Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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O que é a síndrome do coração partido e por que ela pode ser fatal
Por Drauzio Varella

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/drauzio-varella/noticia/2026/07/o-que-e-a- sindrome-do-coracao-partido-e-por-que-ela-pode-ser-fatal-cms4mqvmg00ha014pc6a2g4b0.html – texto
adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do período a seguir, retirado do texto:
“A descrição da síndrome deu origem a diversos estudos sobre os mecanismos envolvidos nas conexões entre circuitos cerebrais e o funcionamento cardíaco: o eixo cérebro-coração”.
As lições do quase
Por Helô Bacichette

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/07/as-licoes-do-
quase-cmrz4vd8v01sj014c4d62vmy5.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Durante uma oficina literária, enquanto abordávamos ___ grandes temáticas da literatura, ele contou a história de um personagem consumido pela revolta de não ser filho de sangue da família que o criou”.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026. Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade. II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”. III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições. IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal. V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade.
II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”.
III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições.
IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal.
V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas do texto 02.
I- Em todas as falas, verifica-se o uso de conjunções.
II- Em todas as falas, verifica-se o uso de advérbios.
III- Na primeira fala, há o uso de um período composto.
IV- Na segunda fala, os verbos estão no presente.
V- Na quarta fala, verifica-se o uso de interjeição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Leia o Texto II e responda à questão.

No fragmento “são lactobacilos vivos”, o termo “lactobacilos” é:
“A revelação daqueles números da matemática fria provocou uma comoção avassaladora.”
Em relação ao trecho lido, analise as afirmativas abaixo.
I – Há artigo definido. II – Há adjetivo. III – Há pronome relativo.
Das afirmativas acima, qual(is) está(ão) correta(s)?
Não existiria som se não houvesse o silêncio Não haveria luz se não fosse a escuridão A vida é mesmo assim Dia e noite, não e sim
Cada voz que canta o amor Não diz tudo o que quer dizer Tudo o que cala fala mais alto ao coração Silenciosamente, eu te falo com paixão
Eu te amo calado Como quem ouve uma sinfonia De silêncios e de luz Nós somos medo e desejo Somos feitos de silêncio e som Tem certas coisas que eu não sei dizer
A vida é mesmo assim Dia e noite, não e sim [...]
Certas coisas, de Lulu Santos e Nelson Mota
I. [1ª estrofe] luz, o silêncio, a vida – objeto direto, objeto direto, sujeito simples.
II. [2ª estrofe] não, silenciosamente, te – adjunto adverbial de negação, adjunto adverbial de modo, objeto direto.
III. [3ª estrofe] eu, calado, uma sinfonia – sujeito oculto, predicativo do sujeito, complemento nominal.
"O diretor perguntou (I) ___________ os relatórios ainda não haviam sido entregues. Os servidores responderam que houve atraso (II) __________ o sistema apresentou instabilidade durante toda a manhã. Ao final da reunião, um dos presentes questionou: 'A auditoria foi adiada (III) ___________?'. Posteriormente, o presidente solicitou que fosse registrado, em ata, o (IV) __________ de tantos atrasos sucessivos."
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
Analise as frases abaixo, preenchendo os espaços em branco com "onde" ou "aonde", de acordo com a norma-padrão. A seguir, marque a sequência correta.
- Diga-me _______ você estuda.
- Mas _______ você quer chegar com tudo isso?
- Procurei saber _______ você está morando.
"O piloto perguntou, com muita insistência:
- Existe alguém a bordo que seja médico?"
Reescrevendo o trecho acima no discurso indireto, fica correta a seguinte alternativa: