Questões de Concurso Sobre aspectos linguísticos da língua brasileira de sinais em libras

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Q2031271 Libras
O uso do espaço à frente do sinalizador enquanto “representação de entidades não presentes em relações” (ALBRES, 2021, p. 106) é denominado por alguns autores como sintaxe espacial. Albres (2021), ao citar Quadros e Karnopp (2006), descreve alguns mecanismos relacionados ao local no espaço da sinalização.
ALBRES, N. A. Comunicação em Libras: para além dos sinais. In: LACERDA, C. B. F.; SANTOS, L. Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução à Libras e educação de surdos. São Carlos: EdUFSCar, 2021.
Assinale a alternativa que NÃO se enquadra nesses mecanismos relacionados à sintaxe espacial.
Alternativas
Q2031270 Libras

Atualmente, não há dúvidas em relação ao estatuto linguístico das línguas de sinais. Assim, principalmente a partir da década de 90, iniciaram-se investigações com o intuito de identificar não apenas o que era “igual”, mas também o que era “diferente” com o objetivo de enriquecer as teorias linguísticas atuais.


(QUADROS, 2006, p.169) QUADROS, R. M. Efeitos de modalidade de língua: as línguas de sinais. ETD – Educação Temática Digital, v. 7, n. 2, p. 168-178, 2006. Disponível em: https://nbn-resolving.org . Acesso em: 17 nov. 2022.


Os pontos identificados como “diferentes” entre a modalidade oral e a modalidade sinalizada são:

Alternativas
Q2027259 Libras
De acordo com o documento publicado pelo Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos do Ministério da Educação, em 2004, “a fonologia é organizada em um número restringido de sons que podem ser combinados em sucessões para formar uma unidade maior, ou seja, a palavra. Nas línguas de sinais, as configurações de mãos, juntamente com as localizações em que os sinais são produzidos, os movimentos e as direções, são as unidades menores que formam as palavras”. Dadas as informações precedentes, é correto afirmar que a modalidade de comunicação da LIBRAS e a da língua portuguesa são, respectivamente, 
Alternativas
Q2027255 Libras
Assinale a opção correta em relação aos parâmetros da LIBRAS.
Alternativas
Q2027254 Libras
A respeito da datilologia, um recurso importante utilizado na LIBRAS, julgue os itens a seguir.
I A datilologia acontece por meio da soletração e nunca de dentro para fora.
II É desejável que, na datilologia, haja uma sequencialidade de dentro para fora, pois assim é mais fácil perceber a palavra.
III A diferença entre a datilologia e o sinal soletrado é que a datilologia é realizada de maneira mais rápida e o sinal soletrado apresenta um movimento mais demorado.
IV A datilologia, que se assemelha aos sinais soletrados, é utilizada para expressar os empréstimos linguísticos, os nomes próprios e os termos que apresentam sinais.
Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2025455 Libras
Os intérpretes de Libras – Língua Portuguesa são facilitadores linguísticos, responsáveis por mediar a comunicação entre pessoas que não utilizam a mesma língua. Esses profissionais possuem a liberdade de escolher diferentes formas de realizar sua interpretação, uma vez que precisam solucionar problemas tradutórios que surgem ao longo de um discurso. Para isso, podem adotar diferentes procedimentos técnicos para melhor desempenhar seu trabalho.

São exemplos de procedimentos técnicos de tradução conforme a classificação de Barbosa (2004):
Alternativas
Q2025454 Libras
Em seus estudos sobre as línguas de sinais, William C. Stokoe (1960) propôs um esquema linguístico estrutural para analisar a formação de sinais e considerou três principais unidades constituintes: configuração de mão (CM), ponto de articulação (PA) e movimento (M).
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Assinale a alternativa que apresenta os termos em Língua Portuguesa, cuja tradução para Libras equivale corretamente aos sinais produzidos na região do ponto de articulação (PA) indicado com um círculo na figura.
Considere o registro formal e a variação correspondente aos termos classificados no dicionário trilíngue de Capovilla e Raphael (2006).
Alternativas
Q2025448 Libras
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), a tarefa da fonologia para as línguas de sinais é determinar quais as unidades mínimas que formam um sinal, além de estabelecer quais os padrões possíveis de combinação entre essas unidades e as variações possíveis.
Considerando que a fonologia estuda as diferenças percebidas e produzidas relacionadas com as diferenças de significados, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente:
1. Sinais em Libras que se opõem quanto à configuração de mão (CM). 2. Sinais em Libras que se opõem quanto ao movimento (M). 3. Sinais em Libras que se opõem quanto ao ponto de articulação (PA).
Observação: os sinais abaixo estão representados em glosas com vocábulos correspondentes na Língua Portuguesa. Considere o registro formal e termos categorizados no dicionário trilíngue de Capovilla e Raphael (2006).
Alternativas
Q2025446 Libras
A fim de apontar as diferenças existentes entre um sistema linguístico e um sistema de comunicação animal, pesquisadores enumeram uma lista de traços específicos que são atribuídos particularmente às línguas humanas. Esses traços também foram identificados nas línguas de sinais.
São exemplos de traços das línguas de sinais:
1. Flexibilidade e Versatilidade 2. Arbitrariedade 3. Mutabilidade e Instabilidade 4. Descontinuidade 5. Criatividade e Produtividade

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1975844 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

No par apresentado na figura a seguir, só é possível distinguir se o sinal é utilizado como nome ou verbo a partir do contexto, pois se usa o mesmo sinal para os dois casos.
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T. Felipe. Libras em Contexto: Curso Básico. 8.ª  ed. Rio de Janeiro: WalPrint Gráfica e Editora, 2007, p. 146.
Alternativas
Q1975843 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Na sentença ‘LIVRO 3PEGAR1’, o verbo é direcional revertido ou verbo reverso, porque o movimento do verbo é iniciado no espaço do objeto e se movimenta rumo ao espaço do sujeito. 
Alternativas
Q1975841 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

ESCOLA, FAVELA e QUINTA-FEIRA são sinais compostos. 
Alternativas
Q1975840 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Em ‘COMER-MAÇA’ e ‘BEBER-CAFÉ’, os verbos são incorporados ao objeto.
Alternativas
Q1975839 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Para Quadros e Karnopp, existem três tipos de verbo em Libras: verbos simples; verbos com concordância; e verbos espaciais. 
Alternativas
Q1975838 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Os sinais CADEIRA e SENTAR são diferenciados pelo parâmetro de movimento.
Alternativas
Q1975837 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

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Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Os três sinais apresentados na figura a seguir são exemplos de sinais icônicos. 
Imagem associada para resolução da questão
Ronice M. Quadros e Lodenir B. Karnopp. Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004, p. 79. 
Alternativas
Q1975836 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Pares mínimos são sinais em que há contraste em apenas um dos parâmetros. Os sinais EU e MEU são exemplos de pares mínimos. 
Alternativas
Q1975835 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

William Stokoe criou quatro componentes da quirologia: configuração da mão; expressão facial e corporal; locação da mão; e movimento. 
Alternativas
Q1975834 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

William Stokoe, linguista e pesquisador da Língua de Sinais Americana (ASL), defendeu o uso do termo “quirologia” para tratar da fonologia das línguas de sinais.
Alternativas
Q1975833 Libras
  Mandioca, macaxeira, aipim e castelinha são nomes diferentes da mesma planta. Semáforo, sinaleiro e farol também significam a mesma coisa. O que muda é só o hábito cultural de cada região. A mesma coisa acontece com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Embora ela seja a comunicação da comunidade surda no Brasil, existem sinais que variam em relação à região, à idade e até ao gênero de quem se comunica. A cor verde, por exemplo, possui sinais diferentes no Rio de Janeiro, no Paraná e em São Paulo. São os regionalismos na língua de sinais. Essas variações são apenas um dos temas trabalhados nos diferentes cursos voltados à linguística das línguas de sinais.

Internet: <https://www2.unesp.br> (com adaptações). 
Acerca da estrutura linguística da Libras, julgue o item.

Nas línguas orais, os fonemas se relacionam com a passagem de ar pela laringe, pelo nariz e pela boca, ao passo que, nas línguas de sinais, a estrutura fonológica se organiza a partir de unidades mínimas denominadas parâmetros.
Alternativas
Respostas
1821: B
1822: D
1823: B
1824: A
1825: C
1826: B
1827: E
1828: B
1829: C
1830: C
1831: C
1832: E
1833: C
1834: C
1835: C
1836: E
1837: C
1838: E
1839: C
1840: C