Questões de Concurso
Sobre adjetivos em português
Foram encontradas 4.254 questões
Geração Cristal
Por Gilmar Marcílio

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2026/01/geracaocristal-cmkr9xweb028901682mf8fayh.html – texto adaptado especialmente para esta prova.
“Há muito tempo trabalho com (1) estudantes nesta faixa etária (2) e percebo uma diminuição de interesse (3)”.
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o seguinte item.
No início do segundo parágrafo, o emprego da preposição em “À pergunta” justifica-se por sua função de complemento dos termos adjetivos “inédita e simples”.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Chupeta e dedo: o que diz a Odontopediatria?
A sucção é um reflexo essencial para recém-nascidos, sendo fundamental para a alimentação e desenvolvimento orofacial, além de contribuir para fortalecer o vínculo materno. Por outro lado, o uso de bicos artificiais é desaconselhado, pois pode promover o desmame precoce, privando a criança de todos os benefícios do aleitamento materno.
Muitas crianças acabam substituindo a sucção no seio materno por chupetas, quando estas são oferecidas pelos pais ou responsáveis, ou por chupar dedo. Embora tenham o efeito de acalmar os bebês, esses hábitos são deletérios, ou seja, comportamentos repetitivos que podem causar danos à saúde bucal das crianças.
Por isso, o Sistema Conselhos de Odontologia, composto pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO) e os 27 Conselhos Regionais de Odontologia de todo país, faz um alerta, através do programa CFO Esclarece, para que pais e cuidadores se atentem aos prejuízos da utilização de chupetas e do hábito de chupar dedo, sendo fundamental que observem o momento ideal para intervenções.
A professora e vice-presidente da Associação Brasileira de Odontopediatria Nacional (ABOPED), Letícia Vieira Pereira, destaca que a primeira infância é um período decisivo para o desenvolvimento bucal, exigindo atenção especial aos hábitos que podem influenciar a saúde oral das crianças.
A cirurgiã-dentista e professora universitária Elisa Maria Rosa de Barros Coelho, especialista, mestre e doutora em Odontopediatria, explica que o uso precoce da chupeta pode reduzir o tempo do aleitamento materno das crianças e favorecer o estabelecimento de padrões respiratórios inadequados, como a respiração bucal.
O uso prolongado interfere no desenvolvimento da musculatura orofacial e no crescimento da face, podendo levar à mordida aberta anterior, mordida cruzada posterior e posicionamento incorreto da língua, com impacto direto na função e harmonia orofacial da criança.
Já o hábito de chupar o dedo pode causar alterações semelhantes às provocadas pela chupeta, mas a principal diferença é que o comportamento costuma ser mais difícil de cessar, pois o dedo faz parte do próprio corpo da criança e, portanto, está sempre disponível.
Embora sejam completamente contraindicados, os comportamentos de chupar dedos ou de usar chupeta devem ser desestimulados pela família até, no máximo, os três anos de vida da criança. Essa medida pode minimizar os impactos do hábito deletério, reduzindo o risco de alterações da arcada.
Fonte: https://website.cfo.org.br (adaptado).
Balzac adjetivo
(Ramires Linhares)
Em 1799, quando o mundo ainda se movia em passos lentos e cartas cruzavam mares, nasceu em Tours, na França, um homem que viria a decifrar almas. Era Honoré de Balzac, um ser que parecia ter nascido com um lápis mergulhado na própria condição humana.
Balzac escreveu como quem respira. Escreveu sobre tudo: amores que se perdiam, fortunas que se desmanchavam, sonhos que resistiam à ruína. Sua grande obra, A Comédia Humana era mais do que literatura, era um espelho, um raio-X do coração das pessoas. E o curioso é que esse espelho continua refletindo, mesmo agora, nos nossos apressados tempos das telinhas.
Do meio de tantos livros de Balzac, um romance atravessou oceanos e se instalou, de forma quase carinhosa, na língua portuguesa: A Mulher de Trinta Anos.
Foi assim que, sem pedir licença, Balzac entrou no vocabulário do Brasil. E, de escritor, virou adjetivo. “Balzaquiana” é a palavra. Bonita, de som redondo, quase uma joia literária.
Ela nasceu para definir mulheres que já não vivem o impulso da juventude, mas descobriram o en canto da maturidade. Mulheres que sabem o que que rem, ou o que não querem.
Balzac talvez não imaginasse o que provoca ria. Ele apenas quis entender Julie, a personagem de seu romance, e acabou explicando o mundo.
Das obras do autor, no entanto, tenho apreço por Os Jornalistas. Nela, Balzac mostra outro tipo de co média humana, a dos bastidores da notícia, dos egos que brilham e se apagam sob o peso da própria vai dade. É quase profético, se pensarmos nos ruidosos “meios de comunicação” de hoje, em que tantos que rem falar e poucos querem ouvir.
