Questões de Concurso
Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português
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Considerando o que dispõe o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vigente, os vocábulos “contrassenso”, “Lusofonia” e “países‑membros” foram empregados no texto em estrita conformidade com as regras ortográficas.
( ) As palavras “saúde” e “nível” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) Tanto a palavra “herói” quanto a palavra “heróico” estão corretamente acentuadas.
( ) As palavras “álibi” e “álcool” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) As palavras “juiz” e “raiz” não recebem acento, mas seus plurais são “juízes” e “raízes”.
Leia a charge a seguir.

Disponível em:
https://cdn.direcaoconcursos.com.br/uploads/2020/11/segunda-com-ze16.pdf. Acesso em: 03 jul. 2026.
Considerando as regras vigentes de acentuação, o motivo pelo qual há a diferença entre a grafia e, sobretudo, o processo de acentuação nas palavras “herói” e “heroico” se justifica pelo fato de “herói” ser
Considerando aspectos fonológicos e as regras de acentuação gráfica vigentes na língua portuguesa, analise as afirmativas a seguir e assinale V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.
(_) As palavras saída e baú recebem acento gráfico pela mesma regra geral: em ambas, i ou u é vogal tônica de hiato e ocorre nas condições previstas para a acentuação gráfica dessas vogais.
(_) Com o Acordo Ortográfico, palavras paroxítonas como ideia e heroico deixaram de receber acento nos ditongos respectivamente, abertos tônicos enquanto éi esses e ói, ditongos permanecem acentuados em palavras oxítonas, como anéis e herói.
(_) Em saúde e saudade, a sequência formada pelas vogais a e u constitui hiato, pois, nas duas palavras, essas vogais pertencem a sílabas distintas.
(_) Em formas como mantê-lo e compô-la, a ligação dos pronomes -lo e -la às formas verbais terminadas originalmente em -r provoca a supressão dessa consoante, e as formas resultantes recebem acento gráfico de acordo com as regras de acentuação aplicáveis.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Disponível em: https://incrivel.club/articles/20-placas-e-cartazes-que-saoum-desafio-para-quem-le-mas-um-prato-cheio-para-o-bom-humor-1131410/. Acesso em: 4 jul. 2026.
Leia o texto e responda às questões:
O TEMPO QUE A FILA NÃO MEDE
Naquela segunda-feira, a pequena sala de atendimento parecia menor do que de costume. Havia gente em pé, duas crianças inquietas e uma senhora que consultava o relógio a cada poucos minutos. Atrás do balcão, Clara organizava documentos enquanto explicava, pela terceira vez, que o sistema estava mais lento naquela manhã.
Um homem, já impaciente, aproximou-se e perguntou:
— Vai demorar muito?
Clara poderia ter respondido apenas que não sabia. Em vez disso, verificou a situação e explicou que três atendimentos ainda seriam concluídos antes do dele. A informação não tornou o relógio mais rápido, mas mudou alguma coisa: o homem agradeceu e voltou a sentar-se. Pouco depois, a senhora que observava as horas foi chamada. Ao chegar ao balcão, descobriu que havia esquecido um documento necessário. Procurou na bolsa, tornou a procurar e, sem encontrá-lo, suspirou:
— Perdi a manhã.
Clara examinou os documentos apresentados e percebeu que o comprovante também poderia ser enviado posteriormente por meio eletrônico. Orientou a senhora sobre o procedimento e deu continuidade ao atendimento.
Ao sair, ela sorriu:
— Então não perdi a manhã inteira.
A fila continuava praticamente do mesmo tamanho. O sistema continuava lento. O relógio, naturalmente, não havia mudado seu ritmo. Ainda assim, o ambiente parecia menos pesado. Talvez uma espera não seja feita apenas de minutos. Há atrasos que aumentam quando ninguém sabe o que está acontecendo e problemas que diminuem quando alguém encontra uma saída. O tempo marcado pelo relógio pode ser igual para todos; o modo como ele é vivido, não.
Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas
A presença da emergência climática nos currículos escolares ainda avança em ritmos distintos ao redor do mundo.
