Questões de Concurso
Sobre adjetivos em português
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Assinale a alternativa que contenha apenas adjetivos.
O vocábulo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por seu antônimo em:
Um (1) ponto (2) importante nesse período é (3) a forma como filhos encaram (4) o envelhecimento (5) dos pais.
Para responder à questão.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje
Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.
Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.
Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.
As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.
A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.
No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.
Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.
Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.
Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.
Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html
I. Trata-se de uma oração subordinada adverbial reduzida de particípio que desempenha a função exclusiva de agente da passiva do verbo levantar.
II. A estrutura preposicionada por cerca de 500 estudantes de Medicina exerce a função sintática de agente da passiva em relação à forma verbal no particípio que a antecede.
III. A oração de particípio possui um valor de adjetivo, funcionando no período de forma explicativa em relação ao termo subsequente referente à plateia.
Está CORRETO o que se afirma em
A cegueira quase que geral no mundo
O contexto de mundo hoje é algo extremamente multifacetado. Não existe um norte para cada situação; existe, sim, uma torre de Babel sem fim, onde cada um procura mostrar a sua “verdade”, sem, no entanto, ter embasamento algum para aquilo que prega ou mesmo aquilo que diz acreditar.
No mundo de infinitas “verdades”, aquela que tiver as feições mais absurdas é justamente essa que vai preponderar. É o que se vê nos tantos discursos vazios, nas pseudocelebridades que surgem a todo instante, cada uma mais espalhafatosa do que a outra; nos teóricos do meio ambiente, que nada sabem sobre ele, mas que dizem possuir a fórmula correta para salvar o planeta, os animais e, em último lugar, se sobrar tempo e espaço, o ser humano; a mentira sendo fabricada sem cerimônia alguma por pessoas altamente superficiais em sua profundidade rasteira. Bem-vindos à era dos vazios.
Em dias tão brilhantes como os que vivemos agora, tudo tem um enorme preço, mas absolutamente nada tem valor, em especial, o ser humano. Fiquemos somente aqui em nosso querido e amado Brasil, onde agora virou moda, em certos lugares, expulsar pessoas tidas como indesejáveis, pessoas desocupadas, pessoas que perambulam aqui e acolá. Isso acontecendo justamente num país que diz ser democrático e que se vangloria de dar oportunidades para todos e todas.
Quem faz uso dessa barbárie de expulsar cidadãos realmente não conhece a história do nosso querido Brasil. Desconhecem que a grandeza desse país está justamente na variedade de povos, crenças, ideias e vontade infinita de fazer desta terra um lugar decente para se viver. Expulsar pessoas daqui e dali só porque elas são “diferentes” não faz daqueles que os expulsam seres melhores ou mais puros.
Aqueles que trombeteiam histericamente, pregam a separação, a divisão entre bons e maus, puros e impuros, crentes e não crentes, no fundo possuem uma memória seletiva doentia. Isto é, esquecem de modo deliberado que do Sul partiram milhares de pessoas que foram para todos os cantos desse país, abriram fronteiras, destruíram o meio ambiente para implantar o “progresso”, construíram cidades. Quantas pessoas foram mortas em nome do “desenvolvimento”?
Do Nordeste vieram para o Sudeste e Sul o querido povo nordestino, que tanto fez e está fazendo pelo país. Quantas pessoas de “boa vontade e ideias nobres” daqui foram para o Oeste e Norte do Brasil? E o que vemos hoje? Um país mais igualitário, justo, sem fome, mais humano, mais cônscio de seus deveres ou somente a soberba de seus direitos? No ritmo que as coisas vão, logo poderemos dar de cara com um icebeerg.
O que está acontecendo com as pessoas que estão sendo retiradas de cena de muitas cidades do Brasil por certos governantes revela uma face perversa da mudança de rumos da policrise global: a era dos exageros extremos, do rigorismo sem fim da aplicação da lei em minúcias que jamais irão nos levar a lugar algum, a modernização das cidades, fazendo-se de tudo para que elas sejam “inteligentes”, nada mais é do que se livrar daqueles e daquilo que foi, faz tempo, tido como obsoleto ou não produz mais nada, a não ser incômodos, empecilhos e vergonha para os donos do poder.
O mundo atual perdeu faz tempo sua humanidade, isso se ele teve alguma no decorrer da sua história. O pior de tudo isso é invocar uma moral hipócrita, cheia de zelo, um cuidado que de cuidado não tem nada, senão os próprios interesses. Nesse cenário, Deus estaria lutando com tudo e todos.
Bioeticamente, o século XXI revive de modo magistral os tempos de antigamente. O agora, o presente, não interessa. Projetar-se rumo ao futuro, ao desconhecido, não basta. Estar aqui não basta; é preciso sempre mais, numa intensidade cada vez maior, não por acaso, tudo tem de ser feito para antes de ontem. A vida, aos poucos podemos perceber, só vale a pena ser vivida se você estiver conectado com o absurdo, diria Albert Camus. Mas o maior absurdo é acharmos que, nesse instante, somos deuses, detentores de um poder que, via de regra, nos escapa facilmente, não somos bons perdedores; por isso inventamos novas rotas de escape, novos artefatos que, em tese, podem dar certo. Mas, volta e meia, adotamos uma postura rígida, encarquilhada. Estamos no tempo das fantasias mais luminosas possíveis, mas, no fundo, continuamos trilhando a nossa vã e já tão decantada obsolescência humana.
Autores: Rosel Antonio Beraldo e Anor Sganzerla – Diário do Sudoeste
(adaptado).
I. Em “discursos vazios”, o adjetivo “vazios” flexiona-se no masculino plural, concordando com o substantivo “discursos”.
II. Em “pessoas altamente superficiais”, o termo “altamente” flexiona-se em número para concordar com “pessoas”.
III. Em “novas rotas de escape”, o adjetivo “novas” apresenta flexão de gênero e número, concordando com o substantivo “rotas”.
Está correto o que se afirma em:
Primeira coluna: classes gramaticais
1.Adjetivo (locução)
2.Advérbio
3.Pronome indefinido
Segunda coluna: expressões
(__)Fale com os demais antes de tomar qualquer decisão.
(__)Que pessoa legal, ela acolhe demais!
(__)Como há candidatos de mais e poucas vagas, o processo de seleção será mais longo.
(__)Vírgulas de mais atrapalham a coesão textual.
(__)Fuja de pessoas que falam demais e ouvem de menos.
(__)Trouxe as demais para devolver. Não precisarei dessas fotografias.
Assinale a alternativa que indica a correta associação entre as colunas:
I.Nem uma nem outra justificativa é válida porque você sempre mente.
II.Elas próprias fizeram o roteiro da viagem e planejaram a travessia de barco da costa brasileira à costa africana.
III.Dado a circunstância meteorológica, adiaram a saída do porto por dois dias.
Está correta a concordância nominal em:
I. O vocábulo 'poucos' determina o substantivo 'recursos', exprimindo ideia de quantidade indefinida e reduzida, o que denota escassez. Em outros contextos, o vocábulo pode ocorrer de forma invariável, assumindo função adverbial, como em 'Por favor, me dê um pouco de pudim', indicando pouca quantidade de algo.
II. Em razão da evolução histórica da língua, os substantivos terminados em '-ão', não seguem uma única regra de formação do plural, podendo apresentar três desinências distintas. No caso de 'seleção', admite-se apenas o plural 'seleções', ao passo que o vocábulo 'vilão' admite as formas 'vilãos', 'vilões' e 'vilães'.
III. A forma verbal 'acreditava' ao ser transportada para o pretérito perfeito do indicativo resultará em 'acreditou'. Do mesmo modo, o verbo 'intervir' assume, nesse mesmo tempo e modo verbal, a forma 'interviu', como em 'A professora interviu no caso'.
IV. A palavra 'jovem' exemplifica que qualquer vocábulo, quando empregado de forma material, pode ser substantivado, passando a submeter-se às regras de flexão e de derivação próprias dos substantivos; o mesmo observa-se em 'Os nãos já temos'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
CNPq 75 anos: uma jornada estratégica para o Brasil
A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento.
Idealizado pelo almirante Álvaro Alberto, com apoio da comunidade científica, o então Conselho Nacional de Pesquisas nasceu vinculado à presidência da República, com a missão de formar recursos humanos, apoiar a pesquisa e estruturar a ciência no país.
Ao longo de 75 anos, o CNPq consolidou-se como um dos pilares do sistema nacional de ciência e tecnologia. Milhares de estudantes foram formados por meio de suas bolsas, da iniciação científica ao pós-doutorado, e gerações de pesquisadores tiveram suas trajetórias viabilizadas pela agência, contribuindo para a expansão e qualificação da produção científica brasileira.
Seu impacto ultrapassa o financiamento individual. O CNPq foi decisivo na consolidação da pós graduação, no fortalecimento de instituições estratégicas e na articulação de programas estruturantes em diversas áreas do conhecimento.
Também teve papel relevante na promoção da cooperação internacional, estabelecendo parcerias com instituições de dezenas de países e inserindo o Brasil em redes globais de pesquisa. O apoio à formação no exterior teve efeito multiplicador, com o retorno de cientistas que criaram novos grupos e ampliaram a capilaridade do sistema científico.
Programas como o Pronex, os Institutos do Milênio e os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) consolidaram redes de excelência. A Plataforma Lattes tornou-se ferramenta central para organização e avaliação da atividade científica no país.
Mesmo diante de restrições orçamentárias, o CNPq manteve sua atuação graças ao compromisso de seu corpo técnico e da comunidade científica. O sistema de avaliação por pares assegurou que mérito e relevância permanecessem critérios fundamentais na concessão de apoio.
Celebrar os 75 anos do CNPq é reconhecer que não há desenvolvimento sustentável sem investimento contínuo em ciência, tecnologia e educação. Em um mundo cada vez mais orientado pelo conhecimento, a estabilidade do financiamento científico é condição estratégica para inovar, competir e enfrentar desafios econômicos, sociais e ambientais. A inovação, em suas diversas dimensões, nasce desse ecossistema, convertendo conhecimento em soluções e desenvolvimento.
Nós, que tivemos a honra de presidir o CNPq em diferentes momentos de sua história, testemunhamos de perto o impacto transformador dessa instituição. Sabemos que seus resultados não se constroem no curto prazo, mas ao longo de décadas, com continuidade de políticas públicas, compromisso institucional e confiança na ciência.
O CNPq foi, é e continuará sendo uma instituição essencial para o Brasil. Seu impacto se constrói ao longo do tempo, com continuidade de políticas públicas e visão de longo prazo —bases indispensáveis para que a ciência siga contribuindo para o futuro do país.
"A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento".
De acordo com o trecho, avalie as assertivas que se seguem no que diz respeito à gramática normativa vigente.
I.Em relação à norma-padrão, há um desvio ortográfico no emprego da palavra "incipiente", uma vez que, no contexto utilizado, o termo deveria ter sido substituído por "insipiente", já que apresenta valor semântico de "inicial", embora isso em nada prejudique a consolidação comunicativa.
II.No segmento "Em um contexto em que", o termo "em que" é constituído por conjunção integrante acompanhada de preposição e pode ser substituído, sem prejuízo sintático-semântico, pelo termo "onde", segundo a norma-padrão.
III.A forma verbal "revelou" encontra-se no pretérito perfeito do modo indicativo, uma vez que aponta uma ação concluída no passado, tomada como fato certo no eixo da enunciação, e apresenta como núcleo do sujeito o termo "decisão".
IV.A última oração do trecho classifica-se como oração subordinada substantiva completiva nominal.
Acerca das assertivas acima, assinale a alternativa CORRETA.
TEXTO 1
Em tempos de fórmulas, roteiros e dicas demais sobre como conquistar alguém, vou na direção contrária e evito qualquer coisa que pregue joguinhos, métodos baseados em frieza e desinteresse, chá de sumiço e essa baboseira toda.
Sou dos que simplificam tudo, mesmo as relações humanas sendo tão complexas.
Digo com todas as letras o que sinto.
Demonstro com todas as atitudes necessárias.
Mostro, comprovo, deixo completamente entendido.
Vai soar emocionado demais? Não ligo.
Vai parecer que sou fraco e vão tentar se aproveitar do que sinto?
Amadureci o bastante para saber identificar sinais e me proteger.
Vão fugir de mim, porque, hoje em dia, muita gente não sabe lidar com essa coragem? Livramento meu.
Ou vivo algo bacana, ou me poupo de viver algo que não vai me trazer o que mereço.
Ser fiel àquilo que sou é sempre um excelente jeito de resolver as coisas. Recomendo.
Fernandes, Victor. Pra você que é emocionado. São Paulo: Planeta do Brasil, 2024.

“Outra inovação proveniente do ECA Digital é a proibição da monetização e da publicidade direcionada a crianças e adolescentes com base em perfilamento comportamental.”
Com base no contexto do enunciado, assinale a alternativa correta sobre o funcionamento das classes de palavras presentes no trecho.
Texto 12A3-I
A Lei n.º 15.263/2025 instituiu a Política Nacional de Linguagem Simples e proibiu o uso da linguagem neutra na administração pública, conforme o disposto no art. 5.º: “não usar novas formas de flexão de gênero e de número das palavras da língua portuguesa em contrariedade às regras gramaticais consolidadas, ao Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) e ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”.
O uso da linguagem neutra é mais comum nas redes sociais e entre membros da comunidade LGBTQIA+. O objetivo é adaptar o português para o uso de expressões em que as pessoas não binárias — que não se identificam com os gêneros masculino e feminino — se sintam representadas.
Artigos feminino e masculino, na linguagem neutra, são substituídos por “x”, “e” ou “@” em alguns casos. Amigo ou amiga viram “amigue” ou “amigx”, enquanto as palavras “todos” e “todas” são trocadas por “todes”, “todxs” ou “tod@s”, e “ume” é usado para substituir um/uma. O pronome neutro “elu” é usado para se referir a qualquer pessoa, independentemente do gênero.
Pela lei, o governo considera linguagem simples o conjunto de técnicas destinadas à transmissão clara e objetiva de informações, “de modo que as palavras, a estrutura e o leiaute da mensagem permitam ao cidadão facilmente encontrar a informação, compreendê-la e usá-la”.
A lei também apresenta técnicas para que a linguagem simples seja adotada na administração pública, como, por exemplo, priorizar frases curtas, em ordem direta e com voz ativa; desenvolver uma ideia por parágrafo; usar palavras comuns, evitando jargões e explicando termos técnicos quando necessário; não utilizar formas de flexão de gênero ou número que estejam fora das regras da língua portuguesa; evitar estrangeirismos que não sejam de uso corrente; colocar as informações mais importantes no início do período; usar listas, tabelas e outros recursos gráficos sempre que ajudarem a compreensão das informações; garantir linguagem acessível às pessoas com deficiência; e redigir o nome completo antes das siglas.
A medida também determina que, quando a comunicação for destinada a comunidades indígenas, deverá ser disponibilizada, sempre que possível, uma versão na língua da comunidade.
Segundo o governo, o objetivo da lei é garantir que qualquer pessoa consiga encontrar a informação de que precisa, entender o que está sendo comunicado e usar essa informação para resolver sua demanda.
Internet:
Julgue o seguinte item, relativo à classificação do texto anterior, às suas ideias e aos seus aspectos linguísticos.
No trecho "O que ainda gerava debate era se eles poderiam ser considerados viciantes ― e um novo estudo, publicado em uma revista norte-americana, traz fortes evidências de que sim" (segundo período do segundo parágrafo), os vocábulos "novo" e "fortes" classificam-se gramaticalmente como adjetivos e qualificam, respectivamente, "estudo" e "evidências".
Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras nessa oração respectivamente:
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No trecho “Trazer essa temática à tona é de grande importância”, o termo “de grande importância” exerce a função de complemento nominal do verbo “ser”, motivo pelo qual a substituição do adjetivo “grande” por grandiosa manteria a correção gramatical e a função sintática original.
Morfologicamente, os termos destacados, nesta frase, são, respectivamente: