Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q1842988 Português
Sobre a expressão transcrita está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1842987 Português
A análise do antepenúltimo parágrafo do texto (L.36/39) permite afirmar que ele apresenta
Alternativas
Q1842984 Português
Sobre os recursos linguísticos do texto, pode-se afirmar
Alternativas
Q1842317 Português
O termo que tem função predicativa é
Alternativas
Q1842316 Português
O nome é elemento central da frase-declaração em
Alternativas
Q1842314 Português
Possui o mesmo valor sintático que a expressão “de Cruz e Sousa?” (L.4): 
Alternativas
Q1842313 Português
A alternativa cujo termo transcrito funciona como agente da ação verbal é
Alternativas
Q1842311 Português
"Não tem sentido pedir perdão aos africanos pela escravização de seus irmãos negros que eles foram os primeiros a pôr em prática." (L.25/26)
Sobre as funções sintático-semânticas dos elementos que compõem esse período, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q1790158 Português

Texto 1


A filosofia como forma de vida 


A filosofia, ao menos desde os tempos de Sócrates (século V a.C.), tinha como principal objetivo ajudar os sujeitos a não viver uma mera vida animal, aprendendo a construir uma forma de vida própria (bios) que fosse além da mera sobrevivência imposta pela vida biológica (zoe). Cada sujeito deveria criar a forma de sua vida de acordo com as opções axiológicas e suas convicções epistêmicas. 


Desse modo, o aparato conceitual desenvolvido por cada escola filosófica, episteme, tinha por finalidade auxiliar na constituição de um ethos ou modo de vida dos sujeitos. A finalidade filosófica de criar uma forma de vida é uma tarefa essencialmente ética. Só há ética no modo como o sujeito constitui sua vida. Como consequência, esse ethos influía nas formas coletivas que os sujeitos criaram nas pólis, política. Havia uma estreita relação entre a forma de vida e a forma política de governo.


A preocupação da filosofia por ajudar os sujeitos a criar uma forma de vida foi diminuindo a partir do século V d.C., com a transferência gradativa dessa tarefa para a teologia cristã, que vinha se consolidando como um saber que adaptou a mensagem bíblica e a tradição sapiencial oriental, própria da teologia semita, aos parâmetros da filosofia grega. Para uma parte significativa dos pensadores cristãos, a teologia cristã, do modo como eles a estavam construindo, era vista como a culminação da filosofia clássica. Michel Foucault considera que o momento crítico em que a filosofia se afastou da teologia, na sua originária missão de criar uma forma de vida, aconteceu no século XVII, quando a razão moderna separou definitivamente o conhecimento da ética, o saber do modo de ser. O que Foucault denominou de “momento cartesiano” representaria o declínio definitivo da filosofia moderna em sua missão de auxiliar os sujeitos a criar uma forma de vida.


Vários autores contemporâneos voltaram parte de suas pesquisas para essa problemática, identificando na filosofia um saber que tem a potencialidade de constituir formas de vida para os sujeitos. Para Foucault e Agamben, a filosofia é capaz de criar estilos de vida com autonomia efetiva dos sujeitos e, como consequência, uma prática que possibilite resistir aos dispositivos biopolíticos de sujeição e controle que dominam nossas sociedades.


RUIZ, C. B. A filosofia como forma de vida. Disponível em: <<http://

www.ihuonline.unisinos.br/artigo/5965-artigo-castor-bartolome-

-ruiz-1>> Acesso em 24/08/2017 [Adaptado]

Considere o trecho abaixo extraído do 1o parágrafo do texto 1:
A filosofia, ao menos desde os tempos de Sócrates (século V a.C.), tinha como principal objetivo ajudar os sujeitos a não viver uma mera vida animal, aprendendo a construir uma forma de vida própria (bios) que fosse além da mera sobrevivência imposta pela vida biológica (zoe).
Assinale a alternativa correta em relação ao texto.
Alternativas
Q1789522 Português

Texto 4


A misteriosa afinidade entre a mulher e os felinos



Volta a ressuscitar a discussão sobre a preferência das mulheres pelos felinos, enquanto os homens escolheriam os cachorros. Os gatos, além disso, se entenderiam melhor com as mulheres, e os cães, com os varões. Ignoro se alguns experimentos universitários realizados sobre o tema possuem valor científico. Há quem, para explicar isso, recorra ao fato de, desde tempos remotos, os cães terem sido usados pelos homens para a caça, com os gatos ficando em casa, perto da mulher.


O que é certo é que há mais de 5.000 anos nenhum outro animal foi tão divinizado e associado ao mistério e à mulher quanto o gato. Ainda hoje se discute em psicologia a simbologia do gato associado à mulher. Seguimos nos perguntando por que os gatos são relacionados à independência, e os cachorros, à submissão. Isso tornaria os cães sempre amados, e os gatos há séculos seriam divinizados, mas também execrados e amaldiçoados.


Como a mulher?


Nenhum animal teve uma trajetória tão tortuosa em seus simbolismos, medos e atração quanto o felino. No Egito fazia parte da divindade, personalizada na figura da egípcia Bastet, a deusa gata mulher, que protegia a felicidade das pessoas. Na Índia simbolizava a sabedoria, com a gata sendo a deusa sábia, rainha da fertilidade. A Igreja, mais tarde, satanizou os felinos ao mesmo tempo em que apresentou a mulher como obstáculo à virtude e mais facilmente possuída pelo demônio que os homens. Nos séculos sombrios da Idade Média os gatos, por influência da Igreja, passaram a ser o símbolo do demoníaco e da maldade. Foram perseguidos, esfolados vivos, queimados nas fogueiras, junto com as mulheres. Hoje o papa Francisco faz diversas declarações a favor dos gatos: “São os animais mais inteligentes. Sempre gostei deles e conversava com eles”, disse a um jornalista francês que lhe perguntou se ele também considerava os gatos como demônios.


Os gatos são difíceis de entender. É preciso saber interpretá-los. Escondem uma parte de seu mistério ancestral. E um bocado de seu instinto selvagem. Como a mulher? Entendem nossa linguagem? Minha gata Nana, sim. Posso dizer isso porque tenho minha mulher de testemunha. A gata, de rua, tem o costume de se aboletar nas minhas pernas quando leio ou assisto TV. Durante alguns dias preferiu dormir numa poltrona a alguns metros de distância. Numa destas noites, enquanto Nana dormia profundamente, disse à minha mulher: “Que estranho a Nana não vir mais ficar comigo!”. Não se passou um segundo. Abriu os olhos, olhou pra mim, deu um salto e veio se acomodar nas minhas pernas. Minha mulher não conseguiu acreditar. Os gatos são assim. É inútil querermos entendê-los muito. Como a mulher?


ARIAS, Juan. Disponível em:<http://brasil.elpais.com/

brasil/2016/11/21/opinion/1479727737_894045.html>


Acesso em 22/novembro/2016 [adaptado]

Assinale a alternativa correta, com base no texto 4.
Alternativas
Q1789521 Português

Texto 4


A misteriosa afinidade entre a mulher e os felinos



Volta a ressuscitar a discussão sobre a preferência das mulheres pelos felinos, enquanto os homens escolheriam os cachorros. Os gatos, além disso, se entenderiam melhor com as mulheres, e os cães, com os varões. Ignoro se alguns experimentos universitários realizados sobre o tema possuem valor científico. Há quem, para explicar isso, recorra ao fato de, desde tempos remotos, os cães terem sido usados pelos homens para a caça, com os gatos ficando em casa, perto da mulher.


O que é certo é que há mais de 5.000 anos nenhum outro animal foi tão divinizado e associado ao mistério e à mulher quanto o gato. Ainda hoje se discute em psicologia a simbologia do gato associado à mulher. Seguimos nos perguntando por que os gatos são relacionados à independência, e os cachorros, à submissão. Isso tornaria os cães sempre amados, e os gatos há séculos seriam divinizados, mas também execrados e amaldiçoados.


Como a mulher?


Nenhum animal teve uma trajetória tão tortuosa em seus simbolismos, medos e atração quanto o felino. No Egito fazia parte da divindade, personalizada na figura da egípcia Bastet, a deusa gata mulher, que protegia a felicidade das pessoas. Na Índia simbolizava a sabedoria, com a gata sendo a deusa sábia, rainha da fertilidade. A Igreja, mais tarde, satanizou os felinos ao mesmo tempo em que apresentou a mulher como obstáculo à virtude e mais facilmente possuída pelo demônio que os homens. Nos séculos sombrios da Idade Média os gatos, por influência da Igreja, passaram a ser o símbolo do demoníaco e da maldade. Foram perseguidos, esfolados vivos, queimados nas fogueiras, junto com as mulheres. Hoje o papa Francisco faz diversas declarações a favor dos gatos: “São os animais mais inteligentes. Sempre gostei deles e conversava com eles”, disse a um jornalista francês que lhe perguntou se ele também considerava os gatos como demônios.


Os gatos são difíceis de entender. É preciso saber interpretá-los. Escondem uma parte de seu mistério ancestral. E um bocado de seu instinto selvagem. Como a mulher? Entendem nossa linguagem? Minha gata Nana, sim. Posso dizer isso porque tenho minha mulher de testemunha. A gata, de rua, tem o costume de se aboletar nas minhas pernas quando leio ou assisto TV. Durante alguns dias preferiu dormir numa poltrona a alguns metros de distância. Numa destas noites, enquanto Nana dormia profundamente, disse à minha mulher: “Que estranho a Nana não vir mais ficar comigo!”. Não se passou um segundo. Abriu os olhos, olhou pra mim, deu um salto e veio se acomodar nas minhas pernas. Minha mulher não conseguiu acreditar. Os gatos são assim. É inútil querermos entendê-los muito. Como a mulher?