Diante das mudanças climáticas, educadores brasileiros têm buscado nos saberes locais as soluções para incluir crianças e adolescentes no debate sobre o clima e ações de sustentabilidade. Desenvolvido e implementado pela Tewá 225, o programa Movimento Sustentável, uma iniciativa da Auren Energia, promoveu acesso à educação socioambiental para mais de 2 mil estudantes e professores na rede pública em seis estados brasileiros. O projeto ampliou o domínio de técnicas sustentáveis ligadas aos territórios onde aconteceram as formações, como sistemas naturais, consumo de recursos e mudanças climáticas.
Ao todo, 40 escolas públicas, localizadas em Pernambuco, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo, receberam formações voltadas para educadores que fortalecem a compreensão sobre sustentabilidade e aplicação desses conhecimentos em sala de aula. Segundo dados da Tewá, foram mobilizados 144 profissionais, que elaboraram 266 atividades.
Além do incentivo formativo, as escolas que atingiram as metas de atividades previstas em seu programa, com caráter gamificado e ligado aos saberes locais, receberam investimentos entre R$ 2 mil e R$ 5 mil para implementar as ações no território onde estão localizadas.
A metodologia das trilhas formativas é alinhada à BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta organiza o aprendizado em ciclos semestrais interconectados, permitindo que conteúdos complexos sejam assimilados de forma progressiva e adaptada às realidades dos municípios.
Adaptar a metodologia à cultura local é parte da premissa do programa Movimento Sustentável. Para Fernanda Mallak, diretora técnica da Tewá 225, os conteúdos sobre cada bioma e os recursos naturais presentes nos territórios são essenciais para a elaboração das formações.
"O estudo só faz sentido quando está conectado à realidade do território e à cultura que aquele estudante reconhece como dele. É a diferença entre decorar um conceito e se sentir pertencente a ele", explica ela. "Aqui entram também os saberes tradicionais, que muitas vezes precedem todo o nosso conhecimento técnico de sustentabilidade."
No entanto, ainda existem alguns desafios para a incorporação das práticas sustentáveis no ensino básico, sobretudo questões estruturais ligadas à evasão escolar, infraestrutura precária das escolas e alta rotatividade de professores. "Como engajar uma comunidade escolar que muitas vezes opera no limite, com o docente sobrecarregado e sem as condições mínimas de permanência?", questiona Mallak. "Qualquer iniciativa que ignore esse terreno tende a não se sustentar", defende ela.
Para ela, as oficinas devem ser organizadas de forma que não gerem mais carga de trabalho para os profissionais da educação. Ações como a inserção do educador ambiental no ambiente escolar podem aliviar essa sobrecarga, além de oferecer material didático pré-elaborado para o docente. "A ideia é entrar como apoio numa estrutura que já está pressionada, e não como mais uma demanda", explica.
A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas. Em escolas indígenas, o trabalho é feito completamente conectado com as lideranças, responsáveis por transmitir o conhecimento para membros mais jovens de seu povo.
O diálogo com lideranças é uma forma de conectar a realidade escolar com os saberes tradicionais de cada território, mas também envolve a comunidade no processo formativo de adultos e crianças. "O trabalho é com a comunidade escolar como um todo, tendo o educador e/ou professor como ponto de multiplicação para os estudantes, famílias e, consequentemente, para o entorno", conclui Mallak.
Fonte: TOYAMA, Laura. Programa de educação ambiental traz saberes locais para escolas públicas. CNN Brasil, [S. l.], 19 jun. 2026. Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/programa-de-educacao-ambien tal-traz-saberes-locais-para-escolas-publicas/. Acesso em: 9 ago. 2026.
A metodologia desenvolvida pelo projeto varia conforme a realidade do território, considerando os diferentes contextos urbanos, rurais e de comunidades tradicionais contempladas.
Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O vocábulo 'ideia' exemplifica uma palavra que perdeu o acento gráfico por ser paroxítona com ditongo aberto, conforme as regras estabelecidas pelo Acordo Ortográfico, aplicáveis somente às palavras com essa classificação tônica.
(__)O vocábulo 'pelo' exemplifica uma palavra cujo acento diferencial foi abolido pelo Novo Acordo Ortográfico, permanecendo o acento apenas quando 'pêlo' exerce a função de substantivo.
(__)O vocábulo 'apoio', na função de substantivo, nunca recebeu acento gráfico, diferentemente da forma verbal, que anteriormente era grafada 'apóio', com acento gráfico por ser uma palavra paroxítona formada por ditongo aberto.
(__)Os vocábulos 'já' e 'está', embora apresentem classificações tônicas distintas, seguem o mesmo critério de acentuação, pois tanto os monossílabos tônicos quanto as oxítonas terminados nessa vogal recebem acento gráfico.
Assinale a sequência que completa corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Leia o texto e responda à questão.
A JANELA QUE VIAJAVA
Quando a antiga kombi azul apareceu pela primeira vez na praça, muita gente pensou que fosse apenas mais um veículo da Prefeitura. As portas se abriram, porém, e revelaram prateleiras cheias de livros.
Na lateral, uma placa anunciava: “Biblioteca em Movimento”.
Nos primeiros dias, os adultos se aproximavam com cautela. As crianças, menos desconfiadas, escolhiam histórias e sentavam-se sob as árvores. Aos poucos, quem passava a caminho do trabalho começou a reservar alguns minutos para folhear jornais, romances ou manuais. O veículo não levava apenas livros: criava uma pausa no ritmo apressado da praça.
Certa manhã, seu Antônio devolveu um livro sobre hortas domésticas e contou que havia plantado temperos em latas reaproveitadas. Na semana seguinte, trouxe fotografias das mudas e explicou o processo a dois jovens. A leitura, que começara silenciosa, transformou-se em conversa e experiência compartilhada.
O projeto também enfrentava dificuldades. Em dias de chuva, o movimento diminuía; alguns títulos eram muito procurados, enquanto outros permaneciam meses nas estantes. A equipe passou, então, a registrar os empréstimos e a ouvir sugestões dos moradores. Com esses dados, reorganizou o acervo e definiu novos pontos de parada.
Meses depois, a kombi continuava com a mesma pintura gasta. Ainda assim, já não parecia um veículo antigo. Para muitos moradores, tornara-se uma janela: não porque mostrasse uma paisagem pronta, mas porque ajudava cada leitor a enxergar possibilidades que antes passavam despercebidas.
Fonte: texto autoral, elaborado exclusivamente para esta prova.
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: UMBRASIL
Com base nas regras de acentuação, analise as asserções a seguir:
I.Os vocábulos 'análise', 'aí' e 'mês' estão acentuados corretamente por regras distintas.
PORQUE
II.O vocábulo 'análise' recebe acento por ser proparoxítona; 'aí' recebe acento por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior, regra que se aplica também as paroxítonas; 'mês' recebe acento por ser monossílabo tônico terminado em 'es'.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
I.Os vocábulos 'análise', 'aí' e 'mês' estão acentuados corretamente por regras distintas.
PORQUE
II.O vocábulo 'análise' recebe acento por ser proparoxítona; 'aí' recebe acento por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior, regra que se aplica também as paroxítonas; 'mês' recebe acento por ser monossílabo tônico terminado em 'es'.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
"O estado do_______ registrou avanço expressivo nos indicadores educacionais do Ideb. O aluno que_______ o ensino médio antes do prazo previsto destacou a importância do incentivo familiar. A ______de investir em formação continuada de professores ganhou força nos últimos anos. A rede estadual bateu um novo________ de aprovações no Enem. Segundo os gestores, o programa educacional teve um início conturbado, mas ganhou______ próprio nos anos seguintes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente as lacunas acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como escolas e famílias formam novos leitores
A formação de leitores começa muito antes da alfabetização. O contato com livros, histórias, brincadeiras e manifestações artísticas desde a primeira infância é um direito fundamental das crianças e uma etapa essencial para o desenvolvimento. Nesse contexto, a implementação de políticas públicas possibilita a ampliação do acesso à literatura e garante que mais crianças tenham oportunidades de vivenciar a leitura. Para fortalecer essas ações, o Ministério da Educação (MEC) está formando a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Municípios, estados e o Distrito Federal podem aderir à iniciativa até 31 de julho.
Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos. A proposta busca fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) por meio de cooperação entre os entes federados, troca de experiências e desenvolvimento de capacidades institucionais para planejar, executar, monitorar e avaliar ações voltadas à infância.
A importância dessa articulação entre políticas públicas, escolas, famílias e comunidade destacou-se na 24ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Ao longo da programação da Flipinha e da FlipEduca, educadores, escritores e artistas compartilharam experiências que mostram como o incentivo à leitura desde os primeiros anos de vida pode transformar a relação das crianças com a aprendizagem e a cultura.
Para a atriz, educadora e pesquisadora em teatro, música, dança e literatura Cláudia Ribeiro, arte e educação caminham juntas no desenvolvimento infantil. Em seu trabalho, ela dirige grupos de teatro compostos por crianças, no contraturno escolar, que produzem espetáculos apresentados em escolas do município. A iniciativa aproxima os estudantes à literatura por meio da interpretação, criatividade e experiência artística, ao mesmo tempo em que incentiva a leitura e fortalece a participação das famílias no processo educativo.
'Esse trabalho ajuda a formar a plateia e despertar o interesse das crianças ao incentivá-las a produzir arte e, principalmente, a entrar no mundo da leitura. No teatro, eu estou sempre incentivando o ato de ler, porque é importante ler o texto, entender o personagem, interpretar as intenções das falas. Quando as famílias entendem que esse processo de junção de arte e educação é muito produtivo e benéfico para as crianças, elas dão a mão para a gente, enquanto educadoras e artistas, e aí a criança só tem a ganhar com tudo isso'.
As experiências apresentadas na Flip reforçam que o acesso à literatura também passa pelo fortalecimento dos vínculos familiares. A escritora, poeta e produtora cultural Elisa Pereira, que vive em Paraty e é autora do livro infantil Quintal do Vô Benê, explica que o contato com os livros pode começar ainda na primeira infância − e até antes do nascimento. Em sua obra, ela escolheu retratar um avô como personagem central para destacar que o cuidado, o afeto e a transmissão de conhecimentos também fazem parte do papel dos homens na criação das crianças.
'Eu acho que é fundamental. Eu cresci, na verdade, sem essa vivência. Eu não tive mãe ou pai que lessem para mim, mas eu percebo a diferença entre crianças que, desde pequenas − hoje em dia, a gente sabe que pode ler até para os bebês −, tiveram acesso à leitura, e crianças que não tiveram. Eu acho que é fundamental o papel da mãe, do pai e dos cuidadores, de uma forma geral, nessa formação de leitores'.
A professora da rede municipal do Rio de Janeiro Glaucia Abreu, que atua com contação de histórias e literatura na infância, observa que muitas crianças têm seu primeiro contato sistemático com os livros no ambiente escolar. Segundo ela, o hábito da leitura nem sempre está presente no ambiente familiar, o que amplia o papel da escola em despertar a imaginação, a criatividade e o interesse pela literatura. Ao mesmo tempo, ela ressalta que esse trabalho alcança melhores resultados quando a família também participa desse processo.
'Muitas das vezes, a escola introduz esse papel por meio de uma contação simples ou, às vezes, uma contação para dormir para crianças que não vivenciaram isso. Então, a escola está cumprindo um papel que é básico, que aflora a criatividade da criança, assim como a capacidade de ela desenvolver a imaginação e a fantasia, que faz parte do universo infantil. A gente precisa incentivar isso além das portas da escola. A gente precisa incentivar isso na base familiar'.
Os relatos apresentados durante a Flip dialogam com os objetivos da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância, criada pelo MEC para fortalecer políticas públicas voltadas aos primeiros anos de vida.
As experiências compartilhadas por educadores, artistas e escritores na Flip mostram que formar leitores desde a primeira infância depende da atuação conjunta de escolas, famílias, espaços culturais e políticas públicas.
Ao criar uma rede permanente de cooperação entre gestores, a Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância busca fortalecer essa articulação para que mais crianças tenham acesso a experiências de leitura, cultura e aprendizagem desde os primeiros anos de vida.
BRASIL. Ministério da Educação. Como escolas e famílias formam novos leitores. Brasília, 24 jul. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/como-escola s-e-familias-formam-novos-leitores. Acesso em: 11 ago. 2026. Adaptado.
"Coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), a comunidade reúne gestores públicos responsáveis por políticas destinadas a bebês e crianças de até seis anos."
Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'reúne' é uma paroxítona que recebe acento pela regra do 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior, regra que se aplica também às proparoxítonas e às oxítonas.
II.O vocábulo 'bebês' recebe acento para se diferenciar da forma verbal 'bebes', uma vez que essas palavras apresentam a mesma tonicidade.
III.O vocábulo 'seis' é uma paroxítona terminada em ditongo decrescente, por isso não leva acento.
IV. O vocábulo 'subsecretaria' é uma paroxítona terminada em 'a', motivo pelo qual não leva acento.
É correto o que se afirma em: