterior, uma relação de
Ano: 2010
Banca:
MOVENS
Órgão:
Prefeitura de Manaus - AM
Prova:
MOVENS - 2010 - Prefeitura de Manaus - AM - Técnico - Assistente Administrativo - Tipo a |
Q120333
Português
Com relação às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.
I – O trecho “Professores têm um papel fundamental nessa tarefa.” (linhas 16 e 17) está empregado em sentido denotativo, enquanto o trecho “É preciso virar esse jogo.” (linha 13) está em sentido conotativo.
II – A forma verbal “são” (linha 5) está corretamente empregada, pois concorda com “dois terços” (linha 4). Por outro lado, a forma verbal “é” (linha 10) não deveria estar no singular, já que teria que concordar com “um quarto” (linha 10).
III – No trecho “Professores têm um papel fundamental” (linha 16), “fundamental“ é predicativo do objeto e o verbo “têm” recebe o acento circunflexo por estar no plural.
IV – O termo “a” (linha 9), em sua segunda ocorrência, pode receber, facultativamente, o acento grave, sem causar prejuízo semântico e gramatical ao texto.
V – A palavra “sintetizar” (linha 6) pode ser substituída por sumarizar, sem prejuízo semântico ao texto.”
A sequência correta é:
I – O trecho “Professores têm um papel fundamental nessa tarefa.” (linhas 16 e 17) está empregado em sentido denotativo, enquanto o trecho “É preciso virar esse jogo.” (linha 13) está em sentido conotativo.
II – A forma verbal “são” (linha 5) está corretamente empregada, pois concorda com “dois terços” (linha 4). Por outro lado, a forma verbal “é” (linha 10) não deveria estar no singular, já que teria que concordar com “um quarto” (linha 10).
III – No trecho “Professores têm um papel fundamental” (linha 16), “fundamental“ é predicativo do objeto e o verbo “têm” recebe o acento circunflexo por estar no plural.
IV – O termo “a” (linha 9), em sua segunda ocorrência, pode receber, facultativamente, o acento grave, sem causar prejuízo semântico e gramatical ao texto.
V – A palavra “sintetizar” (linha 6) pode ser substituída por sumarizar, sem prejuízo semântico ao texto.”
A sequência correta é:
Q120160
Português
Considere as afirmativas abaixo.
1. No período que começa com “A cara mais...” e termina com “Estados Unidos”, verifica-se a presença do pronome relativo que (sublinhado no texto) duas vezes: na primeira vez, ele inicia uma oração intercalada, que poderia ser excluída sem grande prejuízo de sentido ao período; já na segunda, ele inicia uma oração adjetiva restritiva que, como tal, não pode ser excluída sem afetar o sentido do período.
2. Os vocábulos “exercício”, “história” e “usuário” são acentuados devido à mesma regra de acentuação gráfica.
3. A crase em “Antes que nos lancemos às especulações sobre o futuro...” poderia ser retirada sem ferir a gramática normativa.
4. Em “É, portanto, uma invenção tecnologicamente perfeita.”, o conectivo “portanto” poderia ser substituído por “pois”, sem prejuízo gramatical ou de sentido.
5. O plural da oração “O livro passará a ser comprado por um milhão de crianças” é: “Os livros passarão a serem comprados por duas milhões de crianças”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. No período que começa com “A cara mais...” e termina com “Estados Unidos”, verifica-se a presença do pronome relativo que (sublinhado no texto) duas vezes: na primeira vez, ele inicia uma oração intercalada, que poderia ser excluída sem grande prejuízo de sentido ao período; já na segunda, ele inicia uma oração adjetiva restritiva que, como tal, não pode ser excluída sem afetar o sentido do período.
2. Os vocábulos “exercício”, “história” e “usuário” são acentuados devido à mesma regra de acentuação gráfica.
3. A crase em “Antes que nos lancemos às especulações sobre o futuro...” poderia ser retirada sem ferir a gramática normativa.
4. Em “É, portanto, uma invenção tecnologicamente perfeita.”, o conectivo “portanto” poderia ser substituído por “pois”, sem prejuízo gramatical ou de sentido.
5. O plural da oração “O livro passará a ser comprado por um milhão de crianças” é: “Os livros passarão a serem comprados por duas milhões de crianças”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Ano: 2010
Banca:
FEPESE
Órgão:
UDESC
Provas:
FEPESE - 2010 - UDESC - Advogado
|
FEPESE - 2010 - UDESC - Analista de Sistemas |
Q119975
Português
Assinale a alternativa correta.
Ano: 2010
Banca:
INSTITUTO CIDADES
Órgão:
AGECOM
Prova:
INSTITUTO CIDADES - 2010 - AGECOM - Assistente de Gestão Administrativa - Técnico em Enfermagem do Trabalho |
Q119054
Português
Texto associado
A Internet alterou profundamente a forma de fazer
jornalismo. Criou novas possibilidades de captar,
armazenar e distribuir informações, constituindo um
veículo de comunicação novo, capaz de compartilhar
diferentes formatos e permitir um nível de interatividade
até então desconhecido. Diante desta nova realidade
profissional, formar novos jornalistas tornou-se um
desafio. O mundo contemporâneo e muito mais o do
futuro próximo produz uma quantidade cada vez maior de
informação, interpretação e opinião.
Isto pode significar, de um lado, um alargamento das
possibilidades de atuação para os profissionais da
imprensa. Pode, de outro, implicar em um verdadeiro
aniquilamento do espaço de atuação. Às instituições que
preparam estes profissionais, cabe o papel de apresentar
este novo contexto, evidenciar a importância estratégica
do domínio das tecnologias da informação e, além disso,
continuar formando bons repórteres, redatores e editores.
Paulo Roberto Botão
Fonte: http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/especial5_b.htm
jornalismo. Criou novas possibilidades de captar,
armazenar e distribuir informações, constituindo um
veículo de comunicação novo, capaz de compartilhar
diferentes formatos e permitir um nível de interatividade
até então desconhecido. Diante desta nova realidade
profissional, formar novos jornalistas tornou-se um
desafio. O mundo contemporâneo e muito mais o do
futuro próximo produz uma quantidade cada vez maior de
informação, interpretação e opinião.
Isto pode significar, de um lado, um alargamento das
possibilidades de atuação para os profissionais da
imprensa. Pode, de outro, implicar em um verdadeiro
aniquilamento do espaço de atuação. Às instituições que
preparam estes profissionais, cabe o papel de apresentar
este novo contexto, evidenciar a importância estratégica
do domínio das tecnologias da informação e, além disso,
continuar formando bons repórteres, redatores e editores.
Paulo Roberto Botão
Fonte: http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/especial5_b.htm
Na frase: “Diante desta nova realidade profissional, formar novos jornalistas tornou-se um desafio”, temos como afirmação verdadeira:
Ano: 2010
Banca:
FADESP
Órgão:
Prefeitura de Juruti - PA
Prova:
FADESP - 2010 - Prefeitura de Juruti - PA - Enfermeiro |
Q118475
Português
No que concerne às noções de sintaxe, é correto afirmar que o(a)
Q117423
Português
Texto associado
Assinale a opção em que a oração grifada expressa a mesma ideia da destacada em:
"Como eles transferem os movimentos do jogador para a ação do game na tela, é preciso deixar o sofá para dar raquetadas embolas de tênis ou chutar bolas virtuais.”
"Como eles transferem os movimentos do jogador para a ação do game na tela, é preciso deixar o sofá para dar raquetadas embolas de tênis ou chutar bolas virtuais.”
Ano: 2010
Banca:
CESGRANRIO
Órgão:
EPE
Prova:
CESGRANRIO - 2010 - EPE - Analista de Gestão Corporativa - Finanças e Orçamento |
Q116637
Português
A causa para que o resultado do trabalho se tornasse “...desfa- voravelmente comparável a um papiro deteriorado.” (L. 8-9) é a
Ano: 2010
Banca:
CONSULPLAN
Órgão:
Prefeitura de Santa Maria Madalena - RJ
Prova:
CONSULPLAN - 2010 - Prefeitura de Santa Maria Madalena - RJ - Analista de Sistemas |
Q116513
Português
Texto associado
A educação possível
A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos.
Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito. Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.
Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar, ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento, é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.
No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.
O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo, frustrados.
Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular. Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.
Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós, que os escolhemos e sustentamos.
(>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)
A análise dos elementos destacados está INCORRETA em:
Ano: 2010
Banca:
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão:
CODIUB
Prova:
FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2010 - CODIUB - Programador de Computador - Júnior |
Q116300
Português
“Hoje, muitos alunos vão para a escola e saem sem saber nada.” (linha 53)
A expressão sublinhada tem, nessa frase, um sentido de
A expressão sublinhada tem, nessa frase, um sentido de
Ano: 2010
Banca:
FUNDEP (Gestão de Concursos)
Órgão:
CODIUB
Prova:
FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2010 - CODIUB - Programador de Computador - Júnior |
Q116298
Português
“Dificilmente surge um grande letrista.” (linha 26) Nessa frase, a expressão sublinhada exerce a função de
Ano: 2010
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Órgão:
IPAJM-ES
Provas:
CESPE - 2010 - IPAJM - Contador
|
CESPE - 2010 - IPAJM - Assistente Social |
CESPE - 2010 - IPAJM - Psicólogo |
Q116040
Português

Assinale a opção correta acerca dos recursos linguísticos do texto acima.
