Questões de Concurso Comentadas sobre linguística e outras ciências – neurolinguística, psicolinguística, sociolinguística em linguística

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Q4168117 Linguística
O conceito que se refere ao modo como organizam-se as trocas conversacionais nas interações orais face a face é
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2022 - UEG - Professor - Edital nº 1 |
Q4165956 Linguística

Leia os textos a seguir para responder à questão



Retrato


Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?

MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.


Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.


EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.

Tanto o poema quanto o excerto literário são exemplos da seguinte variante linguística: 
Alternativas
Q4115591 Linguística
Mesmo nossa língua oficial sendo o português é comum cada cantinho desse Brasil imenso ter seu dialeto próprio, com infinidades de gírias, como no caso da possessão dos paulistas (né, meu?), ou o “Xuxismo” dos cariocas (é bixcoito, merrrmão!).

E isso não é diferente na região nordeste do país. Na Bahia, por exemplo, o “baianês” ganhou uma página no Facebook, chamada “Baiano Fala Assim“, para explicar como funciona esse dialeto maravilhoso. Então, tire de tempo não, binho, e venha vê como é que baiano fala que esse troço é muito bala!

Aliás, binho é o apelido de todo mundo na Bahia. Quando não se sabe o nome, ou simplesmente quando a gente quer te chamar de um jeito carinhoso, o jeito é chamar de binho ou binha.

Agora, barulho de unha arranhando no quadro negro, faca quando risca o prato, barulho de isopor esfregando, lixa passando na unha dá uma ginge lascada!


Disponível em: < https://catracalivre.com.br/criatividade/pagina-baianofala-assim-explica-significado-de-girias-baianas/>. Adaptado.
Os termos “binho” e “ginge” fazem parte da variante linguística denominada
Alternativas
Q4115378 Linguística
Na concepção interacional (dialógica) da língua, na qual os sujeitos são vistos como atores/construtores sociais, o texto passa a ser considerado o próprio lugar da interação e os interlocutores, sujeitos ativos que – dialogicamente – nele se constroem e por ele são construídos.
(KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Introdução à linguística textual: Trajetória e grandes temas. São Paulo: Contexto, 2015. p. 32-33.)

Analise as afirmações sobre a perspectiva sociocognitiva-interacionista das análises interfrásticas e gramáticas de texto.

I - A perspectiva sociocognitiva-interacionista está interessada na diferença nítida e estanque entre os processos cognitivos que acontecem dentro da mente dos indivíduos e os processos que acontecem fora dela.
II - Dentro da perspectiva sociocognitiva-interacionista, as ações verbais são ações conjuntas, já que usar a linguagem é sempre engajar-se em alguma ação em que ela é o próprio lugar onde a ação acontece, necessariamente em coordenação com os outros.
III - A perspectiva sociocognitiva-interacionista considera que as tarefas constituem rotinas desenvolvidas culturalmente e organizam as atividades mentais internas dos indivíduos, que adotam estratégias para dar conta das tarefas de acordo com as demandas socialmente impostas.
IV - A perspectiva sociocognitiva-interacionista destaca que a produção de linguagem constitui atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza, evidentemente, com base nos elementos linguísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas que requer não apenas a mobilização de um vasto conjunto de saberes (enciclopédia), mas a sua reconstrução – e a dos próprios sujeitos – no momento da interação verbal.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q4115360 Linguística
Communicative competence consists of grammatical competence as well as sociolinguistic competence, that is, factors governing successful communication. Considering such idea, developed by Hymes (1972), and discussed by Kumaravadivelu in Understanding Language Teaching: From Method to Postmethod (2006), associate the factors to its respective definition.

FACTORS
1 - Setting 2 - Participants 3 - Ends 4 - Key 5 - Instrumentalities 6 - Norms 7 - Genres

DEFINITIONS

( ) refers to categories of communication such as lecture, report, essay, poem and so forth.
( ) refers to the manner and tone (serious, sarcastic, etc.) of the utterance.
( ) refers to the place and time in which the communicative event takes place.
( ) refers to conventions of interaction and interpretation based on shared knowledge.
( ) refers to speakers and their role relationships.
( ) refers to the unstated objectives the participants wish to accomplish.
( ) refers to the channel (oral or written) and the code (formal or informal).

A sequência correta é:
Alternativas
Q4114903 Linguística
Analiza la afirmación y responde.