ARIAS, Juan. Disponível em:<http://brasil.elpais.com/

brasil/2016/11/21/opinion/1479727737_894045.html>


Acesso em 22/novembro/2016 [adaptado]

Considere, em seu contexto, os trechos extraídos do texto 4.
1. O que é certo é que há mais de 5.000 anos nenhum outro animal foi tão divinizado e associado ao mistério e à mulher quanto o gato. (2° parágrafo) 2. Foram perseguidos, esfolados vivos, queimados nas fogueiras, junto com as mulheres. (4° parágrafo) 3. Os gatos são difíceis de entender. É preciso saber interpretá-los. Escondem uma parte de seu mistério ancestral. E um bocado de seu instinto selvagem. (5° parágrafo)
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Esteio - RS Provas: FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Analista de Logística | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Enfermeiro Assistencial | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Analista Administrativo | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Analista de Sistema | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Comunitário ESF - 20 Horas | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Ortotraumatologista | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Pediatra | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Cardiologista | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Clínico Geral | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Preparador Físico | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Psiquiatra Infantil | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Psiquiatra | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Proctologista | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Dermatologista | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico do Trabalho | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Gineco-Obstetra | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Infectologista | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Infectologista Infantil | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Neurologista | FUNDATEC - 2017 - Prefeitura de Esteio - RS - Médico Neuro-Pediatra |
Q1775162 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. 


A respeito da frase “Os inimigos das vacinas desconfiam dos grandes laboratórios farmacêuticos e acham que o dinheiro corrompe a medicina.” (l.08-09), analise as assertivas a seguir:


I. A frase é composta por três orações.

II. A frase apresenta uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

III. O sujeito da oração principal do período é ‘os inimigos das vacinas’.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1775118 Português

Para responder à questão, considere a seguinte frase retirada do texto:


Entretanto, a intensidade conjugal depende de que algo dessa natureza escandalosa aconteça no interior do relacionamento. 

Analise as seguintes assertivas a respeito da frase em destaque e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A frase apresenta 2 orações.

( ) O sujeito da oração principal é “a intensidade conjugal”.

( ) ‘Entretanto’ poderia ser substituído por ‘No entanto’, sem acarretar nenhum tipo de erro à frase.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1763934 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Escola e igualdade

Adaptado de: http://www.revistaeducacao.com.br/escola-e-igualdade-3/
Para responder à questão, considere a seguinte frase retirada do texto:  Grosso modo, a popularização dessa tese se cristalizou em duas correntes discursivas distintas, mas que são solidárias.
Considerando a frase em destaque, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) O período em destaque é composto por uma oração. ( ) Se a palavra ‘correntes’ fosse substituída por ‘ideais’, outras quatro palavras deveriam ser alteradas para manter a concordância da frase. ( ) Ambas as vírgulas são utilizadas pelo mesmo motivo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q1763642 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mito do inglês como língua internacional ou franca

Adaptado de: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/belt/article/view/20197/13592

Considere o período abaixo, retirado do texto, e analise as assertivas que seguem.
“Tem-se a falsa impressão de que se trata de mero acaso o inglês gozar desse status”.
I. O período possui três orações. II. ‘de que se trata de mero acaso’ é classificada como oração subordinada substantiva predicativa. III. A oração principal é ‘gozar desse status’.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1763638 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O mito do inglês como língua internacional ou franca

Adaptado de: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/belt/article/view/20197/13592

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as ocorrências da vírgula à justificativa correta para seu emprego.
Coluna 1 1. Separar orações justapostas. 2. Separar expressões justapostas. 3. Separar um aposto. 4. Separar um adjunto adverbial deslocado.
Coluna 2 ( ) Linha 24 (segunda ocorrência). ( ) Linha 25 (segunda ocorrência). ( ) Linha 57 (primeira ocorrência).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1716960 Português
Em relação ao estudo das orações e suas funções oracionais, temos duas unidades significativas, o sujeito e o predicado. Sendo assim, analise com atenção a seguinte frase: “O bom filho compreende o esforço dos pais.” Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta o sujeito da oração citada acima.
Alternativas
Q1716959 Português
Período é a oração ou o grupo de orações de sentido completo terminado por um ponto final ou equivalente. (Antonio Henriques, 2004).
Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta as duas classificações de períodos
Alternativas
Q1716958 Português
A oração, em Língua Portuguesa é a frase provida de um ou mais verbos, constituindo em princípio, de sujeito e predicado. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta um exemplo de oração.
Alternativas
Q1716957 Português
No estudo da sintaxe e das estruturas frasais, temos a frase, a oração e o período. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta a definição de frase.
Alternativas
Respostas
6301: C
6302: A
6303: A
6304: A
6305: C
6306: B
6307: C
6308: D
6309: A
6310: C
6311: B
6312: E
6313: D
6314: A
6315: A
6316: B
6317: A
6318: B
6319: C
6320: A