Ano: 2010
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Órgão:
IPAJM-ES
Provas:
CESPE - 2010 - IPAJM - Contador
|
CESPE - 2010 - IPAJM - Assistente Social |
CESPE - 2010 - IPAJM - Psicólogo |
Q116032
Português
Texto associado
No próximo mês de dezembro, as Américas contabilizarão
a ocorrência de 21 milhões de mortes na primeira década do século
XXI por doenças crônicas.
No mundo inteiro, a hipertensão, o diabetes, o acidente
vascular cerebral (AVC), as doenças cardíacas e os cânceres já são
responsáveis por dois terços de todas as mortes que ocorrem, com
algum impacto sobre os sistemas de saúde e sobre as sociedades.
Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem a
percepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento de
programas abrangentes, integrados por medidas preventivas e de
ampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento
oportuno.
O primeiro mito é o de que as doenças crônicas matam
pessoas que já são muito idosas. É falsa a ideia de que as mortes por
doenças crônicas são sempre o desfecho natural de uma longa vida,
especialmente nos países em desenvolvimento.
Outro mito sobre essas doenças é o de que não temos como
preveni-las, já que não existem vacinas. Ao contrário, ações de
promoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumento
da cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir a
ocorrência e a mortalidade por várias doenças crônicas.
O terceiro mito é o de que as doenças crônicas são doenças
de ricos, e, por isso, os países em desenvolvimento e os pobres
ainda não precisam se preocupar com elas. Os fatos apontam para
outra direção.
Os países de média e baixa renda respondem por 80% de
todas as mortes registradas no mundo por doenças crônicas e
apresentam tendência crescente. A explicação não é difícil.
Os principais fatores de risco para doenças crônicas, como
o tabagismo, a obesidade, o consumo deficiente de frutas e verduras
e o sedentarismo, mostram tendência de crescimento nos mais
pobres e menos educados.
O diagnóstico precoce também é menos frequente entre os
mais pobres, que têm mais dificuldade de acesso aos serviços de
saúde.
Jarbas Barbosa da Silva Jr. Mitos e verdades sobre as doenças crônicas.
In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010, p. A3 (com adaptações).
a ocorrência de 21 milhões de mortes na primeira década do século
XXI por doenças crônicas.
No mundo inteiro, a hipertensão, o diabetes, o acidente
vascular cerebral (AVC), as doenças cardíacas e os cânceres já são
responsáveis por dois terços de todas as mortes que ocorrem, com
algum impacto sobre os sistemas de saúde e sobre as sociedades.
Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem a
percepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento de
programas abrangentes, integrados por medidas preventivas e de
ampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento
oportuno.
O primeiro mito é o de que as doenças crônicas matam
pessoas que já são muito idosas. É falsa a ideia de que as mortes por
doenças crônicas são sempre o desfecho natural de uma longa vida,
especialmente nos países em desenvolvimento.
Outro mito sobre essas doenças é o de que não temos como
preveni-las, já que não existem vacinas. Ao contrário, ações de
promoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumento
da cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir a
ocorrência e a mortalidade por várias doenças crônicas.
O terceiro mito é o de que as doenças crônicas são doenças
de ricos, e, por isso, os países em desenvolvimento e os pobres
ainda não precisam se preocupar com elas. Os fatos apontam para
outra direção.
Os países de média e baixa renda respondem por 80% de
todas as mortes registradas no mundo por doenças crônicas e
apresentam tendência crescente. A explicação não é difícil.
Os principais fatores de risco para doenças crônicas, como
o tabagismo, a obesidade, o consumo deficiente de frutas e verduras
e o sedentarismo, mostram tendência de crescimento nos mais
pobres e menos educados.
O diagnóstico precoce também é menos frequente entre os
mais pobres, que têm mais dificuldade de acesso aos serviços de
saúde.
Jarbas Barbosa da Silva Jr. Mitos e verdades sobre as doenças crônicas.
In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010, p. A3 (com adaptações).
Considere que se vai acrescentar ao texto um décimo e último parágrafo, que começa com “Diante desse cenário,”. Assinale a opção que contém o trecho que dá seguimento correto a tal parágrafo, respeitadas a coesão sintática e a coerência geral das ideias do texto.
Ano: 2010
Banca:
FUNRIO
Órgão:
SEBRAE-PA
Provas:
FUNRIO - 2010 - SEBRAE-PA - Analista Técnico - Contabilidade
|
FUNRIO - 2010 - SEBRAE-PA - Analista Técnico - Logística |
Q115893
Português
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Para filmar sua versão do clássico de Lewis Carroll, Tim Burton chamou a sua trupe preferida. O eterno parceiro e alterego cinematográfico Johnny Depp faz um chapeleiro racionalmente louco e sentimental. Helena Bonham Carter interpreta uma rainha vermelha com problemas com a própria cabeça. Para incrementar o elenco, Anne Hathaway faz a boa rainha branca, e a ótima aposta Mia Wasikowska, o papel título. O resto é animação, em 3D. Na "Alice" de Burton, assistimos a típicos momentos sombrios que só o diretor sabe fazer, mas, apesar do extremo cuidado com cada cena e diferentemente do livro original, o filme não consegue agradar a todas as faixas etárias: é infantil demais.
(Fonte: globo.com de 23/04/2010)
Sobre a estrutura sintática do parágrafo acima, afirma-se:
I. Há sete períodos.
II. Três períodos são simples.
III. O quarto período tem um verbo implícito.
IV. A primeira oração do texto é adverbial.
V. A última oração do texto é coordenada.
Estão corretas
Para filmar sua versão do clássico de Lewis Carroll, Tim Burton chamou a sua trupe preferida. O eterno parceiro e alterego cinematográfico Johnny Depp faz um chapeleiro racionalmente louco e sentimental. Helena Bonham Carter interpreta uma rainha vermelha com problemas com a própria cabeça. Para incrementar o elenco, Anne Hathaway faz a boa rainha branca, e a ótima aposta Mia Wasikowska, o papel título. O resto é animação, em 3D. Na "Alice" de Burton, assistimos a típicos momentos sombrios que só o diretor sabe fazer, mas, apesar do extremo cuidado com cada cena e diferentemente do livro original, o filme não consegue agradar a todas as faixas etárias: é infantil demais.
(Fonte: globo.com de 23/04/2010)
Sobre a estrutura sintática do parágrafo acima, afirma-se:
I. Há sete períodos.
II. Três períodos são simples.
III. O quarto período tem um verbo implícito.
IV. A primeira oração do texto é adverbial.
V. A última oração do texto é coordenada.
Estão corretas
Ano: 2010
Banca:
MOVENS
Órgão:
IMETRO-PA
Prova:
MOVENS - 2010 - IMEP-PA - Técnico em Gestão de Informática |
Q115801
Português
Acerca dos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.
I – A inserção de uma vírgula imediatamente após “ciência” (linha 1) acarretaria erro de pontuação ao texto.
II – A forma verbal “Está” (linha 17) tem como referente “A medição” (linha 15).
III – O termo “antiga” (linha 15) tem função adjetiva e pode ser considerado um objeto direto.
IV – As palavras exercício e ciência obedecem à mesma regra de acentuação.
V – No texto, o adjetivo “impensável” (linha 18) exerce a função sintática de objeto indireto.
A sequência correta é:
I – A inserção de uma vírgula imediatamente após “ciência” (linha 1) acarretaria erro de pontuação ao texto.
II – A forma verbal “Está” (linha 17) tem como referente “A medição” (linha 15).
III – O termo “antiga” (linha 15) tem função adjetiva e pode ser considerado um objeto direto.
IV – As palavras exercício e ciência obedecem à mesma regra de acentuação.
V – No texto, o adjetivo “impensável” (linha 18) exerce a função sintática de objeto indireto.
A sequência correta é:
Ano: 2010
Banca:
MOVENS
Órgão:
IMETRO-PA
Prova:
MOVENS - 2010 - IMEP-PA - Técnico em Gestão de Informática |
Q115793
Português
Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais do texto, assinale a opção INCORRETA.
Ano: 2010
Banca:
MOVENS
Órgão:
IMETRO-PA
Prova:
MOVENS - 2010 - IMEP-PA - Técnico em Gestão de Informática |
Q115792
Português
Com relação às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.
I – A expressão “convicção” (linha 10) pode ser substituída por certeza sem causar prejuízo de sentido ao texto.
II – Em suas três ocorrências, o termo “que” (linhas 1 e 15) é um pronome relativo com função restritiva.
III – As duas vírgulas inseridas imediatamente após “Anaxágoras” (linha 13) e “depois” (linha 13) são obrigatórias.
IV – A substituição do termo “sobretudo” (linha 20) por contanto que não acarretaria prejuízo de sentido ao texto, já que os dois termos possuem valor adversativo.
V – A oração “Heráclito deitou-se” (linha 7) denota uma ação reflexiva cujo agente da ação é também paciente.
Estão certos apenas os itens
I – A expressão “convicção” (linha 10) pode ser substituída por certeza sem causar prejuízo de sentido ao texto.
II – Em suas três ocorrências, o termo “que” (linhas 1 e 15) é um pronome relativo com função restritiva.
III – As duas vírgulas inseridas imediatamente após “Anaxágoras” (linha 13) e “depois” (linha 13) são obrigatórias.
IV – A substituição do termo “sobretudo” (linha 20) por contanto que não acarretaria prejuízo de sentido ao texto, já que os dois termos possuem valor adversativo.
V – A oração “Heráclito deitou-se” (linha 7) denota uma ação reflexiva cujo agente da ação é também paciente.
Estão certos apenas os itens













