Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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____________ o Macchu Picchu está em um local tão acidentado?
No topo de uma montanha peruana de quase 2,5 quilômetros de altitude, está situado o santuário inca de Macchu Picchu. Símbolo de uma civilização antiga, o local desperta _____ décadas a curiosidade dos cientistas, intrigados com o fato de uma sociedade despossuída das tecnologias atuais ter construído a chamada “cidade perdida” em uma região tão acidentada e difícil de manejar.
Foi anunciado um estudo, liderado pelo geólogo brasileiro Rualdo Menegat (da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que busca elucidar o assunto. O cientista sugeriu que a construção do Macchu Picchu em um ponto de encontro entre placas tectônicas – o que culmina em um relevo desigual – se deu por causa, e não apesar, do tipo de terreno da região. De acordo com o pesquisador, teria sido impossível erguer a cidade em altas montanhas (como exigia a religião dos incas, que valorizava a altitude e a vista) se o solo não fosse acidentado.
O estudo foi baseado em imagens capturadas por satélites e medições feitas no próprio local. Ao mapear as fraturas geológicas presentes na América do Sul, Menegat descobriu que as falhas responsáveis pela elevação da porção central da Cordilheira dos Andes se cruzam e formam um “X” exatamente embaixo do Macchu Picchu. Outras cidades incas, como Cusco e Ollantaytambo, também estão localizadas no encontro de fraturas de relevo.
Os resultados da pesquisa apontam que a rede de falhas geológicas na região proporcionou diversas vantagens aos incas. Um bom exemplo é o fornecimento de água: os desníveis permitiam que a água de degelo, assim como a proveniente da chuva, escorresse diretamente para a cidade. Além disso, a altitude protege o santuário de avalanches e escorregamentos de terra, que são muito comuns na região.
O estudo reitera o fato de que civilizações antigas possuíam conhecimentos profundos sobre determinados assuntos, ____ exemplo da construção e do planejamento de edificações. Afinal, em um mundo de tecnologia escassa, o povo inca foi capaz de organizar a estrutura de uma cidade com surpreendente eficiência.
https://veja.abril.com.br/ciencia... - adaptado.
Pesquisas fornecem novas evidências para o início da vida na Terra
A origem da vida é um tema que, evidentemente, desperta curiosidade ____ milênios. Os recursos usados para esclarecer o assunto, contudo, mudaram ao longo dos anos. Muitas civilizações passadas, a exemplo da egípcia, usavam ações divinas para explicar o surgimento dos seres vivos. Algo, claro, que permanece até hoje.
Alguns cidadãos da Grécia Antiga, por outro lado, começaram a optar por teorias mais científicas. Hipócrates, o pai da medicina, acreditava que os quatros elementos, reproduzidos no corpo humano, eram responsáveis pela faísca da vida. Já Demócrito, seu __________ filósofo, via na junção de átomos a explicação para o fenômeno.
Desde então, há séculos que a humanidade usa a ciência como ferramenta para tentar compreender suas origens. Dois estudos publicados recentemente forneceram novas evidências que podem nos ajudar nessa longa caminhada em direção à fórmula da vida na Terra.
A primeira pesquisa foi fruto do trabalho de biólogos japoneses de diversos institutos. Pela primeira vez, cientistas conseguiram capturar e desenvolver em laboratório um micróbio semelhante àquele que pode ter dado início à vida complexa na Terra.
Trata-se de uma espécie antiga de arqueas, micro-organismos unicelulares muito parecidos com as bactérias, com um tipo de célula mais simples do que a de animais e plantas. Habitantes do mar profundo, esses seres são difíceis de se manter em um ambiente controlado, o que exigiu dos pesquisadores doze anos de esforços para cultivá-los apropriadamente.
A importância dessas arqueas é gigantesca para entender a origem da vida. Em seu material genético, foram encontrados, além dos genes frequentemente presentes em micróbios, marcadores genéticos típicos de eucariontes (células como as nossas, que possuem núcleo e outras estruturas mais complexas). Essa mistura de informações levou os cientistas a acreditarem que estavam em frente a um ser que pode ter servido de ponte entre as células simples e as mais desenvolvidas.
https://veja.abril.com.br... - adaptado.

( ) O período é composto por seis orações. ( ) As orações que compõem o período são: uma oração coordenada assindética, uma oração principal e três orações subordinadas. ( ) Há no período apenas um pronome relativo introduzindo uma oração adjetiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:



Considerando os conceitos básicos de sintaxe, a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito é


“O cansaço assusta e traz angústia, fecha as portas das lembranças, cria labirintos, chama o Minotauro por engano” (linhas 13-14).
As orações que compõem esse período apresentam uma composição por


“O cansaço assusta e traz angústia, fecha as portas das lembranças, cria labirintos, chama o Minotauro por engano” (linhas 13-14).
A alternativa que contém a quantidade de orações do fragmento do texto destacado acima é

Quadro 2

A função sintática do termo grifado no título do texto 1 é
O livro é mais ponderado do que a opinião de muita gente. Tento explicar as principais questões do clima, que é o principal problema, com certeza, mas também abordo aspectos da biodiversidade e do excesso de nitrogênio nos oceanos.
1. O livro é mais ponderado do que a opinião de muita gente. (1a resposta) 2. Tento explicar as principais questões do clima, que é o principal problema, com certeza, mas também abordo aspectos da biodiversidade e do excesso de nitrogênio nos oceanos. (1a resposta) 3. O otimista acredita que as pessoas bem-informadas vão começar a cuidar do planeta porque teriam mais consciência ecológica. (2ª resposta) 4. Isso é bem diferente de dizer que o mar vai subir alguns centímetros neste século, caso a temperatura fique dois graus mais elevada. (5ª resposta)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), em relação aos períodos acima.
( ) Em 1, “do que” introduz uma oração subordinada substantiva completiva nominal. ( ) Em 2, “que” introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa e “mas”, uma oração coordenada sindética adversativa. ( ) Em 3, “porque” introduz uma oração subordinada adverbial consecutiva. ( ) Em 3 e 4, “que” introduz oração subordinada substantiva objetiva direta. ( ) Em 4, “caso” introduz uma oração subordinada adverbial concessiva.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Considere a oração – Naquela noite – era uma noite enfadonha – senti-me irritado, circunspecto. Sobre a oração grifada, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A oração grifada é uma oração intercalada.
( ) O verbo da respectiva oração está flexionado no presente do indicativo.
( ) A oração foi construída para fazer um esclarecimento sobre o momento.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Sobre a oração: “O que aconteceu com o marido esbelto, bonito e espirituoso com o qual casei há vinte anos”?, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O período é composto por duas orações.
( ) “O qual” pode ser classificado como pronome relativo.
( ) Usa-se “há”, porque é uma indicação de tempo decorrido.
( ) A expressão “o qual” faz referência ao substantivo marido.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Em cada frase há sempre uma intenção por parte de quem a emite. Essa intenção pode revelar uma pergunta, um espanto, uma admiração. Como também pode afirmar ou negar algo.
A esse respeito, associe corretamente o tipo de frase predominante ao exemplo dado.
TIPOS DE FRASE EXEMPLOS
(1) Exclamativa ( ) "Estou me sentido um reles pirambaba."
(2) Interrogativa ( ) "Você foi muito claro, Filipe! Claríssimo!"
(3) Afirmativa ( ) "Não dá para explicar."
(4) Negativa ( ) "Mas afinal o que quer dizer pirambaba?
A sequência correta dessa associação é
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.

Carta ao Leitor
Nunca te vi, sempre te amei
(...)
De todas as tarefas que fazem parte da rotina de redação de Galileu, a mais prazerosa certamente é ler as cartas dos leitores. Os fãs da revista são de fato especiais e suas cartas traduzem isso. São criativos, curiosos, observadores e não deixam passar nada. Fazem perguntas tão difíceis quanto imprevisíveis.
Querem saber de tudo: do monstro do Lago Ness ao Projeto Genoma Humano. E não se contentam com respostas pela metade. Ler as dúvidas que aparecem nas cartas, os comentários sobre as reportagens passadas e as sugestões de futuras é gratificante para qualquer jornalista. Ainda mais para nós, jornalistas de Galileu, que adoramos um bom desafio.
Felizmente, a revista conta com uma arma secreta para satisfazer tantas pessoas exigentes. Vou apresentá-la agora: Luiz Francisco Senne, nosso secretário de produção, professor de português, roqueiro, colecionador de discos de vinil e livros usados, e responsável pelo atendimento aos leitores. Kiko, como é muito mais conhecido, sabe também driblar as angústias dos nossos jovens amigos em apuros.
Muitos pedem ajuda a Galileu quando recebem dos professores uma tarefa complicada e não sabem a quem recorrer. Kiko responde delicada mas firmemente: não dá para fazer o trabalho escolar no lugar do aluno (é festa agora?). Mas simpatiza com o drama de leitores como este cuja mensagem é reproduzida acima: “Vocês não poderiam dar uma dica de como ir bem numa prova de física porque o meu cérebro está cansado?” Atendendo ao apelo levado aos repórteres por Kiko, Galileu oferece a seus leitores a matéria “Os cientistas alertam: não deveríamos existir”, do editor Marcelo Ferroni. Ela mostra que a física pode ser criativa em vez de uma aula chata. Quer ver?
Martha San Juan França, Diretora de Redação