‘'En palabras de D. Hymes, la competencia comunicativa se relaciona con saber «cuándo hablar, cuándo no, y de qué hablar, con quién, cuándo, dónde, en qué forma»; es decir, se trata de la capacidad de formar enunciados que no solo sean gramaticalmente correctos sino también socialmente apropiados.’'

(CERVANTES, Instituto. Competencia comunicativa. Madrid: Edelsa, 2006.)

Todas las afirmaciones a respeto de la competencia comunicativa están correctas, menos
Alternativas
Q4114885 Linguística
Analiza la relación entre las aserciones para responder correctamente a la cuestión.

I - La idea de que el bilingüismo puede afectar de algún modo la personalidad y las emociones de un individuo parece inconcebible
PORQUE

II - lo que pensamos de nosotros mismos y de nuestro entorno, y cómo sentimos, está fuertemente influenciado por el lenguaje.

Sobre las aserciones es correcto afirmar que
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-BA Prova: FCM - 2022 - IF-BA - Professor PEBTT - Libras |
Q4114688 Linguística
Analise as asserções a seguir sobre as expressões faciais nas línguas de sinais e a relação proposta entre elas.

I - Para os usuários de línguas de sinais, as expressões faciais têm duas funções distintas, sendo expressar emoções (assim como nas línguas faladas) e marcar estruturas gramaticais específicas (como orações relativas), servindo para distinguir funções linguísticas, uma característica única das línguas de modalidade visual-espacial,

PORQUE

II - a existência de duas classes diferentes de funções de expressão facial levanta questionamentos acerca do controle neural da linguagem e de funções neolinguísticas, em que a observação de padrões neurais de expressões faciais para diferentes funções, linguística e afetiva, fornece uma perspectiva de determinantes para a especialização dos hemisférios cerebrais.

Sobre as asserções, é correto afirmar que
Alternativas
Q4107179 Linguística
As inúmeras concepções de leitura podem ser sintetizadas em duas caracterizações uma perspectiva behaviorista – skinneriana e uma perspectiva cognitivo -sociológica, considerando o enunciado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4084588 Linguística
Language teachers need to take into account communicative and interactional competences in designing language syllabi and teaching materials.
Avalie as afirmações sobre as perspectivas psicológicas e sociopsicológicas da aquisição de uma segunda língua.

I - Sources of language must be available and accessible.
II - The cognitive mechanisms that mediate between and interact with input data are important features.
III - Internal and external factors such as age, anxiety, motivation, social context, or educational context should be discarded.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q4084573 Linguística
Considering the various theories of language learning, discussed by Alice Omaggio Hadley (2001), associate the concept to its respective definition.

CONCEPTS
1 - Monitor 2 - Cognitive 3 - Behaviorist 4 - Connectionism 5 - Universal Grammar
DEFINITIONS
( ) Human learning and animal learning are similar; in fact, all learning is associative in nature.
( ) Language is a species-specific, genetically determined capacity. Language learning is governed by biological mechanisms.
( ) Learning consist of adjusting the strengths of connections so that a given “teaching input” eventually results in a desired “output”.
( ) Learning can function only as an “editor” of what is produced, since acquisition is the sole initiator of all second-language utterances.
( ) Learning results from internal mental activity. Language learning is a type of general human learning and involves the acquisition of a complex cognitive skill.



A sequência correta dessa associação é
Alternativas
Q4084562 Linguística
Indicate whether each of the following statements, about a global language, is true (T) or false (F).

( ) The geographical extent to which a lingua franca can be used is entirely governed by political factors.
( ) The need for a global language is particularly appreciated by the international academic and business communities.
( ) Latin was a lingua franca throughout the whole of the Roman Empire and still plays a central role today – at least, at the level of government.
( ) The use of a single language by a community is a guarantee of social harmony and mutual understanding, as has been repeatedly seen in world history.
( ) Most often, a language is accepted from outside the community, such as English or French, because of the political, economic, or religious influence of a foreign power.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Alternativas
Q4084534 Linguística
Analiza la relación propuesta entre las aserciones a continuación.

I - Los bilingües biculturales sienten de formas diferentes en sus respectivas lenguas cuando comparten no solo la lengua sino también se identifican con rasgos culturales,
PORQUE
II - para Paivio (1990), ellos tienen dos subsistemas cognitivos para cada lengua y que asocian sus experiencias a la lengua en cuyo contexto lingüístico las vivieron.



A partir del análisis es correcto afirmar que
Alternativas
Q4083655 Linguística
O trabalho de reflexão e de análise linguística se assenta na busca pela compreensão de como se compõem os aspectos discursivos, gramaticais (lexicais, morfossintáticos), notacionais (grafofônicos e ortográficos), sociolinguísticos e semióticos em um texto-enunciado e de como cada um desses aspectos contribui para a construção dos sentidos presentes no discurso.
Assinale a alternativa que apresenta os aspectos da linguagem relativos a fatores sociais (gênero, faixa etária), geográficos (região), econômicos (classe social), entre outros: 
Alternativas
Q4080461 Linguística
As variedades linguísticas são ramificações naturais de uma língua que se diferenciam da norma-padrão por convenções sociais, momento histórico, contexto ou região em que um falante insere-se.
No fragmento: "Pedro é mesmo um ABESTADO", a palavra destacada pode ser substituída por: bobo, leso, tolo, maluco, dentre outras, sendo uma variação:
Alternativas
Q4078338 Linguística
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
“Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são ‘hermafroditas que não representam absolutamente nada’”.

Além da citação, a outra marca linguística do português do Brasil presente nessa passagem do texto é, fundamentalmente, o(a)
Alternativas
Q4075639 Linguística
Beurteilen Sie die folgenden Aussagen:
I. As Praktiken der Mündlichkeit und der Hörentwicklung werden Teil eines natürlichen Prozesses in und durch die Interaktion zwischen dem Ich und dem Anderen.
II. Der Lehrer sollte bei der Ausarbeitung der Planung aufmerksam sein und sich auf die Anwendung verschiedener Sprachpraktiken (Hören, Mündlichkeit, Lesen und Schreiben) konzentrieren und das eine gegenüber dem anderen priorisieren.
III. Die Sprache muss fragmentiert sein, vor allem, weil eine solche Fragmentierung im Rahmen wirksamer Praktiken des Sprachgebrauchs stattfindet.
Es ist RICHTIG(e) die folgende(n) Aussage(n):
Alternativas
Q4069198 Linguística
Segundo Vygotyky sem a linguagem não há aprendizagem e desenvolvimento, visto que os seres humanos são sujeitos socioculturais, portanto necessitam da relação de interação com a sociedade e sua respectiva cultura. O autor denominava a linguagem como um instrumento simbólico.
Nesse sentido, analise as assertivas a seguir em relação à linguagem e à oralidade.

I.A oralidade e a escrita são duas formas de variação linguística, onde a oralidade é geralmente marcada pela linguagem coloquial (ou informal).
II.A escrita, em grande parte, está associada à linguagem culta (ou formal).
III.A oralidade é geralmente marcada pela linguagem culta (formal).
IV.A escrita, em grande parte, está associada à linguagem coloquial ( informal).

Estão CORRETAS as assertivas:
Alternativas
Q4056031 Linguística
A palavra “você” tem origem na forma de tratamento “vossa mercê”, que sofreu uma série de transformações fonéticas (vossemecê, vosmecê, mecê, vancê) até chegar à forma que conhecemos hoje e que também já apresenta reduções como as formas “ocê” e “cê”. Estamos falando de que tipo de variação linguística? Assinale a resposta correta: 
Alternativas
Q3998273 Linguística
Leia o trecho a seguir:
“Saussure deixou claro, em sua obra, que língua e fala são universos distintos, embora interrelacionados. Levando isso em conta, os estudos variacionistas têm especial importância, pois acabam sugerindo que língua e fala estão mais que inter-relacionadas, uma vez que a relação entre elas parece ser de interdependência. Em PB [Português Brasileiro], podemos usar as variantes “beijo” e “bejo”, “cheiro” e “chero”, “queixo” e “quexo”, “treino” e “treno”, mas não podemos fazer variações entre “jeito” e “*jeto”, “peito” e “*peto”. As variações individuais no momento da fala parecem então estar limitadas por regras sistemáticas que caracterizam o português.” (BELINE, R. A variação linguística. In: FIORIN, J. L. (org.). Introdução à linguística: objetos teóricos. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2018, p. 138).
Os exemplos apresentados por Beline (2018), na citação acima, são de:
Alternativas
Respostas
181: C
182: D
183: C
184: D
185: C
186: E
187: C
188: D
189: B
190: B
191: A
192: A
193: D
194: E
195: D
196: A
197: D
198: D
199: B
200: A