Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q1714146 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra de acentuação:
Alternativas
Q1714024 Português
Assinale a alternativa incorreta referente à classificação das palavras quanto ao acento tônico.
Alternativas
Q1712141 Português

INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(fonte adaptada:https://g1.globo.com>acesso em 28 de outubro de 2019)

Assinale a alternativa que representa corretamente uma palavra retirada do Texto acentuada pela seguinte regra: “Acentuam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo.” 
Alternativas
Q1709157 Português
INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


A palavra “Cretáceo” (linha 2) é acentuada pela mesma regra de acentuação da seguinte palavra:
Alternativas
Q1707038 Português
As alternativas a seguir apresentam, cada uma, um conjunto de palavras que têm em comum a mesma regra de acentuação gráfica, EXCETO:
Alternativas
Q1694939 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/aguerra-dos-canudos/
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 07, 08 e 13.
Alternativas
Q1693900 Português

(Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/23/economia/1548260634_440077.html - Texto adaptado para esta prova)

Analise as seguintes assertivas a respeito da acentuação de palavras do texto:
I. As palavras ‘má’ e ‘até’ são acentuadas em função da mesma regra. II. ‘rápida’ e ‘próximo’ são acentuadas por serem proparoxítonas. III. Se o acento gráfico de ‘experiência’ fosse retirado, essa palavra continuaria existindo na língua portuguesa.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1671479 Português
Analise os trechos a seguir, retirados do Texto: I - “Outros estudos indicaram que até 75% dos funcionários afirmaram ter surrupiado material do escritório no ano passado.” (linhas 9 a 11) II - “Os prejuízos em termos econômicos causados por esses "pequenos furtos" são avaliados em centenas de bilhões de dólares anualmente.” (linhas 11 a 14) III - “Eles equivaleriam a até 35% da redução do inventário de uma empresa todos os anos ou uma média de 1,4% de suas receitas totais.” (linhas 14 a 16) Com base nos termos destacados nos trechos, julgue os itens a seguir em verdadeiro (V) ou falso (F) e, em seguida, assinale a alternativa contendo a ordem correta das respostas, de cima para baixo: (__)- Em I, a partícula “que” destacada exerce função morfológica de conjunção integrante, não exercendo, portanto, função sintática alguma no período. (__) - Em I, a partícula “que” pode ser substituída por “os quais” sem prejuízo de significado e sem desvio da norma culta da língua escrita. (__) - Em II, “causados por esses ‘pequenos furtos’” funciona como adjunto adnominal da oração. (__) - Em III, as palavras “inventário” e “média” são acentuadas pela mesma regra de acentuação.
Alternativas
Q1668289 Português
Qual alternativa utiliza, incorretamente, a acentuação gráfica?
Alternativas
Q1667176 Português
• Leia as afirmativas a seguir: I. O PNE não inclui entre as suas diretrizes a formação do educando para o trabalho e para a cidadania. II. Os seguintes vocábulos recebem acento gráfico pelo mesmo motivo: pá, trás, pé e pó. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1667173 Português
• Leia as afirmativas a seguir: I. A grafia do adjetivo seguinte está correta: magrelo. II. Acentuam-se todas as palavras proparoxítonas. Por exemplo: árvore, álibi, âncora e relâmpago. Marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q1662524 Português
Leia o texto de Moacyr Scliar a seguir e responda à questão:

        Machado de Assis, mulato, pobre, descendente de escravos, órfão de mãe, ainda teve de enfrentar uma doença que para ele foi uma carga muito pesada. Machado sofria de epilepsia. A doença provavelmente teve início na infância; o escritor aludiu a “umas coisas esquisitas” que sentira quando menino, mas não esclareceu do que se tratava. Aliás, ele relutava muito em admitir seu problema, ainda que suas crises convulsivas tivessem sido testemunhadas por muitas pessoas. Machado não foi a única pessoa famosa a sofrer dessa doença muito frequente. O escritor russo Fiódor Dostoiévski teve cerca de quatrocentas crises epilépticas generalizadas convulsivas na fase madura de sua vida. As crises eram sempre seguidas de confusão mental, depressão e distúrbios transitórios de memória e fala. Mas o fato de a doença ser comum não eliminava o penoso estigma que representava, mesmo porque à época praticamente não havia tratamento eficaz. […]
        A epilepsia continua sendo uma doença muito comum, afetando, segundo se calcula, cerca de 50 milhões de pessoas no mundo. Mas a situação hoje é bem diferente daquela que ocorria na época de Machado. Há cerca de duas dezenas de medicamentos capazes de controlar as convulsões e, em certos casos, a cirurgia é eficaz. Após dois a cinco anos de tratamento bemsucedido, a medicação pode ser suspensa em 70% das crianças e em 60% dos adultos. Machado de Assis certamente ficaria feliz com esta mudança.

Texto presente no livro “Território da emoção”. São Paulo: Companhia das Letras, 2013
A respeito do termo “provavelmente”, presente na frase “A doença provavelmente teve início na infância”, analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA.
I. Significa “com probabilidade, possivelmente”. II. Trata-se de um adjetivo, que se relaciona diretamente a “50 milhões de pessoas”. III. Está grafada incorretamente no texto. IV. É composto por “provável” e “mente” e, por isso, deveria manter o acento da palavra “provável”, ficando correta a forma “provávelmente”.
Alternativas
Q1657391 Português
Leia o texto

Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica


A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.

O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.

O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.

De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.

O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.

Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.

http://www.leiaja.com/noticias
Assinale a alternativa correta sobre palavras extraídas do texto.
Alternativas
Q1656314 Português
Leia as afirmações a seguir, acerca das regras especiais de acentuação:

I – Na Língua Portuguesa, os ditongos abertos das palavras “herói”, “troféu” e “papéis” continuam acentuados, mesmo com as alterações da Nova Ortografia.

II – Todos os hiatos tônicos são acentuados.

III – Acentua-se com circunflexo a 3ª pessoa do plural do presente do subjuntivo dos verbos “ter” e “vir”, bem como seus compostos.

É(são) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q1653213 Português
A Corujinha

Corujinha, corujinha,
Que peninha de você:
Fica toda encolhidinha,
Sempre olhando não-sei-quê.

O teu canto, de repente,
Faz a gente estremecer.
Corujinha, pobrezinha,
Todo mundo que te vê,
Diz assim: "Ah, coitadinha,
Que feinha que é você".

Corujinha, pobrezinha,
Todo mundo que te vê,
Diz assim: "Ah, coitadinha,
Que feinha que é você".

Quando a noite vem chegando,
Chega o teu amanhecer.
E, se o sol vem despontando,
Vais voando te esconder.

Hoje em dia, andas vaidosa,
Orgulhosa como o quê.
Toda noite, tua carinha
Aparece na TV.

Corujinha, coitadinha,
Que feinha que é você.

https://www.letras.mus.br/vinicius-de-moraes/87206. Acessado em
novembro de 2019. 
As palavras acentuadas pela mesma razão que VOCÊ e VÊ são:
Alternativas
Q1647179 Português
Assinale a alternativa cuja grafia está INCORRETA, segundo o Novo Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q1647010 Português
Conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico, a alternativa que contém todas as palavras grafadas corretamente é
Alternativas
Q1644494 Português
Leia as afirmativas a seguir:
I. Recebe acento o vocábulo seguinte: fértil. II. A obra O Ateneu, de Raul Pompeia, é a precursora da autoficção.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1642601 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A grafia do verbo seguinte está correta: intervir.

II. No período "Não faz senão sentar e reclamar da vida", o vocábulo "faz" é classificado como artigo.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: ficar.

IV. Está correto o uso do acento gráfico em: talùdo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1639690 Português
Gatos conseguem reconhecer seus próprios nomes, diz estudo

Ou seja: se seu bichano não responde quando você chama, pode ser que ele simplesmente não esteja a fim de fazer isso. 4 abr 2019, 18h08

    Gatos são, por natureza, mais blasés que qualquer outro pet que você consiga listar. É raro conquistar a confiança de um deles de cara: até que isso aconteça, qualquer tentativa de interação costuma ser sumariamente ignorada.
    Isso, é claro, não significa que eles sejam menos inteligentes — e, por esse motivo, não consigam sacar o que está acontecendo. Um estudo da Universidade Sophia, no Japão, confirmou essa ideia ao cravar que os felinos são capazes de reconhecer o próprio nome. Ou seja: quando você chama seu gato e ele simplesmente ignora, é porque ele pode estar querendo fazer exatamente isso.
    Gatos domésticos acompanham os humanos a pelo menos 10 mil anos. No entanto, como afirma o grupo de pesquisadores japoneses, a relação entre ambos nunca foi amplamente examinada. Estudos anteriores já mostraram que outros animais, como cachorros, golfinhos e papagaios, demonstram compreensão das vocalizações humanas. Mas, até então, nenhum teste havia conseguido cravar se os felinos também eram capazes disso – até agora.
    Como todo mundo já conhece o temperamento difícil dos gatos, a metodologia usada para saber se eles associam vozes humanas a objetos foi diferente. Normalmente, os pesquisadores pedem para os animais testados reconhecerem objetos que foram nomeados e mostrados a eles antes, para saber se os bichos conseguem associar o som à determinada coisa.
    Mas isso dificilmente funcionaria com os gatos. Eles poderiam até reconhecer o som, mas demandam treinos muito mais exigentes para ter a mesma resposta que um cachorro, por exemplo. Daí os cientistas bolaram um novo teste, mais simples, que exige menos esforço – bem como os felinos costumam preferir.
    A nova abordagem consistia em um alto falante tocando quatro palavras (substantivos aleatórios) seguidas pelo nome do gato, todas com a mesma entonação. A partir disso, os cientistas observavam as respostas e os movimentos naturais do animal por meio de gravações em vídeo, feitas em um ambiente em que o gato se sentia confortável. Participaram do estudo gatos de famílias comuns que viviam sozinhos ou que conviviam com outros gatos.
    Os resultados mostraram que os bichinhos raramente faziam mais do que contrair uma orelha ou mover a cabeça em resposta às vozes – menos de meia dúzia de gatos-pingados (com o perdão do trocadilho) reagiram de forma mais ativa, movimentando a cauda ou miando, por exemplo.
    No entanto, a equipe disse que os resultados, criados a partir de uma escala de quatro pontos a partir do que cada felino respondeu, mostraram que os gatos conseguem sim distinguir seus nomes das outras palavras.
    No primeiro teste, cada gato ouviu a voz de seu dono no auto falante. Para ter certeza de que a relação emocional não influenciou na resposta, o experimento foi repetido com a voz de um estranho e, em um terceiro cenário, as vozes dos donos foram reproduzidas apenas para gatos habituados a viver com muitos outros felinos, seja em ambientes domésticos ou em cafés pet friendly.
    A equipe relatou que, em todos esses cenários, os gatos sabiam identificar quando seus nomes eram mencionados. Até quando as quatro palavras aleatórias que ouviam incluíam nomes de outros gatos que convivem juntos, os felinos conseguiam distinguir seus próprios nomes.
    Atsuko Saito, cientista que liderou a pesquisa, acrescentou que o estudo esclarece um pouco da relação entre felinos e homo sapiens. “Gatos entendem as pistas humanas melhor do que muitas pessoas pensam”, disse ela. Isso não significa, claro, que eles vão responder como os donos esperam.

    Disponível em: < https://super.abril.com.br/ciencia/gatos-conseguem-reconhecer-seus-proprios-nomes-diz-estudo/>
Acesso em: 22 jul 2019.
Quanto à acentuação gráfica das palavras retiradas do texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Respostas
3881: B
3882: B
3883: D
3884: C
3885: E
3886: A
3887: D
3888: B
3889: B
3890: C
3891: A
3892: B
3893: B
3894: B
3895: B
3896: E
3897: E
3898: A
3899: C
3900: A