Questões de Concurso
Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Lei reestrutura carreiras do serviço público federal
A lei que reestrutura parte do serviço público federal e cria mais de 24 mil novos cargos efetivos foi publicada nesta terça-feira (31) no Diário Oficial da União (DOU). A Lei 15.367 teve origem no PL 5.874/2025, apresentado pela Presidência da República.
Entre as novidades, está a criação da carreira de analista técnico do Poder Executivo Federal (ATE), formada a partir da transformação de 6,9 mil cargos vagos de especialidades administrativas hoje distribuídas por diferentes órgãos. Servidores com formação em áreas como administração, contabilidade, biblioteconomia e arquivologia passarão a integrar essa carreira única, com lotação no MGI.
Outra medida prevista na lei é a criação da Gratificação Temporária de Execução e Apoio a Atividades Técnicas e Administrativas, destinada a servidores que não integram carreiras estruturadas e atuam em diversos órgãos do Executivo. O limite é de 4.430 gratificações para cargos de nível superior e 32.550 para cargos de nível intermediário.
A lei ainda disciplina a possibilidade de adoção de regimes de plantão ou turnos alternados para servidores federais quando as atividades exigirem prestação contínua de serviços. Nesses casos, poderão ser adotadas jornadas distintas, como turnos de seis horas diárias ou regimes de plantão em atividades que funcionem 24 horas por dia.
No caso de servidores que atuam no órgão central do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, o texto prevê jornadas superiores a oito horas diárias em situações relacionadas a monitoramento, prevenção e resposta a desastres.
Outra mudança administrativa prevista é a autorização para realização de exames médico-periciais por telemedicina ou análise documental, medida que pode simplificar procedimentos de avaliação médica de servidores públicos. A lei também reajusta a remuneração dos cargos de médico e de médico veterinário do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação.
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/03/31/lei-reestrutur a-carreiras-do-servico-publico-federal
(__)O vocábulo 'diária' recebe acento pela regra das palavras que apresentam vogal tônica que forma hiato com a vogal anterior.
(__)Os vocábulos 'poderão', 'plantão' e 'superior' apresentam a mesma acentuação tônica, embora possuam terminações distintas.
(__)O vocábulo 'técnico' recebe acento pela mesma regra que acentua os vocábulos 'crisântemo' e 'alcoólatra', acentuados corretamente.
(__)O vocábulo 'nível' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'l'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Para responder à questão abaixo, leia o texto.
Brasil supera 100 mil escolas públicas com internet
gratuita
O Brasil ultrapassou a marca de 100 mil escolas públicas com acesso à internet gratuita e de qualidade para uso pedagógico. Segundo dados atualizados do Indicador Escolas Conectadas (Inec), o país já soma 100.720 instituições conectadas dentro dos parâmetros considerados adequados pelo governo federal.
O avanço faz parte da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), programa coordenado pelos ministérios da Educação e das Comunicações, em parceria com estados e municípios. A meta do governo é conectar todas as 138 mil escolas públicas de educação básica até o fim de 2026.
O programa registrou forte avanço nos últimos anos. Em 2023, apenas 45,4% das escolas públicas brasileiras tinham acesso à internet considerada adequada. O índice subiu para 57,3% em dezembro de 2024, chegou a 69,7% no fim de 2025 e alcançou 72,9% em abril deste ano.
Além de levar internet às escolas, o programa busca garantir conexão estável e veloz, com redes Wi-Fi adequadas para uso dentro das salas de aula. A proposta também prevê acesso a plataformas educacionais, aulas digitais, ferramentas de inovação e capacitação de professores.
Em nota, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou que a iniciativa busca garantir igualdade de oportunidades para os estudantes da rede pública.
“A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas articula políticas e ações para universalizar o acesso à internet de qualidade e garantir o uso pedagógico da tecnologia em todas as escolas públicas”, afirmou.
O maior crescimento proporcional ocorreu na Região Norte, onde os desafios logísticos historicamente dificultam o acesso à conectividade.
Em dezembro de 2023, apenas 23,6% das escolas da região tinham internet adequada. O índice passou para 36,7% em dezembro de 2024, chegou a 60,5% em 2025 e atingiu 64,3% em abril deste ano.
Coordenado pelos Ministérios das Comunicações e da Educação, o programa é executado pela Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace). Segundo o governo, a expansão reduziu desigualdades regionais e levou conexão de qualidade a escolas que antes estavam praticamente isoladas digitalmente.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-
05/brasil-supera-100-mil-escolas-publicas-com-internet-gratuita
(adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ministério da Saúde lança videocast com primeiro episódio focado em saúde mental.
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estreia, nesta segunda-feira (13), o videocast "Saúde nas Redes", programa quinzenal que será exibido no canal oficial do Ministério da Saúde no Youtube. No primeiro episódio, o tema será saúde mental, assunto cada vez mais urgente no debate público e nas redes sociais. Padilha recebe a psicóloga e criadora de conteúdo Karen Scavacini e a cientista social e influenciadora Nataly Neri.
"A gente vive um tempo em que as telas estão dominando tudo, mas o lazer, o aprendizado e outras oportunidades que elas proporcionam podem se tornar um problema quando o uso sai do controle. Quando alguém começa a ficar irritado ao ficar sem celular, deixa de realizar outras atividades, passa as madrugadas online, dorme mal, se isola no quarto e perde o interesse em conversar, esses são sinais de alerta. Quanto mais cedo a gente percebe, mais conseguimos ajudar", afirmou o ministro Alexandre Padilha.
Com formato quinzenal, o videocast surge com a proposta de ampliar o acesso da população a informações verdadeiras e qualificadas sobre saúde, conectando especialistas e comunicadores com forte presença digital. A cada episódio, o ministro recebe um especialista no tema em discussão ao lado de um influenciador digital, promovendo conversas acessíveis, relevantes e alinhadas aos desafios atuais da saúde pública.
O programa é uma parceria entre o Ministério da Saúde e o YouTube, sempre às segundas-feiras, no canal oficial do Ministério da Saúde e nas redes sociais da pasta.
Na estreia, o debate é em torno dos impactos do ambiente digital no bem-estar emocional da população. Durante a conversa, Karen Scavacini destaca a importância de compreender a internet como uma grande praça pública e reforça a necessidade de atenção dos pais e responsáveis ao uso de celulares e redes sociais por crianças e adolescentes. Já Nataly Neri compartilha como a exposição da vida nas redes sociais contribuiu para seu adoecimento mental e fala sobre o percurso de descoberta e cuidado com a própria saúde.
Os próximos episódios abordarão temas de grande relevância, como desinformação, jogos de apostas (bets) e saúde da mulher, ampliando o debate sobre questões atuais que impactam diretamente o bem-estar da população e o uso consciente das tecnologias no dia a dia.
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/ministerio-d a-saude-lanca-videocast-com-primeiro-episodio-focado-em-saude-ment al
(__)O vocábulo 'estreia' está grafado corretamente sem acento, assim como 'geleia', 'joia' e 'debiloide'.
(__)A palavra 'bem-estar' está grafada corretamente com hífen, assim como 'couve-flor' e 'para-lama'.
(__) O vocábulo 'digital' está grafado corretamente com 'g', assim como 'genipapo', 'tigela' e 'lambugem'.
(__)O vocábulo 'emocional' possui 'c' em sua grafia, assim como 'aborrecer', 'disfarce' e 'percevejo'.
Assinale a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ministério da Saúde lança videocast com primeiro episódio focado em saúde mental.
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estreia, nesta segunda-feira (13), o videocast "Saúde nas Redes", programa quinzenal que será exibido no canal oficial do Ministério da Saúde no Youtube. No primeiro episódio, o tema será saúde mental, assunto cada vez mais urgente no debate público e nas redes sociais. Padilha recebe a psicóloga e criadora de conteúdo Karen Scavacini e a cientista social e influenciadora Nataly Neri.
"A gente vive um tempo em que as telas estão dominando tudo, mas o lazer, o aprendizado e outras oportunidades que elas proporcionam podem se tornar um problema quando o uso sai do controle. Quando alguém começa a ficar irritado ao ficar sem celular, deixa de realizar outras atividades, passa as madrugadas online, dorme mal, se isola no quarto e perde o interesse em conversar, esses são sinais de alerta. Quanto mais cedo a gente percebe, mais conseguimos ajudar", afirmou o ministro Alexandre Padilha.
Com formato quinzenal, o videocast surge com a proposta de ampliar o acesso da população a informações verdadeiras e qualificadas sobre saúde, conectando especialistas e comunicadores com forte presença digital. A cada episódio, o ministro recebe um especialista no tema em discussão ao lado de um influenciador digital, promovendo conversas acessíveis, relevantes e alinhadas aos desafios atuais da saúde pública.
O programa é uma parceria entre o Ministério da Saúde e o YouTube, sempre às segundas-feiras, no canal oficial do Ministério da Saúde e nas redes sociais da pasta.
Na estreia, o debate é em torno dos impactos do ambiente digital no bem-estar emocional da população. Durante a conversa, Karen Scavacini destaca a importância de compreender a internet como uma grande praça pública e reforça a necessidade de atenção dos pais e responsáveis ao uso de celulares e redes sociais por crianças e adolescentes. Já Nataly Neri compartilha como a exposição da vida nas redes sociais contribuiu para seu adoecimento mental e fala sobre o percurso de descoberta e cuidado com a própria saúde.
Os próximos episódios abordarão temas de grande relevância, como desinformação, jogos de apostas (bets) e saúde da mulher, ampliando o debate sobre questões atuais que impactam diretamente o bem-estar da população e o uso consciente das tecnologias no dia a dia.
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/ministerio-d a-saude-lanca-videocast-com-primeiro-episodio-focado-em-saude-ment al
Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'saúde' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'e'.
II.As palavras 'Alexandre', 'programa' e 'quinzenal' são paroxítonas que não recebem acento gráfico.
III.A forma verbal 'será' recebe acento por ser um verbo no futuro do indicativo.
IV.Os vocábulos 'canal' e 'oficial' possuem a mesma classificação tônica.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Napoleão, disquete e mascote oficial: saiba a história do Imposto de Renda
O Imposto de Renda brasileiro é, desde 1979, a principal forma de arrecadação de tributos no país. Contudo, a raiz dessa tributação tem mais de 200 anos de história.
De acordo com a Receita Federal, o sistema de arrecadação no Brasil foi, assim como em outros países ao redor do mundo, inspirado no imposto de renda criado na Inglaterra, em 1799.
À época, William Pitt, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, viu na tributação geral uma oportunidade de financiar os conflitos entre o país e Napoleão Bonaparte, líder francês.
No sistema que criou, todos aqueles que ganhassem mais de 200 libras eram taxados em 10%, enquanto os que recebiam entre 60 e 200 libras pagavam um imposto que variava entre 1% e 10%. Já quem ganhava menos de 60 libras não era taxado.
À primeira vista, muitos britânicos foram contra a medida. No entanto, a Grã-Bretanha venceu a guerra e, com isso, conquistou a confiança da população em relação à nova taxa. Com o tempo, pagar imposto de renda passou a ser visto como um ato patriótico.
Ao longo dos anos, diversos países adotaram essa forma de tributação e, em 31 de dezembro de 1922, o Brasil também entrou para a lista.
A arrecadação, no entanto, não teve como finalidade o financiamento de guerras, mas sim o aumento do orçamento federal.
De acordo com a Receita Federal, a tributação tem como objetivo financiar políticas públicas. "O IR não tem uma destinação específica; ele compõe as receitas orçamentárias do país", explica o órgão.
Por isso, o Imposto de Renda pode estar, literalmente, em qualquer lugar.
Até 1978, o IR era um imposto como qualquer outro. Foi em 1979 que ele passou a liderar a arrecadação no Brasil.
No ano seguinte, a Receita Federal celebrou o feito com uma novidade: o Imposto de Renda passou a ter como mascote oficial um leão. O Fisco diz que a escolha do animal levou em consideração algumas de suas características:
É um animal nobre, que impõe respeito e demonstra força pela simples presença;
É o rei dos animais, mas não ataca sem avisar;
É justo;
É leal;
É manso, mas não é bobo.
O sucesso das campanhas publicitárias foi absoluto. Até hoje, esse é o símbolo do Imposto de Renda - origem, inclusive, do termo "carnê-leão".
Em 1990, outras mudanças também definiram o rumo do IR para os anos seguintes. Foi nessa década que as tecnologias digitais começaram a ganhar espaço, com o envio de declarações por disquete - um dispositivo de armazenamento semelhante a um cartão de memória.
Esse foi o primeiro passo para avanços tecnológicos que facilitaram cada vez mais a entrega das declarações, antes feitas manualmente, em papel. Caligrafias ilegíveis ou manchas de tinta podiam gerar divergências de informações e resultar na malha fina.
Hoje, é totalmente possível enviar a declaração de forma online e padronizada, reduzindo a ocorrência de erros no cruzamento de dados.
Em 2025, o governo federal arrecadou mais de R$ 2,88 trilhões, sendo grande parte desse valor proveniente do Imposto de Renda.
De acordo com a Receita Federal, em 2026, mais de 8 milhões de brasileiros já prestaram contas. Para quem ainda precisa declarar, o prazo vai até 29 de maio.
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/financas/napoleao-disquete-e-mascote-oficial-saiba-a-historia-do-imposto-de-renda/
Analise a classificação da palavra "década" quanto à regra de acentuação, bem como das palavras apresentadas nas alternativas a seguir:
1.prática, cardíacas e seriíssimo. 2.músculos, egoísmo e excêntrico. 3.enérgico, caótico e veículo. 4.penúltimo, página, alcoólatra.
Assinale a alternativa que apresenta as palavras acentuadas pela mesma regra de 'década'.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Para reconquistar passageiros, transporte público por ônibus precisa se modernizar.
O transporte público por ônibus no Brasil, vem perdendo passageiros a cada ano, realidade que se intensificou no período da pandemia de covid-19. Apenas para ter uma ideia, desde 2019 o segmento de ônibus urbano registrou queda de quase 25% na demanda, com perda de 8 milhões de deslocamentos de pessoas por dia, de acordo com o Anuário 2022-2023, da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).
A corrida para a recuperação de passageiros encontra diversos desafios, como mudanças nos hábitos pós-crise sanitária, concorrência com aplicativos de mobilidade e insatisfação com os serviços oferecidos pelo transporte público de maneira geral, em especial com o preço da passagem. "A recuperação desse setor passa, obrigatoriamente, por oferecer aos consumidores informações e facilidades para que tenham controle dos seus deslocamentos", diz Sergio Avelleda, sócio-fundador da Urucuia Inteligência em Mobilidade Urbana.
Ele explica que, embora, hoje, pareça normal, o nível de informação proporcionado pelo transporte individual por aplicativo elevou o padrão dos deslocamentos de maneira geral. "As pessoas se acostumaram com a previsibilidade: sabem a hora em que o transporte vai chegar, o tempo de percurso, quanto vão pagar, a rota e, inclusive, já pagam direto pelo aplicativo. E a população quer ter isso, também, no transporte público", afirma Avelleda.
Oferecer melhor controle do tempo, facilidades no pagamento e um serviço de qualidade passa pela modernização do transporte por ônibus, um movimento que já começou. Um exemplo é a adoção do Cartão TOP, desde novembro de 2021, na região metropolitana de São Paulo, quando a ferramenta passou a conectar passageiros que utilizam ônibus intermunicipais e transporte sobre trilhos na cidade, com desconto na integração.
Atualmente, já são mais de 370 milhões de bilhetes QR Codes vendidos e 2,4 milhões de cadastros no aplicativo, o que representa, de acordo com a empresa responsável, 30% do transporte da capital paulista.
Trata-se de um sistema de bilhetagem eletrônica usado para pagamento das viagens mediante a compra de bilhetes QR Code, com o mesmo cartão válido no Metrô, CPTM e ônibus da EMTU, mas que pode ir muito além.
https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/para-reconquist ar-passageiros-transporte-por-onibus-precisa-se-modernizar/
Com base nas regras de acentuação, marque com V para as afirmativas verdadeiras ou com F para as falsas:
(__)O vocábulo 'ideia' perdeu acento com o Novo Acordo Ortográfico, assim como os vocábulos 'hebreia', 'joia' e 'apoia', por se tratarem de paroxítonas com ditongos abertos.
(__)O vocábulo 'para', tanto na função de preposição quanto na forma verbal, não recebe acento diferencial, cabendo ao contexto discursivo a sua devida identificação e distinção.
(__)Os vocábulos 'milhões', 'associação' e 'registrou' possuem a mesma acentuação tônica.
(__)O vocábulo 'ônibus' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'us', mantendo sua grafia inalterada após o Novo Acordo Ortográfico. Em contrapartida, as paroxítonas terminadas em 'oo' sofreram modificação, como ocorre em 'abençoo', que deixou de ser acentuado.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
"Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia."
Analise as afirmativas a seguir considerando a acentuação dos vocábulos presentes nos trechos acima:
I. O vocábulo 'hospedeiro' é um exemplo de palavra que perdeu o acento gráfico com o Novo Acordo Ortográfico, uma vez que os ditongos abertos de palavras paroxítonas não são mais acentuados, assim como ocorre com 'heroico', que também não recebe acento.
II. O vocábulo 'Araújo' recebe acento pela regra das paroxítonas terminadas em 'o' e, por se tratar de nome próprio, também pode ser grafado sem acento, como em 'Araujo'.
III. O vocábulo 'imunológico' recebe acento por ser proparoxítona. Estão acentuadas corretamente pela mesma regra as palavras 'veículo', 'olimpíada' e 'varíola'.
IV. O vocábulo 'tem' constitui exemplo de palavra com acento diferencial. Diferentemente de 'para' (verbo/preposição) e 'pelo' (substantivo/contração de por + a), essas formas, após o Novo Acordo Ortográfico, passaram a ser grafadas sem acento.
É correto o que se afirma em:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Brasil cria política de combate ao abuso de crianças e adolescentes
O Brasil passa a contar com diretrizes e estratégias padronizadas para enfrentar a violência contra meninos e meninas. A Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes começou a vigorar no dia 19 de maio de 2026 em todo o país. A Portaria no 836 regulamenta o texto, a partir de dispositivos da Lei no 14.811/2024, e estabelece os objetivos principais.
A política será implementada de forma descentralizada, com atuação conjunta da União, estados, Distrito Federal e municípios, e coordenada pelo ministério. A norma, publicada no Diário Oficial da União pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, adota como base o princípio da proteção integral previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e reforça a prioridade absoluta desse público nas ações do Poder Público.
A norma define os seguintes princípios:
• Proteção integral à criança e ao adolescente;
• Tratamento dessas pessoas como condição peculiar de desenvolvimento;
• Respeito à liberdade, dignidade e aos direitos humanos;
• Privacidade, confidencialidade, sigilo e proteção da intimidade;
• Equidade e não discriminação;
• Responsabilidade compartilhada (família, sociedade e poder público);
• Garantia de acessibilidade e inclusão.
• As diretrizes da política incluem o enfrentamento de todas as formas de violência sexual, a prevenção como eixo prioritário e a não revitimização.
A estratégia também prevê atuação articulada entre áreas como saúde, educação, assistência social, segurança pública e justiça, alem de considerar fatores como desigualdade social, raça, gênero e deficiência. Entre os objetivos, estão o fortalecimento das redes de proteção, a ampliação do atendimento especializado e a responsabilização dos autores das violências, com respeito aos direitos das vítimas. A política também incentiva a produção de estudos e a avaliação de resultados das ações implementadas.
A portaria prevê ainda a execução de campanhas permanentes de conscientização, a formação de profissionais e o fortalecimento de centros de atendimento integrado, que concentram, em um só local, serviços de acolhimento e proteção às vítimas.
A governança da política ficará a cargo da Comissão Intersetorial de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, enquanto o Plano Nacional Decenal será o instrumento responsável por definir metas, prazos e indicadores das ações.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brldireitos-humanos/nolicia/2026-
05/governo-cria-politica-de combate-ao-abuso-de-criancas-e-
adolescentes (adaptado)
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A equidade de gênero e o combate à fome no Brasil
Entre 2022 e 2023, a insegurança alimentar e nutricional (lAN) diminuiu 85% no País. Essa é uma das conclusões do relatório O estado da segurança alimentar e nutricional no mundo 2024. O resultado foi celebrado por representantes do Poder Público e da sociedade civil interessada no tema, sobretudo se se considera que em 2023 a IAN nas formas grave e moderada afetou mais de 2,3 bilhões de seres humanos.
Entretanto, esse desempenho deve ser comemorado com ressalvas. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 27,6% das famílias residentes no País conviveram com algum grau de IAN em 2023; e, dentre estas, 59,4% eram chefiadas por mulheres e 40,6%, por homens - uma diferença de 18,8%. A situação é preocupante, pois naquele ano 51,7% dos domicílios eram liderados por mulheres e 48,3%, por homens uma diferença de 3,4%. Os números demonstram que, assim como em outros países, no Brasil ainda predomina a falta de equidade.
Uma das principais causas do problema são os óbices a políticas de inclusão das mulheres relacionadas ao acesso a trabalho e a renda, condicionantes do consumo regular de alimentos. A despeito disso, nas últimas décadas o Estado brasileiro tem concebido e implantado políticas públicas que, centradas na inclusão das mulheres, se tornaram referência internacional no combate à IAN. No caso do Programa Bolsa Família, por exemplo, os benefícios são concedidos prioritariamente à mulher; e, quando possível, ela deve ser indicada como responsável pela unidade familiar no ato do cadastramento, além de ser titular de conta bancária especial para receber os benefícios financeiros do programa.
Outra política pública fundamental é o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que incentiva a compra de alimentos diretamente da agricultura familiar, com atenção especial a produtos cultivados por mulheres. Isso e reforçado pela Lei no 14.660/2023, a qual estabelece que grupos formais e informais de mulheres da agricultura familiar devem ter prioridade na aquisição de alimentos para a merenda escolar.
Por sua vez, a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural inclui ações específicas para mulheres rurais, oferece capacitação e apoio técnico, estimula as mulheres a adotarem práticas agrícolas mais eficientes e sustentáveis, com o intuito de aumentar a produção de alimentos e, por consequência, a segurança alimentar e nutricional de suas famílias.
Técnicos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) argumentam que a indicação de uma mulher como responsável familiar no ato da inscrição ou da atualização de registros no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) estimula a autonomia financeira feminina, em especial a partir do momento em que sua família passa a ser alvo de programas executados pelo MDS com base nesse registro público.
Segundo uma pesquisa da Fundação João Pinheiro realizada em 2012, famílias lideradas por mulheres ganhavam em média 16% menos que as chefiadas por homens; apesar disso, constatou-se que as mulheres dão prioridade aos gastos coletivos e à qualidade das condições estruturais do domicílio - os dispêndios per capita com saúde e nutrição giraram em torno de 107,21 reais contra 90,27 reais nos domicílios chefiados por eles.
Relativamente à escolha alimentar, autores sustentam que as mulheres geralmente têm maior conhecimento nutricional que os homens. Por sua vez, pesquisas nacionais que utilizam marcadores de consumo alimentar saudável e não saudável demonstram que os homens têm maior propensão ao consumo de sal, refrigerantes e carnes gordurosas, ao passo que as mulheres tendem a ingerir mais frutas, hortaliças, leites e derivados.
Estas são algumas das evidências de que políticas públicas que concedem benefícios financeiros a mulheres melhoram as condições de SAN de suas famílias.
Adaptado de: GARNEIRO, C. B.; TROMBKA, I.; PINTO, H. T. V. S.
Equidade e inclusão feminina: a atuação do Congresso Nacional
no contexto das políticas nacionais e internacionais de combate à
fome. Revista de Informação Legislativa: RIL, Brasília, DF, v. 63,
n.249,2026.
I. O vocábulo gênero recebe acento gráfico pela mesma regra que justifica a acentuação do vocábulo saudável.
II. No trecho grupos formais e informais de mulheres da agricultura, os vocábulos formais e informais estabelecem, entre si, uma relação de antonímia.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.
O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.
Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.
Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.
A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.
Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.
"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.
"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."
"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.
Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.
Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.
"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.
"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."
Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.
"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.
"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.
Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.
A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.
Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.
Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.
Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.
Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?
"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.
Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.
Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o
"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo, completa o pesquisador."
"Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia."
Analise as afirmativas a seguir considerando a acentuação dos vocábulos presentes nos trechos acima:
I. O vocábulo 'hospedeiro' é um exemplo de palavra que perdeu o acento gráfico com o Novo Acordo Ortográfico, uma vez que os ditongos abertos de palavras paroxítonas não são mais acentuados, assim como ocorre com 'heroico', que também não recebe acento.
II. O vocábulo 'Araújo' recebe acento pela regra das paroxítonas terminadas em 'o' e, por se tratar de nome próprio, também pode ser grafado sem acento, como em 'Araujo'.
III. O vocábulo 'imunológico' recebe acento por ser proparoxítona. Estão acentuadas corretamente pela mesma regra as palavras 'veículo', 'olimpíada' e 'varíola'.
IV. O vocábulo 'tem' constitui exemplo de palavra com acento diferencial. Diferentemente de 'para' (verbo/preposição) e 'pelo' (substantivo/contração de por + a), essas formas, após o Novo Acordo Ortográfico, passaram a ser grafadas sem acento.
É correto o que se afirma em:
No que se refere ao uso da água e ao tratamento do esgoto há tantos __________ envolvidos que é preciso analisar cada situação e entender __________ medidas concretas e mais incisivas são necessárias. Muitas pessoas, por falta de conhecimento, negam a crescente escassez de água potável em vários lugares do mundo e questionam: "__________eu preciso economizar se no Brasil há tanta água disponível?". __________? _________ a água é um recurso renovável, porém, é finito e limitado. Sem cuidado e políticas públicas claras e decisivas, corremos o risco de desertificar imensas áreas no Brasil e no mundo.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no excerto: