Questões de Concurso Sobre libras

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Q2393470 Libras
Quando um sinal se assemelha ao seu referente, mesmo que isso implique uma informação de ordem conceitual ou cultural (QUADROS, 2019), estamos discutindo a ideia de 
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Q2393469 Libras
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), o sinal é constituído por uma unidade mínima, antes chamada de quirema, que, atualmente, corresponde ao fonema; isso está relacionado aos parâmetros das línguas de sinas, consequentemente da Libras. Com base no parâmetro “movimento”, o grupo de sinais que não possui movimento é 
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Q2393468 Libras
“[...], a composição é um processo de formação de palavras que utiliza estruturas sintáticas para fins lexicais. A própria estruturação geral do processo de composição se relaciona com a natureza de sua função, que é inteiramente diferente do da derivação: enquanto na derivação tem-se a expressão de noções comuns e gerais, a composição é um processo que vai permitir categorizações cada vez mais particulares” (QUADROS, 2007). De acordo com o excerto, os sinais compostos são: 
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Q2393467 Libras
É exemplo de verbo direcional que se flexiona de acordo com o emissor e o receptor:
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Q2393466 Libras
O grupo de sinais que se difere por meio de um parâmetro é
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Q2393465 Libras
Corresponde a um par mínimo: 
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Q2393464 Libras
Com base na Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, que regulamenta a profissão de tradutor, intérprete e guia-intérprete da Língua Brasileira de Sinais - Libras (com a redação dada pela Lei nº 14.704, de 2023), são atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas competências, 
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Q2393460 Libras
Em 1880, ocorreu, na Europa, o famoso Congresso de Milão, que implantou uma metodologia controversa para a educação dos surdos, a qual perdurou por, aproximadamente, um século, por meio da difusão do método
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Q2393459 Libras
Professor surdo que utilizava a Língua Francesa de Sinais. Foi precursor da educação de surdos no Brasil, no século XIX. Essa descrição refere-se a
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Q2393458 Libras
De nacionalidade italiana, foi matemático, médico e astrólogo. Acreditava – já no século XVI – que a surdez não limitava a inteligência e não era barreira que impedisse o aprendizado da leitura e da escrita pelos surdos. Essa descrição refere-se a 
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Q2393457 Libras
Em 1º de janeiro de 1856, foi inaugurado o primeiro educandário para surdos no Brasil, com a denominação:
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Q2383947 Libras
Leia o texto a seguir.

Nem sempre os surdos foram tratados de forma humana. Strobel mostra que na Idade Antiga os surdos eram adorados no Egito e na Pérsia, pois se acreditava que eles se comunicavam com os deuses. Na Grécia e em Roma, no entanto, eles eram assassinados e os que escapavam eram escravizados. Na Idade Média, eram tidos como objeto de curiosidade, como seres estranhos. Não podiam participar dos sacramentos religiosos, não tinham direito de casar, de receber herança, etc. Alguns eram assassinados pelas próprias famílias. Isso começa a mudar na Idade Moderna. A causa da mudança está relacionada aos estudos de um filósofo que concluiu que os surdos tinham habilidade para a razão e podiam escrever. Ele se comunicava com os surdos por meio de sinais e da escrita. 

Disponível em: <https://www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-por-dentro/trajetoriadas-pessoas-surdas-pessoas-que-ajudaram-a-escrever-essa-historia>. Acesso em: 13 dez. 2023.


Quem é o filósofo citado no texto, que se comunicava com os surdos por meio de sinais e da escrita?

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Q2383946 Libras
Leia o excerto a seguir.


Os defensores da língua de sinais para os surdos afirmam que é só de posse desta, considerada "natural", adquirida em qualquer idade, que o surdo constituirá uma identidade surda, já que ele não é ouvinte.


Fontes: MOURA, M. C. de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter/Fapesp, 2000. PERLIN, G. Identidades surdas. In: SKLIAR, C. (Org.).


As pessoas com a identidade surda 

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Q2383945 Libras

Leia o trecho a seguir. 


Segundo Stumpf “[…] o conhecimento do conceito metalingüístico supõe que, para refletir sobre a língua, é necessário poder colocar-se fora dela, poder observá-la, e isso está intimamente relacionado com a possibilidade de ler e escrever”.



Fonte: Stumpf, M. Sistema Signwriting: Por Uma Escrita Funcional Para O

Surdo.

In: Thoma, A. S. Et Al. A Invenção Da Surdez: Cultura, Alteridade, Identidade E

Diferença No Campo Da Educação. Santa Cruz Do Sul: Edunisc, 2004.

[Adaptado].




Sobre a origem da língua escrita de sinais, consta que foi criada por
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Q2383944 Libras
Leia o texto a seguir.

A existência de duas classes diferentes de funções de expressão facial levanta questionamentos acerca do controle neural da linguagem e de funções não-linguísticas. A observação de padrões neurais de expressões faciais para diferentes funções fornece uma perspectiva de determinantes para a especialização dos hemisférios cerebrais. 

Disponível em: <https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/lingua BrasileiraDeSinaisI/scos/cap18717/1.html>. Acesso em: 12 dez. 2023.



Para os usuários de línguas de sinais, as expressões faciais têm quais funções?
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Q2383943 Libras
Leia o texto a seguir.

O intérprete está completamente envolvido na interação comunicativa (social e cultural), com poder completo para influenciar o objeto e o produto da interpretação. Ele processa a informação dada na língua fonte e faz escolhas lexicais, estruturais, semânticas e pragmáticas na língua alvo que devem se aproximar o mais apropriadamente possível da informação dada na língua fonte. Assim sendo, o intérprete também precisa ter conhecimento técnico para que suas escolhas sejam apropriadas tecnicamente. Portanto, o ato de interpretar envolve processos altamente complexos.

Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/tradutorlibras.pdf>. Acesso em: 12 dez. 2023.


Qual é o papel do intérprete? 
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Q2383942 Libras
Leia o excerto a seguir.

O documento “A Educação que Nós Surdos Queremos” (FENEIS, 1999) foi produzido por lideranças da comunidade surda durante o Pré-Congresso de 1999. Esse evento antecedeu o V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre (RS). Segundo Lopes (2007, p. 33), o documento apresentava a explanação sobre o modo “como os surdos gostariam de ser narrados; diretrizes surdas para educação (desde a educação infantil); discussões acerca da Língua Brasileira de Sinais; o direito a intérpretes e a necessidade do reconhecimento, pelo Estado, da LIBRAS como uma língua oficial.

Fonte: KRAEMER, Graciele Marjana; LOPES, Luciane Bresciani; ZILIO, Virgínia Maria. Formação docente e educação de surdos no Brasil: desafios para uma proposta educacional bilíngue. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 33, p. 1-17, 2020. 


Em relação à educação de surdos, há uma construção de planos e políticas educacionais pautada na Lei nº 

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Q2383941 Libras
Leia o trecho a seguir.

O oralismo tem sido e continua sendo, ainda hoje, em boa parte do mundo, a ideologia dominante dentro da educação dos surdos. A concepção do sujeito surdo ali presente diz respeito exclusivamente a uma dimensão clínica — a surdez como deficiência, os surdos como sujeitos patológicos — numa perspectiva terapêutica — a surdez deve reeducar-se e/ou curar-se, os surdos devem ser reeducados e/ou curados. E a conjunção de ideias clínicas e de ideias terapêuticas conduziu, historicamente, a uma transformação progressiva e sistemática do contexto escolar e de suas discussões e enunciados, em contextos médico-hospitalares.

Fonte: LANE, 1993 apud In: SKLIAR, C.B. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998. p. 51-73.


Tal fato pode ser constatado quando, em 1988, os diretores das mais renomadas escolas para surdos da Europa propuseram acabar com
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Q2383938 Libras
Leia o excerto a seguir.

Aspectos Linguísticos da Tradução


       […] o significado do signo linguístico não é mais que sua tradução por um outro signo que lhe pode ser substituído, especialmente um signo no qual ele se ache desenvolvido de modo mais completo`, como insistentemente afirmou Peirce, o mais profundo investigador da ciência dos signos.

Fonte: JAKOBSON, R. Linguística. Poética. Cinema. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2007, p. 64. [Adaptado].




Sobre os diferentes tipos de tradução, os três tipos definidos pelo autor são 
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Q2373580 Libras
A história do povo surdo foi marcada pelas constantes avaliações clínicas concentradas no modelo ouvintista, que define a surdez como uma deficiência que deve ser corrigida. Dessa forma, a autora Dorziart (2006) apresenta algumas tecnologias que foram fundamentadas no modelo oral. O uso de tecnologias utilizadas no método oralista denomina-se
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Respostas
3141: D
3142: B
3143: A
3144: B
3145: A
3146: C
3147: B
3148: C
3149: A
3150: D
3151: A
3152: A
3153: D
3154: B
3155: C
3156: D
3157: B
3158: A
3159: D
3160: D