Questões de Concurso
Sobre tradução e transliteração em libras
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Modelos
1- Interativo 2- Interpretativo 3- Comunicativo 4- Cognitivo 5- Sociolinguístico
Conceitos
( ) O processo pelo qual o intérprete passa, apresenta os seguintes passos: Mensagem original > Recepção e compreensão > Análise e internalização > Expressão e avaliação > Mensagem interpretada para a língua-alvo. ( ) Aponta os componentes que afetam a interpretação, como participantes, mensagem, ambiente e interações. ( ) A mensagem é transmitida através de um CANAL; quando é recebida, é CODIFICADA. Qualquer coisa que interfira na transmissão é considerada um RUÍDO. ( ) O aspecto fundamental do processo de tradução e de interpretação baseia-se nas relações entre os participantes. ( ) O intérprete deve entender as palavras e os sinais para expressar seus significados corretamente, passando o SENTIDO da mensagem da língua-fonte para a língua-alvo.
A sequência correta dessa associação é
Associe as colunas, relacionando os tipos de tradução-interpretação aos seus conceitos.
Tipos
1- Simultânea
2- Consecutiva
Conceitos
( ) É o processo de tradução-interpretação de
uma língua para outra que acontece ao
mesmo tempo.
( ) O tradutor-intérprete ouve/vê o enunciado na língua-fonte, processa a informação e, posteriormente, faz a passagem para a língua-alvo.
( ) Ocorre quando o tradutor-intérprete atua em situações de acompanhamento da pessoa surda, como em consultas médicas, em audiências em tribunal, em entrevistas de emprego e na sala de aula.
( ) Envolve a sinalização da fala do ouvinte em tempo real, acompanhando, em frações de segundos, o discurso produzido em Português.
( ) Não há espaços para pensar frases ou palavras mais apropriadas; essa, aliás, é a diferença entre saber a língua, ter a competência tradutória e ser fluente na língua.
( ) O intérprete senta-se junto à pessoa, ouve uma longa parte do discurso e, depois, verte-o para uma outra língua, geralmente com a ajuda de notas.
A sequência correta dessa associação é
Associe as colunas, relacionando os tipos de tradução às suas definições.
Tipos de tradução
1- Intralingual
2- Interlingual
3- Intersemiótica
Definições
( ) Pode ser definida como a transmutação de uma obra de um sistema de signos a outro.
( ) Consiste na interpretação dos signos verbais por meio de alguma outra língua.
( ) Consiste na interpretação dos signos verbais por meio de outros signos da mesma língua.
( ) Aponta que a forma mais frequente se dá entre um sistema verbal e um não-verbal.
( ) Engloba texto de partida, tradutor e texto de chegada.
( ) Consiste na interpretação dos signos verbais por meio de sistemas de signos não-verbais.
( ) Engloba o texto de partida, o leitor-textualizador e o texto de chegada.
A sequência correta dessa associação é
Considere o excerto a seguir:
[...] “aquela a que nos entregamos ao procurarmos interpretar o significado de uma expressão fisionômica, um gesto, um ato simbólico mesmo desacompanhado de palavras. É em virtude dessa tradução que uma pessoa se ofende quando outra não lhe aperta a mão estendida ou se sente à vontade quando lhe indicam uma cadeira ou lhe oferecem um cafezinho” (RONAY, 1976: 2).
Rónai, Paulo. A tradução vivida. Rio de Janeiro: EDUCOM, 1976.
Nesse excerto, há descrição da tradução
Rigo (2014) versa sobre o processo de tradução de canção para a língua de sinais, a saber: "Entende-se que o texto original nas traduções de canções é compreendido de signos verbais e não verbais. Os signos verbais referem-se à língua na qual a letra da canção é escrita, ou seja, a língua fonte. Já os signos não verbais referem-se aos elementos semióticos da música: ritmo, melodia, harmonia, timbre etc. e nas substâncias acústicas [...]".
Com base no trecho acima, pode-se dizer que o processo de tradução de canções para a língua de sinais dialoga com três tipos de tradução:
Para questionar a postura conservadora em relação à fidelidade da tradução, Gile (1995) realizou um experimento para ajudar seus alunos a entender essa questão. O experimento foi adaptado para a disciplina de tradução do Curso de Letras da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e é reproduzido abaixo:

Algumas amostras dos resultados das verbalizações:
1. 50 km para Paris.
2. Só mais 50 km e chegamos a Paris.
3. Vamos chegar a Paris daqui a 50 km.
4.Paris está a 50 km daqui.
5. Estamos quase lá! Mais meia hora!
6. Puxa, ainda falta tanto para Paris!
7. Olha só! A placa diz que Paris está a 50 km daqui.
Considerando a variação nos resultados e as reflexões sobre os conceitos de fidelidade, a variedade de verbalização para
a mesma imagem é explicada:
Numere a coluna da direita, relacionando as premissas extraídas das ideias de Friedrich Schleiermacher, apresentadas por Heidermann (2009), com os respectivos tipos de tradução.
1. Tradução intralingual.
2. Tradução interpessoal.
3. Tradução intrapessoal.
( ) Às vezes, os nossos próprios discursos devem ser traduzidos depois de um certo tempo, se quisermos que continuem sendo nossos.
( ) Não só os diversos dialetos dos diferentes grupos étnicos de um povo e os diferentes desenvolvimentos dessa mesma língua ou dialeto em diferentes séculos já são, num sentido mais restrito, línguas diferentes e, não raras vezes, precisam de uma tradução entre si.
( ) Mesmo os contemporâneos não separados por dialetos, pertencentes a distintas classes sociais que, pouco relacionadas em seu trato, divergem muito em sua formação, muitas vezes só conseguem se entender através de uma intermediação.
( ) Mas, não é que frequentemente precisamos traduzir o discurso de um outro que é igual a nós, porém de personalidade e mentalidade diferentes, quando sentimos que as mesmas palavras teriam um sentido bem diferente na nossa boca ou ao menos um valor mais forte ou mais fraco que na dele e que, se quiséssemos expressar à nossa maneira o mesmo que ele expressou, utilizaríamos palavras e locuções totalmente diferentes?
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Observando-se as ilustrações de William Blake e Gustave Doré, com base em Paraíso Perdido, é correto afirmar-se que, sob uma nova forma de representação semiótica, Paraíso Perdido compõe uma categoria específica de tradução, a qual os Estudos da Tradução chamam de