Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

Foram encontradas 9.618 questões

Q1635755 Português
Indique a alternativa que apresenta (entre colchetes) análise ERRADA do segmento grifado:
Alternativas
Q1635743 Português
“A casa lembra uma fazenda. Tem fogão à lenha, passarinhos cantando no jardim, jardim florido e uma bucólica varanda. Oferece-se pão de queijo e café para o lanche da tarde. No dia da chegada, um suco de mangaba dá as boas-vindas.” Assinale a proposição INCORRETA em relação ao texto:
Alternativas
Q1635740 Português
No período “No último domingo, as crianças e adolescentes que participaram do curso encontraram-se para uma confraternização”, os termos grifados exercem a função sintática de:
Alternativas
Q1635642 Português
Aponte a oração em que o segmento grifado NÃO exerce a função sintática de sujeito:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: CODEBA Prova: FGV - 2010 - CODEBA - Administrador |
Q1389447 Português
Assinale a palavra que, no texto, NÃO tenha valor adjetivo.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: CODEBA Prova: FGV - 2010 - CODEBA - Administrador |
Q1389436 Português
Assinale a alternativa com função sintática idêntica à de pronta (L.40).
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FEPESE Órgão: CRC-SC
Q1224954 Português
Considere o enunciado:
“O consumo consciente é fundamental para que as pessoas entendam que a presença dos seres humanos no planeta não é neutra, e que os recursos naturais são finitos.”
Com base no enunciado acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Itabaiana - SE
Q1196300 Português
Assinale a alternativa que tem oração sem sujeito:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Itabaiana - SE
Q1196221 Português
Identifique a função sintática, respectivamente, dos termos em destaque:
O torcedor tinha fé em seu time.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CEPUERJ Órgão: UERJ Prova: CEPUERJ - 2010 - UERJ - Técnico de Enfermagem |
Q935385 Português

                                    

A repetição de palavras e de estruturas sintáticas presente no texto 2 revela-se:
Alternativas
Q876497 Português
Por mais longas que sejam as frases, elas podem ser decompostas em dois subconjuntos: O sintagma nominal e o sintagma verbal. Assinale a relação INCORRETAno exemplo. “O duplo sentido (1) pode ser explorado com malícia e humor. (2), como se vê no trecho a seguir: Foi a primeira vez que o governo (3) manifestou alguma preocupação genuína com a agricultura. O Ministro (4) mandou um jornalista plantar batatas (5). (Delfim Neto, 1996)
Alternativas
Q876496 Português
Sabe-se que a língua é um sistema, superior ao indivíduo que deve ser estudada a partir de sua relação com os outros (Castelar de Carvalho: 63). Desse modo, o que NÃO é adequado afirmar dos exemplos. “O menino chutou a bola (1).” e “Abola chutou o menino”. (2)
Alternativas
Q875312 Português

O TEXTO a seguir é um trecho de uma circular, datada de 1794, aos funcionários públicos da França.  Leia-o e responda a questão.


TEXTO


O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga e abandonar a polidez forçada, tão inconsistente com a postura dos homens livres, e que é uma relíquia do tempo em que alguns homens eram ministros e outros, seus escravos. Sabemos que as velhas formas de governo já desapareceram: devemos até esquecer como eram. As maneiras simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado. Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública. A qualidade essencial do Homem na Natureza consiste em ficar de pé. O jargão ininteligível dos velhos ministérios deve dar lugar ao estilo claro, conciso, isento de expressões de servilismo, de formas obsequiosas, indiretas e pedantes, ou de qualquer insinuação no sentido de que existe autoridade superior à razão e à ordem estabelecida pelas leis - um estilo que adote atitude natural em relação às autoridades subalternas. Não deve haver frases convencionais, nem desperdício de palavras.


Apud LASSWELL, Harold e KAPLAN,

Abraham. A linguagem da política.

Brasília. EUB, 1979. p.43.

“As maneira simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado”. A análise do fragmento leva-se a afirmar:
Alternativas
Q875311 Português

O TEXTO a seguir é um trecho de uma circular, datada de 1794, aos funcionários públicos da França.  Leia-o e responda a questão.


TEXTO


O funcionário público, acima de tudo, deve desfazer-se da roupagem antiga e abandonar a polidez forçada, tão inconsistente com a postura dos homens livres, e que é uma relíquia do tempo em que alguns homens eram ministros e outros, seus escravos. Sabemos que as velhas formas de governo já desapareceram: devemos até esquecer como eram. As maneiras simples e naturais devem substituir a dignidade artificial que frequentemente constituía a única virtude de um chefe de departamento ou outro funcionário graduado. Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública. A qualidade essencial do Homem na Natureza consiste em ficar de pé. O jargão ininteligível dos velhos ministérios deve dar lugar ao estilo claro, conciso, isento de expressões de servilismo, de formas obsequiosas, indiretas e pedantes, ou de qualquer insinuação no sentido de que existe autoridade superior à razão e à ordem estabelecida pelas leis - um estilo que adote atitude natural em relação às autoridades subalternas. Não deve haver frases convencionais, nem desperdício de palavras.


Apud LASSWELL, Harold e KAPLAN,

Abraham. A linguagem da política.

Brasília. EUB, 1979. p.43.

“Decência e genuína seriedade são os requisitos exigidos de homens dedicados à coisa pública.” Neste segmento textual, NÃO se pode afirmar:
Alternativas
Q861703 Português

Seguem, abaixo, frases de filósofos e de poetas de diferentes épocas que fazem reflexão sobre o tema SAÚDE. Leia-as para responder à questão que se segue.


1. “Se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar.” ( Sócrates)

2. “Esta é a mais dolorosa de todas as doenças humanas: dispor de todo o conhecimento e ainda não ter nenhum poder de ação.” (Heródoto)

3. “Para a saúde da mente e do corpo, os homens deveriam enxergar com seus próprios olhos, falar sem megafone, caminhar com seus próprios pés em vez de andar sobre rodas, trabalhar e lutar com seus próprios braços, sem artefatos ou máquinas.” (John Ruskin)

4. “Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde, por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por nem viver no presente e no passado. vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.” (Buda)

Assinale a opção em que a função sintática do termo destacado da frase 4 está corretamente analisada.
Alternativas
Q691835 Português
Texto II 
A inteligibilidade
  A imprensa, como veículo de interesses da coletividade, participou e participa decisivamente da propagação do futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à difusão em massa.
   [....] Em função do receptor (leitor de classes sociais distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O emissor, limitado a um código comum de um receptor de nível social médio, procura muito mais repetir modelos anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal (novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular, onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é determinada por um receptor identificado com este código, como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
O termo que possui função distinta dos outros termos sublinhados é:
Alternativas
Q648490 Português
Houve erro na classificação do termo destacado em:
Alternativas
Q562080 Português
O período Nas outras línguas, não existe nada que se assemelhe ao “-inho".(texto II -l. 34) é
Alternativas
Q562078 Português
O trecho destacado em Julieta também diz que uma rosa teria o mesmo cheiro se tivesse outro nome...(texto II - l. 13) exerce a função sintática de
Alternativas
Respostas
9001: A
9002: D
9003: A
9004: D
9005: D
9006: D
9007: E
9008: C
9009: A
9010: B
9011: D
9012: C
9013: C
9014: B
9015: E
9016: B
9017: B
9018: B
9019: A
9020: E