Questões de Concurso Sobre literatura
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( ) A obra incorpora mitos e lendas como estratégia de valorização e ressignificação de matrizes culturais indígenas, africanas e europeias.
( ) A figura de “herói sem nenhum caráter” simboliza uma identidade nacional fixa, que preserva traços culturais imutáveis ao longo da narrativa.
( ) O texto modernista recorre a recursos de hibridização linguística, mesclando registros populares e eruditos como forma de representar a diversidade brasileira.
( ) Guedes (2021) interpreta Macunaíma como um questionamento crítico da ideia de um caráter nacional único, desafiando visões simplistas sobre o povo brasileiro.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A prosa introspectiva de Clarice Lispector, especialmente em obras como “A paixão segundo G.H.” (1964), representa uma inflexão no projeto modernista ao deslocar o foco do social para a interioridade subjetiva.
PORQUE
II. Segundo Alfredo Bosi (2015), a prosa de Clarice apresenta uma radicalização do experimentalismo modernista, marcada pela ruptura da narrativa linear, pela densidade filosófica e pela linguagem autorreflexiva.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Coluna I. A- Amâncio. B- Pai de Amâncio. C- Mãe de Amâncio. D- Professor Pires. E- Madame Brizard.
Coluna II. 1- Protecionismo exagerado, estava sempre em defesa de Amâncio.
2- Muito tirano, ríspido e também repressivo no tratamento com os alunos.
3- Extremamente severo e repressivo, provoca em Amâncio reações de medo e não de afeto.
4- Apoia o romance de Amélia com Amâncio, um rapaz rico. Vê a possibilidade de conseguir bens materiais e vantagens sociais através dele.
5- Entretanto, o seu tipo franzino, meio imberbe (...) ninguém acreditaria que ali estivesse um sonhador, um sensual, um louco.
I- “Eu venho da minha terra / da casa branca da serra / e do luar do sertão; / venho da minha Maria / cujo nome principia / na palma da minha mão.” Guilherme de Almeida. (Rima pobre).
II- “Não sei se amei o que era em mim desejo / de me ver no outro refletido / sei que amei sempre amei e vejo / que de amar tenho hoje o coração endurecido.” Carlos Felipe Moisés. (Rima rica).
III- “Eu que era branca e linda, eis-me medonha e escura / inspiro horror...Ó tu que espias urdidura / da minha teia, atenta ao que o meu palpo fia”. Manuel Bandeira. (Rima rara).
IV- “Oh vem, de branco – do imo da folhagem! / Os ramos, leve, a tua mão aparte / Oh vem! Meus olhos querem desposar-te / refletir-se virgem a serena imagem.” Camilo Pessanha. (Rima preciosa).
I. É importante que o trabalho com o texto literário esteja incorporado às práticas cotidianas da sala de aula.
II. Trata-se de uma forma específica de conhecimento.
III. Pensar sobre a literatura implica dizer que se está diante de um inusitado tipo de diálogo regido por jogos de aproximações e afastamentos.
IV. É possível utilizá-los como expedientes para servir ao ensino das boas maneiras, dos hábitos de higiene, dos deveres do cidadão, dos tópicos gramaticais, das receitas desgastadas do “prazer do texto”, etc.
A partir da concepção sobre a especificidade do Texto Literário no âmbito educacional, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) defendem o que se afirma sobre tal ferramenta de apoio no que se diz corretamente em:
( ) Narrador onisciente: quando conhece e revela o interior das personagens, seus pensamentos e emoções.
( ) Na obra lírica um sujeito que chamamos eu-lírico, sujeito lírico, voz lírica, voz poética, exprime suas emoções. (Por emoções entendemos todas as experiências psíquicas: sejam os mais profundos sentimentos e sensações, sejam ainda as mais variadas reflexões e concepções de mundo).
( ) Na obra dramática os fatos são apresentados diretamente ao espectador, sem intermediários. Não é necessária a voz de um narrador como na obra narrativa. Pertencem ao gênero dramático as obras escritas em versos ou em prosa para a representação teatral. Assim, embora o texto possa ser objeto de leitura, sua realização plena como obra de arte só pode ocorrer no palco, onde cada personagem é representada por um ator, que (re)vive o papel em cada novo espetáculo.
( ) Enquanto o tempo próprio da narrativa é o passado, o tempo da obra dramática é o presente. O discurso direto, (fala da personagem sem intermediação de narrador) e o diálogo, são as formas básicas da linguagem dramática. É através do diálogo que ocorre o entrechoque das personagens, realizando-se a característica essencial do gênero, que é o conflito.
Em relação aos trechos transcritos, constatam-se, correta e respectivamente, estilo de
Nesse sentido, a formação desse sujeito leitor
Portanto, a partir do poema de Cruz e Souza, esse aprofundamento poderia ocorrer por meio de