Balzac morreu cedo, aos 51 anos. Mas há quem diga que escritores assim nunca partem de fato, apenas mudam de século.
Talvez cada vez que uma mulher sopra trinta velas e segue em frente, com graça e coragem, Balzac sorri de algum lugar da eternidade, satisfeito por ter dado nome, forma e beleza a um tempo da vida que ele entendeu como ninguém.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-li nhares/balzac-adjetivo-38180
A questão refere-se ao texto.
Trauma para a vida toda
Cida Barbosa
Neste mundo cruel com crianças e adolescentes, o advento da internet ampliou as formas de agredi-los, de oprimi-los. E as plataformas digitais, sem nenhuma regulamentação, propiciam meios de turbinar essa perversidade. O terreno é fértil, especialmente para predadores sexuais.
Os criminosos estupram crianças — inclusive bebês — e adolescentes e filmam ou fotografam a violência para abastecer o mercado da pornografia infantil. Na imensa maioria dos casos, os molestadores são do núcleo familiar das vítimas: pais, mães, irmãos, tios, avós, primos. As redes sociais também são usadas para induzir meninos e meninas, geralmente com ameaças, a produzir conteúdos sexuais.
No Paraná, duas irmãs, de 14 e 16 anos, eram obrigadas pelo pai e pela madrasta de uma delas a produzir pelo menos 10 vídeos diários de conteúdo pornográfico. Os atos sexuais tinham de ser praticados entre as adolescentes e delas com outras pessoas. A polícia investiga se o material era comercializado em redes sociais.
É inimaginável o trauma causado às duas irmãs, os danos emocionais que as afligem e que, possivelmente, marcarão suas existências para sempre. Segundo a mãe das adolescentes, responsável pela denúncia, o que os criminosos fizeram "acabou com a vida delas". Assim como esse episódio tenebroso do Paraná, ocorre rotineiramente um sem-número de outros por todo o país.
É preciso ter em mente que cada foto, cada vídeo corresponde a uma criança ou um adolescente violentado. Os que produzem, oferecem, compartilham ou armazenam pornografia infantil cometem crime. Quem tem posse ou compartilha o material, ainda que não machuque as vítimas diretamente, contribui para que essa engrenagem nefasta continue a ser movimentada pelo sofrimento delas.
Forças de segurança pública têm combatido a pornografia infantil — vemos operações serem deflagradas pelo país. E é missão hercúlea localizar os abusadores, porque eles usam todo tipo de artimanha no subterrâneo da internet para não serem rastreados. Mas está sendo feito. Em conjunto com o trabalho da polícia, porém, urge disciplinar as redes sociais. As plataformas digitais têm, sim, de se responsabilizar pelos conteúdos postados por usuários. Regular as mídias digitais é, também, proteger, sob vários aspectos, a infância.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. [Acesso em: set. de 2025].
Quem tem posse ou compartilha o material, ainda que não machuque as vítimas diretamente, contribui para que essa engrenagem nefasta continue a ser movimentada pelo sofrimento delas.
A palavra “nefasta” classifica-se como
Leia o texto para responder a questão.
Especialista em relações internacionais analisa vitória de
Trump na eleição presidencial dos EUA e diz que tom das
relações diplomáticas com o Brasil ainda não é claro
Por Renato Coelho
O político Republicano Donald Trump venceu a eleição presidencial dos Estados Unidos, ocorrida na terça feira (5/11/2024), ao conquistar a maioria dos 538 votos no Colégio Eleitoral e derrotar a candidata democrata, a vice-presidente Kamala Harris. A vitória foi anunciada a partir de projeções da imprensa norte-americana. Até a manhã desta sexta-feira (8), o número de votos no Colégio Eleitoral alcançado por Trump chegava a 301 delegados, e o de Harris, 226.
Trump venceu em mais da metade dos 50 estados do país, inclusive entre estados-pêndulo, grupo que inclui Carolina do Norte, Geórgia, Pensilvânia e Wisconsin. A apuração dos votos continua. Aos 78 anos, ele chega para seu segundo e último mandato na Casa Branca. Nos EUA, diferentemente do Brasil, a Constituição dos EUA impede que uma pessoa assuma a presidência por mais de duas vezes, mesmo que não consecutivas. Essa regra foi estabelecida na 22ª emenda, promulgada em 1951, depois de o democrata Franklin D. Roosevelt cumprir 4 mandatos consecutivos (1933-1945). Primeiro presidente eleito condenado judicialmente
A vitória traz o bilionário de volta à cadeira presidencial após ter protagonizado um mandato repleto de polêmicas e escândalos (2016-2020). Ele também será o primeiro presidente na história do país a assumir o cargo após receber uma condenação judicial. Em junho, ele foi condenado por 34 acusações de irregularidades cometidas envolvendo pagamentos para silenciar a ex-atriz pornô Stormy Daniel antes das eleições de 2016. Trump ainda enfrenta outros processos judiciais, incluindo um por incitar a invasão ao Capitólio em 2020, acontecimento que marcou o fim do seu mandato.
Apoiado pela ala mais conservadora do Partido Republicano e por figuras controversas como o bilionário Elon Musk (dono da rede social X, da Tesla e da SpaceX), Trump conduziu sua campanha apostando em um discurso agressivo contra a imigração e martelando os problemas econômicos que os EUA enfrentaram nos últimos anos.
Na véspera da eleição, o republicano voltou a mencionar uma possível fraude eleitoral, o que suscitou temores de que não reconheceria o resultado em caso de derrota, como fez em 2020 após ser derrotado por Joe Biden.
Em 13 de julho, Trump sobreviveu a uma tentativa de assassinato durante um comício na cidade de Butler, no estado da Pensilvânia. Ele ficou ferido na orelha direita, ao ser alvejado por tiros disparados por um homem que estava em um terraço. Após algumas semanas, ele retornou a Butler para um grande comício ao lado de Musk.
Neusa Maria Pereira Bojikian, especialista em política econômica e internacional dos EUA, doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas ligado ao IPPRI – Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da Unesp e pesquisadora e integrante Coordenação do INCT-INEU, analisa o cenário político dos EUA e os fatores que culminaram na vitória de Donald Trump.
“Ë preciso destacar que, além da vitória de Trump, os Republicanos também ganharam o controle do Senado. Por enquanto, a Câmara ainda não tem a liderança definida, mas há a possibilidade de que isso também venha a acontecer. De forma geral, Trump venceu graças a uma combinação de fatores estratégicos e contextuais. Ele fez uma campanha muito bem feita, a partir de uma operação política mais disciplinada e mais organizada do que as campanhas dele do passado. Ele usou um tom apelativo ao projetar cenários econômicos e imigratórios catastróficos. E atacou Kamala, depreciando sua capacidade de administrar o país. Ele acionou a alavanca do medo, e fez uma campanha no corpo a corpo para arrastar os eleitores às urnas. Também apoiou-se no uso muito intenso das mídias sociais, aproveitando-se de seus apoiadores, em especial o Elon Musk, e de grupos engajados”, analisa.
Neusa ressalta também a virada do eleitorado latino, que mostrou uma maior tendência de apoio aos Republicanos. “Essa mudança de padrão revela a importância de não tratar esse grupo demográfico como monolítico. Trump conseguiu reconhecer as complexidades e as variações internas e, portanto, a necessidade de customizar mais as campanhas. A essa nova tendência de crescimento junto aos latinos se somou à perda de apoio da classe trabalhadora aos Democratas. E o senador Bernie Sanders, que é independente, mas apoiou Harris e o Partido Democrata, já tinha chamado a atenção para isso. Ele criticou os Democratas, dizendo que não estavam em sintonia com as aspirações da maioria dos cidadãos. Ele disse que não seria nenhuma surpresa se o Partido Democrata, que abandonou a classe trabalhadora, viesse a descobrir que a classe trabalhadora também o abandonou. Isso acabou se concretizando”, diz. [...]
Adaptado de https://jornal.unesp.br/2024/11/08/especialista-em-relacoes-
internacionais-analisa-vitoria-de-trump-na-eleicao-presidencial-dos-eua-e-diz-
que-tom-das-relacoes-diplomaticas-com-o-brasil-ainda-nao-e-claro/
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Fiu-fiu
(Luis Fernando Veríssimo)
Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?
Lançaram agora um celular à prova d’água, que você pode usar no chuveiro. Ou em qualquer outro lugar embaixo d’água. No mar, por exemplo.
— Bem, não me espere para o jantar...
— Onde você está?
— Sabe a nossa pesca submarina?
— O que houve?
— Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção.
— Você ainda está embaixo d’água?!
— Estou.
— E o seu arpão?
— O tubarão engoliu!
— Ligue para a Guarda Costeira!
São cada vez mais raros os lugares em que você pode se ver livre de celulares, e agora nem as piscinas estão seguras.
Os celulares são práticos e se tornaram indispensáveis, eu sei, mas empobreceram a vida social. Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha? Ou um casal em outra mesa, os dois mergulhados nos respectivos celulares sem nem se olharem, o que dirá se falarem — a não ser que estejam trocando mensagens silenciosas entre si, o que é ainda mais triste?
Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como se andou espalhando há algum tempo. Imagino uma velhinha que ganhou um celular dos netos sem que estes se dessem ao trabalho de explicar seu funcionamento para a vovó. Não contaram, por exemplo, que o celular dado assobia quando recebe uma mensagem. É um assovio humano, um nítido fiu-fiu avisando que alguém ligou, e que pode soar a qualquer hora do dia ou da noite. E imagino a vovó, que mora sozinha, dormindo e, de repente, acordando com o assovio. Um fiu-fiu no meio da noite! A vovó, se não morrer imediatamente do coração, pode ficar apavorada. Quem está lá? Um ladrão ou um fantasma assoviador? E o assovio tem algo de galante. A vovó pode muito bem sair da cama, sem saber se está acordada ou sonhando, e caminhar na direção do fiu-fiu sedutor, como se tivessem vindo buscá-la. Alguém pensou nas vovós solitárias quando inventou o assovio?
O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos antismartphones com um fosso em volta. Eles agora podem atravessar o fosso.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/fiu-fiu-13464128
Leia o texto a seguir.
O Brasil vive tragédias cotidianas no trânsito. Mais de 40 mil pessoas morrem por ano e cerca de 1 milhão ficam feridas, sendo 200 mil com sequelas irreversíveis. Três fatores explicam esse excesso de violência no trânsito: infraestrutura precária e mal sinalizada, veículos inseguros — especialmente motocicletas utilizadas por populações de baixa renda — e, sobretudo, o comportamento dos condutores que negligenciam riscos e desobedecem às regras básicas de segurança. Dirigir é uma habilidade que consiste em pelo menos 1.500 sub-habilidades e impõe tarefas complexas que exigem o reconhecimento de objetos, o entendimento de como se movem e se relacionam, além da estimativa de velocidades e previsão do cenário futuro.
LIMA, David Duarte. A obrigatoriedade de aulas em autoescola
para obter a CNH deve acabar? Folha de S. Paulo. Debates.
1º ago. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
opiniao/2025/08/a-obrigatoriedade-de-aulas-em-autoescola-para-
obter-a-cnh-deve-acabar-nao.shtml. Acesso em: 4 ago. 2025.
Leia o texto a seguir.
O Brasil vive tragédias cotidianas no trânsito. Mais de 40 mil pessoas morrem por ano e cerca de 1 milhão ficam feridas, sendo 200 mil com sequelas irreversíveis. Três fatores explicam esse excesso de violência no trânsito: infraestrutura precária e mal sinalizada, veículos inseguros — especialmente motocicletas utilizadas por populações de baixa renda — e, sobretudo, o comportamento dos condutores que negligenciam riscos e desobedecem às regras básicas de segurança. Dirigir é uma habilidade que consiste em pelo menos 1.500 sub-habilidades e impõe tarefas complexas que exigem o reconhecimento de objetos, o entendimento de como se movem e se relacionam, além da estimativa de velocidades e previsão do cenário futuro.
LIMA, David Duarte. A obrigatoriedade de aulas em autoescola
para obter a CNH deve acabar? Folha de S. Paulo. Debates.
1º ago. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
opiniao/2025/08/a-obrigatoriedade-de-aulas-em-autoescola-para
obter-a-cnh-deve-acabar-nao.shtml. Acesso em: 4 ago. 2025.
Considerando-se as classes de palavras, é correto afirmar que, nesse texto, classificam-se como adjetivos as palavras
A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
No trecho acima, o termo “perene” pode ser corretamente substituído, sem alteração de sentido, por:
I. A palavra “solidão” é acentuada por ser oxítona terminada em “ão”.
II. A palavra “amiúde” é acentuada por ser proparoxítona e funciona como advérbio de tempo.
III. Em “Espalho coisas sobre um chão de giz”, o sujeito é oculto, e o termo “coisas” é objeto direto.
IV.Em “Há meros devaneios tolos, a me torturar”, a vírgula tem função expressiva, e não sintática.
V. O termo “recortadas”, em “Fotografias recortadas...”, é um particípio com valor adjetivo, qualificando o substantivo “fotografias”.
VI. Em “No mais, estou indo embora”, o verbo “estou” deve estar no plural para concordar com o termo “mais”.
VII. A ausência de conjunções em versos como “Agora pego um caminhão / Na lona vou a nocaute outra vez” revela um recurso de justaposição, típico do estilo poético.
VIII. A repetição de “No mais, estou indo embora” ao final da canção funciona como recurso sintático e rítmico de ênfase, substituindo sinais de pontuação conclusivos.
Pode-se afirmar que há apenas: