Questões de Concurso
Sobre acentuação gráfica: acento diferencial em português
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Com base nas regras de acentuação, especialmente nas alterações promovidas pelo Novo Acordo Ortográfico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O acento gráfico nem sempre obedece apenas a critérios fonológicos; em certos casos, sua função é essencialmente distintiva. É o que ocorre com "têm" em relação à forma da terceira pessoa do singular, pois o acento é o único elemento responsável por distinguir o singular do plural.
(__)Diferentemente de 'têm', que manteve sua acentuação intacta, o verbo 'averiguar' teve sua grafia alterada pelo Novo Acordo Ortográfico. A forma 'averigúo' deixou de ser admitida, passando-se a reconhecer as grafias 'averiguo' ou 'averíguo', de acordo com a tonicidade do falante.
(__)O trecho apresenta duas palavras cuja acentuação gráfica se justifica por serem oxítonas terminadas em ditongo nasal, e uma terceira palavra acentuada em razão de sua condição de oxítona terminada em vogal 'a'.
(__)Assim como 'básica', que recebe acento gráfico em razão de sua classificação como proparoxítono, o vocábulo 'récorde' também pode ser acentuado quando realizado com tonicidade na antepenúltima sílaba; todavia, admite igualmente a forma 'recorde', sem acento, quando pronunciado como paroxítono, evidenciando a coexistência de duas realizações prosódicas para o mesmo vocábulo.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Com a implementação do Novo Acordo Ortográfico, diversas palavras passaram por alterações, seja no âmbito da acentuação gráfica, seja no da ortografia. Com base nisso, analise as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'para' exemplifica caso de alteração, uma vez que, quando empregado como forma verbal, deixou de receber acento gráfico, anteriormente registrado como 'pára'.
II. As palavras formadas com ditongos abertos 'éi' e 'ói' sofreram alteração em sua acentuação, assim, deixaram de ser acentuados vocábulos como 'joia', 'ideia' e 'bateis'.
III. Diferentemente de 'para', o verbo 'pôr', no infinitivo, manteve o acento gráfico para diferenciar-se da preposição 'por', que não é acentuada.
IV. O vocábulo 'ultrassom', anteriormente grafado como 'ultra-som', perdeu o hífen e passou a ser grafado com acréscimo de consoante, em conformidade com as regras de hifenização.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga"
No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.
Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.
"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.
Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.
Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.
Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.
Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.
Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.
O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.
https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/macacos-de-gibraltar-encontrammaneira-de-evitar-dores-de-barriga/-adaptado
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, analise as afirmativas e assinale a incorreta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Para reconquistar passageiros, transporte público por ônibus precisa se modernizar.
O transporte público por ônibus no Brasil, vem perdendo passageiros a cada ano, realidade que se intensificou no período da pandemia de covid-19. Apenas para ter uma ideia, desde 2019 o segmento de ônibus urbano registrou queda de quase 25% na demanda, com perda de 8 milhões de deslocamentos de pessoas por dia, de acordo com o Anuário 2022-2023, da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).
A corrida para a recuperação de passageiros encontra diversos desafios, como mudanças nos hábitos pós-crise sanitária, concorrência com aplicativos de mobilidade e insatisfação com os serviços oferecidos pelo transporte público de maneira geral, em especial com o preço da passagem. "A recuperação desse setor passa, obrigatoriamente, por oferecer aos consumidores informações e facilidades para que tenham controle dos seus deslocamentos", diz Sergio Avelleda, sócio-fundador da Urucuia Inteligência em Mobilidade Urbana.
Ele explica que, embora, hoje, pareça normal, o nível de informação proporcionado pelo transporte individual por aplicativo elevou o padrão dos deslocamentos de maneira geral. "As pessoas se acostumaram com a previsibilidade: sabem a hora em que o transporte vai chegar, o tempo de percurso, quanto vão pagar, a rota e, inclusive, já pagam direto pelo aplicativo. E a população quer ter isso, também, no transporte público", afirma Avelleda.
Oferecer melhor controle do tempo, facilidades no pagamento e um serviço de qualidade passa pela modernização do transporte por ônibus, um movimento que já começou. Um exemplo é a adoção do Cartão TOP, desde novembro de 2021, na região metropolitana de São Paulo, quando a ferramenta passou a conectar passageiros que utilizam ônibus intermunicipais e transporte sobre trilhos na cidade, com desconto na integração.
Atualmente, já são mais de 370 milhões de bilhetes QR Codes vendidos e 2,4 milhões de cadastros no aplicativo, o que representa, de acordo com a empresa responsável, 30% do transporte da capital paulista.
Trata-se de um sistema de bilhetagem eletrônica usado para pagamento das viagens mediante a compra de bilhetes QR Code, com o mesmo cartão válido no Metrô, CPTM e ônibus da EMTU, mas que pode ir muito além.
https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/para-reconquist ar-passageiros-transporte-por-onibus-precisa-se-modernizar/
Com base nas regras de acentuação, marque com V para as afirmativas verdadeiras ou com F para as falsas:
(__)O vocábulo 'ideia' perdeu acento com o Novo Acordo Ortográfico, assim como os vocábulos 'hebreia', 'joia' e 'apoia', por se tratarem de paroxítonas com ditongos abertos.
(__)O vocábulo 'para', tanto na função de preposição quanto na forma verbal, não recebe acento diferencial, cabendo ao contexto discursivo a sua devida identificação e distinção.
(__)Os vocábulos 'milhões', 'associação' e 'registrou' possuem a mesma acentuação tônica.
(__)O vocábulo 'ônibus' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'us', mantendo sua grafia inalterada após o Novo Acordo Ortográfico. Em contrapartida, as paroxítonas terminadas em 'oo' sofreram modificação, como ocorre em 'abençoo', que deixou de ser acentuado.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.
O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.
Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.
Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.
A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.
Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.
"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.
"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."
"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.
Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.
Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.
"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.
"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."
Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.
"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.
"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.
Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.
A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.
Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.
Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.
Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.
Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?
"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.
Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.
Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o
"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo, completa o pesquisador."
"Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia."
Analise as afirmativas a seguir considerando a acentuação dos vocábulos presentes nos trechos acima:
I. O vocábulo 'hospedeiro' é um exemplo de palavra que perdeu o acento gráfico com o Novo Acordo Ortográfico, uma vez que os ditongos abertos de palavras paroxítonas não são mais acentuados, assim como ocorre com 'heroico', que também não recebe acento.
II. O vocábulo 'Araújo' recebe acento pela regra das paroxítonas terminadas em 'o' e, por se tratar de nome próprio, também pode ser grafado sem acento, como em 'Araujo'.
III. O vocábulo 'imunológico' recebe acento por ser proparoxítona. Estão acentuadas corretamente pela mesma regra as palavras 'veículo', 'olimpíada' e 'varíola'.
IV. O vocábulo 'tem' constitui exemplo de palavra com acento diferencial. Diferentemente de 'para' (verbo/preposição) e 'pelo' (substantivo/contração de por + a), essas formas, após o Novo Acordo Ortográfico, passaram a ser grafadas sem acento.
É correto o que se afirma em:
"A vida tem em si um valor absoluto. Ela vale porque ela é."
A esse respeito, analise as sentenças a seguir:
I.A gestão pública precisa entender por que se deve apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais, para melhorar a gestão da água e do saneamento.
II.Promover a educação da população quanto ao uso consciente da água tem vários porquês , incluindo o fato de que, sabendo usar, não vai faltar.
III.Assegurar retiradas sustentáveis e o abastecimento de água doce para enfrentar a escassez de água por quê?
IV.Por quê é preciso reduzir substancialmente o número de pessoas que sofrem com a escassez de água?
Está correto o uso em:

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
“Estas revistas que eles ___ , ___ artigos curtos e manchetes que todos ___ .”
A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
Não compareci à reunião ________ estava doente e não entendi o _______ questionamento.
Fonte: https://butantan.gov.br/ (texto publicado em 19/04/2023) – COM ALTERAÇÕES
No primeiro período do último parágrafo, a flexão da forma verbal “tem” no plural — têm — prejudicaria a correção gramatical do texto.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Analise as assertivas a seguir sobre as regras básicas de gramática e ortografia da língua portuguesa e em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
I. O uso de “mau” é sempre recomendado quando a palavra tem o sentido de "não bom", enquanto “mal” deve ser usado apenas como advérbio de modo.
II. O uso da vírgula é opcional antes de "que", em orações subordinadas, desde que o significado da frase não seja alterado.
III. A concordância verbal deve ser realizada de acordo com o sujeito da oração, levando em consideração se ele está no singular ou plural.
IV. O acento diferencial em “pára” (verbo) e “para” (preposição) foi mantido pelo Novo Acordo Ortográfico, visando evitar ambiguidades.
Com base no Novo Acordo Ortográfico, assinale a alternativa CORRETA.