Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q2044582 Português
Para que ninguém a quisesse





COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
No tocante às regras atinentes à acentuação gráfica, que afirmação NÃO é correta? 
Alternativas
Q2043112 Português
Bons salários e frequentes cursos de aprimoramento para os educadores são a prioridade do governo canadense para manter o alto nível da educação no país.[...]
O Canadá está entre os dez países do mundo com os melhores desempenhos no Programa para Avaliação Internacional de Alunos (Pisa, na sigla em inglês). O programa mede o rendimento dos alunos de 15 anos de idade em matemática, ciência e interpretação de texto em diferentes partes do mundo. Em 2015, último ano em que a prova foi realizada, o Brasil caiu para a 63ª posição dentre 70 países avaliados. [...]

Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia. Acesso em 06/02/2019. [adaptado] 
Assinale a única alternativa correta quanto à acentuação gráfica das palavras retiradas do texto:
Alternativas
Q2040339 Português
Em relação à acentuação, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2040159 Português
Em relação à acentuação gráfica, assinalar a alternativa em que a palavra NÃO poderia estar acentuada:
Alternativas
Q2038181 Português

Tendo como referência as regras de acentuação vigentes, assinale a alternativa que apresente período com palavra acentuada pela mesma regra da palavra em destaque no período: Nunca contou a Jango, para evitar sua fúria:  
Alternativas
Q2034642 Português
Texto III
O ACESSO AO ENSINO PÚBLICO E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO POLÍTICA

     A educação se constitui como direito fundamental e essencial ao ser humano e diversos são os documentos que corroboram com tal afirmação. A Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional, afirma que “é direito de todo ser humano o acesso à educação básica”, assim como a Declaração Universal dos Direitos Humanos que estabelece que “toda pessoa tem direito à educação”.
     Apesar de estarmos em pleno século XXI, deparando-nos com inúmeras inovações tecnológicas, em que diversos ramos são modernizados, seja economicamente ou culturalmente, ainda convivemos com um grande problema que impede o pleno desenvolvimento do nosso país: a falta de investimento na área educacional, gerando a má qualidade desse serviço tão essencial para a plena cidadania.
   De acordo com pesquisas realizadas pela Unesco, constatou-se que milhões de pessoas ainda não têm acesso à educação, dentre as quais “ (..) mais de 100 milhões de crianças, entre elas 60 milhões são meninas, não têm acesso ao ensino primário e (..) o analfabetismo funcional é um problema significativo em todos os países industrializados ou em desenvolvimento”. (UNESCO, 1998). É importante sabermos que uma nação que investe na educação contribui ativamente para o crescimento econômico e o desenvolvimento social e cultural da sociedade e do país.
     Ainda tomando por base pesquisas da Unesco, verifica-se que a educação é um fator diferencial, uma vez que através dela os indivíduos têm maiores chances de conseguir trabalhos qualificados, além de participação ativa na vida democrática podendo, desta forma, ter pleno conhecimento dos seus direitos e deveres e usufruir dos mesmos.
   Infelizmente vivemos numa profunda crise no âmbito educacional, em que ainda grande parte da população não tem acesso ao ensino público de qualidade e os que o têm não adquirem conhecimentos considerados essenciais, por este apresentar insuficiências com relação a investimentos, má remuneração aos docentes que nele atuam e inexistência de comprometimento dos governantes com relação a esta causa.

Por Flávia Sales
Colunista Brasil Escola
Disponível em https://educador.brasilescola.uol.com.br/politica-educacional/oacesso-ao-ensino-publico-importancia-educacao.htm. Acesso em 18/05/2019
“...inexistência de comprometimento dos governantes com relação a esta causa”. A palavra “inexistência” recebe acento porque
Alternativas
Q2034471 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE:
Alternativas
Q2034190 Português
Macacos da América do Sul tiveram origem na África, dizem cientistas


           Depois de analisar três fósseis de dentes de macacos extintos, encontrados na Amazônia peruana, cientistas encontraram fortes indícios de que os macacos sul-americanos vieram da África.
     Os novos fósseis demonstram que os macacos chegaram pela primeira vez no continente sul-americano há pelo menos 36 milhões de anos.
        De acordo com os autores, as características dos dentes fósseis mostram que o macaco - batizado pelos pesquisadores de Perupithecus ucayaliensis - tinha muito pouca semelhança com qualquer primata extinto ou vivo na América do Sul, mas era surpreendentemente parecido com macacos africanos que viveram na África.
      A história evolutiva dos macacos no continente é considerada um mistério para a ciência. Como resultado dos movimentos de placas tectônicas, a América do Sul ficou isolada da África há cerca de 65 milhões de anos. Ainda assim, muitos cientistas suspeitavam que os macacos da América do Sul teriam vindo da África, depois de uma longa jornada pelo Oceano Atlântico.

(CASTRO, F. Macacos da América do Sul tiveram origem na África, dizem cientistas O Estado de S. Paulo. Disponível em: https://ciencia .estada o.com.br/noticias/geral,macacos-da-america-do-sul-tiveram-origem-na-africa-dizem-cientistas,1629578. Acesso em: 01 ago. 2019
Assinale a alternativa correta de acordo com as normas de acentuação vigentes.
Alternativas
Q2030963 Português
FISCALIZAÇÃO DE BARRAGENS: ÓRGÃO FEDERAL DE CONTROLE É O 2º MAIS EXPOSTO A FRAUDES E CORRUPÇÃO, DIZ TCU

 Segundo o TCU, a Agência Nacional de Mineração, responsável por garantir a segurança das barragens do Brasil, não tem mecanismos de controle para evitar conflitos de interesse, nepotismo, fraudes e corrupção.

Nathalia Passarinho, da BBC News Brasil em Londres. 13 fevereiro 2019

     A Agência Nacional de Mineração (ANM), instituição responsável por fiscalizar mineradoras e garantir a segurança de barragens, como a que rompeu em Brumadinho (MG), é o segundo órgão federal mais exposto à fraude e à corrupção no país. A conclusão é de uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), concluída no final do ano passado. Para a pesquisa, auditores do TCU analisaram a existência de mecanismos internos de prevenção e combate a irregularidades em quase 300 órgãos federais.
     Foram verificados, por exemplo, os modelos de nomeação para diretorias, transparência de dados, existência ou não de mecanismos para evitar conflitos de interesses e capacidade de fazer auditorias internas. O resultado foi uma espécie de ranking dos órgãos mais propensos a serem cooptados por interesses, levando em conta, também, os poderes econômicos e de regulação de cada um deles. A Agência Nacional de Mineração (ANM), pelo seu alto poder de regulação e os poucos mecanismos de combate a irregularidades que possui, só aparece atrás da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em risco de se envolver em fraudes e corrupção.
      [...]
     Cabe à ANM, subordinada ao Ministério de Minas e Energia, planejar e fiscalizar todas as atividades de exploração mineral. Para isso, deve fazer auditorias próprias em barragens e analisar laudos de estabilidade apresentados pelas mineradoras, como o que atestou a segurança da barragem da Vale em Brumadinho (MG) no final do ano passado. Mas por falta de pessoal, a ANM acaba dependendo fortemente de inspeções encomendadas e pagas pelas próprias mineradoras.
      A estrutura de armazenamento de rejeitos que se rompeu matando ao menos 165 pessoas e deixando 155 desaparecidas estava classificada nos registros da ANM como "de baixo risco de rompimento" e "alto potencial de danos".
     "Quando você tem um órgão com estrutura tão precária e vulnerável à corrupção, uma consequência é que as atividades finalísticas (no caso, a fiscalização de barragens) ficam prejudicadas em quantidade, qualidade e confiabilidade", disse à BBC News Brasil o secretário de Infraestrutura Hídrica e Mineração do TCU, Uriel de Almeida Papa.
         [...]
    Em 2016, após o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG), uma fiscalização do tribunal verificou "graves falhas" nos procedimentos de fiscalização da agência, além de falta de funcionários especializados, de treinamento e de orçamento para viabilizar vistorias.
       Desde então, segundo Papa, a agência melhorou mecanismos de coleta e digitalização de informações sobre barragens.
      No entanto, possui atualmente menos funcionários que há três anos - não há concurso desde 2009 - e continua a depender de laudos de estabilidade feitos por empresas contratadas pelas próprias mineradoras interessadas em ter barragens e minas em atividade.
      Mas, além da estrutura precária, o que faz da ANM um órgão propenso a se envolver em fraudes e corrupção?

Critérios do estudo

     O TCU avaliou o funcionamento de 287 instituições ligadas de alguma forma ao Poder Executivo Federal, como Banco do Brasil, Petrobras, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 
    Para determinar o risco de exposição a irregularidades, os auditores consideraram um modelo acadêmico chamado Triângulo da Fraude de Donald Cressey, usado em estudos do Banco Mundial e da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
    Esse modelo estabelece que algumas condições estão sempre presentes em casos de fraude e corrupção - como oportunidade e motivação. Uma instituição com sistema deficiente de prevenção, identificação e punição de irregularidades seria mais vulnerável à corrupção.
      [...] 
    Para calcular essa predisposição dos órgãos federais, o TCU analisou cinco fatores: designação de dirigentes; gestão de riscos e controles internos; gestão da ética e existência de programa de integridade; procedimentos de auditoria interna; e práticas de transparência e accountability [prestação de contas].
      "Quanto menor o grau de robustez dos controles, maior será a fragilidade da instituição no enfrentamento da fraude e da corrupção", diz o estudo do TCU.
     Além disso, os auditores consideraram poder econômico, calculado por orçamento, e poder de regulação, para posicionar cada órgão.
      A ideia é que quanto maior o poder econômico e a prerrogativa de regular de uma instituição, maior a sua exposição a fraudes e corrupção, devido aos interesses econômicos nos setores regulados. Esses órgãos precisariam adotar mecanismos mais robustos de controle, já que são particularmente visados por empresas interessadas em manter e incrementar suas atividades.
     A ANM não possui um orçamento robusto, mas tem poder sobre a atividade de mineradoras em todo o país, podendo, por exemplo, interromper a extração de minérios em determinadas regiões ou as operações em barragens, em caso de riscos ou irregularidades.
     E o setor de mineração tem peso econômico e político relevante no Brasil, que é o segundo maior exportador de minério do mundo, atrás apenas da Austrália.
      "É um setor que corresponde a 17% do nosso PIB e que faturou US$ 32 bilhões em 2017. Cerca de 30% da nossa balança comercial advém da exportação de minérios. E conta com um órgão fiscalizador com estrutura muito precária", ressalta Uriel Papa, secretário de Infraestrutura Hídrica e Mineração do TCU.

Ausência de controle interno contra corrupção


    Um dos pontos considerados essenciais pelo TCU para evitar corrupção sistêmica num determinado órgão é a existência de controles internos contra irregularidades.
      [...]
    Os auditores verificaram, no entanto, que a ANM não possui estrutura adequada para detectar desvios cometidos por servidores e colaboradores. "Os critérios de avaliação de riscos institucionais e de fraude e corrupção não estão definidos, e não há controles proativos de detecção de transações incomuns", diz o relatório.
    A ANM também falha, de acordo com o TCU, nos procedimentos destinados a punir eventuais irregularidades.
     Não há atribuições bem definidas para a atuação dos auditores internos da agência. E eles não têm autoridade, segundo o TCU, para recomendar mudanças de procedimentos.
      "Na ANM, o Regulamento da Auditoria Interna não contém vedação para que os auditores internos participem em atividades que possam caracterizar cogestão, nem atribui à Auditoria Interna a competência para avaliar a eficácia e contribuir para a melhoria dos processos de controle relacionados ao risco de fraude e corrupção", diz o relatório do TCU.
     [...]

Falta de Código de Ética

    Outro fator que chamou a atenção dos auditores do TCU é a ausência, na ANM, de um código de ética e conduta próprio.
     A agência reguladora adota o Código de Ética do Servidor Público, um decreto de 1994 que prevê normas genéricas de comportamento pertinentes a todos os funcionários da administração pública. 
     Seria importante, conforme o TCU, haver normas específicas que abordem a forma como os servidores devem se portar no relacionamento com as mineradoras. 
     "Não há ações específicas de promoção da ética na instituição, seja pela divulgação, ou mesmo por iniciativas de conscientização sobre o Código de Ética, nem assinatura de termo de compromisso com regras éticas quando da posse no cargo", diz ainda a auditoria.

O que esses resultados revelam?


     A coordenadora da pesquisa, Renata Normando, auditora federal de controle externo do TCU, destacou que o fato de ANM ter tido resultados ruins na auditoria não significa necessariamente que esteja envolvida em irregularidades. 
    "O estudo mostra que a ANM não tem controles dentro da própria instituição capazes de prevenir e detectar casos de fraude e corrupção. Não significa que tem corrupção, mas sim que ela se expõe mais ao risco", afirmou.
     Segundo ela, o objetivo da pesquisa do TCU é estimular que os órgãos analisados adotem melhorias nos controles internos contra irregularidades. [...]
    Mas, para Uriel Papa, a ausência de mecanismos de combate à corrupção, aliada à estrutura precária da ANM, colocam em xeque a credibilidade do órgão.
     "Quando consideramos todas essas questões, como confiar no resultado do trabalho de fiscalização feito pela agência?", questiona.

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47211131. Acesso em: 15/02/2019. (Adaptado).

Leia as palavras retiradas do Texto 1.


existência – espécie – agência – transparência


A regra que explica CORRETAMENTE a acentuação dessas palavras é:

Alternativas
Q2029654 Português
A palavra “consciência” é acentuada pela mesma regra de acentuação das seguintes palavras, EXCETO:
Alternativas
Q2029650 Português

A questão diz respeito à charge. Leia-a atentamente antes de respondê-las.


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De acordo com a classificação da palavra quanto à posição da sílaba tônica, é CORRETO afirmar que a palavra “adolescente” é uma:
Alternativas
Q2029621 Português
TEXTO I

Unha-de-Fome

     Depois duma vida de misérias e privações Unha-deFome conseguiu amontoar um tesouro, que enterrou longe de casa, num lugar ermo, colocando uma grande pedra em cima. Mas tal era o seu amor pelo dinheiro, que volta e meia rondava a pedra, e namorava como o jacaré namora os seus próprios ovos ocultos na areia. Isto atraiu a atenção dum vizinho, que o espionou e, por fim, roubou-lhe o tesouro.
     Quando Unha-de-Fome deu pelo saque, rolou por terra desesperado, arrepelando os cabelos.
     – Meu tesouro! Minha alma! Roubaram minha alma! Um viajante que passava foi atraído pelos berros.
     – Que é isso, homem?
     – Meu tesouro! Roubaram meu tesouro!
     – Mas morando lá longe você o guardava aqui, então? Que tolice! Se o conservasse em casa não seria mais cômodo para gastar dele quando fosse preciso?
     – Gastar do meu tesouro!? Então você supõe que eu teria a coragem de gastar uma moedinha só, das menores que fosse?
     – Pois se era assim, o tesouro não tinha para você a menor utilidade, e tanto faz que esteja com quem o roubou como enterrado aqui. Vamos! Ponha no buraco vazio uma pedra, que dá no mesmo. Que utilidade tem o dinheiro para quem só o guarda e não gasta?

Disponível em https://www.refletirpararefletir.com.br/fabulas-com-moral. Acesso
em 19/04/2019. 
“Mas morando lá longe você o guardava aqui, então?”. As palavras grifadas na frase podem ser classificadas, quanto à posição da sílaba tônica, respectivamente em: 
Alternativas
Q2029619 Português
TEXTO I

Unha-de-Fome

     Depois duma vida de misérias e privações Unha-deFome conseguiu amontoar um tesouro, que enterrou longe de casa, num lugar ermo, colocando uma grande pedra em cima. Mas tal era o seu amor pelo dinheiro, que volta e meia rondava a pedra, e namorava como o jacaré namora os seus próprios ovos ocultos na areia. Isto atraiu a atenção dum vizinho, que o espionou e, por fim, roubou-lhe o tesouro.
     Quando Unha-de-Fome deu pelo saque, rolou por terra desesperado, arrepelando os cabelos.
     – Meu tesouro! Minha alma! Roubaram minha alma! Um viajante que passava foi atraído pelos berros.
     – Que é isso, homem?
     – Meu tesouro! Roubaram meu tesouro!
     – Mas morando lá longe você o guardava aqui, então? Que tolice! Se o conservasse em casa não seria mais cômodo para gastar dele quando fosse preciso?
     – Gastar do meu tesouro!? Então você supõe que eu teria a coragem de gastar uma moedinha só, das menores que fosse?
     – Pois se era assim, o tesouro não tinha para você a menor utilidade, e tanto faz que esteja com quem o roubou como enterrado aqui. Vamos! Ponha no buraco vazio uma pedra, que dá no mesmo. Que utilidade tem o dinheiro para quem só o guarda e não gasta?

Disponível em https://www.refletirpararefletir.com.br/fabulas-com-moral. Acesso
em 19/04/2019. 
“...e namorava como o jacaré namora os seus próprios ovos ocultos na areia”. Assinale a alternativa que apresenta uma palavra acentuada pela mesma regra que justifica o acento de “próprios”: 
Alternativas
Q2028869 Português
Observe as regras de acentuação e assinale a alternativa correta, conforme o Novo Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q2013665 Português
 A raposa e as uvas
      “Morta de fome, uma raposa foi até um vinhedo sabendo que ia encontrar muita uva. A safra tinha sido excelente. Ao ver a parreira carregada de cachos enormes, a raposa lambeu os beiços. Só que sua alegria durou pouco: por mais que tentasse, não conseguia alcançar as uvas. Por fm, cansada de tantos esforços inúteis, resolveu ir embora, dizendo:

     – Por mim, quem quiser essas uvas pode levar. Estão verdes, estão azedas, não me servem. Se alguém me desse essas uvas eu não comeria”.
Quanto a palavra em detaque no texto, assinale a alternativa que apresenta a regra correta para sua acentuação.
Alternativas
Q2013138 Português

Entre os achados da pesquisa, apontou que as taxas de aborto caem em países desenvolvidos e se mantêm estáveis nos países em desenvolvimento; que[1] a América Latina é a região com mais alta taxa anual de aborto (44 a cada 1.000 mulheres em idade reprodutiva) e com a mais alta taxa de gravidez indesejada (96 a cada 100 mulheres). Mostrou também que a taxa de aborto é similar entre os países que legalizaram e os que continuam proibindo a prática. Em suas palavras: "Restrições jurídicas não eliminam o aborto. Em vez disso, aumentam as chances de abortos inseguros, pois[2] mulheres são compelidas a buscar a via clandestina".


São vocábulos acentuados pela mesma razão:
Alternativas
Q2011905 Português

A propaganda servirá de base para a questão:



Marque a opção em que a palavra é acentuada pela mesma regra gramatical da palavra “único”: 
Alternativas
Q2011786 Português
A acentuação gráfica perfeita é fundamental para quem escreve e importante para quem lê. Assinale a alternativa onde não há erro de acentuação.
Alternativas
Q2010854 Português
Qual das seguintes palavras situadas no texto NÃO é acentuada em função da mesma regra?
Alternativas
Q2010209 Português

Instrução:   A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 



 Assinale a alternativa em que há um vocábulo cuja regra de acentuação gráfica destoa da que determina a grafia dos demais.
Alternativas
Respostas
3761: C
3762: C
3763: B
3764: A
3765: E
3766: A
3767: A
3768: C
3769: D
3770: D
3771: B
3772: B
3773: C
3774: C
3775: A
3776: B
3777: A
3778: C
3779: E
3780: C