Questões de Concurso Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q4394029 Português
Existem múmias gordas?


Não. Cintia Gama – que é especialista tanto em história do Egito quanto em história da gastronomia – explica que “no processo de mumificação, há uma secagem dos tecidos corpóreos. Eles encolhem, dando a impressão de que todas as múmias são magérrimas”. Em resumo, uma múmia é uma uva passa de gente. A desidratação é ______________ para preservá-la.

Os únicos registros ________ que restaram das panças egípcias são estátuas – como a de Sheikh el Beled, no Museu do Cairo, que na verdade representa Kaaper, um escriba e sacerdote rechonchudo da quarta dinastia. A escultura é importante, porque, na pintura bidimensional da época, as barrigas, bem como muitos outros traços, não eram desenhadas fielmente. Não porque os egípcios fossem muito ligados em padrões de beleza, mas porque o estilo de pintura deles não almejava o fotorrealismo das pinturas renascentistas que nós estamos acostumados a entender como sinônimo de arte.

https://super.abril.com.br... - adaptado.
Considerando-se as regras ortográficas, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q4390315 Português

Como um tsunami de 1964 pode ter ajudado a espalhar um fungo mortal



Há 20 anos, um tipo raro de infecção fazia suas primeiras vítimas na costa oeste dos Estados Unidos. A origem do parasita causador da doença, que fazia surgir nos pacientes sintomas semelhantes aos da pneumonia, era um mistério. Não se sabia ao certo como o Cryptococcus gattii passou a contaminar humanos. 


A história da chegada do fungo ____ região passou décadas sem um porquê. No entanto, isso mudou recentemente, graças a um estudo assinado por dois pesquisadores americanos. De acordo com a pesquisa da dupla, o tal fungo pode ter se espalhado pelo noroeste dos EUA graças a uma combinação improvável – que envolve a abertura do canal do Panamá e a ação de um tsunami que atingiu o país 35 anos antes do primeiro caso da doença.


Com a abertura do canal do Panamá, que em 1914 permitiu a passagem de navios e conectou as Américas, acredita-se que o fungo tenha começado a viajar por águas da região, provavelmente no casco de navios. A tese de que o fungo teria desembarcado dessa forma no norte do continente bate com a análise genética de amostras locais.


Por causa da ação das águas de um tsunami que varreu a costa americana em 1964, o fungo acabou colonizando florestas da região oeste. No novo habitat, o C. gattii evoluiu e se tornou letal. De acordo com os pesquisadores, variedades do fungo _______ desenvolvido suas defesas como resposta à convivência com amebas que vivem no solo. E graças a essas novas defesas, a espécie aumentou sua capacidade de infectar pessoas e animais. Décadas depois, agora como uma variedade nociva a humanos, o fungo faria sua primeira vítima. 


“Defendemos que o C. gattii pode ter perdido grande parte de sua capacidade de infectar seres humanos quando vivia na água do mar, mas quando chegou a terra, amebas e outros organismos do solo mataram os fungos menos adaptados por três décadas ou mais, até que surgiram novas variantes de C. gattii, que eram mais patogênicas para animais e pessoas”, disse o coautor do estudo.


https://super.abril.com.br/ciencia/... - adaptado. 

Considerando-se a acentuação de algumas palavras do texto, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:



(1) Panamá.


(2) Patogênicas.


(3) Três.



(__) Proparoxítona.


(__) Oxítona.


(__) Monossílabo tônico.

Alternativas
Q4389867 Português

Texto I



Situação das crianças

e dos adolescentes no Brasil


    O Brasil possui uma população de 206,1 milhões de pessoas, dos quais 57,6 milhões têm menos de 18 anos de idade (Estimativa IBGE para 2016). Mais da metade de todas as crianças e adolescentes brasileiros são afrodescendentes e um terço dos cerca de 820 mil indígenas do país é criança. São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para desenvolver com plenitude todo o seu potencial.


    Nosso país é ainda um dos mais desiguais do mundo. Por exemplo, entre 1996 e 2006, a desnutrição crônica (medida pela baixa estatura da criança para a idade) caiu 50% no Brasil, passando de 13,4% para 6,7% das crianças menores de 5 anos. Esses bons resultados, no entanto, não alcançam toda a população. Cerca de 30% das crianças indígenas são afetadas por desnutrição crônica no país.


    Entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade infantil caiu de 47,1 para 13,3 mortes para cada 1.000 nascidos vivos, de acordo com o Ministério da Saúde. Os avanços fizeram com que o país superasse a meta de redução da mortalidade infantil prevista nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) antes mesmo do prazo estabelecido. Contudo, desde 2015, em meio à crise econômica, o país entrou em um estado de alerta. Em 2016, pela primeira vez em 26 anos, as taxas de mortalidade infantil e na infância cresceram. De 2015 a 2016, por exemplo, a taxa de mortalidade infantil cresceu 5,3% (MS/SVS/CGIAE-SIM/Sinasc e Busca Ativa). E, desde 2015, as coberturas vacinais que vinham se mantendo em patamares de excelência - entraram em uma tendência de queda. De 2015 a 2017, a cobertura vacinal da poliomielite caiu de 95% para 78,5%, e a da tríplice viral, de 96% para 85% (PNI).


    De 1990 a 2015, o percentual de crianças com idade escolar obrigatória fora da escola caiu de 19,6% para 6,5% (Pnad). No entanto, mesmo com tantos avanços, em 2015, 2,8 milhões de meninos e meninas ainda estavam fora da escola (Pnad, 2015). E essa exclusão escolar tem rosto e endereço: quem está fora da escola são os pobres, negros, indígenas e quilombolas. Uma parcela tem algum tipo de deficiência. E grande parte vive nas periferias dos grandes centros urbanos, no Semiárido, na Amazônia e na zona rural. Muitos deixam a escola para trabalhar e contribuir com a renda familiar.


    A face mais trágica das violações de direitos que afetam meninos e meninas no Brasil são os homicídios de adolescentes a cada dia, 31 crianças e adolescentes são assassinados no país [estimativa do UNICEF baseada em dados do Datasus (2016)] - quase todos meninos, negros, moradores de favelas.


    O Brasil é o país com o maior número absoluto de adolescentes assassinados no mundo. Em 2015, foram 11.403 meninos e meninas de 10 a 19 anos vítimas de homicídios. Desses, 10.480 eram meninos - número maior do que o total de mortes violentas de meninos em países afetados por conflitos, como Síria e Iraque.


    Mesmo tendo uma das legislações mais avançadas do mundo no que diz respeito à proteção da infância e da adolescência e, embora o país tenha feito grandes progressos em relação à sua população mais jovem, esses avanços não atingiram todas as crianças e todos os adolescentes brasileiros da mesma forma. Logo, é necessário adotar políticas públicas capazes de combater e superar as desigualdades geográficas, sociais e étnicas do país e celebrar a riqueza de sua diversidade.


(Texto disponível em https://www.unicef.org/brazil/
situacao-das-criancas-e-dos-adolescentes-no-brasil#.

Acesso em 25 de junho de 2019. Adaptado.)

As palavras políticas, públicas e trágica são acentuadas por serem proparoxítonas.
São acentuadas pela mesma regra a sequência de palavras da seguinte opção:
Alternativas
Q4373306 Português
Thor, cão farejador que atuou nas buscas em Brumadinho,
morre aos 5 anos


      Decisivo na localização de vítimas na tragédia de Brumadinho (MG), o border collie Thor, de 5 anos, morreu devido a uma infecção generalizada relacionada a um quadro de pancreatite. De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, ele estava recebendo tratamento veterinário desde o início dos sintomas, mas não resistiu. A morte aconteceu no último sábado, mas só agora foi tornada pública pela corporação.

    “O Thor nunca foi considerado como apenas um cão e, sim, como um Bombeiro Militar que verdadeiramente era”, afirmou a corporação, em nota. Além de Brumadinho, ele também atuou no resgate de vítimas do rompimento de uma barragem da Samarco, em Mariana (MG), em 2015; no desaparecimento do esportista francês no pico do Marins; e no desabamento de edificações no bairro Mantiqueira, em Belo Horizonte.

      Após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, as equipes de resgate trabalharam ao lado de cães farejadores para encontrar as vítimas nos rejeitos de mineração. De acordo com os Bombeiros de Minas, “graças à atuação dele, inúmeras famílias puderam ter seus entes queridos localizados e velados”. “Thor era considerado uma referência nacional na localização de pessoas desaparecidas”, acrescenta a nota.

Fonte: Revista Veja Disponível no endereço eletrônico: https://veja.abril.com.br/brasil/thor-cao-farejador-que-atuou-nas-buscas-embrumadinho-morre-aos-5-anos/ Acesso em 20 de novembro de 2019.  
Assinale a alternativa que apresente palavra que NÃO seja acentuada pela mesma regra da palavra vítimas:
Alternativas
Q4372964 Português
Sessão de "patógrafos" atrai atenção na Feira do Livro de Porto Alegre


    No colo da dona, e sem se importar com a quantidade de humanos ao redor, o shih tzu Pantufa, quatro anos, estendia a patinha direita dianteira sobre a almofada embebida em tinta preta para logo depois tê-la colocada sobre mais um livro. Além de quem aguardava ansioso pela obra, curiosos se aproximaram para observar a curiosa sessão na tarde deste sábado (9), na 65ª Feira do Livro de Porto Alegre. No lugar de autógrafos, foram distribuídos os "patógrafos" de 10 dos 67 personagens que tiveram suas histórias contadas na obra Bendito Livro, escrita pela bancária Márcia Messa. Idealizadora do projeto Bendito Bicho, que utiliza a fotografia de animais para incentivar a adoção responsável, Márcia, uma apaixonada por cães e fotografia, reúne desde 2016 histórias de cães adotados em Porto Alegre e na Região Metropolitana. Entre as ações realizadas pela Bendito Bicho estão mostras fotográficas, eventos beneficentes e o calendário temático. Todo o valor arrecadado com eventos ou produtos vendidos é direcionado à causa animal, auxiliando 10 protetoras independentes.
    Aos 45 anos, Márcia, que fotografa nas horas vagas, tinha o desejo de ir além do calendário anual feito com os bichinhos adotados. Foi quando teve a ideia de, por meio de financiamento coletivo, produzir um livro com as histórias e as fotografias já catalogadas. Com a ajuda de simpatizantes da causa, Márcia arrecadou R$ 15,1 mil e produziu 500 exemplares. Desses, 400 já foram encaminhados às protetoras para venda. Os outros cem ficarão com as estrelas do livro – 10 personagens, entre eles, Pantufa, fazem parte da coletânea.
     — Precisamos sensibilizar as pessoas sobre a castração, o abandono e os maus tratos aos animais e incentivar a adoção — afirma a autora.
     Pantufa, por exemplo, foi encontrado quando sofria maus-tratos do dono que tentava se desvencilhar dele por R$ 100. Depois do resgate, o cachorro ganhou uma nova dona, tornou-se modelo do calendário do projeto e, agora, capa do livro. Também vítima de desnutrição e maus-tratos pelo corpo, a spaniel tibetana Bella, de seis anos, ganhou nova vida ao ser adotada pela analista de planejamento e produtos Gabriela Manfron. A história da cachorrinha também foi contada no livro. Na tarde de sábado, a página com a foto sorridente de Bella era mostrada a todos pelos donos dela.

Fonte: Jornal Zero Hora. Disponível no endereço eletrônico https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/livros/noticia/2019/11/sessao-depatografos-atrai-atencao-na-feira-do-livro-de-porto-alegreck2s59uhj002t01tdyk2u70c3.html Acesso em 20 de novembro de 2019.
O neologismo “patógrafos” é acentuado pela mesma regra da palavra:
Alternativas
Q4369553 Português
Assinale a alternativa quem contém um grupo de palavras que estão escritas ortograficamente CORRETAS:     
Alternativas
Q4369143 Português

Tempo de chuva é março


      Chove. Coisa abençoada é chuva de verão, pois generosamente nos refresca, a nós que ingratos a chamamos de “mau tempo”.


    Acordei de madrugada com o grande espetáculo operístico de trovões e relâmpagos, fui verificar janelas, verifique ralos de terraço, evite inundações. Dever cumprido, voltei para a cama. Mas lamento que o ar condicionado me impeça de ouvir o gotejar lá fora, delícia maior é proteger-se debaixo dos lençóis enquanto a natureza esbraveja.


      E porque eu tentei inutilmente ouvir a voz da chuva sem que a volta ao sono me fosse consentida, revi mentalmente uma imagem de publicidade da TV, gota d'água caindo em câmara lenta noutra água, e me colocai no lugar dos pingos que despencam em rota especial de especificações.


     O impacto mais contundente é certamente aquele contra qualquer superfície de metal. Sinos costumam estar protegidos em campanários ou debaixo de telhados, mas gosto de imaginar que emitiriam sua voz se tocados por uma ou muitas gotas. Os telhados de zinco e os aparelhos de ar condicionado fazem o que podem, mas não foram concebidos para o som, não são dotados. [...]


      É em silêncio, ou quase, que uma gota de chuva encontra outra água. Olho o mar e penso no quase aniquilamento, na renúncia de si, que a chuva faz chegar que água salgada e revolta. Não há reconhecimento, embora a origem ali esteja. A evaporação transforma, e o calor que a gerou, purifica. A água do mar tornou-se doce no trânsito até a nuvem e doce despenca. Mas só até o impacto que obrigará a incorporar o antigo sal, a antiga identidade e novamente faz-se mar, onda, espuma, abrigo de sereia.


     Distinto é o encontro da chuva com água do lago. A boa filha à casa torna, recebida pelos grandes braços do lago sempre abertos. Bem-vinda seja. Morei, na infância, em cidade lacustre à qual voltei mais tarde, mas dias de chuva traziam consigo uma melancolia especial, neblina pairando sobre uma superfície que se faz fosca. Talvez fosse o doce choro do reencontro.


      Mal posso pensar no impacto de uma gota de chuva com água do rio. Ela vinha descendo na vertical desde uma nuvem distante e, com só bater na correnteza, é obrigada a mudar o prumo e correr, correr, correr na horizontal, por vezes batendo-se entre pedras. Melhor cair em cachoeira e conservar por mais um tanto a verticalidade.


     Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergiam atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certos de que ficariam mais felizes. Não era tempo de poluição, mas o trânsito celeste e a filtragem das nuvens deixavam garantir uma pureza maior, alada e mágica, que se transmitiria aos nossos cabelos. Hoje a chuva é ácida, contaminada, e mais prudente é enfrentá-la de guarda-chuva em punho. Ainda assim, continua sendo a benção da terra.


      Só a cidade não gosta de chuva. Mas a culpa não é da chuva. É da cidade, que se expande frenética e se impermeabiliza no asfalto impedindo a água de penetrar no chão. A cidade é fábrica de enchentes,a serem postadas na conta do “mau tempo”.


     O campo, ao contrário, ama a chuva e o desejo, encontro casado em choque que não se vê, cada gota absorvida continuando seu percurso terra adentro para dar de beber as raízes e seres. A chuva, no campo ou no bosque, amamenta a vida.


(Marina Colasanti)

O par de vocábulos do texto acentuado pela mesma razão é:
Alternativas
Q4368216 Português
O futuro na geladeira


(Caderno Cotidiano, Folha de S.Paulo 24 de novembro de 2008 – MOACYR SCLIAR escreve, às segundas-feiras, um texto de ficção baseado em notícias publicadas na Folha.)


     Amélia, 80 anos, interrompeu seu sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante do seu sonho. Desde 2004, presta à Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinhofoi usado para pagar a prestação de uma nova.

     Não foi uma decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.

    Mas a geladeira... A verdade é que ela precisa de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisa ser feito com urgência: todos os dias estavam jogando fora comida que estragava por causa do eletrodoméstico inconfiável.

    Era o curso ou uma geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo cálculos e ponderações adequadas. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: “Deixe de bobagens, querida”.

     Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozesinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia senti um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d'água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.

     Que ele foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele encontrou: "Sempre é bom cursos instalados a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas".

     Foi então que encontrou uma garrafa de champanhe.O champanhe que tinha comprado para comemorar com os arredores à sua entrada na universidade.agora?
Assinale a opção que apresenta uma palavra do texto que é acentuada graficamente por um motivo diferente dos demais.
Alternativas
Q4366608 Português
Conforme o novo acordo ortográfico, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4357799 Português
Em relação à reforma da Língua Portuguesa, todas as afirmativas abaixo procedem, EXCETO:
Alternativas
Q4357770 Português
O QUE É E COMO SE CALCULA O ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO?
O índice pluviométrico refere-se à quantidade de chuva por metro quadrado em determinado local, representado em milímetros. Para chegar a esse índice, as centenas de estações meteorológicas espalhadas pelo país utilizam um aparelho conhecido como pluviômetro. Há vários modelos diferentes, mas o instrumento constitui-se, basicamente, de funil de captação e básculas que enviam sinais elétricos para uma estação meteorológica. Com base em todos os aparelhos instalados na cidade, é possível chegar à média de precipitação observada na área total.
SOUZA, Ester Maria. Nova Escola. Abril, ano 24, nº 223, p. 26. 08.
As palavras sublinhadas, no texto, são acentuadas:
Alternativas
Q4355525 Português
Genes da Amazônia Como o estudo genético das espécies ajudará os animais e os homens
Poucas espécies de animais despertam tanto interesse nos cientistas como as que vivem nas áreas alagadas da Floresta Amazônica. Elas possuem adaptações genéticas poderosas que as fazem resistir a condições extremas – habitam, exemplo, pântanos que contêm ácido sulfúrico, gás metano e pouquíssimo oxigênio. Para desvendar o segredo dessa adaptação, cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia irão sequenciar o DNA dos animais das áreas inundadas (1,3 milhão de quilômetros). A verba para esse estudo, que levará três anos, é de R$ 7 milhões. Isto É. São Paulo: Três Editorial, ano 32, n. 2049, p. 100, 18 fev. 2009. Acessado em: 29/11/2019 *Adaptado: Reforma ortográfica. 
Considerando as regras de acentuação gráfica, podemos afirmar que:  
Alternativas
Q4327531 Português
INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto.

Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Das palavras presentes no Texto, é correto afirmar que a palavra “câncer” (linha 3) é acentuada pelo mesmo motivo da seguinte palavra: 
Alternativas
Q2698135 Português

O par de vocábulos do texto acentuado pela mesma razão é:

Alternativas
Q2696570 Português

(https://www.google.com/search?q=tirinhas&safe=active&sour ce=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjmmbre9o)

Sobre a acentuação das palavras na tirinha acima, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2696407 Português

Com o tema “Compadrio – São João Dormiu” a Lumiar, do Pina, Zona Sul do Recife, foi a vencedora da 35º edição do Concurso de Quadrilhas Juninas Adultas. O resultado, divulgado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade, consagrou o grupo que na edição de 2018 também foi campeão. Os integrantes receberão o prêmio de R$ 13 mil + R$ 3 mil pela classificação nas eliminatórias – valor que será concedido a todas as 12 finalistas.

O júri, responsável pelas notas, foi composto por 18 jurados, sendo três para cada critério avaliado: casamento, marcador, coreografia, figurino, trilha sonora e desenvolvimento do tema.


(https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/sao-joao-2019/2019/07/01/ NWS,109294,70,1457,NOTICIAS,2190-LUMIAR-BICAMPEA-CONCURSOQUADRILHAS-JUNINAS-RECIFE.aspx

Quais palavras, retiradas do texto, são acentuadas pela mesma regra?

Alternativas
Q2692895 Português

Assinale a alternativa em que as duas palavras estão corretamente acentuadas segundo a norma-padrão.

Alternativas
Q2692221 Português

São palavras que devem ser acentuadas, EXCETO:

Alternativas
Q2685111 Português

TEXTO II

POR QUE OS OLHOS ARDEM QUANDO CORTAMOS CEBOLAS?


A cebola contém uma substância que se chama dissulfeto de alila. Quando você corta a cebola, o danado se espalha no ar, porque é volátil como um passarinho e irrita os olhos quase igual a uma bomba de gás lacrimogêneo.[...].


(Gianni Rodari. O livro dos porquês. São Paulo: Ática, 1991. p.52)

Marque a alternativa cujas palavras são acentuadas pela mesma regra ortográfica:

Alternativas
Respostas
3721: B
3722: A
3723: A
3724: A
3725: C
3726: A
3727: C
3728: A
3729: D
3730: D
3731: B
3732: D
3733: A
3734: C
3735: A
3736: C
3737: C
3738: C
3739: A
3740: B