Questões de Concurso
Sobre acentuação gráfica: acento diferencial em português
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I.Apresentam o mesmo acento tônico as palavras 'cenotes', 'isolados' e 'proteger'.
II.O vocábulo 'apneia' pertence ao grupo de palavras paroxítonas que perderam o acento com o Novo Acordo Ortográfico.
III.O vocábulo 'vêm' pertence ao grupo do verbos que apresentam acento diferencial, da mesma forma que os verbos 'manter' e 'conter'.
IV.O vocábulo 'para' não sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico.
V.Assim como o vocábulo 'também' é uma oxítona acentuada, as palavras 'aloés' e 'uretér' também estão acentuados corretamente como oxítonas.
VI.A palavra 'atraído' está corretamente acentuada, e pela mesma regra o vocábulo 'feiúra' também recebe acento gráfico.
Estão corretas:
Paula e Pedro _____ 4 filhos. Eles _____ uma casa de verão e sempre que possível _____ um tempo juntos lá.
Complete, respectivamente, as lacunas com as formas adequadas do verbo "ter", de acordo com as regras de acentuação da língua portuguesa.
Leia o Texto III e responda à questão:
Texto III

Disponível em: https://www.instagram.com. Acesso em: 04 out. 2024.
Leia o Texto III e responda à questão:
Texto III

Disponível em: https://www.instagram.com. Acesso em: 04 out. 2024.
I- Os termos “médico” e “já” receberam acento agudo.
II- O termo “você” recebeu acento circunflexo.
III- As três palavras receberam acento gráfico em razão da mesma regra.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
“Beatriz Souza tornou-se campea olímpica do judô na categoria acima de 78 kg após vencer quatro adversarias dificeis [...].”
(Disponível em: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/. Acesso em: agosto de 2024. Adaptado).
Todas as palavras destacadas no trecho são acentuadas. Assinale a alternativa em que elas estão acentuadas corretamente.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.
Texto 01
A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá
No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.
Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.
É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.
Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.
Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige?
Será que, em meio ao caos e à melhoria da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?
Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, independente da frenética ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.
Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.
Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da beleza efêmera que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.
Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente.
Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.
Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta.
Admirado, ele escreve: “[G] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do trânsito. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garantam que uma flor nasceu”.
No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade.
Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
Considere a seguinte passagem do texto: “Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.” Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfossintática da referida passagem.
I- A conjunção “enquanto” insere um adjunto adverbial oracional, o qual indica uma circunstância de tempo.
II- O termo “azul” passou pelo processo de derivação imprópria, já que se encontra substantivado.
III- A vírgula usada depois de “lentos”, é facultativa, pois separa um adjunto adverbial deslocado.
IV- O acento agudo em “mantém” indica o uso do verbo “manter” na terceira pessoa do plural.
V- O termo “muitas vezes” aparece intercalado por vírgulas, de acordo com a norma, porque se trata de uma expressão adverbial que se encontra antecipada.
Estão CORRETAS as afirmativas
Apesar de as tecnologias em saúde estarem comumente associadas à incorporação de equipamentos e novos medicamentos em hospitais, salienta-se, conforme definição do Ministério da Saúde, serem tecnologias em saúde “todas as formas de conhecimento que podem ser aplicadas para a solução ou a redução dos problemas de saúde de indivíduos ou populações”.
Assinale a alternativa correta sobre a frase.

(Disponível em: https://apublica.org/2024/09/tigrinho-vai-a-escola-apostas-invadem-recreios-e-salas-de-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
As lacunas tracejadas nas linhas 09 e 20 são preenchidas, correta e respectivamente, por “tem” e “têm” (1ª parte). Desse modo, vale ressaltar que o verbo “ter”, quando conjugado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo, deve ser grafado com acento, ou seja, “têm” (2ª parte). Paralelamente, quando conjugado na terceira pessoa do plural, deve ser escrito sem acento, ou seja, “tem” (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
I. Os vocábulos "psicóloga " e "hábito" são acentuados por serem proparoxítonas.
II. O vocábulo " caracteres" é uma paroxítona , assim como "necropsia"
III. Ao suprir o acento da palavra "hábito", ela mudará de sentido e de classe gramatical.
IV. O vocábulo "ritmo" deveria está grafado com acento, visto que é uma paroxítona terminada em "o".
V. A palavra "telefônicas" é uma proparoxítona acentuada corretamente, assim como "púdico".
Estão corretas:
O urso-de-óculos

A única espécie de urso que vive na América do Sul é exclusiva da região dos Andes e corre risco de desaparecer. Trata-se do urso-de-óculos, também conhecido como urso andino. Por serem excelentes escaladores, os ursos andinos costumam construir plataformas nas árvores onde descansam, se alimentam e guardam comida para quando precisam. Eles são encontrados em vários pontos da América do Sul, vivendo nos chamados Andes tropicais. Dentro desse território estão diversos ecossistemas, como florestas tropicais secas e úmidas de terras baixas e montanhosas, matagais tropicais secos e úmidos, e pastagens de alta altitude. Infelizmente, esses ursos não existem no Brasil.
É natural imaginar que todas as espécies de ursos hibernam durante os meses mais rigorosos do inverno. No entanto, esse não é o caso do urso andino. Como seu alimento fica disponível o ano todo na maior parte de seu habitat, os ursos-de-óculos não hibernam.
O urso-de-óculos tem marcas brancas ou bronzeadas em forma de anel ao redor dos olhos, características marcantes da espécie. São essas marcas que dão o nome ao animal. As manchas em sua pelagem contrastam com a cor preta e uniforme do resto do corpo do animal, que em alguns casos pode assumir também um tom marrom-avermelhado. O urso andino tem porte médio, cauda curta de cerca de sete centímetros, orelhas pequenas e redondas, pescoço curto e grosso e focinho robusto.
Destaca-se a preferência do animal por bromélias como alimento. Eles também comem frutas, além de palmeiras, musgo, cactos e outras espécies de plantas. De maneira oportunista, eles também se alimentam de mamíferos. Isso significa que podem comer coelhos e antas da montanha, e até mesmo gado doméstico quando estes pastam em liberdade.
Redação National Geographic Brasil – adaptado.
É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo AMÁMOS, LOUVÁMOS, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo AMAMOS, LOUVAMOS, já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português.
O Leão e o Reflexo
Em uma linda savana africana, eu, um leão perdido há 20 dias, vagava com fome e sede, temendo estar sozinho.
Um dia, encontrei uma lagoa e corri em direção a ela, ansioso para beber água. No entanto, ao ver um "leão" refletido na água, recuei com medo de ser atacado.
Passei a noite perto da lagoa, mas não me atrevi a voltar. No dia seguinte, a sede era tão grande que decidi arriscar. A mim me pareceu a última saída. Ao me aproximar e ver o "leão" novamente, ignorei o medo e bebi a água.
Foi então que percebi que o "leão" era apenas meu próprio reflexo e, aliviado, saciei minha sede.
Texto Adaptado
Autor Desconhecido
