Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q1307806 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


        Tempo hostil para idosos

        Tudo leva os mais velhos a se sentirem desesperadamente incapazes 


        Segundo li, celebrou-se ontem o Dia Internacional do Idoso. Ótimo porque todos os outros são o Dia de Tapear o Idoso. Ou de fazê-lo sentir-se deslocado, um estranho no que ele costumava identificar como ninho -- seu espaço, seu tempo, seu próprio eu.

        Há pouco, observei numa agência de banco um gerente, atrás de sua mesa e de sua onipotência, impaciente diante de um cidadão de idade que lhe pedia instruções sobre como trocar uma senha ou algo do gênero. Parece que a antiga agência deste fora fechada e a sua conta, transferida. O gerente, já irritado, insistia em que o velho poderia fazer aquilo sozinho no caixa eletrônico. Intrometi-me. Disse ao gerente que a única razão de ele continuar no emprego eram os idosos que ainda iam pessoalmente ao banco mas que se preparasse porque, com a ausência destes, ele próprio seria substituído por uma máquina.

        E não há aposentado recente que não seja bombardeado por telefone com ofertas de empréstimos consignados e, sucumbindo a elas pelo cansaço, veja-se titular de dívidas que nunca pensou em contrair. Não há também velhinhas indefesas que não sejam induzidas a assinar revistas de que não precisam e, ao tentar se livrar dessas revistas, acabem assinando outras. 

        Quanto a mim, desenvolvi uma técnica para me livrar dos assédios. Quando uma operadora me liga toda feliz para informar que fui "selecionado" para receber tal ou qual "benefício", interrompo para dizer que prometi à mamãe nunca aceitar favores de estranhos e mando um passar bem e tchau.

fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/10/tempohostil-para-idosos.shtml?loggedpaywall 

Assinale a alternativa em que o trecho em destaque exerce a mesma função sintática do excerto sublinhado no exemplo a seguir “Não lhe ocorria que, aposentado e ocioso, podia muito bem viver sem aquele aparelho”.
Alternativas
Q1307801 Português
A estrutura sintática do português compreende que a subdivisão principal dos termos da oração envolvem, por um lado, termos essenciais e, por outro, termos acessórios, os quais possuem particularmente uma função secundária na sentença e costumam servir para especificar e/ou acompanhar os núcleos dos sintagmas nominais e verbais. A essa discussão pode-se acrescentar a questão da partícula expletiva, cujo papel é meramente realçar um vocábulo ou um segmento da frase, visto que nunca exerce, de fato, uma função sintática, podendo ser excluída sem prejuízo semântico ou estrutural. Todas as sentenças abaixo possuem uma partícula expletiva, EXCETO:
Alternativas
Q1306697 Português
Analise as orações a seguir: ¹A ventania não derrubou árvores ²nem arrancou cercas. Assinale a alternativa que classifica correta e respectivamente as orações acima:
Alternativas
Q1306198 Português
Levando-se em consideração os conceitos de frase, oração e período, assinale o período classificado como simples:
Alternativas
Q1306197 Português
No trecho “... ele percebe que não há linhas suficientes para atendê-lo (...)” (linhas 25 e 26), a expressão “linhas suficientes” classifica-se sintaticamente como:
Alternativas
Q1306196 Português
“... tem seus direitos humanos violados desde o momento que sai pela manhã até a hora em que volta para casa.” (linhas 20 a 22). Sobre a oração sublinhada acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1306192 Português
“Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade (...)” (linhas 6 e 7). Analisando sintaticamente o período acima, pode-se afirmar que o sujeito do verbo “sabe” é:
Alternativas
Q1304781 Português

Leia o texto e responda a questão.

Nem a Rosa, Nem o Cravo

    As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades?
    Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde? Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento. 
    (...) 
    Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas. Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.
    Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor. Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!

(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)

Do excerto “Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?” (2º parágrafo), foram retirados termos preposicionados; o único que NÃO apresenta valor adjetivo encontra-se na alternativa:
Alternativas
Q1304723 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.


(Adaptado de oglobo.globo.com/cultura, 09/03/2019)
“O julgamento foi interrompido, e Jackson ficou 23 milhões de dólares mais pobre.” (linhas 21 a 23). Analisando-se o período acima retirado do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1304721 Português

Leia o texto abaixo para responder a questão.


(Adaptado de oglobo.globo.com/cultura, 09/03/2019)
As orações reduzidas não se iniciam por relativo nem por conjunção, contudo são repletas de significado em relação à principal. No período abaixo, “sendo o cantor absolvido” é uma oração reduzida, que possui em relação à oração principal valor: “Na segunda, chegou a ser levado algemado ao tribunal, mas as acusações da família do menino Gavin Arvizo não se sustentaram, sendo o cantor absolvido.” (linhas 23 a 26)
Alternativas
Q1304680 Português
Identifique o período, entre as opções abaixo, cuja construção se resuma a uma oração principal e uma oração subordinada substantiva subjetiva.
Alternativas
Q1304677 Português
Observe a tirinha abaixo para responder à questão.



LAERTE. Deus 3: a missão. São Paulo: Olho d'Água, 2003. p. 30.
Com relação à estrutura sintática empregada pelo anjo em seu relato sobre o que presenciou no inferno, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1304676 Português
Observe a tirinha abaixo para responder à questão.



LAERTE. Deus 3: a missão. São Paulo: Olho d'Água, 2003. p. 30.
Com relação ao período “aposto que você também nunca viu, Gabriel!”, assinale (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas no que se refere à sua estrutura sintática. ( ) A oração principal não apresenta sujeito. ( ) A oração subordinada se classifica como substantiva objetiva direta. ( ) Os termos “também” e “nunca” exercem respectivamente as funções sintáticas de adjunto adnominal e adjunto adverbial. ( ) O termo “Gabriel” exerce a função sintática de vocativo. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1304673 Português

Leia a tirinha abaixo .

Imagem associada para resolução da questão
(Fernando Gonsales. Cadê o ratinho do titio. São Paulo: Devir, 2011. p. 26)
Com relação à tirinha, considere as seguintes afirmações:
I- No primeiro quadrinho, o período é constituído por uma oração principal e duas subordinadas.
II- No primeiro quadrinho, as orações subordinadas são adverbiais, sendo classificadas respectivamente como temporal e final.
III- No terceiro quadrinho, a expressão “de lombinho” classifica-se como predicativo do sujeito.

Assinale a alternativa que indique as afirmações CORRETAS.

Alternativas
Q1304672 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.

Bullying é caso de saúde pública

Fabrício Carpinejar

    Bullying não é brincadeira, não é gozação, não é simples deboche.
    Se adultos têm dificuldades de lidar com críticas e ofensas, imagine crianças e adolescentes, muito mais carentes pela aceitação social.
    Aquele que diz que bullying sempre existiu e que em sua época só não tinha esse nome, de que o ato é inofensivo e consiste em naturais implicâncias, não entende do que está falando.
    A violência psicológica e física é hoje potencializada pelas redes sociais, a ponto de não dar descanso as suas vítimas, a ponto de não permitir uma trégua no sofrimento e na perseguição.
    Eu sofri bullying na passagem dos anos 70 para 80. Fui agredido em corredor polonês, chacotado com chuva de papéis, segurado pelas pernas do alto do segundo andar do refeitório, com as merendas roubadas, obrigado a entregar mesada, preso no banheiro da escola por doze horas, ridicularizado com os piores apelidos, com as calças arriadas na frente dos colegas.
    Mas resisti pois acabava a escola e eu ainda resgatava o amor da família para compensar.
    Não havia internet, celular, aplicativos. Eu tomava fôlego antes de retornar ao ambiente desesperador. Podia respirar um pouco, livre daquela vida de impropérios. O máximo que acontecia no turno inverso era descobrir que não tinha sido convidado a uma festa.
    Durante a tarde e a noite, ficava offline aos ataques. A residência funcionava como esconderijo, como ferrolho. Existia um espaço para recuperar a coragem e enfrentar novamente a turma no dia seguinte.
    Se eu fosse criança atualmente não sei se sobreviveria. Não sei se aguentaria. Não sei o que seria de mim. Não sei se estaria aqui.
    Porque atualmente o aluno oprimido não tem mais um minuto de proteção e de segurança. Com Facebook, Instagram e WhatsApp, é bombardeado vinte e quatro horas com ameaças, memes e insinuações. Não é apenas excluído das rodinhas presenciais, mas de todas os grupos virtuais. Pode ser recusado, bloqueado, ridicularizado, para todos verem. Não há quem se blinde a tanta maldade, não há quem saia ileso de tamanha crueldade.
    Conversas inofensivas são printadas, fotos são viralizadas, pontos fracos são expostos sem direito de defesa. Trata-se de uma enxurrada imprevisível de fake news pessoal, acima dos diques familiares e das barricadas terapêuticas.
    É como viver no deserto emocional, na insolação atemporal do medo. Não tem como se curar de uma dor que lá vem outra e outra e outra, até perder a pele das palavras e a alma cansar de doer. Não se conta nem de paz para desabafar e duvidar do que está acontecendo.
    O bullying é epidêmico, não é mais um problema educacional, é caso de saúde pública.

Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/fabricio-carpinejar/post/bullying-ecaso-de-saude-publica.html 

No trecho “A violência psicológica e física é hoje potencializada pelas redes sociais”, a expressão em destaque se classifica sintaticamente como:
Alternativas
Q1302383 Português

Leia o texto para responder a questão.


Simultaneidade

Mário Quintana

_ Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo!

Eu creio em Deus! Deus é um absurdo!

Eu vou me matar! Eu quero viver!

_Você é louco?

_ Não, sou poeta. 

Nos versos “Eu amo o mundo” / “Eu detesto o mundo “/ “Eu creio em Deus”, respectivamente têm-se:
Alternativas
Q1302349 Português

Na oração: Antônio tem orgulho do filho. O termo “do filho” é um

Alternativas
Q1300378 Português
Analise o trecho e assinale a alternativa que completa respectivamente as lacunas:
A _____________ desempenha sempre uma função sintática em outra oração, pois que dela é um termo ou parte de um termo; A _____________ nunca é termo de outra oração nem a ela e refere; pode relacionar-se com outra _____________, mas em sua integridade.
Alternativas
Q1300377 Português
Analise a frase abaixo:
“Carla é uma profissional muito simpática, gentilmente me deu preferência do atendimento.”
Assinale a alternativa que classifique correta e respectivamente os termos destacados:
Alternativas
Respostas
4701: C
4702: B
4703: A
4704: B
4705: B
4706: C
4707: B
4708: B
4709: A
4710: D
4711: C
4712: A
4713: A
4714: A
4715: C
4716: C
4717: B
4718: D
4719: A
4720: C