Questões de Concurso
Sobre acentuação gráfica: acento diferencial em português
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Aprendizado e benefícios a longo prazo

In https://escoladainteligencia.com.br/blog/o-poder-da-empatia-como-ela-impacta-a-vida-das-pessoas/. Acesso em: 20 mar. 2023.
I. Acentos difrenciais obrigatórios observam-se nos casos do verbo “pôr” para diferenciar da preposição “por”; do verbo “poder” no pretérito perfeito “pôde” para distinguir de “pode” (presente do indicativo). II. Pode-se acentuar, opcionalmente, “fôrma” (molde) para distinguir de “forma” (feito, moda). III. Foram abolidos os acentos gráficos nos vocábulos “pera” (fruta), “polo” (expremido de, jogo), “polo” (falcão novo), “coa”, “coas” (formas do verbo “coar”), que eram acentuados para diferenciá-los dos respectivos homógrafos átonos.
Quais estão corretas?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O procurador que foi Uber por 4 meses: 'Não tive sensação de ser meu próprio chefe'.
O procurador do Ministério Público do Trabalho Ilan
Fonseca tirou uma licença de quatro meses para ser
motorista de Uber nas ruas de Salvador
Fonseca diz que a Uber tem um "contrato em pedaços"
com os motoristas: além dos documentos iniciais, há
também mensagens por e-mail ou pelo aplicativo
enviados frequentemente aos motoristas, relata o
procurador.
"Esse 'contrato em pedaços' contempla normas
obrigatórias que surgem aos poucos para os motoristas",
diz.
Fonseca fala em "doses homeopáticas" de informações
relacionadas ao contrato e diz que isso "fragiliza, ainda
mais, o conhecimento dos empregados sobre as
informações necessárias acerca de suas condições de
trabalho".
Ele dá como exemplo as mensagens com atualizações
de condutas proibidas.
Depois da experiência, a conclusão do pesquisador é de
que existe uma subordinação do motorista em relação à
plataforma e que ela é "muito mais intensa do que a
gente imagina".
"Além de todas as obrigações que um motorista de
aplicativo deve seguir, os deveres dos trabalhadores da
plataforma vêm também expressos em mensagens
individualizadas diárias enviadas através do aplicativo,
explicitando-se que o descumprimento dessas regras
implica desativação e desligamento, diz.
Ele aponta, por exemplo, que os motoristas seguem
regras indicadas pela Uber inclusive sobre conversar ou
não com o passageiro (na categoria Comfort, o
passageiro pode escolher a opção "prefiro viajar em
silêncio").
O pesquisador diz que a possibilidade de aplicação de
punições pela plataforma evidencia a ausência de
autonomia dos motoristas, já que esse poder, segundo
ele, não seria esperado em um suposto cenário de
trabalho autônomo.
Nesse contexto, o procurador defende que a relação
entre plataforma e motorista deveria ser enquadrada nas
leis trabalhistas já existentes no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxwz24r3
p8yo.adaptado.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Cantada do Adeus
Por Fabrício Carpinejar

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/cantada-do-adeuscluh77x6v004501bg1s0xmao1.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Texto para a questão
Dor profunda de um término de amizade ainda é negligenciada


(Isabella Astrauskas. https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/03/dor-profunda-de-um-termino-deamizade-ainda-e-negligenciada.shtml. 30.mar.2024)
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
Filosofia de padaria e o tempo das coisas
[...] Você já fez um pão? Posso dizer que sou padeiro amador. A panificação me ensinou que pra comer croissant ou panettone, tenho que dedicar 24 horas para produzi-los, e pra comer minha massa de pizza, 48 horas. Mas, no mundo do encurtamento das distâncias, você pode comê-los daqui a 10 minutinhos, sem sujar as mãos.
Ou seja, ao panificar, aprendi que pães são feitos de tempo. E o valor das coisas é medido pela quantidade de tempo que dedicamos a elas. Com toda atenção e paciência de que precisam. É por isso que filhos são preciosos, carreiras longevas são inestimáveis e relações duradouras não têm preço. Porque exigem nossa dedicação constante e duradoura. Porque é preciso regar, nutrir, suster e cuidar [...].
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 16 fev. 2024. Adaptado.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Creches na Finlândia construíram um ‘piso de floresta’ que mudaram o sistema imunológico das crianças
( ) Dentre outras funções, emprega-se o hífen em palavras compostas cujos elementos conservam sua autonomia fonética e acentuação própria, mas perderam sua significação individual para constituir uma unidade semântica, um conceito único, como, por exemplo, guarda-chuva.
( ) Não se emprega o apóstrofo na palavra ‘pra’ – forma reduzida da preposição ‘para’.
( ) Emprega-se o til sobre as letras a, e, i, o, u para indicar a sua nasalização.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Em português utilizam-se, na expressão escrita, letras, sinais discríticos e sinais de pontuação. O sistema ortográfico que está vigente é o de 1989, elaborado em virtude de necessidades apresentadas pela comunicação dentro do espaço geográfico brasileiro.
II. O novo Acordo Ortográfico teve como principal objetivo a unificação ortográfica da Língua Portuguesa falada na comunidade lusófona.
III. Para os brasileiros, as alterações ortográficas introduzidas na língua pelo novo sistema são superficiais, visto que se restringem ao uso dos sinais diacríticos (acentos gráficos, trema, hífen, apóstrofo).
Quais estão corretas?
Conforme as regras de acentuação gráfica, o verbo destacado acima na terceira pessoa é:
No mínimo, as tecnologias deveriam ser desenvolvidas para atender às necessidades de todas as pessoas, sem distinção alguma. No entanto, o Grupo de Pesquisa em Acessibilidade Digital, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, concluiu que, apesar do escasso número de avaliações dos usuários com deficiência visual ou condições oculares – fotofobia, daltonismo, baixa visão – em aplicativos, os feedbacks são suficientes para revelar falhas graves nas usabilidades dos aplicativos. Geralmente, as avaliações são utilizadas para aprimorar o refino das interfaces, ou para que os desenvolvedores projetem um novo software.
“As avaliações não são suficientes numericamente. Imagina só, você tem um aplicativo com um bilhão de downloads. Mas, só há 300 pessoas questionando sobre acessibilidade. Por mais que deem feedbacks, as empresas responsáveis por essas tecnologias não priorizarão adotar novas posturas”, explica Marcelo Eler, coordenador da pesquisa e professor da EACH. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 36 milhões de pessoas no mundo são cegas e outras 217 milhões têm baixa visão. No Brasil, a ausência de dados atualizados por meio do Censo prejudica estimar atualmente dados mais precisos.
O estudo é resultado das pesquisas de doutorado de Alberto de Oliveira e Paulo dos Santos, do Programa de Pós- - Graduação em Sistemas de Informação (PPgSI) da EACH, sob a orientação de Marcelo. Além disso, a pesquisa teve a colaboração de Wilson Júnior e Danilo Eler, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e Wajdi Aljedaani, da Universidade do Norte do Texas (UNT), nos Estados Unidos. Eles observam que é “preciso que o mecanismo de avaliações seja explorado para deixar evidente às empresas que os problemas de usabilidade existem, importam e têm consequências sérias” [...].
“Para as pessoas sem deficiência, alguns comentários avaliando positivamente, solicitando melhorias, ou expondo alguma reclamação, podem parecer um detalhe ou uma frescura. E não é! A ausência de interfaces acessíveis impede as pessoas de serem autônomas, pois precisarão de alguém para auxiliá-las, como, por exemplo, num pedido de entrega de alimentos”, explica Marcelo ao mencionar a necessidade de evidências empíricas para romper com esses preconceitos ou atitudes capacitistas, ou seja, discriminação às pessoas com alguma deficiência.
Texto: Danilo Queiroz
(Disponível em: https://jornal.usp.br/diversidade. Adaptado.)