Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Zero Hora – RS de 12/12/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e à adequação para integrar a correspondência oficial
indicada entre parênteses. Nesse sentido, considere que a sigla
IPEA, nos casos em que é empregada, refere-se ao Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada.
partes de um texto adaptado de O Estado de S.Paulo de
13/12/2010, julgue-os quanto à correção gramatical. Nesse sentido,
considere que a sigla FIDA, sempre que utilizada, se refere ao
Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola.
partes de um texto adaptado de O Estado de S.Paulo de
13/12/2010, julgue-os quanto à correção gramatical. Nesse sentido,
considere que a sigla FIDA, sempre que utilizada, se refere ao
Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola.

Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

O item subsecutivo apresenta reescritura do texto acima. Julgue-o
quanto à correção gramatical e à manutenção do sentido original.
ordem em que são apresentados, são partes sucessivas do texto
O direito nas Sociedades Primitivas, de Antonio Carlos Wolkmer,
julgue-os quanto à correção gramatical e ao emprego de elementos
coesivos.

Julgue o item, acerca do texto.
I. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931... (1o parágrafo)
Uma redação alternativa para a frase acima, mantendo-se a correção e a lógica, é: Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não se afastara das conclusões extraídas em 1931...
II. E sabemos que os exercícios - praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo - levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios. (2o parágrafo)
Os travessões da frase acima poderiam ser substituídos por parênteses, sem prejuízo para a correção e a lógica.
III. ... aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro... (3o parágrafo)
O verbo grifado acima poderia ser substituído por aludisse, sem qualquer outra alteração na frase e sem prejuízo para a correção e a lógica.
Está correto o que se afirma em




O grande pensador francês Montesquieu (1689-1755) é um dos mais importantes intelectuais na história das ciências jurídicas. A grande originalidade de sua obra maior − O espírito das leis − consiste na revolução metodológica. O método de Montesquieu comporta dois aspectos inter-relacionados, que podem ser distinguidos com clareza. O primeiro exclui da ciência social toda perspectiva religiosa ou moral; o segundo afasta o autor das teorias abstratas e dedutivas e o dirige para a abordagem descritiva e comparativa dos fatos sociais.
Quanto ao primeiro, constituía um solapamento do finalismo teológico e moral que ainda predominava na época, segundo o qual todo o desenvolvimento histórico do homem estaria subordinado ao cumprimento de desígnios divinos. Montesquieu, ao contrário, reduz as instituições a causas puramente humanas. Segundo ele, introduzir princípios teológicos no domínio da história, como fatores explicativos, é confundir duas ordens distintas de pensamento. Deliberadamente, dispõe-se a permanecer nos estritos domínios dos fenômenos políticos, e jamais abandona tal projeto.
Já nas primeiras páginas do Espírito das leis ele adverte o leitor contra um possível mal-entendido no que diz respeito à palavra “virtude", que emprega amiúde com significado exclusivamente político, e não moral. Para Montesquieu, o correto conhecimento dos fatos humanos só pode ser realizado cientificamente na medida em que eles sejam visados como são e não como deveriam ser. Enquanto não forem abordados como independentes de fins religiosos e morais, jamais poderão ser compreendidos. As ciências humanas deveriam libertar-se da visão finalista, como já haviam feito as ciências naturais, que só progrediram realmente quando se desvencilharam do jugo teológico.
Para o debate moderno das relações que se devem ou não travar entre os âmbitos do direito, da ciência e da religião, Montesquieu continua sendo um provocador de alto nível.
(Adaptado de Montesquieu − Os Pensadores. S. Paulo: Abril, 1973)



Texto 2:

Texto 1:




